sábado, 30 de outubro de 2010

Contagem Regressiva Para o Congresso de Mocidade

Já estamos na reta final para o Congresso de Mocidade. Monte a sua caravana e venha participar conosco desse grande evento para a glória de Deus! Patu espera por você.

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

LIÇÃO 5

Lição 05 - Orando como Jesus Ensinou

Leitura bíblica: Mateus 6.5-13


INTRODUÇÃO

I. A ORAÇÃO DEVE SER INERENTE AO CRENTE
II. A ORAÇÃO-MODELO
III. DECORRÊNCIAS PRÁTICAS DA ORAÇÃO-MODELO

CONCLUSÃO


A ORAÇÃO EFICAZ
Por Pr. Estevam Ângelo de Souza


Orando para Saber Orar

E você, porventura sabe orar? Sabe que precisa orar? Sabe que orar é falar com Deus, e é o meio mais eficaz para ter uma vida espiritual abundante, próspera e vitoriosa? Se ainda não se sente seguro para poder afirmar que sabe, então siga o exemplo dos discípulos e, de coração, ore: Senhor, ensina-me a orar!

Se você não tem tempo para orar, saiba que o tempo gasto em oração é o mais importante da sua vida. Se você não tem vontade de orar, saiba que está precisando muito orar. A falta de vontade de orar é como um fastio. Quando alguém tem um fastio, e por conseguinte, não quer se alimentar, esse é o momento quando mais precisa fazê-lo. E a oração é o único alimento que lhe salvará da inanição espiritual. Se você ora só pelos seus negócios, saiba que precisa orar mais por você do que pelos seus negócios. Estes e o seu trabalho não são as prioridades no conceito divino. A prioridade é você mesmo, por quem Cristo morreu, e a quem Deus ama e quer usar na realização da sua obra. Você, além de receber os preciosos dons inerentes à salvação, pela mesma graça fará jus ao galardão que o justo Juiz dará a cada um segundo o seu trabalho.

Considere também que, sem orar, poderá fazer apenas alguma coisa para você nesta vida, mas nada fará de valor eterno para Deus. Sem orar, a sua vida poderá ser inútil para o mundo e para Deus. Você pode viver apenas para si e morrer sem nada levar do mundo. Sem orar a sua alma estará sujeita aos ataques de Satanás, sem forças para resistir. Por isso a recomendação divina: “Quanto ao mais, sede fortalecidos no Senhor e na força do seu poder... para poderdes ficar firmes contra as ciladas do diabo... com toda oração e súplica, orando em todo tempo no Espírito, e para isto vigiando com toda perseverança e súplica por todos os santos” (Ef 6.10,11,18).

Os apóstolos que tanto ensinaram sobre oração, aprenderam a orar e fizeram da oração uma poderosa arma, com a qual venceram o mundo, o Diabo e a carne; e triunfaram sobre os poderes políticos, imperiais e satânicos que se lhes opunham, e realizaram a obra de Deus; serviram de exemplo para os santos e para o mundo, foram fiéis até a morte, conquistaram a herança da vida eterna, chegaram ao céu e se apoderaram da glória que Deus reservara para eles. Foi bom que orassem: “Senhor, ensina-nos a orar”. Faça como os discípulos, peça ajuda ao Senhor e ore para saber orar.

A oração que Jesus Ensinou

A oração ensinada por Jesus, o Pai Nosso, constitui a epítome da doutrina cristã. Nesta oração ensinada por Cristo aos seus discípulos, o Mestre teve o propósito de ensinar-lhes preliminar e resumidamente a oração em seus aspectos essenciais, de modo correspondente com as suas necessidades relativas a esta vida, destacando, em especial, as necessidades espirituais relativas aos deveres para com Deus. Na oração do Pai Nosso, temos os princípios fundamentais da doutrina cristã revelados em vários detalhes, nos quais também são manifestados os propósitos de Deus com respeito aos seus filhos na terra.

Atendendo ao pedido dos discípulos, ensinou-lhes a orar assim: “Pai nosso que estás nos céus, santificado seja o teu nome; venha o teu reino, faça-se a tua vontade, assim na terra como no céu, o pão nosso de cada dia dá-nos hoje; e perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós temos perdoado aos nossos devedores; e não nos deixes cair em tentação; mas livra-nos do mal, pois teu é o reino, o poder e a glória para sempre. Amém”.

Não significa que esta seja a única oração que deva ser feita pelo crente, ou que deva ser decorada e recitada diariamente. Explicando isto, o Senhor Jesus reprova a oração formalista dos escribas e fariseus e a oração supersticiosa dos pagãos. No Pai Nosso, o Mestre amado ensina-nos novo caminho para Deus e estabelece, de maneira mais íntima, os meios de comunicação e comunhão com Deus, através da confiança de filhos que se dirigem ao Pai celestial com intimidade e fé; por meio da convicção de sua bondade paternal, tal como é revelada nas Sagradas Escrituras; através da obediência que evidencia o nosso respeito a Deus, o reconhecimento de sua autoridade divina, reconhecendo a Deus como causa da existência e sobrevivência de todas as coisas.

Quando oramos o Pai Nosso, e nisso nos baseamos, também externamos o nosso propósito de viver para Ele e de tribuar-Lhe a glória que Lhe devemos por tudo o que somos e o que temos neste mundo, e o que esperamos ser na eternidade. Portanto, o Pai Nosso não é simplesmente uma “reza” e, sim, o resumo da doutrina cristã.

Texto extraído da obra: “Guia Básico de Oração” da CPAD, Rio de Janeiro. 
 
 

Lição 05 - A Influência do Espiritismo na Mídia

Texto Bíblico: Deuteronômio 18.10-12; Apocalipse 21.8; 22.15;
Salmos 1.1,2 


Prezado professor, na aula desta semana é importante você enfatizar a doutrina espírita da Reencarnação. Esta é a ênfase que a mídia atual dá em suas programações, principalmente, as telenovelas.

Origem e Desenvolvimento

A Doutrina da reencarnação foi difundia no Brasil através da propagação das obras de Hippolyte Leon Denizard Rivail, mais conhecido como Allan Kardec (pseudônimo adotado em 18 de abril de 1857). A cidade de Lyon, na França, é sua terra natal. Nascido em 3 de outubro de 1804, Kardec faleceu com a idade de 65 anos.

Rivail era um homem erudito, porém, com o envolvimento de fenômenos sobrenaturais passou a ser guiado por um “espírito” que lhe informava ter sido seu amigo em uma vida anterior, período que o seu nome era Allan Kardec, razão pela qual adotou o novo nome. Desde então Kardec se dedicou à doutrina espírita, escrevendo várias obras que detalham o espiritismo e a doutrina reencarnacionaista. Entre elas destacam-se: O Livro dos Espíritos (1857) e o Evangelho Segundo o Espiritismo (1864).

A doutrina da Reencarnação é muito antiga na história da humanidade. Ela está fundamentada no budismo, jainismo e no sikhismo. É defendida pelos hare krishnas, kardecistas e outros grupos da atualidade. A reencarnação tornou-se muito popular nos diversos ramos do Movimento Nova Era, no espiritismo e no kardecismo1

Refutação

Em primeiro lugar, reencarnação não é encarnação. A palavra de Deus afirma que o verbo encarnou e Deus fez-se homem (Jo 1.14). O texto denota a plenitude humana e divina de Cristo Jesus (100% Homem e 100% Deus), ou seja, “o verbo se fez carne”, e não somente isto, “habitou entre nós” (nasceu, cresceu e morreu), cheio de graça e verdade (Jo 1.16,17).

Os proponentes da reencarnação distorcem o texto bíblico ao propor que o Novo Nascimento é reencarnação, reportando-se ao diálogo entre Jesus e Nicodemos. Porém, em João 3.3-5, Jesus fala da regeneração, do nascer da água e do Espírito. Ou seja, “o que é nascido da carne é da carne e o que é nascido do Espírito é espírito” (Jo 3.16). A reencarnação, de acordo com o kardecismo, só é possível na carne.

E outra afirmação de que João Batista era Elias, não suporta ao exame sério das Escrituras. Por que Elias jamais poderia reencarnar? Porque ele não morreu, logo não desencarnou (2 Rs 2.11). A expressão “no espírito de Elias” (Lc 1.17) não é o mesmo que reencarnação, pois o próprio João afirmou não ser Elias (Jo 1.21). O que se tem são características pessoais e ministeriais, porque ambos eram profetas2

Professor, reflita com a turma o perigo da mídia que tenta impor sutilmente crenças ilógicas, e desprovidas de respaldos bíblicos, que tentam solapar a nossa fé. Boa Aula!

Reflexão: “E como aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo, depois disso, o juízo” (Hb 9.27).


1SOARES, Esequias. Heresias e Modismos: Combatendo os erros doutrinários. Lições Bíblicas. Rio de Janeiro: CPAD, 2º Trimestre de 2010, p. 27.

2O pastor Esequias Soares faz uma análise mais detalhada acerca da relação do ministério de João Batista com o de Elias, em Lições Bíblicas “O Ministério Profético na Bíblia: A voz de Deus na Terra. Rio de Janeiro: CPAD, 3º Trimestre de 2010, pp. 41”. 
 

Lição 05 - Efésios é a carta da...?

Texto Bíblico Efésios 4.1-6

Prezado professor, para enriquecer a aula dessa semana reproduza, conforme as suas possibilidades, o esquema abaixo. Fale aos alunos que para entender a epístola é importante saber responder algumas perguntas: “quem escreveu?”, “quando escreveu?, “por que escreveu” e “para quem escreveu?”. O esquema abaixo ajudará os alunos a responderem essas perguntas em relação a epístola aos Efésios.


Esboço da Epístola aos Efésios1

Saudações (1.1,2)

Doutrina Basilar – A Redenção do Crente (1.3 – 3.21)

Instruções Práticas (4.1 – 6.20)

Conclusão (6.21-24)



Autoria: Apóstolo Paulo

Data: Cerca de 62 d.C.

Tema: Cristo e Sua Igreja

Propósito: O propósito imediato de Paulo ao escrever Efésios está implícito em 1.15-172  . Em oração, ele anseia que seus leitores cresçam na fé, no amor, na sabedoria e na revelação do Pai da glória. Almeja profundamente que vivam uma vida digna do Senhor Jesus Cristo (e.g. 4.1-3; 5.1,2). Paulo, portanto, procura fortalecer-lhe a fé e os alicerces espirituais ao revelar a plenitude do propósito eterno de Deus na redenção “em Cristo” (1.3-14; 3.10-12) à igreja (1.22,23; 2.11-22; 3.21; 4.11-16; 5.25-27) e a cada crente (1.15-21; 2.1-10; 3.16-20; 4.1-3,17-32; 5.1 – 6.20). 

 


1Texto extraído da “Bíblia de Estudo Pentecostal” da CPAD, Rio de Janeiro.
2“Pelo que, ouvindo eu também a fé que entre vós há no Senhor Jesus e a vossa caridade para com todos os santos, não cesso de dar graças a Deus por vós, lembrando-me de vós nas minhas orações, para que o Deus de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai da glória, vos dê em seu conhecimento o espírito de sabedoria e de revelação” (ARC).

Lição 05 - A Igreja Missionária

 Texto Bíblico: Romanos 10.11-15


Um professor que ensina com eficiência a Palavra de Deus, com certeza também ensinará à respeito de missões.O missionário não é enviado com o  de amizades ou turismo. Eles são enviados para compartilhar o evangelho de Cristo.

Nós, os servos de Deus somos testemunhas de Cristo; somos embaixadores de Cristo; somos pregadores do Evangelho de Deus e portadores da Mensagem de Deus para a humanidade. A nossa mensagem está contida em um livro, a Bíblia.
O desafio de todo cristão é ser um “missionário”, um “enviado”, comissionado pelo Espírito Santo através da igreja (At 13.4). Devemos ser ser testemunhas de Cristo. Precisamos proclamar a mensagem revelada do ato redentor de Deus em Cristo Jesus. Isso só ocorrerá se conhecermos a mensagem da Bíblia, e mantivermos uma intimidade com Cristo.

Texto baseado no livro:
Teologia Bíblica de Missões, CAPD

Boa ideia!


Professor promova uma gincana ou um festival com os alunos, com o intuito de levantar uma oferta para a obra missionária.

Lição 05 - Sete homens e um trabalho

Texto Bíblico: Atos 6.1-7

A participação da Igreja nas decisões.

Os apóstolos, convocada a Igreja, propuseram a escolha de sete varões, para se encarregarem da assistência material e social aos santos. Requeria-se fossem os candidatos homens de “boa reputação, cheios do Espírito Santo e de sabedoria” (At 6.3). Afinal, iriam eles lidar com o povo de Deus. Em sua Primeira Epístola a Timóteo, Paulo destaca a importância desse ministério: “Porque os que servirem bem como diáconos adquirirão para si uma boa posição e muita confiança na fé que há em Cristo Jesus” (1 Tm 3.13). 

O ministério diaconal.

 Apesar de o capítulo seis de Atos não mencionar uma única vez a palavra “diácono”, não resta dúvida de que o ofício foi instituído naquela ocasião. É mister ressaltar o destaque de dois daqueles obreiros: Estêvão e Filipe (At caps. 6, 7 e 8). Não fossem os diáconos, como haveriam os apóstolos de se dedicarem à edificação do corpo de Cristo?O Trabalho assistencial na Igreja Primitiva foi considerado pelos apóstolos um “importante negócio” (At 6.3). Por isso houveram-se eles com diligência na escolha dos melhores homens para exercê-lo. Na Igreja de Cristo, o socorro aos necessitados também é visto como prioridade (Pastor Claudionor de Andrade).

Lição 05 - Sirvo a um Deus que ouve minha oração

Texto Bíblico: 1 Reis 17.1; 18.1,2;17-39

“Os milagres maravilhosos que Deus realizou através de Elias podem nos deixar estupefatos, mas nós faríamos bem em focalizar sobre o relacionamento que Ele e Deus compartilhavam. Tudo que aconteceu na vida de Elias começou com o mesmo milagre que está disponível para nós – foi convidado a conhecer a Deus. De que outra maneira ele poderia se colocar numa postura de vida que ameaçava os profetas de Baal se não tivesse descoberto que Deus é confiável? Como poderia ser mensageiro de Deus sem gastar tempo ouvindo de Deus a mensagem?
Realizar milagres maravilhosos para Deus é admirável, mas devíamos nos concentrar muito mais em desenvolver um relacionamento com Ele. O tempo que dedicamos a Deus é muito mais precioso do que as coisas que fazemos para Ele. O verdadeiro milagre na vida de Elias foi exatamente seu relacionamento pessoal com Deus. E o milagre está disponível a nós. Deus nos convida a conhecê-lo antes de qualquer outra coisa”.

Texto extraído do livro: 365 Lições Extraídas de Personagens da Bíblia, CPAD

Professor, explique aos alunos que o Deus que Elias servia é o mesmo Deus que nós servimos. Desperte nas crianças o desejo de buscar uma vida íntima com Deus.

Boa ideia!

Material necessário: Cartolina branca, tesoura, caneta hidrográfica e lápis de cor cinza.

Procedimento:

1- Desenhe na cartolina uma altar e escreva o versículo do dia.

2- Recorte o altar em vários pedaços formando um quebra-cabeça.

3- Entregue-o às crianças e peça para montá-lo. Depois de montado elas  devem ler juntos o versículo.

Lição 05 - Não pegue o que não é seu!

Texto Bíblico Lucas 19.1-10

De professor para professor

Prezado professor, neste domingo o objetivo da lição é que a criança aprenda que não deve pegar nada que é dos outros.

• Faça uma recapitulação da aula anterior. Pergunte qual foi a palavra-chave estudada e qual o versículo aprendido.

• A palavra-chave da aula de hoje é “AMOR”. Então, durante o decorrer da aula, repita a frase: “Papai do céu ama a todos”.

Para refletir

• Neste domingo seus alunos vão ouvir a história de Zaqueu. Aprendemos com o texto bíblico que Jesus foi até a casa de Zaqueu, e aonde Jesus vai, chega com Ele a salvação. Jesus veio a este mundo para buscá-lo e salvá-lo. O seu objetivo é salvar, e não há salvação em nenhum outro, senão em Jesus Cristo. Ele busca aqueles que não o buscam, e que nem mesmo perguntam por Ele.

Regras Práticas para os Professores

Características da Criança do Jardim de Infância

Vamos apresentar, a cada semana, algumas características da criança do Jardim. Porém é bom ressaltar que tais características não podem ser vistas como uma descrição de qualquer criança. São, na verdade generalizações — coisas que normalmente encontramos em grupos de crianças, mas não necessariamente em todas as crianças do grupo.

Características Intelectuais

O uso da linguagem oral é uma das principais características da criança do jardim. Antes, utilizava a linguagem pelo prazer de dizer as palavras. Agora, a linguagem torna-se uma ferramenta. A diversão com as palavras continua; versos, rimas e outras brincadeiras com palavras permanecem como instrumentos úteis para o ensino. A gramática começa a ser assimilada, embora as exceções às regras, não. Percebe a utilização do pretérito e pode  dizer “eu fazi”,  associado a “andei” ou “falei”. É capaz de utilizar a linguagem para fins sociais, pedindo informações, decidindo suas disputas, planejando em conjunto, inventando histórias e realizando outros propósitos. Apesar de estar muito interessada em novas palavras, com freqüência as utiliza erroneamente por não entender o seu significado.

Piaget, um cientista suíço que dedicou sua vida ao estudo da psique infantil, nos legou a maioria dos termos usados para descrever o pensamento infantil. Duas expressões das mais significativas são pré-operacional e egocentrismo. A primeira, pré-operacional, define aquilo que a criança ainda não é capaz de fazer — ela não realiza operações mentais. A segunda, egocentrismo, nos revela o modo como a criança vê o mundo — somente o seu próprio ponto de vista.

Continua na próxima semana.

Como Ensinar Crianças do Jardim de Infância. Rio de Janeiro, CPAD.

Sugestões de Atividade

Para reforçar o ensino da lição sugerimos que você se sente com as crianças em círculo no chão da classe. Mostre os visuais da lição novamente e faça as seguintes perguntas: Como seria se Jesus viesse à nossa classe? O que você faria para ver Jesus? Ouça com atenção as crianças. Deixe que façam seus comentários sem interferência. Depois diga que Zaqueu subiu em uma árvore para ver Jesus, porque ele sabia que Jesus era muito especial. Nós não precisamos subir em árvores para ver Jesus; nós podemos falar com Ele quando oramos. Vamos orar agora e dizer a Jesus o quanto Ele é especial para nós. Dê oportunidade para que seus alunos a façam uma oração dizendo que amam Jesus.


  Lição 05 - Louve a Deus porque Ele é bom!


Texto Bíblico 2 Crônicas 5.7-14; 7.1-10

De professor para professor

Prezado professor, neste domingo as crianças terão a oportunidade singular de compreenderem o significado das palavras “AMOR E BONDADE”. O objetivo é que as crianças louvem a Deus por seu amor e bondade.

• Faça uma recapitulação da aula anterior. Pergunte qual foi a palavra-chave estudada e qual o versículo aprendido.

• As palavras-chave da aula de hoje são “amor e bondade”. Então, durante o decorrer da aula, repita a frase: “Vamos louvar ao Papai do céu por seu amor e bondade.”

Para refletir

• O salmista diz que o Senhor é bom, e que o seu amor dura para sempre, e que Ele é o maior professor de todos. Ele instrui os pecadores, ama a justiça e enche a terra com seu amor infalível. A sala de aula é a sua “terra”, e diariamente você pode enchê-la com amor, misericórdia e verdade. Quando ensinamos com a bondade e a paciência de Deus, Ele nos recompensa com a sua graça.

Trecho extraído e adaptado de: Graça Diária Para Professores. Rio de Janeiro, CPAD.

Regras Práticas para os Professores

Como podemos ser eficientes em ensinar as crianças de um modo que agrade a Deus?

Vamos apresentar, a cada semana, um plano que pode auxiliá-lo a realizar esta tarefa. Vamos chamar este plano de “Ciclo Educacional Para Ensinar Crianças”. O ciclo educacional fornece orientações pelas quais um ministério de ensino eficaz pode ser planejado e programado.

Programa e Currículo

Como programar, planejar e ensina para atendermos as necessidades de nossos alunos?
Programar com base em nossa visão da criança satisfaz as necessidades dos alunos. A criança não é um adulto em miniatura, mas um indivíduo singular com características e necessidades especiais a cada faixa etária. Programar com base em como as crianças aprendem cumprirão as diretivas bíblicas mencionadas.

As Escrituras descrevem os dois focos como (1) evangelismo — alcançar as crianças, levá-las a um compromisso com Jesus Cristo como Salvador e Senhor — ; e (2) discipulado — levá-las a crescer na Palavra de Deus e equipá-la para compartilhar a fé.
A programação eficaz para as crianças inclui estas diretrizes:

(Continuação)
 
7. Ensino da sessão total. Do minuto em que a primeira criança entra na sala de aula até que a última saia, tudo o que for ensinado e experimentado deve apontar para os objetivos da lição da Palavra de Deus. A música, os trabalhos manuais, o versículo para memorizar, a história, as atividades e a conversa dirigida devem todos apontar para esses objetivos declarados da lição. Com crianças, em particular as mais pequenas, precisamos ensinar um conceito e ensiná-lo bem. Esta abordagem de conceito único capacita as crianças a assimilar uma verdade da Bíblia e aplicá-las em suas vidas durante a semana.

8. Grupos grandes e pequenos. O ministério com crianças normalmente tem falta de obreiros. Por conseguinte, as classes são grandes e o pessoal pedagógico pequeno. A relação de professor para alunos deve ser 1:5-6, até crianças de cinco anos, e 1:8-10 nas classes de crianças mais velhas. Grupos grandes são adequados para atuações bíblicas, momentos de adoração, brincadeiras, etc. Grupos pequenos são apropriados para contar histórias bíblicas, aprender atividades e desenvolver aqueles decisivos relacionamentos entre professor e aluno.

9. Lições divididas em unidades. Cada lição ensinada às crianças deve ser parte de um grupo maior de lições chamada unidade. Todas essas lições focalizam-se em um tema ou objetivo da Palavra de Deus. É importante que as lições sejam agrupadas em unidades, porque ensinam as crianças aprenderem melhor tendo um tema ensinado por muitos métodos diferentes.

10. O processo de ensino/aprendizagem. Entender como as crianças aprendem determina nosso ministério de ensino. Elas aprendem por experiências diretas, envolvimento ativo e descoberta pessoal. Nas 125 situações de ensino registradas no ministério de Jesus, em mais de dois terços das vezes o aluno fazia uma pergunta em resposta ao que Jesus fizera ou dissera. O Mestre em ensinar sabia que, se o propósito era ensinar, as palavras tinham de ir junto com as ações. Ele pedia aos alunos, aos discípulos e a outros para serem participantes ativos no processo de aprendizagem. Para Jesus, a aprendizagem era um processo de construção e não somente de transmissão.

Trecho extraído de: Manual de Ensino Para o Educador Cristão. Rio de Janeiro: CPAD, 1999.

Atividade Manual

Para reforçar o ensino da lição, sugerimos a seguinte atividade: Desenhe, em uma folha de papel pardo, a silhueta de uma criança. Prenda, com fita adesiva a folha na parede. Peça para as crianças folhearem revistas para encontrarem gravuras de como Deus as tem abençoado com família, alimentos, brinquedos e amigos. Oriente as crianças para que recortem as gravuras e colem na silhueta. Durante a atividade diga que Deus é amoroso e bondoso, por isso, nos dá tantos presentes.

Desejamos que sua aula seja um sucesso e até a próxima semana se Deus assim permitir.


quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Culto de Aniversário do Templo


Nessa terça feira, dia 26 foi comemorado o 58º aniversário do nosso templo.


O evento contou com a presença de Vários pastores do campo de Patu como também da região e vários cantores como...


Djavam de Grossos...


Grupo Shalon de Patu...


Messias Tavares de Frutuoso Gomes...


Francisca Moreira,  Patu


Vânia Belo, Patu


Leitura de um relatório onde trazia relatos da construção do templo local e das cidades do campo...


A ministração da palavra ficou ficou por conta do pastor Severino da cidade de Paraú.

sábado, 23 de outubro de 2010

LIÇÃO 4

Lição 04 - A Oração em o Novo Testamento

Leitura Bíblica: Lucas 24.46,49,52,53; Atos 1.4,5,12,14


Introdução

I. A ORAÇÃO NO INÍCIO DA IGREJA

II. PRINCÍPIOS DA ORAÇÃO CONGREGACIONAL

III. O APÓSTOLO PAULO E A ORAÇÃO

CONCLUSÃO

A PRÁTICA DA ORAÇÃO: UMA NECESSIDADE PARA A IGREJA

Prezado professor, no decorrer da história da Igreja Cristã é possível verificar diversos elementos que marcam a vivência e a intimidade da Igreja com Deus. O elemento em pauta é o desenvolvimento da prática de oração na Igreja ao longo dos anos.

Compreender a oração no desenvolvimento histórico da Igreja, produz ensinamentos edificantes para nossa vida espiritual.

A ocasião da primeira reunião de oração dos discípulos, após a ascensão de Jesus, denota a motivação clara (e oriunda diretamente de Jesus, o cabeça da Igreja) da igreja em Jerusalém viver a disciplina de uma vida com a prática da oração1 .

Sobre o tema em apreço, o Pastor Claudionor de Andrade analisa brevemente a prática da oração nos primórdios da Igreja e avança séculos, mostrando a continuidade do exercício da oração no período medieval e moderno:

A oração jamais se ausentou da Igreja; sem aquela inexistiria esta. Se Jesus foi um exemplo de oração, por que, diferentemente, agiriam seus discípulos e apóstolos? Veja, por exemplo, Paulo. Seja nos Atos dos Apóstolos, seja em suas epístolas, deparamo-nos com o doutor dos gentios endereçando a Deus as mais ferventes orações.

Depois da era apostólica, os pais da igreja, além de suas lides teológicas, consagravam-se à oração. Ignácio, Tertuliano, Ambrósio e Agostinho. O bispo de Hipona escreveu acerca de seu ministério de oração e intercessão: “Eis que dizeis: ‘Venha a nós o vosso reino. E Deus grita: Já vou’ Não tendes medo?”

E os reformadores? Martinho Lutero foi um grande paradigma na intercessão em favor da Igreja de Cristo naqueles períodos da Reforma Protestante. Mais tarde chegaram os avivalistas. John Wesley levantava-se de madrugada para falar com o Pai celeste. E o irmão Finney? Era um gigante na oração. Com o Movimento Pentecostal a Igreja de Cristo desfez-se em orações e súplicas por aqueles que, sem ter esperança de ver Deus, caminhavam para o inferno. Em suas anotações pessoais, Daniel Berg e Gunnar Vingren descrevem suas ricas experiências oriundas de uma vida de profunda oração2.

Ao tomarmos conhecimento de como os antigos da fé perseveravam em oração e que tal prática é uma herança dos apóstolos, podemos concluir, parafraseando John Bunyan: Jamais seremos cristãos verdadeiros, se não formos pessoas de oração. O hábito da oração deve ser cultivado com perseverança, não duvidando que a oração seja atendida.

O hábito da oração nos ensina a depender de Deus, deixando que Ele escolha, em sua liberdade soberana, o tempo, o lugar, o meio e o fim, na certeza de que tudo quanto Ele fizer sempre será o melhor .

Deus é um Ser que intervem na causa humana. Ele se fez humano e é conhecedor de todas as nossas fragilidades. O Deus-Homem denota em nós a certeza de que o “Pai Nosso” nos ouvirá, de fato, como um pai que ouve o seu filho.

Portanto, prezado professor, incentive o seu aluno a cultivar o hábito da oração. Mostre a ele que a disposição para orar pode nascer de maneira bem natural. Ensine-o a aquecer o coração com a meditação das Palavras de Cristo, de Paulo ou dos Salmos, por exemplo. Conclua dizendo que após a meditação da Palavra, a exposição de todas as súplicas do coração será eficaz. O hábito da prática de oração é uma necessidade para a sobrevivência espiritual!

Reflexão: “Numa palavra, a oração é a suprema proteção contra o ceticismo que insinua ser o objeto da fé mera ilusão ou uma projeção de nossos anseios na tela do infinito”.

<!--[if !supportFootnotes]--> [1]<!--[endif]--> BRANDT, Robert L.; BICKET, Zenas J. Teologia Bíblica da Oração. Rio de Janeiro, CPAD, 4. ed., 2007, p. 280.


<!--[if !supportFootnotes]--> [2]<!--[endif]--> ANDRADE, Claudionor. As disciplinas da vida Cristã: como alcançar a verdadeira espiritualidade. 1. ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2008, p. 36.

Lição 04 - O Impacto da TV na vida cristã

Texto Bíblico Efésios 5.1-8; 1 Timóteo 6.3-5,11-14


Televisão, os perigos da exposição excessiva

A influência da televisão atualmente é inegável. Tornando esse fato como ponto de partida, procuro analisar os perigos da exposição excessiva a mídia. A TV está presente e tem exercido influência em muitos lares evangélicos. Não podemos negar essa realidade. O Ateliê Aurora, programa de pós-graduação em educação da Universidade Federal de Santa Catarina, através de um estudo, constatou que assistir televisão é a atividade mais marcante de todos os contextos sociais. A pesquisa foi feita com alunos da rede pública de ensino (escolas localizadas em comunidades carentes) e privada (escolas de elite) de Florianópolis, no centro da cidade e em vila de pescadores. Mesmo com o avanço das tecnologias digitais, a televisão continua ocupando um espaço privilegiado no cotidiano da maioria das famílias brasileiras. Observe o que nos diz Regina de Assim, diretora da Multirio, e Marcus Tavares sobre o alcance da TV:

Num país de dimensões continentais, a TV alcança praticamente todos os municípios (99,84%) e está presente em 91,4% dos domicílios. A influência sobre a constituição das identidades das crianças é, portanto, notória. De acordo com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de 2005, divulgados este ano pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a televisão está presente em 91,4% dos domicílios. O rádio, em 88%. O computador, em 18,6%. O computador com acesso à internet em apenas 13,7% dos domicílios pesquisado.

Antes de adotar uma postura crítica frente ao uso da televisão, é preciso ter consciência de que a mesma não é a única responsável pelo mau comportamento das crianças e jovens. Caso fosse à única vilã bastaria termos uma TV perfeita para vivermos um Éden aqui na Terra. O que acontece é que as crianças e os adolescentes estão se excedendo diante de um veículo de comunicação que tem o poder de manipular o pensamento, as ideias. Pesquisas mostram que as imagens têm o poder de afetar os dois lados do nosso cérebro. Retemos mais informações quando nos são apresentadas por meios audiovisuais. E nem sempre a TV mostra aquilo que é saudável. Observe o que nos diz Regina de Assis, Presidente da MULTIRIO e coordenadora do RIO MÍDIA – Centro Internacional de Referência em Mídias para Crianças e Adolescentes:

Várias pesquisas evidenciam que a produção audiovisual tem o poder de estimular os dois lados do cérebro: o tecido neocortical, responsável pelas funções superiores do raciocínio, tais como a constituição do significado de palavras e ações; e o sistema límbico articulador dos instintos, da intuição, dos desejos, afetos e emoções. O cérebro das crianças é por isso cooptado, com facilidade, pelos programas de TV, que tanto exercem atrações sobre seu raciocínio, quanto sobre seus sentimentos, desejos e afetos.

Os perigos da “telinha”

As Escrituras Sagradas nos advertem: “Não porei coisa má diante dos meus olhos...” (Sl 101.3). Atualmente, essa advertência não é apenas divina, pois psicólogos e psiquiatras também alertam e advertem os pais sobre os problemas causados pelo excesso de exposição à mídia, principalmente a TV. A criança brasileira é uma das que passam a maior parte do tempo livre diante da televisão. Segundo uma pesquisa do Painel Nacional de Televisão do Ibope, publicada no livro Crianças do Consumo, de Susan Linn, as crianças brasileiras de 4 a 11 anos assistem em média a 4h51 minutos de TV por dia. O Brasil ficou em primeiro lugar — antes dos Estados Unidos — na quantidade de tempo que as crianças ficam diante do televisor. A criança evangélica, que freqüenta a ED, também não está de fora desses números.

Jesús Martín-Barbero afirma que, desde a metade do século XX, a função de principal elemento de influência no processo de formação do público infanto-juvenil, ocupada durante séculos pela família, vem sendo mais e mais dividida com os meios de comunicação de massa. Por meio da mídia eletrônica, aponta Barbero, crianças e adolescentes ficam expostos aos diversos tipos de mensagens.

Alguns dos resultados da exposição excessiva

Os resultados negativos da exposição excessiva da mídia são muitos; seria impossível relacioná-los. Portanto, destacamos alguns aspectos. Um deles é o aumento da obesidade infantil as crianças não brincam mais como deveriam. Estão cada dia mais sedentárias. De acordo com dados apresentados pela Escola Paulista de Medicina, na “Primeira Jornada de Alimentos e Obesidade na Infância e Adolescência”, no Brasil 14% das crianças são obesas e 25% estão acima do peso. As empresas de alimentos infantis têm investido no marketing de produtos colocados à disposição das crianças, uma vitrine atraente, repleta de guloseimas. Segundo os especialistas, os adultos são menos influenciados pela propaganda, cujo poder manipulador afeta profundamente as mentes infantis, aumentando o consumo de alimentos nem sempre saudáveis.

A exposição excessiva à mídia também contribui para o aumento da agressividade. As crianças ficam expostas a imagens violentas e repletas de sexualidade, que comprometem seu comportamento social e seus valores. As crianças que assistem à violência gratuita estão propensas a enxergá-la como uma maneira eficaz de resolver conflitos. Segundo a Academia Americana de Pediatria, “assistir à violência pode levar à violência na vida real”.

O excesso de exposição à mídia também contribui para o aumento da atividade sexual precoce e fora do casamento. A infância e a adolescência tornaram-se curtas e o número de adolescentes grávidas virou uma questão de saúde pública. Brandon Tartikoff, antigo presidente da NBC, declarou: “Realmente, acredito que as imagens influenciam os comportamentos... a TV é financiada por comerciais e a maioria usa comportamentos imitativos”.

Outro fato que podemos constatar é a diminuição do diálogo familiar. Os pais já não conversam como deveriam com seus filhos, pois o tempo que lhes sobra é gasto diante da “telinha”, onde o silêncio é exigido. Vale relatar o que diz Solange Jobim e Souza em sua obra A Subjetividade em Questão:

Nos lares de hoje as famílias não mais contam suas histórias. O convívio familiar se traduz na interação muda entre as pessoas que se esbarram entre os intervalos dos programas da TV e o navegar através do éden eletrônico as infovias. O tato e o contato entre as pessoas, na casa ou no trabalho, cedem lugar ao impacto televisual.

A exposição à mídia também contribui para o consumismo (resultando em inveja, ambição, cobiça, etc). Fica difícil para as crianças e adultos resistirem aos apelos do consumo:

O mundo do consumo se oferece como terra prometida, um lugar a que todos têm direito e onde se é diferente, sendo igual. (Solange Jobim)

A verdade é que acabamos por aceitar a cultura do consumo. Muitos pais fazem o possível e o impossível para que a pseudofelicidade prometida pelo consumo esteja ao alcance de seus filhos. Isso se deve ao fato de que na atualidade o “ter” passou a ser mais importante que o “ser”. A esse respeito, recorro mais uma vez à pesquisadora Solange Jobim:

Aprendemos a avaliar com perfeição a vida através dos objetos que circulam entre nós. Não são mais os outros, nossos semelhantes, que fornecem os elementos básicos para a constituição de nossas referências éticas e morais.” (Solange Jobim)

Diante de tantos malefícios, fica a pergunta: É lícito interagir com a mídia? Para o cristão, todas as coisas são lícitas, mas nem tudo é proveitoso ou edificante (1 Co 10.23;16.12). Devemos fazer uso da mídia com prudência e discriminação. De acordo com Charles Colson e Nancy Pearcey, podemos desfrutar da mídia desde que estejamos treinados para sermos seletivos e definamos limites para que a cultura popular não molde o nosso caráter.

É importante ressaltar que a mídia comunica crença de valores e sempre expressa uma ideologia. Michael Palmer, no livro Panorama do Pensamento Cristão, diz que “os cristãos que vêem a cultura de mídia de entretenimento têm de aprender a ler essas imagens e rejeitar as que são incompatíveis com os padrões cristãos e a Escritura”. Esse é o problema. As crianças e adolescentes conseguem fazer essa leitura? É difícil! Elas precisam ser ensinadas a fazer isso. Será que fazemos essa leitura? Ou ingerimos tudo? Sem questionamento?

Tem “alguém” por trás da “telinha”

Esse alguém a quem me refiro não são os técnicos, editores, pessoas de carne e osso como nós. Esse alguém não possui um corpo físico. Ele é o Inimigo das nossas almas, lembrando que a sua função neste mundo é matar, roubar e destruir. As estratégias de Satanás para destruir as famílias mudam de tempos em tempos, e especificamente nos tempos pós-modernos. Temos visto o mundanismo na mídia, principalmente na TV, ridicularizando a fé cristã e refletindo de forma negativa em algumas famílias. Quando a família não dá muita ênfase à TV, as crianças, por influência dos amigos, concluem que sua família é “estranha” por priorizar Jesus e a igreja, uma vez que as famílias exibidas nos programas televisivos não vivem como sua família.

As pessoas estão hipnotizadas diante da subjetividade das imagens; muitas não conseguem discernir as artimanhas de Satanás. Precisamos clamar por um avivamento de contrição e santificação (1 Pe 1.15,16; 1 Ts 5.23). Entretanto, se gastarmos nosso tempo diante da televisão, como vamos clamar a Deus? Sobrará tempo para a oração?

Nós somos responsáveis pela programação que as emissoras estão transmitindo. Canal de televisão é concessão. Como “luz” e “sal” dessa Terra, podemos e devemos trabalhar para termos uma mídia de qualidade. Lembre-se, o controle deve estar em nossas mãos. Não o terceirize. Não deixe que outros decidam que seus filhos vão assistir. Segundo Doris Sanford, no livro Criança Pergunta Cada Coisa..., os pais devem olhar no mínimo um episódio do programa antes de permitir que as crianças assistam. É preciso selecionar cuidadosamente a programação a que a família vai assistir. Uma pesquisa feita na Argentina mostrou que 95% das crianças conhecem toda a programação televisiva, mas apenas 5% dos pais sabem ao que seus filhos assistem. Muitos pais acreditam que seus filhos vão ter acesso a uma programação de qualidade só pelo fato de terem em casa canais de TV por assinatura. Esses canais não se preocupam com os conteúdos, não acompanham nem avaliam ao que seus filhos estão assistindo.

Riscos na infância

Na atualidade, a criança vem correndo vários riscos. O modo como uma nação trata as suas crianças diz muito sobre como será o seu futuro. Observe o que nos diz Solange Jobim e Souza:

[...] a criança contemporânea tem como destino flutuar erraticamente entre adultos que não sabem mais o que fazer com ela. Crianças passam assim a compartilhar entre si suas experiências mais frequentes, as quais se limitam, na maioria das vezes, ao contato com o outro televisivo, remoto, virtual e maquínico.

Como temos tratado nossas crianças? Como Igreja do Senhor, o que temos feito? Qual tem sido a nossa preocupação com a educação cristã?

A televisão está tão impregnada em nós que podemos vê-la até na Escola Dominical. Na Escola Dominical? Isso mesmo! Está presente na fala das “tias”, nas músicas que as crianças cantam, no modo como se vestem, nos gestos, nos brinquedos e nas brincadeiras. A televisão nos leva a consumir não somente mercadorias, mas também imagens, linguagem e modo de ser... A educação cristã não deve se restringir às salas de aula da ED, pois nossos alunos são indivíduos que são afetados por seu meio. A reflexão a respeito da exposição excessiva à televisão é relevante e fundamental para que possamos oferecer às crianças e jovens uma educação que lhes possibilite de fato dialogar com a mídia e com a nossa cultura. Para Gilka Girardello, coordenadora do Ateliê Aurora, é fundamental fazer com que as crianças e jovens compreendam que a televisão não é uma “janela para o mundo — como gostam de caracterizar os mais otimistas: Ela é um recorte muito bem produzido e montado da realidade — e não a realidade”.

Nossos alunos, não importam à idade, deveriam estar conscientes do que estão perdendo quando permanecem diante da televisão. Você está consciente das perdas? Elas são muitas. Observe a relação. Veja o que perdemos quando ficamos horas diante da TV:

 Ler um bom livro ou revista;

• Orar e ler a Bíblia;

• Ouvir uma boa música;

• Tocar um instrumento;

• Fazer uma caminhada ou andar de bicicleta;

• Brincar com os amigos;

• Participar de uma boa discussão teológica ou política;

• Visitar um amigo;

• Realizar algumas tarefas domésticas.

É hora de pegar o controle

É possível neutralizar os efeitos maléficos da televisão? Podemos ter o “controle” de volta? Vejamos algumas sugestões que podem nos ajudar a combater os perigos da “telinha”:

1. Procure dedicar mais momentos para estar com seus filhos. A sua companhia, com certeza, é melhor do que a das apresentadoras dos programas infantis. Qual o filho que não quer ficar perto dos pais?

2. Estabeleça um horário e confeccione um calendário com os dias, horas e programas que as crianças possam assistir.

3. Logo no início da semana, pegue o guia da TV e, em família, discuta os programas que podem ser vistos e estarão disponíveis.

4. Compre alguns adesivos e determine que cada adesivo valha uma hora de TV, mas para cada hora de televisão a criança deverá ler um capítulo de um livro.

5. Se a criança ficou uma hora assistindo à TV, depois ela deve brincar com os colegas ou sozinha.

6. Assista, pelo menos, a metade do programa que seu filho está assistindo, pois só assim terá condições de discutir com ele o comportamento dos personagens. Caso ache necessário, durante a exibição, faça algumas considerações. Você poderá dizer: “Esse personagem agiu dessa forma. Ele agiu de modo correto? O que a Palavra de Deus nos diz sobre isso?”

7. Faça perguntas sobre os programas. As crianças gostam de ser provocadas a opinar, a falar o que pensam.

8. Procure adquira alguns vídeos evangélicos para as crianças. Existem excelentes trabalhos no mercado.

9. Nunca use a televisão como forma de recompensar a criança. Por exemplo: “Você comeu tudo; agora pode ver TV”.

10. A televisão não deve ficar no quarto da criança ou adolescente e nem escondido em um lugar de difícil acesso, pois o controle fica mais difícil. Ela deve estar em um local onde todos possam ver, onde você esteja sempre de olho.

11. Peça que as crianças que façam uma lista de cinco coisas que gostariam de fazer ao invés de assistir à TV. Depois, discuta com elas o que poderia ser feito de imediato. A televisão vai ficando para depois, e acriança vai perceber que existem atividades mais divertidas.

A Palavra de Deus nos ensina: “Portanto, vede prudentemente como andais, não como néscios, mas como sábios, remindo o tempo, porquanto os dias são maus” (Ef 5.15,16).

Está na hora de desligarmos a tevê e investirmos em algo mais saudável. Como educadores, temos a responsabilidade de alertar nossos alunos e os pais sobre o poder sedutor da linguagem televisiva. Não podemos nos calar diante dos estragos que a exposição excessiva diante “telinha” vem produzindo.


Bibliografia
LINN, Susan. Crianças do consumo: infância roubada. São Paulo, Instituto Alana.
SOUZA, Solange Jobim e. Subjetividade em questão: a infância como crítica da cultura. Rio de Janeiro, Editora 7 Letras.
PALMER, Michael. Panorama do Pensamento Cristão. Rio de Janeiro, CPAD.
COLSON, Charles & PEARCY, Nancy. E agora como viveremos? Rio de Janeiro, CPAD.
ASSIM, Regina de & TAVARES, Marcus. TV, sociedade e responsabilidade. Disponível em: www.multirio.rj.gov.br/riomidia/. Acesso em: 18 de fevereiro de 2009.
http://www.aurora.ufsc.br/
http://www.midiativa.tv/

Lição 04 - Confronto Histórico

Texto bíblico: Gálatas 5.16-26


O FRUTO DO ESPÍRITO

Por Antônio Gilberto

Estudando bem as passagens que tratam do Espírito, a partir de Gálatas 5.22,23 e Efésios 5.9, nota-se que esse fruto é o caráter de Cristo manifesto no crente, relativamente. Esta é outra das verdades pentecostais. Quanto às qualidades desse “fruto”, conforme Gálatas 5.22, o grande evangelista Dwight Moody disse que amor é uma alusão a esse fruto completo, do Espírito; pleno, maduro. A seguir, vem o fruto descrito no mesmo versículo.

Gozo é o amor obedecendo a Deus. O gozo vem da nossa obediência prestada ao Senhor; já a alegria vem da expectativa nas coisas do Senhor, como o salmista declarou: “Alegrei-me quando me disseram: Vamos à casa do Senhor!” (Sl 122.1).

Paz é o amor em repouso. Tudo está bem diante de Deus, a partir da consciência.

Longanimidade é o amor sofrendo. O amor de Deus faz-nos pacientes no sofrimento.

Benignidade é o amor se compadecendo. É o amor motivando altruísmo.

Bondade é o amor servindo. É o amor em ação; atuando.

Fé é o amor confiando. Daí a fidelidade e a perseverança.

Mansidão é o amor suportando. É fortaleza para suportar o que for preciso.

Temperança é o amor controlando. É equilíbrio, moderação e autocontrole em tudo.

Esse “fruto” que o Espírito quer produzir no crente tem muito a ver com o testemunho de Cristo perante o mundo, mas um volumoso segmento dela tem seu testemunho fraco, a sua fé epidérmica e a sua espiritualidade superficial, devido ao predomínio do secularismo pernicioso nas igrejas. Daí o mundo é que dá seu “exemplo” a essas igrejas. Sem as obras da fé cristã diante do mundo, essa fé é morta diante de Deus.

TEXTO EXTRAÍDO DA OBRA: “Verdades Pentecostais” da CPAD.


Lição 04 - A Igreja organizada

Texto Bíblico: 1 Coríntios 12.12,14-20


O corpo humano é um organismo vivo que tem vários membros. Cada membro é diferente; no entanto, cada um deles faz uma contribuição específica a todo corpo. Porém, a despeito de seus diferentes membros, o corpo contém uma vida comum que opera em cada um dos seus membros.

Os vários e diferentes membros formam um só corpo. O apóstolo Paulo conclui: assim é Cristo também. A unidade dos cristãos, como a unidade física do corpo, é vital. A mesma vida espiritual existe em todos os cristãos, e ela se origina da mesma fonte, suprindo-os com a mesma energia, e preparando-os para os mesmos hábitos e objetivos.

Texto extraído do: Comentário Bíblico Beacon, CPAD

Boa ideia!

Leve para a sala de aula, gravuras dos membros do corpo humano. Divida a classe em grupos e distribua as gravuras.

Depois peça aos alunos para falarem acerca daquele membro, sua importância e utilidade para o bom funcionamento do corpo humano.

Comente que cada parte do corpo é importante e tem uma função a desempenhar, da mesma maneira somos nós na igreja, cada um têm uma função a desempenhar e todos são importantes para o bom andamento da obra.

Lição 04 - Um por todos e todos por um
 
Texto Bíblico: Atos


O Espírito de Deus em Pedro viu o princípio da incredulidade que reinava no coração de Ananias. Qualquer que tenha sido a insinuação de Satanás, este não poderia ter enchido o coração de Ananias com esta maldade, se ele não houvesse consentido. A falsidade dele foi o intento de enganar o Espírito de Verdade, que falava e agia tão manifestamente por meio dos apóstolos. O delito de Ananias não foi reter parte do preço do terreno; poderia ter ficado com tudo se quisesse; seu delito foi tentar impor-se sobre os apóstolos com uma mentira espantosa unida à cobiça, com o desejo de ser visto. Se pensarmos que podemos enganar a Deus, fatalmente enganaremos a nossa própria alma. Como é triste ver as relações que deveriam estimular-se mutuamente às boas obras, endurecerem-se mutuamente no que é mau! Este castigo, na realidade foi uma misericórdia para muitas pessoas. Ele faria as pessoas examinarem a si mesmas rigorosamente, com oração e terror da hipocrisia, cobiça e vanglória, e a continuarem agindo assim. Impediria o aumento dos falsos crentes. Aprendamos com isto quão odiosa a falsidade é para o Deus da verdade, e não somente evitar a mentira direta, mas todas as vantagens obtidas com o uso de expressões duvidosas e de significado duplo em nosso falar.

HENRY, Matthew. Comentário Bíblico. 1.ed. Rio de Janeiro, CPAD, 2002, p.891


Lição 04 - Sirvo a um Deus que me dá amigos
 
Texto Bíblico: Rute 1.1,1-16; 2.1-4


A lógica nos diz que Rute e Noemi não deveriam ser íntimas. Rute era jovem; Noemi velha. Rute era de Moabe; Noemi era de Israel.

Assim também haviam barreiras religiosas e linguísticas. Adicione o potencial costumeiro de atritos ente sogra e nora, e é maravilhoso que Rute e Noemi pudessem ser gentis, ainda mais íntimas.

O que capacitou essas mulheres a desenvolverem um relacionamento tão íntimo? Enquanto Noemi se preparava para deixar Moabe e retornar à sua pátria, Rute demonstrou forte compromisso com sua sogra. Sua declaração final é constrangedora: “Teu Deus [será] meu Deus”. Aparentemente, Noemi foi um instrumento para apresentar Rute ao único Deus verdadeiro! O testemunho de Noemi e seu caminhar com Deus tinham sido tão reais e vibrantes que Rute sentiu-se motivada a conhecê-lo e segui-lo – mesmo que isso significasse sair de Moabe.

Podemos encontrar sucesso semelhante nos relacionamentos se deixarmos o amor de Cristo fluir através de nós. Quando nossas vidas estão entregues a Deus, apresentamos o fruto do Espírito: amor,alegria, paz, longanimidade, bondade, benignidade, fidelidade, mansidão e domínio próprio. Essas são as qualidades que produzem relacionamentos incríveis – mesmo entre pessoas que têm pouco em comum.

Texto extraído do livro: 365 Lições de Vida Extraída de Personagens da Bíblia, CPAD, p.85

Lição 04 - Não fique aborrecido

Texto Bíblico 1 Samuel 25.1-42


De professor para professor

Prezado professor, neste domingo o objetivo da lição é que a criança aprenda que a ira é um sentimento que não agrada a Deus.

• Faça uma recapitulação da aula anterior. Pergunte qual foi a palavra-chave estudada e qual o versículo aprendido.

• A palavra-chave da aula de hoje é “ABORRECIDO”. Então, durante o decorrer da aula, repita a frase: “Papai do céu não quer vê-lo fique aborrecido”.

Para refletir

• A ira se torna pecado sempre que deseja, ou está inclinada a prejudicar alguém. O pecado é de caráter pessoal e divisor, e, por sua natureza, rompe e quebra relações pessoais. Quando a ira tem esta intenção, ou quando resulta em divisão entre os irmãos é pecado. A Palavra de Deus nos adverte: “Não se ponha o sol sobre a vossa ira”, ou seja, é necessário manter essa ira sob rígido controle. A demora em subjugar os sentimentos dá lugar para Satanás semear atitudes erradas no espírito, e discórdia séria no corpo de Cristo. E Satanás é perito em se aproveitar dessas portas abertas!

• Regras Práticas para os Professores

Características da Criança do Jardim de Infância

Vamos apresentar, a cada semana, algumas características da criança do Jardim. Porém é bom ressaltar que tais características não podem ser vistas como uma descrição de qualquer criança. São, na verdade generalizações — coisas que normalmente encontramos em grupos de crianças, mas não necessariamente em todas as crianças do grupo.

Características Físicas

Em relação ao crescimento físico, esta faixa etária já alcançou uma época de muita autoconfiança. Sua coordenação motora e o desenvolvimento dos seus pequenos músculos já avançaram o suficiente para o manuseio de tesouras, pincéis, lápis, gizes de cera e bastões de cola — o material do dia-a-dia do jardim de infância. Já consegue manejar os fechos e os botões de sua roupa; embora ainda possa estar aprendendo a amarrar os sapatos.

É capaz de correr, pular e escalar. Provavelmente, em pouco tempo, aprenderá a dança e saltar obstáculos. Capacitada por suas habilidades, realiza seus propósitos para a sua satisfação pessoal. Se estiver seus erros e deficiências apontadas pelos adultos, se sentirá um fracasso. Caso contrário, crescerá confiante, adquirindo novas habilidades a cada dia.

Continua na próxima semana.

Como Ensinar Crianças do Jardim de Infância. Rio de Janeiro, CPAD.

• Sugestões de Atividade

Para reforçar o ensino da lição sugerimos que depois de contar a história bíblica você faça a seguinte atividade: Prenda, com fita adesiva, várias folhas de papel pardo na parede da classe. Providencie giz de cera ou lápis de cor. Peça às crianças que desenhem os personagens bíblicos da lição (Davi, Saul, Nabal e Abigail). Depois que elas tiverem concluído o desenho, recorte e jogue fora o rosto dos personagens. Você e sua auxiliar deverão segurar as folhas, uma de cada lado. Peça que as crianças fiquem posicionadas atrás da folha. O objetivo é que elas emprestem suas faces aos personagens. A criança que emprestou seu rosto ao personagem deverá, contar com suas palavras, a história dele.


Lição 04 - Louve a Deus porque Ele é bom!

Texto Bíblico 2 Crônicas 5.7-14; 7.1-10


De professor para professor

Prezado professor, neste domingo as crianças terão a oportunidade singular de compreenderem o significado das palavras “AMOR E BONDADE”. O objetivo é que as crianças louvem a Deus por seu amor e bondade.

• Faça uma recapitulação da aula anterior. Pergunte qual foi a palavra-chave estudada e qual o versículo aprendido.

• As palavras-chave da aula de hoje são “amor e bondade”. Então, durante o decorrer da aula, repita a frase: “Vamos louvar ao Papai do céu por seu amor e bondade.”

Para refletir

• O salmista diz que o Senhor é bom, e que o seu amor dura para sempre, e que Ele é o maior professor de todos. Ele instrui os pecadores, ama a justiça e enche a terra com seu amor infalível. A sala de aula é a sua “terra”, e diariamente você pode enchê-la com amor, misericórdia e verdade. Quando ensinamos com a bondade e a paciência de Deus, Ele nos recompensa com a sua graça.

Trecho extraído e adaptado de: Graça Diária Para Professores. Rio de Janeiro, CPAD.

• Regras Práticas para os Professores

Como podemos ser eficientes em ensinar as crianças de um modo que agrade a Deus?

Vamos apresentar, a cada semana, um plano que pode auxiliá-lo a realizar esta tarefa. Vamos chamar este plano de “Ciclo Educacional Para Ensinar Crianças”. O ciclo educacional fornece orientações pelas quais um ministério de ensino eficaz pode ser planejado e programado.

Programa e Currículo

Como programar, planejar e ensina para atendermos as necessidades de nossos alunos?

Programar com base em nossa visão da criança satisfaz as necessidades dos alunos. A criança não é um adulto em miniatura, mas um indivíduo singular com características e necessidades especiais a cada faixa etária. Programar com base em como as crianças aprendem cumprirão as diretivas bíblicas mencionadas.

As Escrituras descrevem os dois focos como (1) evangelismo — alcançar as crianças, levá-las a um compromisso com Jesus Cristo como Salvador e Senhor — ; e (2) discipulado — levá-las a crescer na Palavra de Deus e equipá-la para compartilhar a fé.

A programação eficaz para as crianças inclui estas diretrizes:

(Continuação)

7.Ensino da sessão total. Do minuto em que a primeira criança entra na sala de aula até que a última saia, tudo o que for ensinado e experimentado deve apontar para os objetivos da lição da Palavra de Deus. A música, os trabalhos manuais, o versículo para memorizar, a história, as atividades e a conversa dirigida devem todos apontar para esses objetivos declarados da lição. Com crianças, em particular as mais pequenas, precisamos ensinar um conceito e ensiná-lo bem. Esta abordagem de conceito único capacita as crianças a assimilar uma verdade da Bíblia e aplicá-las em suas vidas durante a semana.

8.Grupos grandes e pequenos. O ministério com crianças normalmente tem falta de obreiros. Por conseguinte, as classes são grandes e o pessoal pedagógico pequeno. A relação de professor para alunos deve ser 1:5-6, até crianças de cinco anos, e 1:8-10 nas classes de crianças mais velhas. Grupos grandes são adequados para atuações bíblicas, momentos de adoração, brincadeiras, etc. Grupos pequenos são apropriados para contar histórias bíblicas, aprender atividades e desenvolver aqueles decisivos relacionamentos entre professor e aluno.

9.Lições divididas em unidades. Cada lição ensinada às crianças deve ser parte de um grupo maior de lições chamada unidade. Todas essas lições focalizam-se em um tema ou objetivo da Palavra de Deus. É importante que as lições sejam agrupadas em unidades, porque ensinam as crianças aprenderem melhor tendo um tema ensinado por muitos métodos diferentes.

10.O processo de ensino/aprendizagem. Entender como as crianças aprendem determina nosso ministério de ensino. Elas aprendem por experiências diretas, envolvimento ativo e descoberta pessoal. Nas 125 situações de ensino registradas no ministério de Jesus, em mais de dois terços das vezes o aluno fazia uma pergunta em resposta ao que Jesus fizera ou dissera. O Mestre em ensinar sabia que, se o propósito era ensinar, as palavras tinham de ir junto com as ações. Ele pedia aos alunos, aos discípulos e a outros para serem participantes ativos no processo de aprendizagem. Para Jesus, a aprendizagem era um processo de construção e não somente de transmissão.

Trecho extraído de: Manual de Ensino Para o Educador Cristão. Rio de Janeiro: CPAD, 1999.

• Atividade Manual

Para reforçar o ensino da lição, sugerimos a seguinte atividade: Desenhe, em uma folha de papel pardo, a silhueta de uma criança. Prenda, com fita adesiva a folha na parede. Peça para as crianças folhearem revistas para encontrarem gravuras de como Deus as tem abençoado com família, alimentos, brinquedos e amigos. Oriente as crianças para que recortem as gravuras e colem na silhueta. Durante a atividade diga que Deus é amoroso e bondoso, por isso, nos dá tantos presentes.

Desejamos que sua aula seja um sucesso e até a próxima semana se Deus assim permitir.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Não Perca!


14ª Grande Cruzada Evangelística em Mossoró

Casamento


Casamento de ex-padre com ex-freira lota igreja em Sousa (PB)


Cerimônia inédita reuniu pessoas da igreja local e cidades vizinhas

Na noite do último dia 14, por volta das 20h30, no Templo Central da AD Sousa, foi realizado o casamento do ex-padre Lourival Luiz de Sousa com a ex-freira Maria de Fátima Fernandes da Silva. A cerimônia do enlace matrimonial foi realizada pelo pastor José Carlos de Lima, AD João Pessoa e Ppesidente da Convenção de Ministros da Assembleia de Deus na Paraíba (Comadep).



Ao iniciar a celebração, o pastor José Carlos de Lima disse que se tratava de um fato inédito na história da Assembleia de Deus na Paraíba, pois pela primeira vez foi celebrado um casamento de um ex-padre com uma ex-freira na igreja. Oportunidade em que o pastor presidente solicitou que todos os irmãos e irmãs oreassem intensamente pelo casal para Deus os ajudar ricamente e os usar como instrumentos poderosos na Obra de Deus.



A AD Sousa estava superlotada com muitas pessoas de vários seguimentos da sociedade local e até de outras cidades vizinhas que compareceram para prestigiar o casamento inédito. Havia até um casal da capital federal, Brasília. As pessoas estavam ansiosas e aguardavam com entusiasmo para ver o casamento de um ex-padre com uma ex-freia.



A irmã Fátima, ex-freira, residente em Belém de Brejo do Cruz (PB), antes de deixar de ser freira começou a visitar as igrejas evangélicas, porém escondida da sociedade pois tinha muita vontade de ouvir a Palavra de Deus e sofria muita pressão da sociedade. Em 24 de agosto de 2008, teve início o processo de conversão da irmã Fátima.



Já o irmão Luiz, como prefere ser chamado, sempre teve muito desejo de servir ao verdadeiro Deus dos Céus, como diz a Bíblia Sagrada, e costumeiramente fazia reiteradas leituras diárias da Bíblia. Ao longo desse período, o ex-padre foi percebendo que o povo se dedicava mais às imagens de escultura do que a Deus e ele (ex-padre) começou a perceber que tal adoração afrontava aos princípios bíblicos.



Convicto pela Bíblia que a adoração a imagens é pecado, quando ainda exercia o sacerdócio na cidade de Diamente (PB) em 2003, começou a ensinar às pessoas, ainda como padre, que a Bíblia reprova a adoração às imagens de escultura e que o único Salvador é Jesus Cristo.



Após as reiteradas leituras da Bíblia, o ex-padre Lourival passou a sentir forte desejo de ser evangélico e congregar numa igreja onde se adorasse ao Deus verdadeiramente, onde os verdadeiros adoradores adoram ao Pai em espírito e em verdade.



Havia mais de um ano que o ex-padre era ouvinte cativo do “Programa A Bíblia no Ar”, programa radiofônico da AD-Sousa, levado ao ar pela Rádio Progresso de Sousa – AM 610, das 21 às 22 horas, de segunda a sexta-feira, e, no domingo, das 13 às 14 horas. O que chamava a atenção dele é que em tais programas nunca se falava contra a Igreja Católica, apenas se pregava a Palavra de Deus e o genuíno e verdadeiro Evangelho de Jesus Cristo e, aos poucos ele foi entendendo que Deus o queria na Assembleia de Deus, congregando com os irmãos da AD Sousa.



Decidido a aceitar Jesus, o irmão Luiz, em 28/04/2010, compareceu na igreja católica do Núcleo Habitacional II para celebrar a última missa e naquela oportunidade disse aos presentes que estava deixando de ser padre para ser crente. Em seguida procurou a Assembleia de Deus em Sousa, onde aceitou a Jesus como único e suficiente salvador e foi muito bem acolhido pelo pastor Alexandre Duarte da Costa e por todos os membros da AD Sousa.



Fonte: CPAD News




segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Desculpem o constrangimento

Os irmãos devem ter notado que ultimamente está ocorrendo muitas modificações no blog, é que temos recebido algumas reclamações de internautas dizendo que ele não está abrindo em alguns computadores então
estamos tentando torna-lo mais leve e com a cara de nossa cidade. Um forte abraço!

Dia das Crianças

No domingo, dia 10 de Outubro do corrente ano, a igreja realizou um dia todo especial para as crianças. Como se tratava do seu mês, as atividades começaram logo pela manhã com uma escola dominical abençoada e encerrou a noite com um grande culto com direito a cantores e pregadores mirins.
Confira as imagens: