terça-feira, 31 de maio de 2011

CONVITE ESPECIAL


A congregação do conjunto Nova Patu está em festa. É que o Círculo de Oração está fazendo o seu 7° aniversário e quem ganha o presente é você. A festa começa hoje com o círculo de oração às 14:30h e culto às 19:00h. Venha orar conosco! Você é o nosso convidado especial. Venha Deus tem uma palavra para você. 

FELIZ ANIVERSÁRIO

Dc. Francenildo Alves
"Que o Senhor continue te abençoando"

sexta-feira, 27 de maio de 2011

LIÇÃO 9

Lição 9 - Ramificações do Moderno Mov. Pentecostal
Por César Moisés Carvalho


Em toda a história, Deus sempre levantou pessoas que se dispuseram a ser instrumentos usados por Ele (At 13.2-5). Por isso, conheceremos um pouco sobre alguns abnegados servos do Senhor que foram, em determinadas épocas, usados pelo Todo-Poderoso para que a chama do Pentecostes continuasse a arder nos corações e a Igreja pudesse cumprir a sua missão (Mt 28.19,20). Veremos ainda como surgiu o chamado “Moderno Movimento Pentecostal” nos Estados Unidos, sua posterior implantação no território brasileiro e constataremos ter sido esta uma bênção de Deus para a nossa nação. Aprenderemos que, diferente do que se pensa, o que aconteceu nos Estados Unidos foi a deflagração do chamado “Moderno Movimento Pentecostal”. O Movimento Pentecostal ou o Pentecostalismo, desde a experiência de Atos 2, nunca se extinguiu.

AS ORIGENS DO MODERNO MOVIMENTO PENTECOSTAL

Charles Parham, Topeka

Enquanto grandes avivamentos estavam ocorrendo na Europa e no mundo, Deus levantou Charles Fox Parham, pastor de uma Igreja Metodista para que fundasse uma Escola Bíblica, onde ocorreu, no dia 1º de janeiro de 1901, a primeira experiência pentecostal do século 20 nos Estados Unidos. O avivamento iniciado ali se espalhou por todo o país. Em 1905, Parham mudou-se para Huston, no Texas. Ali, em outro empreendimento para formar evangelistas-missionários, teve como um de seus alunos William Seymour.

Willian Seymour, Los Angeles

Segundo os historiadores, a igreja que se reunia em um galpão na Rua Azusa 312, em Los Angeles, Califórnia, dirigida pelo pastor Willian Joseph Seymour, é considerada o centro irradiador do avivamento que se espalhou para outras cidades americanas e muitas nações. O pastor Willian não tinha grande eloquência, todavia em seu coração ardia a chama pentecostal, o que levou a igreja a experimentar um rápido crescimento. Os cultos, realizados três vezes por dia, eram marcados por curas, milagres, batismos com o Espírito Santo e abundante manifestação dos dons espirituais (1 Co 12.1-11). O avivamento ocorrido ali tem sido considerado como um dos maiores do século passado, e é denominado de pentecostalismo clássico.

Willian Durham, Chicago

O avivamento pentecostal também chegou a Chicago que se tornou o centro irradiador do Movimento Pentecostal para a grande maioria das cidades e igrejas americanas que aceitaram a mensagem pentecostal. Um dos “focos” desse avivamento em Chicago foi a Igreja Missão da Avenida Norte, liderada pelo pastor William H. Durham. Devido a igreja em Chicago possuir pessoas de várias nacionalidades, foi justamente de seu despertamento que saíram, em 1910, os suecos Gunnar Vingren e Daniel Berg, fundadores da Assembleia de Deus no Brasil, e o italiano Luigi Franscescon, fundador da Congregação Cristã no Brasil.

O MOVIMENTO PENTECOSTAL NO BRASIL

Primeira Onda – Pentecostalismo Clássico

Segundo classificação sociológica, o Movimento Pentecostal em nosso país é dividido em três categorias, sendo que a Congregação Cristã no Brasil, fundada em 1910 e a Assembleia de Deus, iniciada em 1911, representam o chamado Pentecostalismo Clássico. O destaque da pregação dos missionários Daniel Berg e Gunnar Vingren era, sem dúvida, o batismo com o Espírito Santo. Contudo, é também reconhecido que a estrutura da mensagem dos dois suecos continha a integralidade do evangelho: “Jesus Cristo salva, cura, batiza com o Espírito Santo e em breve voltará”.

Segunda Onda – Pentecostalismo Neoclássico

Também denominada de deuteropentecostalismo, a chamada segunda onda, mais conhecida como Pentecostalismo Neoclássico, inicia-se nos anos 1950 e vai até 1975. O enfoque desse grupo de igrejas não recaía somente sobre a pregação do batismo com o Espírito Santo e o falar em línguas espirituais (glossolalia), que marcou o pentecostalismo clássico. A ênfase era dada à cura divina e aos milagres. As denominações mais conhecidas do pentecostalismo neoclássico são: Igreja do Evangelho Quadrangular (1951); O Brasil para Cristo (1955); Igreja de Nova Vida (1960); Igreja Pentecostal Deus é Amor (1962); Casa da Bênção (1964); Convenção Batista Nacional (1965); Igreja Metodista Wesleyana (1967) e Igreja Presbiteriana Renovada (1975).

Terceira Onda – Neopentecostalismo

Essa vertente surgiu no final da década de 70, tendo grande similaridade com o movimento neopentecostal dos Estados Unidos, de quem, aliás, copiou as principais práticas. Em nosso país, as principais denominações neopentecostais são: Comunidade Evangélica (fundada em 1976, tendo mudado o nome em 1992, passando a chamar-se Comunidade Sara a Nossa Terra); Igreja Universal do Reino de Deus (1977); Igreja Internacional da Graça de Deus (1980) e Igreja Renascer em Cristo (1986).


O CRESCIMENTO DA IGREJA SOB O FERVOR PENTECOSTAL

Qualidade versus quantidade

Que o fervor pentecostal impulsiona o crescimento da Igreja não há dúvida. Foi justamente para isso que o Senhor no-lo deu (At 1.8). Contudo, crescimento exige cuidado e dedicação (At 15.36; 16.4,5). Infelizmente, nem sempre o crescimento quantitativo vem acompanhado do qualitativo, fazendo com que as igrejas sejam grandes sem serem fortes e sadias espiritualmente. Tal se dá por falta de ensinamento bíblico e maturidade espiritual. Querer imitar práticas pentecostais sem o devido ensino da Palavra ou a integralidade do evangelho, significa tornar-se aberto a todo o tipo de inovação mística desprovida de fundamentação bíblica.

O evangelho completo

A mensagem pregada pelos missionários de que Jesus Cristo salva, cura, liberta, batiza com o Espírito Santo e em breve voltará, continua sendo atualíssima. Os desvios e abusos que têm surgido ao longo de um século de existência não têm afetado a consistência doutrinária da Igreja de Cristo, especialmente, a Assembleia de Deus. Nosso credo não sofreu rupturas nem modificações. Continuamos crendo no batismo com o Espírito Santo com a evidência do falar em línguas, nos dons espirituais, na cura divina e continuamos pregando a volta de Cristo e o arrebatamento da Igreja antes da Grande Tribulação (1 Ts 4.14-18). O evangelho, longe de ser um meio de recebimento de bênçãos materiais, é o poder de Deus para a salvação, a maior bênção que existe (Rm 1.16).

O verdadeiro mover pentecostal

Mais do que nunca precisamos de um avivamento genuíno, que prime pela ortodoxia bíblica, pela sã doutrina. Em tempos pós-modernos, temos visto algumas práticas que são nocivas para as igrejas pentecostais. Precisamos estar atentos e orar ao Senhor. O que temos visto em nosso tempo? A igreja na atualidade parece estar convivendo com a sonolência (Ef 5.14), insensibilidade espiritual para discernir doutrinas contrárias a fé cristã (1 Tm 1.3,4,6); o secularismo (Rm 12.2); o pragmatismo, o comodismo e a indiferença. O que fazer? Orar e clamar ao Todo-Poderoso pedindo: “aviva, ó Senhor, a tua obra no meio dos anos [...] (Hc 3.2).

Precisamos conhecer a história do pentecostalismo para que possamos clamar ao Senhor um autêntico avivamento venha sobre a nossa nação. Não podemos deixar que o comodismo e a indiferença venham tomar conta dos nossos corações. Precisamos de um renovo vindo do Senhor. Vamos orar e clamar para que o Todo-Poderoso venha avivar a igreja no Brasil.

Lição 9 - A política de cada dia
Texto Bíblico: Êxodo 18.13-27


O Crente, como Sal da Terra e Luz do mundo, deve fazer parte dos vários segmentos da nossa sociedade. Não dá para viver em sociedade e não envolver-se ou estar atento às questões políticas. O mundo pós-moderno está sob a influência de Satanás, o deus do presente século (2 Co 4.4). Por isso, mais do que nunca, precisamos de homens crentes compromissos com a ética e desejosos de fazer política e não politicagem.

Através da Palavra de Deus podemos ver que Ele levantou vários líderes para conduzir seu povo. Moisés foi um desses. Ele estava sob a liderança de Deus. Foi indicado para um cargo de liderança pelo Todo-Poderoso, mas sem compra de votos, sem favores, sem pensar em seu próprio status. O interesse de Moisés era o bem-estar do povo. Quando Moisés foi levantado como líder, a voz que se ouvia era a de Faraó, a voz da tirania, ele era quase um deus. Moisés veio para quebrar esse julgo e trazer libertação para o seu povo. A Igreja precisa ter sua representatividade na vida pública, porém o que nos preocupa é quem nos representará como Moisés, José, Esdras, Neemias, etc.

Lição 9 - Mídia e Comunicação
Texto Bíblico: Salmos 101.1-8


Por Telma Bueno

A influência da televisão atualmente é inegável. Tornando esse fato como ponto de partida, procuro analisar os perigos da exposição excessiva a mídia. A TV está presente e tem exercido influência em muitos lares evangélicos. Não podemos negar essa realidade. O Ateliê Aurora, programa de pós-graduação em educação da Universidade Federal de Santa Catarina, através de um estudo, constatou que assistir televisão é a atividade mais marcante de todos os contextos sociais. A pesquisa foi feita com alunos da rede pública de ensino (escolas localizadas em comunidades carentes) e privada (escolas de elite) de Florianópolis, no centro da cidade e em vila de pescadores. Mesmo com o avanço das tecnologias digitais, a televisão continua ocupando um espaço privilegiado no cotidiano da maioria das famílias brasileiras. Observe o que nos diz Regina de Assim, diretora da Multirio, e Marcus Tavares sobre o alcance da TV.

Num país de dimensões continentais, a TV alcança praticamente todos os municípios (99,84%) e está presente em 91,4% dos domicílios. A influência sobre a constituição das identidades das crianças é, portanto, notória. De acordo com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de 2005, divulgados este ano pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a televisão está presente em 91,4% dos domicílios. O rádio, em 88%. O computador, em 18,6%. O computador com acesso à internet em apenas 13,7% dos domicílios pesquisado.

Antes de adotar uma postura crítica frente ao uso da televisão, é preciso ter consciência de que a mesma não é a única responsável pelo mau comportamento das crianças e jovens. Caso fosse à única vilã bastaria termos uma TV perfeita para vivermos um Éden aqui na Terra. O que acontece é que as crianças e os adolescentes estão se excedendo diante de um veículo de comunicação que tem o poder de manipular o pensamento, as ideias. Pesquisas mostram que as imagens têm o poder de afetar os dois lados do nosso cérebro. Retemos mais informações quando nos são apresentadas por meios audiovisuais. E nem sempre a TV mostra aquilo que é saudável. Observe o que nos diz Regina de Assis, Presidente da MULTIRIO e coordenadora do RIO MÍDIA – Centro Internacional de Referência em Mídias para Crianças e Adolescentes:

Várias pesquisas evidenciam que a produção audiovisual tem o poder de estimular os dois lados do cérebro: o tecido neocortical, responsável pelas funções superiores do raciocínio, tais como a constituição do significado de palavras e ações; e o sistema límbico articulador dos instintos, da intuição, dos desejos, afetos e emoções. O cérebro das crianças é por isso cooptado, com facilidade, pelos programas de TV, que tanto exercem atrações sobre seu raciocínio, quanto sobre seus sentimentos, desejos e afetos.

Os perigos da “telinha”

As Escrituras Sagradas nos advertem: “Não porei coisa má diante dos meus olhos...” (Sl 101.3). Atualmente, essa advertência não é apenas divina, pois psicólogos e psiquiatras também alertam e advertem os pais sobre os problemas causados pelo excesso de exposição à mídia, principalmente a TV. A criança brasileira é uma das que passam a maior parte do tempo livre diante da televisão. Segundo uma pesquisa do Painel Nacional de Televisão do Ibope, publicada no livro Crianças do Consumo, de Susan Linn, as crianças brasileiras de 4 a 11 anos assistem em média a 4h51 minutos de TV por dia. O Brasil ficou em primeiro lugar — antes dos Estados Unidos — na quantidade de tempo que as crianças ficam diante do televisor. A criança evangélica, que freqüenta a ED, também não está de fora desses números.

Jesús Martín-Barbero afirma que, desde a metade do século XX, a função de principal elemento de influência no processo de formação do público infanto-juvenil, ocupada durante séculos pela família, vem sendo mais e mais dividida com os meios de comunicação de massa. Por meio da mídia eletrônica, aponta Barbero, crianças e adolescentes ficam expostos aos diversos tipos de mensagens.

Alguns dos resultados da exposição excessiva

Os resultados negativos da exposição excessiva da mídia são muitos; seria impossível relacioná-los. Portanto, destacamos alguns aspectos. Um deles é o aumento da obesidade infantil as crianças não brincam mais como deveriam. Estão cada dia mais sedentárias. De acordo com dados apresentados pela Escola Paulista de Medicina, na “Primeira Jornada de Alimentos e Obesidade na Infância e Adolescência”, no Brasil 14% das crianças são obesas e 25% estão acima do peso. As empresas de alimentos infantis têm investido no marketing de produtos colocados à disposição das crianças, uma vitrine atraente, repleta de guloseimas. Segundo os especialistas, os adultos são menos influenciados pela propaganda, cujo poder manipulador afeta profundamente as mentes infantis, aumentando o consumo de alimentos nem sempre saudáveis.

A exposição excessiva à mídia também contribui para o aumento da agressividade. As crianças ficam expostas a imagens violentas e repletas de sexualidade, que comprometem seu comportamento social e seus valores. As crianças que assistem à violência gratuita estão propensas a enxergá-la como uma maneira eficaz de resolver conflitos. Segundo a Academia Americana de Pediatria, “assistir à violência pode levar à violência na vida real”.

O excesso de exposição à mídia também contribui para o aumento da atividade sexual precoce e fora do casamento. A infância e a adolescência tornaram-se curtas e o número de adolescentes grávidas virou uma questão de saúde pública. Brandon Tartikoff, antigo presidente da NBC, declarou: “Realmente, acredito que as imagens influenciam os comportamentos... a TV é financiada por comerciais e a maioria usa comportamentos imitativos”.

Outro fato que podemos constatar é a diminuição do diálogo familiar. Os pais já não conversam como deveriam com seus filhos, pois o tempo que lhes sobra é gasto diante da “telinha”, onde o silêncio é exigido. Vale relatar o que diz Solange Jobim e Souza em sua obra A Subjetividade em Questão:

Nos lares de hoje as famílias não mais contam suas histórias. O convívio familiar se traduz na interação muda entre as pessoas que se esbarram entre os intervalos dos programas da TV e o navegar através do éden eletrônico as infovias. O tato e o contato entre as pessoas, na casa ou no trabalho, cedem lugar ao impacto televisual.

A exposição à mídia também contribui para o consumismo (resultando em inveja, ambição, cobiça, etc). Fica difícil para as crianças e adultos resistirem aos apelos do consumo:

O mundo do consumo se oferece como terra prometida, um lugar a que todos têm direito e onde se é diferente, sendo igual. (Solange Jobim)

A verdade é que acabamos por aceitar a cultura do consumo. Muitos pais fazem o possível e o impossível para que a pseudofelicidade prometida pelo consumo esteja ao alcance de seus filhos. Isso se deve ao fato de que na atualidade o “ter” passou a ser mais importante que o “ser”. A esse respeito, recorro mais uma vez à pesquisadora Solange Jobim:

Aprendemos a avaliar com perfeição a vida através dos objetos que circulam entre nós. Não são mais os outros, nossos semelhantes, que fornecem os elementos básicos para a constituição de nossas referências éticas e morais.” (Solange Jobim)

Diante de tantos malefícios, fica a pergunta: É lícito interagir com a mídia? Para o cristão, todas as coisas são lícitas, mas nem tudo é proveitoso ou edificante (1 Co 10.23;16.12). Devemos fazer uso da mídia com prudência e discriminação. De acordo com Charles Colson e Nancy Pearcey, podemos desfrutar da mídia desde que estejamos treinados para sermos seletivos e definamos limites para que a cultura popular não molde o nosso caráter.

É importante ressaltar que a mídia comunica crença de valores e sempre expressa uma ideologia. Michael Palmer, no livro Panorama do Pensamento Cristão, diz que “os cristãos que vêem a cultura de mídia de entretenimento têm de aprender a ler essas imagens e rejeitar as que são incompatíveis com os padrões cristãos e a Escritura”. Esse é o problema. As crianças e adolescentes conseguem fazer essa leitura? É difícil! Elas precisam ser ensinadas a fazer isso. Será que fazemos essa leitura? Ou ingerimos tudo? Sem questionamento?

Tem “alguém” por trás da “telinha”

Esse alguém a quem me refiro não são os técnicos, editores, pessoas de carne e osso como nós. Esse alguém não possui um corpo físico. Ele é o Inimigo das nossas almas, lembrando que a sua função neste mundo é matar, roubar e destruir. As estratégias de Satanás para destruir as famílias mudam de tempos em tempos, e especificamente nos tempos pós-modernos. Temos visto o mundanismo na mídia, principalmente na TV, ridicularizando a fé cristã e refletindo de forma negativa em algumas famílias. Quando a família não dá muita ênfase à TV, as crianças, por influência dos amigos, concluem que sua família é “estranha” por priorizar Jesus e a igreja, uma vez que as famílias exibidas nos programas televisivos não vivem como sua família.

As pessoas estão hipnotizadas diante da subjetividade das imagens; muitas não conseguem discernir as artimanhas de Satanás. Precisamos clamar por um avivamento de contrição e santificação (1 Pe 1.15,16; 1 Ts 5.23). Entretanto, se gastarmos nosso tempo diante da televisão, como vamos clamar a Deus? Sobrará tempo para a oração?

Nós somos responsáveis pela programação que as emissoras estão transmitindo. Canal de televisão é concessão. Como “luz” e “sal” dessa Terra, podemos e devemos trabalhar para termos uma mídia de qualidade. Lembre-se, o controle deve estar em nossas mãos. Não o terceirize. Não deixe que outros decidam que seus filhos vão assistir. Segundo Doris Sanford, no livro Criança Pergunta Cada Coisa..., os pais devem olhar no mínimo um episódio do programa antes de permitir que as crianças assistam. É preciso selecionar cuidadosamente a programação a que a família vai assistir. Uma pesquisa feita na Argentina mostrou que 95% das crianças conhecem toda a programação televisiva, mas apenas 5% dos pais sabem ao que seus filhos assistem. Muitos pais acreditam que seus filhos vão ter acesso a uma programação de qualidade só pelo fato de terem em casa canais de TV por assinatura. Esses canais não se preocupam com os conteúdos, não acompanham nem avaliam ao que seus filhos estão assistindo.

Riscos na infância

Na atualidade, a criança vem correndo vários riscos. O modo como uma nação trata as suas crianças diz muito sobre como será o seu futuro. Observe o que nos diz Solange Jobim e Souza:

[...] a criança contemporânea tem como destino flutuar erraticamente entre adultos que não sabem mais o que fazer com ela. Crianças passam assim a compartilhar entre si suas experiências mais frequentes, as quais se limitam, na maioria das vezes, ao contato com o outro televisivo, remoto, virtual e maquínico.

Como temos tratado nossas crianças? Como Igreja do Senhor, o que temos feito? Qual tem sido a nossa preocupação com a educação cristã?

A televisão está tão impregnada em nós que podemos vê-la até na Escola Dominical. Na Escola Dominical? Isso mesmo! Está presente na fala das “tias”, nas músicas que as crianças cantam, no modo como se vestem, nos gestos, nos brinquedos e nas brincadeiras. A televisão nos leva a consumir não somente mercadorias, mas também imagens, linguagem e modo de ser... A educação cristã não deve se restringir às salas de aula da ED, pois nossos alunos são indivíduos que são afetados por seu meio. A reflexão a respeito da exposição excessiva à televisão é relevante e fundamental para que possamos oferecer às crianças e jovens uma educação que lhes possibilite de fato dialogar com a mídia e com a nossa cultura. Para Gilka Girardello, coordenadora do Ateliê Aurora, é fundamental fazer com que as crianças e jovens compreendam que a televisão não é uma “janela para o mundo — como gostam de caracterizar os mais otimistas: Ela é um recorte muito bem produzido e montado da realidade — e não a realidade”.

Nossos alunos, não importam à idade, deveriam estar conscientes do que estão perdendo quando permanecem diante da televisão. Você está consciente das perdas? Elas são muitas. Observe a relação. Veja o que perdemos quando ficamos horas diante da TV:

• Ler um bom livro ou revista;
• Orar e ler a Bíblia;
• Ouvir uma boa música;
• Tocar um instrumento;
• Fazer uma caminhada ou andar de bicicleta;
• Brincar com os amigos;
• Participar de uma boa discussão teológica ou política;
• Visitar um amigo;
• Realizar algumas tarefas domésticas.

É hora de pegar o controle

É possível neutralizar os efeitos maléficos da televisão? Podemos ter o “controle” de volta? Vejamos algumas sugestões que podem nos ajudar a combater os perigos da “telinha”:

1. Procure dedicar mais momentos para estar com seus filhos. A sua companhia, com certeza, é melhor do que a das apresentadoras dos programas infantis. Qual o filho que não quer ficar perto dos pais?

2. Estabeleça um horário e confeccione um calendário com os dias, horas e programas que as crianças possam assistir.

3. Logo no início da semana, pegue o guia da TV e, em família, discuta os programas que podem ser vistos e estarão disponíveis.

4. Compre alguns adesivos e determine que cada adesivo valha uma hora de TV, mas para cada hora de televisão a criança deverá ler um capítulo de um livro.

5. Se a criança ficou uma hora assistindo à TV, depois ela deve brincar com os colegas ou sozinha.

6. Assista, pelo menos, a metade do programa que seu filho está assistindo, pois só assim terá condições de discutir com ele o comportamento dos personagens. Caso ache necessário, durante a exibição, faça algumas considerações. Você poderá dizer: “Esse personagem agiu dessa forma. Ele agiu de modo correto? O que a Palavra de Deus nos diz sobre isso?”

7. Faça perguntas sobre os programas. As crianças gostam de ser provocadas a opinar, a falar o que pensam.

8. Procure adquira alguns vídeos evangélicos para as crianças. Existem excelentes trabalhos no mercado.

9. Nunca use a televisão como forma de recompensar a criança. Por exemplo: “Você comeu tudo; agora pode ver TV”.

10. A televisão não deve ficar no quarto da criança ou adolescente e nem escondido em um lugar de difícil acesso, pois o controle fica mais difícil. Ela deve estar em um local onde todos possam ver, onde você esteja sempre de olho.

11. Peça que as crianças que façam uma lista de cinco coisas que gostariam de fazer ao invés de assistir à TV. Depois, discuta com elas o que poderia ser feito de imediato. A televisão vai ficando para depois, e acriança vai perceber que existem atividades mais divertidas.

A Palavra de Deus nos ensina: “Portanto, vede prudentemente como andais, não como néscios, mas como sábios, remindo o tempo, porquanto os dias são maus” (Ef 5.15,16).

Está na hora de desligarmos a tevê e investirmos em algo mais saudável. Como educadores, temos a responsabilidade de alertar nossos alunos e os pais sobre o poder sedutor da linguagem televisiva. Não podemos nos calar diante dos estragos que a exposição excessiva diante “telinha” vem produzindo.

Bibliografia

LINN, Susan. Crianças do consumo: infância roubada. São Paulo, Instituto Alana.
SOUZA, Solange Jobim e. Subjetividade em questão: a infância como crítica da cultura. Rio de Janeiro, Editora 7 Letras.
PALMER, Michael. Panorama do Pensamento Cristão. Rio de Janeiro, CPAD.
COLSON, Charles & PEARCY, Nancy. E agora como viveremos? Rio de Janeiro, CPAD.
ASSIM, Regina de & TAVARES, Marcus. TV, sociedade e responsabilidade. Disponível em: www.multirio.rj.gov.br/riomidia/. Acesso em: 18 de fevereiro de 2009.

Lição 9 - EU quero, Eu quero!
 Texto Bíblico: Gênesis 25.24,27-34


A Primogenitura (herança do primogênito) consistia em: liderança na adoração a Deus, chefia da família e porção dobrada da herança paterna (cf. Dt 21.17). Portanto, ‘negociar’ esse direito era desprezar as bênçãos do Senhor. Esaú nunca valorizou o privilégio de ser o primogênito. A Bíblia afirma que ele era profano (Hb 12.16). Todavia, Jacó demonstrou interesse por essa benção desde cedo, apesar de tê-la buscado de forma errônea.

Atividade

Você vai precisar de papel pardo ou cartolina, régua, canetas hidrográficas e fita adesiva.

Desenhe uma tabela conforme o modelo abaixo, fixe-a na parede da classe com auxílio da fita adesiva.

Converse com as crianças sobre pessoas gêmeas, explique que elas podem ter características físicas muito parecidas ou não. As atitudes, os gostos, as manias, etc. podem ser bem diferentes ou bem parecidas. Pergunte a eles se havia alguma diferença entre Esaú e Jacó, depois solicite que completem o quadro.
 

Lição 9 - Um guerreiro invencível?
Texto bíblico: Juízes 16


CRESCENDO NA GRAÇA E NO CONHECIMENTO

“e. Sansão é traído (16.18-22). Jubilosa por ter conseguido finalmente descobrir o segredo desejado, Dalila envia uma mensagem aos príncipes dos filisteus, os quais, sem dúvida, já haviam se afastado desanimado depois dos repetidos fracassos. ‘Venham apenas mais esta vez’, implorou ela, ‘porque ele me contou tudo.’ Assim, eles trouxeram o dinheiro na sua mão (18) para o ‘pagamento’. Tão logo Sansão dormiu com a cabeça no colo da moça, Dalila chamou um homem, e rapou-lhe as sete tranças do cabelo de sua cabeça; e começou a afligi-lo (19), ou ‘enfraquecê-lo, subjugá-lo ou humilhá-lo.

Quando Dalila o despertou com as palavras familiares ‘os filisteus vêm atrás de você, Sansão!’ ele abriu os olhos e se vangloriou: ‘Vou sair como de costume e me livrar dos laços’ ou, como pode ser traduzido a partir do hebraico, ‘eu sairei, rugirei e rosnarei’. Ele não sabia que já o Senhor se tinha retirado dele (20). Sansão já tinha brincado demais com o pecado. Sua força já se fora.

Os filisteus o pegaram, arrancaram-lhe os olhos e o prenderam com correntes de bronze. Levaram-no para Gaza e, ali — como John Milton o descreve, ‘um cego em Gaza’ — aquele que um dia fora um campeão poderoso foi colocado para moer grãos num moinho manual da prisão.

A história de Sansão alcança seu clímax nos versículos 15 a 21, onde vemos o resultado da ‘fascinação fatal do pecado’. (1) Foi um homem de grande força física ( vv. 14.6; 14.19; 15.14-16; 16.3; etc); (2) Teve uma mente fértil (vv 14.12-14); (3) Era moralmente fraco (v.16.15); (4) Era espiritualmente infiel (vv. 17,18); (5) o Senhor se tinha retirado dele (20). (Comentário Bíblico Beacon, CPAD, vol.2, pp.138-139).

ATIVIDADE

Em continuidade a nossa gincana iniciada na semana passada, sugiro que neste domingo você proponha a seguinte tarefa:

Aproveitando a campanha do agasalho proposta na revista, estabeleça que o grupo que levar a maior quantidade de agasalhos será o vencedor, pois cada agasalho valerá um ponto.

Essa campanha será muito útil, pois, além de nesta época do ano a temperatura cair em algumas regiões do país, há alguns lugares que passaram por enchentes e inundações e estão carecendo de ajuda. Conforme a sua realidade local, você pode adaptar a campanha para roupas, roupas de cama, etc.

Incentive a participação dos pais e de toda a igreja.

Boa aula!

Lição 9 - Isso é que é festa!
Texto bíblico: Êxodo 12.1-11


CRESCENDO NA GRAÇA E NO CONHECIMENTO

“Moisés tinha de instruir os israelitas a tomar um cordeiro para cada casa (3) aos dez deste mês de abibe. O versículo 3 fica mais claro assim: ‘Cada homem arranjará um cordeiro para sua família paterna, um cordeiro para cada casa’. Se o cordeiro fosse muito para uma só família, os vizinhos deviam se reunir de acordo com a quantidade de pessoas para que um cordeiro fosse comido (4). A escolha do cordeiro quatro dias antes da festa (cf. v.6) era para observar o animal. O animal não devia apresentar mácula (5) e tinha de ter menos de um ano de idade. O animal mais novo indicava inocência. Este cordeiro (seh) podia ser uma ovelha ou cabrito, embora na prática só se usassem ovelhas.

No décimo quarto dia, o cordeiro seria morto à tarde (6, lit., ‘entre as tardes’). Podia significar entre o pôr-do-sol e o cair da noite ou entre o declínio do sol e o pôr-do-sol. Lange acreditava que era no começo da tarde, pois assim haveria mais tempo para as atividades pascais. Moffatt traduz: ‘Todo membro da comunidade de Israel matará o cordeiro entre o pôr-do-sol e o cair da noite.’ O povo colocaria o sangue do cordeiro em ambas as ombreiras e na verga da porta (7), ou seja, ‘nos batentes dos lados e de cima das portas das casas’ (NTLH). Podia ser uma janela guarnecida de treliça que ficava em cima da porta. Os israelitas comeriam a carne à noite, depois de tê-la assada ao fogo (8). O texto não identifica as ervas amargosas, mas eram tradicionalmente endívia (tipo de chicória), agrião, pepino, rábano, alface e salsa. O cordeiro era assado inteiro com a cabeça, os pés e a fressura (9) ou as entranhas. ‘Os comentaristas judeus dizem que os intestinos eram tirados, lavados e limpos, e depois colocados de volta no lugar; assavam o cordeiro em um tipo de forno.’ Nada ficava do cordeiro até pela manhã seguinte; o que não era comido deveria ser queimado (10).

Podemos entender os detalhes dos versículos 5 a 10 como um tipo de ‘Cristo, o Cordeiro de Deus.’ 1) Era puro e imaculado, 5; 2) Morreu no final da tarde, 6; 3) Aplica seu sangue no coração dos crentes, 7; 4) Torna-se o Substituto para o portador da ira de Deus, 8,9; 5) Tem de ser recebido totalmente pelo crente, 10. Deve ser recebido sem o fermento do pecado e em tristeza de arrependimento segundo Deus, 8.

Enquanto comiam, os israelitas deviam estar prontos para a viagem, com as longas vestes reunidas e presas nos lombos com cinta (11). Deviam estar com os sapatos nos pés e o cajado na mão, enquanto comiam às pressas — ação pelo menos em parte simbólica da prontidão do cristão pela volta de Cristo. Durante a noite, Deus feriria os egípcios reputariam a morte de todos os animais primogênitos do Egito como julgamento sobre seus deuses.

O sangue vos será por sinal que Deus veria e não feriria quem estivesse na casa onde o sangue fora aspergido (13).” (Comentário Bíblico Beacon. CPAD. pp164-165).

ATIVIDADE

Aproveitando o tema da aula de hoje “Isso é que é festa!”, organize com sua turma uma festa evangelística, a fim de que as crianças possam ensinar a seus colegas a importância da Páscoa, e consequentemente, do sacrifício de Jesus por nós.

Em primeiro lugar, verifique o melhor dia, local e hora para a festa. Depois, elabore a programação da festa. Por fim, proponha às crianças confeccionarem convites para serem entregues a seus colegas. Distribua o material necessário, leve alguns modelos de convites para que elas vejam, porém, deixe-as livres para utilizarem toda a sua criatividade.

Lição 9 - Aprendendo a orar
Leitura Bíblica - Atos 9.36-42


I. De professor para professor

Prezado professor, neste domingo o objetivo da lição é que a criança compreenda que orar é falar com Deus.

• É importante fazer uma recapitulação da aula anterior. Pergunte qual foi a palavra-chave estudada e qual o versículo aprendido.

• A palavra-chave da aula de hoje é “ORAR”. Durante o decorrer da aula diga: “Orar é conversar com Deus.”

II. Saiba Mais

É necessário muito trabalho para ser um professor bem-sucedido, começado com o tempo que você emprega pesquisando livros indo a seminários, o trabalho de preparação para as aulas de cada dia, até as atividades diárias reais lidando com crianças, colegas e pais.

Se você já entrou em uma sala de aula despreparada, sabe muito bem como é. Na melhor das hipóteses, só a graça de Deus em nossa vida para que tenhamos um ensino produtivo, mesmo que seja uma repetição do trabalho do domingo anterior. Às vezes, a sua tentativa de dar asas a imaginação não produzem efeito, e você perde um dia de potencial para o aprendizado. Prepare-se o melhor possível durante a semana. Não entre em sala se estar preparado. Dê o seu melhor para o Senhor.

Extraído do livro Graça Diária para Professores, CPAD.

III. Conversando com a professora

Para a criança do jardim, a oração será o que ela vive em termos de oração. Se ela experimentou momentos de oração (antes das refeições, ao se deitar para dormir, antes de sair) em casa ou na Escola Dominical, estes atos de oração comportam o significado desta palavra para ela. Pouco a pouco, podemos estender a idéia da oração para novas experiências, ensinando-as a orar em outras situações. Se Alex fez alguma coisa contra Jorge, podemos orar com ele, dizendo: “Obrigado, Senhor, pelo meu amigo André”. Podemos também ensiná-las a orar quando estiver com medo, doente ou feliz.

Através de suas experiências de oração, a criança entenderá que orar é conversar com Deus. Aprenderá a agradecer ou pedir algo a Ele; a dizer a Deus que o ama e que Ele é bom. Tudo aquilo que pode dizer aos seus pais, ela poderá dizer a Deus, pois o verá paternalmente.

Extraído do livro Como Ensinar Crianças do Jardim de Infância, CPAD.

IV. Sugestão

Escreva no centro de uma folha de papel pardo a seguinte frase: “O que fazer quando preciso de ajuda?” Sente-se em um círculo com os alunos ao redor da folha de papel pardo. Leia a frase para as crianças. Depois, pergunte: “Quando temos uma prova difícil para fazer ou estamos com medo de alguma coisa, o que devemos fazer? Ouça as respostas dos alunos.

Depois, fale que nos momentos difíceis podemos orar, pois Deus sempre estará pronto a nos ajudar. Depois peça aos alunos que ilustrem as respostas nos espaços vazios da folha.

Lição 9 - Deus cuida de mim
I. Leitura Bíblica


Salmo 23

II. De professor para professor

Prezado professor, o objetivo da lição deste domingo é fazer com que a criança compreenda que Jesus é o nosso Pastor, por isso, podemos confiar no seu cuidado e proteção.

• Faça uma recapitulação da aula anterior. Pergunte qual foi a palavra-chave estudada e qual o versículo aprendido.

• A palavra-chave é “CUIDADO”. Durante o decorrer da aula diga às crianças: “O Senhor Jesus cuida sempre de vocês. Ele nos dá tudo que precisamos.”

III. Para refletir

Ovelhas não são espertas. Elas tendem a vagar pelas correntezas em busca de água, e então sua lã se torna pesada, fazendo com que se afoguem. Elas precisam de um pastor para levá-las a “águas tranqüilas” (Sl 23.2). As ovelhas não têm defesas naturais como garras, chifres ou presas. São fracas. Precisam de um pastor com uma vara e um cajado para protegê-las (Sl 23.4). Elas não possuem senso de direção. Precisam de alguém para guiá-las pelas “veredas da justiça” (Sl 23.3).

Assim somos nós. Também temos a tendência de nos aproximar de águas que deveríamos evitar. Não temos defesa contra o leão que está ao nosso derredor, buscando a quem possa tragar. Também ficamos perdidos.

Precisamos de um pastor. Precisamos que se aproxime e nos guie. E temos um. Alguém que nos conhece pelo nome.

Extraído de Promessas Inspiradoras de Deus, Max Lucado, CPAD.

IV. Conversando com o professor

Como já é do seu conhecimento, o professor precisa conhecer as peculiaridades da faixa etária com a qual trabalha. Então, vamos continuar observando algumas características da criança do maternal.

CARACTERÍSTICAS FÍSICAS

Rápido crescimento. Os sentidos físicos estão em pleno funcionamento. Gostam de ver, tocar e ouvir. Apreciam barulho, principalmente os ritmados. Grande atividade e cansaço rápido.

RECOMENDAÇÃO AO PROFESSOR

Enriquecer o ensino com ilustrações; utilizar muita cor. Propiciar situações que permitam mudanças de atividades. Fornecer material que possa ser manuseado. Utilizar cânticos com rima e com bastante ritmo.

Extraído do livro Como Tornar o Ensino Eficaz, Antonio Tadeu Alves, CPAD.

V. Sugestões

Reproduza e amplie a imagem abaixo. Cole a figura em um papelão. Recorte formando um quebra-cabeça.
 

terça-feira, 24 de maio de 2011

Concurso Vamos Ler a Bíblia


Para participar do Concurso Vamos Ler a Bíblia,ao final de cada mês você fará uma prova online direto no site do concurso e responderá 20 (vinte) perguntas de múltipla escolha, relativas ao trecho bíblico que você leu do calendário de leitura.Prêmios do Concurso:-Em cada uma das 10 provas, os prêmios* serão os seguintes:1º lugar: 01 câmera fotográfica digital2º lugar: 01 aparelho celular3º lugar: 01 Mp4 player-Prêmio final: O candidato que fizer mais pontos ao longo do Concurso de 2011 [...]

Mais informações 

domingo, 22 de maio de 2011

3° Aniversário do Círculo de Oração da Congregação no Conjunto João Pereira

ATENÇÃO

A PEÇA QUE SERIA APRESENTADA HOJE NA ASSEMBLÉIA DE DEUS FOI CANCELA MAS HAVERÁ CULTO DE PREGAÇÃO DA PALAVRA.
PEDIMOS DESCULPAS A TODOS OS IRMÃOS E AMIGOS, AVISAMOS QUE REMARCAREMOS A DATA E MUITO BRVE ESTAREMOS APRESENTANDO.

AGRADECE
A ORGANIZAÇÃO DO GRUPO ELION

sexta-feira, 20 de maio de 2011

LIÇÃO 8



Lição 8 - O genuíno culto pentecostal
Texto Bíblico: 1Coríntios 14.26-33,39,40


 

INTRODUÇÃO

I. A ADORAÇÃO E CULTO

II. COMPOSIÇÃO DO CULTO PENTECOSTAL

III. MODISMOS LITÚRGICOS

CONCLUSÃO

A ORDEM E REVERÊNCIA NOS CULTOS

É lamentável ver em muitas igrejas, às vezes em igrejas grandes e conhecidas, conversas e cochichos sem fim nos cultos públicos, e o motivo disso é, principalmente, porque o mau exemplo vem do púlpito, onde pastores, presbíteros, etc, julgam-se com o direito de cochicharem uns com os outros e até mesmo durante a pregação da Palavra do Senhor. Isso constitui falta grave.

Muitas coisas gloriosas de que temos exemplo nas Escrituras podem acontecer no culto público, inclusive curas, milagres e maravilhas. Mas no culto público não deve haver falatórios e cochichos nem no púlpito nem na congregação.

A mensagem que o pregador leva é por vezes gravemente prejudicada pelos falatórios e cochichos, pelo andar de crianças nos corredores, pelo chorar de crianças, pelo vaivém de muitos entrando e saindo do recinto do templo sem necessidade, pela formação de bloquinhos nos corredores e por outras irreverências tão lamentáveis. É dever dos diáconos reprimir energicamente tais procedimentos, e cabe ao pastor da igreja fiscalizar para que a ordem seja mantida.

A igreja deve ser regularmente instruída a manter a ordem no culto público, e o pastor deve determinar aos diáconos e auxiliares a respeito.

A ordem nos cultos é essencial ao progresso espiritual da igreja e ao bom conceito do pastor. Uma igreja cujos cultos se realizam em desordem da má impressão aos visitantes e mesmo aos membros que compreendem as coisas de Deus, revela um pastor descuidado e não alcança o desejado progresso espiritual.

O SIGNIFICADO DA LITURGIA BÍBLICA

Introdução

Karl Barth (1886-1968) afirmou certa vez que o culto cristão é o ato mais importante, mais relevante e mais glorioso na vida do homem. Acredito que nenhum cristão, seja qual for a sua orientação denominacional, ousaria contraditar o grande teólogo suíço. Pois todos empenhamo-nos em prestar ao Redentor a mais excelsa das adorações. Além disso, a nossa índole espiritual induz-nos a adorá-lo; é uma necessidade que reivindica pronta satisfação. Mas o que muitos não querem admitir é que o culto, por mais simples e singelo, não prescinde da liturgia.

Alguns movimentos não toleram sequer a hipótese de uma liturgia no culto cristão. Haja vista os pietistas, os puritanos e as comunidades de fé pentecostal. Achamos que a liturgia acabará por destruir-nos a espontaneidade, a modéstia e a beleza espiritual. Todavia, mesmo sem o admitir, temos uma liturgia. Tem início esta quando nos reunimos com o propósito de adorar a Deus na beleza de sua santidade. E prossegue já com a oração e os cânticos congregacionais, e tem continuidade já com a proclamação do Evangelho. E encerra-se com a impetração da bênção apostólica.

Isto é liturgia!

Só há uma maneira de se evitá-la: deixar de se reunir, e não mais celebrar publicamente a bondade divina. Mas enquanto o povo de Deus congregar-se para honrar-lhe o nome, e tributar-lhe deferências e glórias, a liturgia aí estará presente. E nem por isso prejudicará o desenvolvimento espiritual dos fiéis. Pelo contrário: ajuda-los-á a consagrar-se mais ao serviço cristão. Aliás, até mesmo a devoção individual reclama uma liturgia.

Conforme veremos mais adiante, o mal não está na liturgia, e sim no formalismo que vem destruindo igrejas e mumificando grandes movimentos.

1. O verdadeiro sentido da liturgia

A palavra liturgia é originária do grego leitourgia. Esta, por seu turno, é formada por dois vocábulos: leitos, público e ergon, trabalho. Literalmente, significa serviço público. Na Antiga Grécia, o termo era usado para designar uma função administrativa num órgão governamental. Desde a sua origem, por conseguinte, a liturgia tem uma forte conotação com o serviço que os súditos devem prestar ao rei.

O termo passou, com o tempo, a designar o culto público e oficial da Igreja Cristã. Hoje, é definido como a forma pela qual um ato de adoração é conduzido. Numa linguagem mais técnica, liturgia é o elenco de tudo o que concorre para a boa condução de uma reunião religiosa. Teologicamente, a definição é bastante simples: É tudo o que, diante de Deus, exprime a devoção de uma comunidade de fé: cânticos, leituras bíblicas, testemunhos, pregação, movimentos etc.

2. A liturgia no Antigo Testamento

O culto levítico era extremamente pomposo. Em virtude de seu harmonioso elenco de sons e gestos, constituía-se ele num espetáculo de raríssima beleza. Haja vista a observação da rainha de Sabá ao visitar o rei Salomão. A soberana do país do Sul enalteceu a Jeová ao observar como os hebreus portavam-se na Casa de Deus (1 Rs 10.5).

Os ministros do altar não poupavam esforços nem minúcias na condução do culto. Tudo tinha de sair perfeito; nenhum detalhe haveria de ser esquecido. A apresentação do sumo sacerdote, dos ministros da música e dos demais levitas não contemplava a menor hipótese de falha. Nos sacrifícios e oferendas, redobrados desvelos. A atenção dos sacerdotes perseguia o menor descuido. Era uma esmeradíssima e sublimada liturgia.

Na inauguração do Santo Templo, tamanha foi a glória de Deus a baixar no santuário que o cronista viu-se compungido a registrar simplesmente: “E os sacerdotes não podiam entrar na casa do Senhor, porque a glória do Senhor tinha enchido a Casa do Senhor” (2 Cr 7.2).

3. A liturgia no Novo Testamento

Apesar de o Cristianismo não ser uma religião sacerdotal, é impossível dissociar o seu culto da liturgia. Todo culto, aliás, pressupõe uma liturgia, necessariamente. O próprio Cristo ia à sinagoga, e participava ativamente dos serviços aí realizados (Lc 4.16-22). Mais tarde, o mesmo faria Paulo. O primeiro lugar que o apóstolo visitava, ao chegar a uma cidade gentia, era a sinagoga (At 13.5). Em nenhum momento criticou ele o culto hebreu. Pelo contrário: certa vez, propôs-se a fazer um voto essencialmente judaico para não escandalizar a sua nação (At 21.23,24).

Sendo hebreus os primeiros membros da Igreja, o culto cristão, no início, em quase nada diferia do culto judaico. As diferenças, porém, já eram bem nítidas. A começar pelo dia escolhido para a reunião. Se os judeus congregavam-se aos sábados, os cristãos reuniam-se no primeiro dia da semana a fim de rememorar a ressurreição do Senhor (At 20.7). Além disso, em todas as reuniões celebravam a Santa Ceia – a mais importante e solene cerimônia da Igreja.

Enganam-se os que pensam não haver no Novo Testamento um esquema de culto. Atentemos a esta recomendação de Paulo aos coríntios que, embora fervorosos, não sabiam como dirigir suas reuniões: “Que fareis, pois, irmãos? Quando vos ajuntais, cada um de vós tem salmo, tem doutrina, tem revelação, tem língua, tem interpretação. Faça-se tudo para edificação” (1 Co 14.26).

O espírito do Novo Testamento não é contrário à liturgia. É uma necessidade que se impõe ao culto; é um meio teologicamente válido em nossa adoração. Todavia, a liturgia não pode ser um fim em si mesma; é um acessório, não a essência da adoração. Por isso temos de precaver-nos contra o formalismo.

4. O formalismo

É a ênfase exagerada às formas externas da religião em detrimento de sua essência: a plena comunhão com Deus. Também é conhecido como liturgismo e ritualismo. É a liturgia pela liturgia. O formalismo foi muito combatido pelos profetas e por nosso Senhor (Is 29.13; Mt 6.1-6), por ser um obstáculo à expansão do Reino.

A própria Igreja Católica, que ostenta um ritual pomposo e circunstancial, condena o ritualismo que, em sua terminologia, é chamado rubricismo por causa das letras vermelhas que, nos missais e breviários, indicam o modo de se recitar ou celebrar o ofício. Não obstante tal preocupação, os católicos emprestam à liturgia uma importância exagerada. Para o Concílio Vaticano II, a liturgia é a ação sagrada por excelência.

Conclusão

Sejamos equilibrados. Se por um lado não podemos fazer da liturgia um fim em si mesma, por outro não devemos desprezá-la como o faziam os sacerdotes do tempo de Malaquias, que achavam um enfado o culto do Senhor (Ml 1.13). O equilíbrio é fundamental. E se Paulo insta aos romanos a serem fervorosos no espírito, não deixa de recomendar aos coríntios a que tudo façam com decência e ordem (Rm 12.11; 1 Co 14.40).

(Texto extraído do: MANUAL DE LITURGIA DA BÍBLIA OBREIRO APROVADO, CPAD, 2010)

Lição 8 - Como lidar com as riquezas


Um dos maiores perigos da riqueza é dar-lhe um valor tão alto onde nossa confiança e fé são depositadas nela...

Texto Bíblico: Mateus 6.19-25,31-34

Um dos maiores perigos da riqueza é dar-lhe um valor tão alto onde nossa confiança e fé são depositadas nela. Esperar da parte dela segurança e felicidade máxima. Confiar que ela garantirá o futuro. O que é mais importante para você buscar os bens materiais ou as riquezas eternas? Qual a sua confiança? Onde está seu coração? Devemos buscar mais o Reino de Deus e a sua justiça e todas as outras coisas serão acrescentadas.

O Senhor Jesus falou que podemos servir apenas um Senhor. Vivemos numa sociedade materialista, onde pessoas servem o dinheiro em detrimento de prestar adoração a Deus. E gasta toda a vida acumulando aquilo que não levará consigo. Não caia nessa armadilha: “porque o amor do dinheiro é a raiz de toda espécie de males“ (1 Tm 6.10). Você pode dizer honestamente que Deus, e não o dinheiro, é o seu Senhor?


Lição 8 - Consumir... consumir... consumir

Devemos tomar cuidado com nosso estilo de vida...

Texto Bíblico: Mateus 6.19,25,33,34

Devemos tomar cuidado com nosso estilo de vida. O apóstolo Paulo recomendou a Tito, que ele orientasse aos jovens que fossem “moderados”. De acordo com o dicionário o sentido da palavra refere-se a moderação, comedimento ou prudência. A Bíblia do Adolescente traduz a palavra “moderado” por “prudente”: “Aconselhe também os homens mais jovens a serem prudentes” (Tt 2.6). Já a Bíblia de Almeida Revista e Atualizada traduz o termo por “criteriosos”: “Quanto aos moços, de igual modo, exorta-os para que, em todas as coisas, sejam criteriosos”. Uma pessoa moderada é alguém equilibrado, racional, criterioso e prudente. Leia Romanos 12.3 e veja o estilo de vida que o Senhor Jesus espera de nós. Deus abençoe!

Lição 8 - Sou da Paz

O mundo tenta negociar a paz, mas nós servos do Altíssimo, não precisamos negociar, porque temos o Príncipe da Paz...

Texto Bíblico 4.1-7

Buscando a Paz

O mundo tenta negociar a paz, mas nós servos do Altíssimo, não precisamos negociar, porque temos o Príncipe da Paz. Charles Stanley autor do livro Paz um maravilhoso presente de Deus para você comenta que: “O mundo considera a Paz como sendo um resultado de fazer as coisas certas, dizer palavras certas, ter atividade profissional certa e ter as intenções certas. Esses não são nem de longe os critérios para a paz descrita na Palavra de Deus. A paz é uma qualidade intima que nasce de um relacionamento correto com Deus...”.

Quando nos aproximamos mais de Deus e passamos a ter intimidade real com Ele, brota à paz que excede todo entendimento. A Palavra Deus nos ensina a ter domínio próprio.

Bons Exemplos

Pacificador é aquele que promove a paz, nós servos de Deus devemos promover a paz e não incitar uma briga. Na pré-adolescência é comum existir os “grupinhos” e sempre há rivalidade entre eles. Quando um membro de determinado grupo se sente ofendido por um membro de um outro grupo a “confusão” está formada. Porque é comum ao grupo tomar as “dores” daquele que foi “ofendido” para eles é uma questão de lealdade. Não há nenhuma avaliação entre o certo ou errado, apenas a defesa de seu colega. Muitos acreditam que isso está correto, e é necessário orientá-los que o cristão deve ser um pacificador. Leia com eles o Mateus 5.9, e explique que os pacificadores são pessoas mais felizes e que verão a Deus.

Aproveite esse momento para apresentar aos seus alunos os diversos pacificadores registrados nas Sagradas Escrituras Bíblia.

Rubén – Era filho de Jacó, ele convenceu os seus irmãos a jogarem José na cova e não mata-lo. Gênesis 37.21,22

Abraão - Os seus pastores e os do seu sobrinho brigavam por pastos. Ele acabou com as brigas, separando-se do seu sobrinho. E permitiu que o seu sobrinho escolhe-se para qual lado gostaria de ir. Abrão ficou com a terra de Canaã e Ló com a Campina do Jordão. Gênesis 13.1-18

Isaque - Os seus servos cavaram poços e os pastores de Gerar brigavam por eles dizendo que esses os pertenciam. E ele, pacificamente, cedia e cavava um outro poço. Gênesis 26.18-21

Barnabé - Ninguém acreditava na conversão de Saulo. Barnabé o levou a igreja em Jerusalém e o apresentou aos apóstolos. Acabando assim com as desconfianças acerca da conversão de Saulo. Atos 9.26-28

Abigail - O seu marido negou comida a Davi o futuro rei de Israel. Diante da negação Davi determinou o mau a sua casa. Sabendo disto Abigail apressou-se ao encontro de Davi e conseguiu apazigua-lo. 1Samuel 25.1-35

Lição 8 - Eu tenho a força

Sansão fez sua própria escolha, mas desejava que seu pai completasse os preparativos...

Juízes 14 e 15

CRESCENDO NA GRAÇA E NO CONHECIMENTO

“2. Sansão em Timna (14.1-20)

a. Um jovem muito tolo (14.1-4). Já crescido e quase na idade adulta, desceu Sansão a Timna (1) e apaixonou-se por uma moça filistéia. Timna era uma cidade na fronteira de Judá, atribuída a Dã (Js 15.10; 19.43), e aparentemente estava nas mãos dos filisteus naquela época. É a moderna Tibneh, cerca de 15 quilômetros a oeste-sudoeste de Jerusalém. Quando voltou para casa, deixou seus pais piedosos chocados (cf. a reação de Isaque e Rebeca diante dos casamentos de Esaú, Gn 26.34, 35; 27.46), ao anunciar: ‘Vi uma mulher e Timna com a qual gostaria de me casar. Façam os preparativos para o casamento.’ Normalmente eram os pais hebreus que escolhiam as noivas para seus filhos (Gn 24.1-3). Sansão fez sua própria escolha, mas desejava que seu pai completasse os preparativos.

Manoá e sua esposa fizeram as devidas objeções. O casamento era definitivamente contrário à lei mosaica (Ex 34.16; Dt 7.3). muitos filhos deixaram de gozar da sabedoria de seus pais para provarem o fruto amargo de suas próprias escolhas teimosas. ‘Não há uma moça adequada para você no meio do nosso povo?’, perguntaram eles. Esta é a lei de Deus até hoje. Um cristão deve sempre se casar com alguém que identifique com ele a mesma fé (2 Co 6.14). é possível que alguns, inocentemente, achem que poderão encontrar felicidade mesmo quando desprezam esta lei divina. Que tais pessoas ponderem sobre os tristes exemplos que podem ser vistos hoje em dia.

Sansão foi persistente. Tomai-me esta, exigiu ele, porque ela agrada aos meus olhos (3) ou ‘porque ela é correta aos meus olhos’. Como é comum que os olhos dos jovens os façam tomar decisões tolas e imutáveis! Qualquer casamento baseado puramente na atração física está destinado a não durar ‘até que a morte os separe.’ O Senhor extrairia coisas boas desta situação infeliz. O fato de Israel estar sujeito aos filisteus foi destacado: naqueles tempo, os filisteus dominavam sobre Israel (4).”

(Comentário Bíblico Beacon, CPAD, vol.2, pp.138-139).

ATIVIDADE

Em continuidade a nossa gincana iniciada na semana passada, sugiro que neste domingo você proponha a seguinte tarefa:

Os grupos deverão elaborar um enigma para cada grupo decifrar. Para isso, poderão contar o auxílio dos pais. No domingo, o grupo deverá levar seus enigmas, que serão colocados num envelope, onde será escrito o nome do grupo.

O primeiro grupo escolhe aquele que irá responder. Cada resposta certa contará um ponto para a equipe que o acertar, a resposta errada ou a não resposta contará dois pontos para o grupo que elaborou o enigma. Quando o grupo indicado para responder o enigma não conseguir, outro grupo que souber a resposta poderá fazê-lo. Tenho certeza de que seus alunos irão gostar muito desta atividade.

Lição 8 - O exército de Deus invade o Egito

Conhecer ao Senhor como Senhor significa reconhecer e se submeter a sua autoridade...

Texto bíblico: Êxodo 8 — 10

CRESCENDO NA GRAÇA E NO CONHECIMENTO

“O Propósito das Pragas

Essa ênfase no conhecimento do Senhor alça as pragas para além de sua função de castigar severamente. As pragas não são uma vingança contra Faraó. O Senhor não tem a intenção de deixar no Egito um Faraó arrasado e destruído, nem tenciona fascinar o governante egípcio com uma exibição de milagres.

O propósito divino é fazer com que Faraó e seu povo — para não mencionar os israelitas — passem efetivamente a conhecer o verdadeiro Deus. É estabelecida uma estrutura com fins didáticos, de forma que o conhecimento seja transmitido através de observações e experiências pessoais, não por ouvir falar. Conhecer ao Senhor como Senhor significa reconhecer e se submeter a sua autoridade. Essa é a escolha que precisa ser feita, a qual Faraó é convidado a fazer. É claro que, nos capítulos finais, não vemos nada sobre Faraó ter dito ‘Agora conheço Jeová’ ou ‘Eu sei quem Jeová é’.” (Manual do Pentateuco, CPAD, p.181).

ATIVIDADES
Aproveitando a energia que os alunos desta faixa etária possuem, realize uma mímica sobre as NOVE PRAGAS DO EGITO. Coloque dentro de um pote as nove tiras de papel com os nomes das respectivas pragas (água em sangue, rãs, piolhos, moscas, morte dos animais, tumores ou feridas, chuva de pedra, gafanhotos, escuridão).

Solicite um voluntário para vir à frente e retirar uma tira de papel de dentro do pote. Após ler o nome da praga, o aluno deverá fazer uma mímica relacionada a ela, de modo que o restante da turma possa descobri-la. Se algum aluno se candidatar e tiver dificuldades para ler, ajude-o no que for preciso.


Lição 8 - Perdoando quem me entristece

O objetivo da lição é que a criança compreenda que devemos perdoar as pessoas assim como o Senhor Jesus nos perdoa...

Leitura Bíblica: Gênesis 33.1-11

I. De professor para professor

Prezado professor, neste domingo o objetivo da lição é que a criança compreenda que devemos perdoar as pessoas assim como o Senhor Jesus nos perdoa.

• É importante fazer uma recapitulação da aula anterior. Pergunte qual foi a palavra-chave estudada e qual o versículo aprendido.

• A palavra-chave da aula de hoje é “PERDÃO”. Durante o decorrer da aula diga: “Precisamos perdoar aqueles que nos entristecem.”

II. Saiba Mais

Perdoar é um ato da vontade. A decisão inicial de se perdoar alguém deve ser seguida da caminhada de fé do perdão.

Muitas coisas irão acontecer até que o perdão se processe completamente. Primeiro, nossos sentimentos negativos irão desaparecer. Segundo, parecerá fácil aceitar a pessoa que nos feriu, do jeito que ela é, sem achar que precisa ser mudada. Terceiro, o nosso amoroso interesse pelas carências do outro superará as mágoas pelo que ele nos fez.

Professor, talvez, você precise fazer a seguinte oração:

Senhor, eu perdôo (nome da pessoa). Não posso

fazê-lo por minhas próprias forças, mas faço-o

em nome de Jesus e pelo poder do Espírito Santo.

Tira de meu coração todo sentimento

Negativo por (nome da pessoa) e encha-o com o

Teu interesse e compaixão.

Extraído do livro Em Contato com Deus, Charles Stanley, CPAD.

III. Conversando com a professora

O professor precisa conhecer as peculiaridades da faixa etária com a qual trabalha. Então, vamos observar algumas características sociais da criança do jardim.

CARACTERÍSTICAS ESPIRITUAIS

São sinceras no relacionamento com Deus, que para elas é o Papai do Céu. Amam-no e confiam nEle de todo o coração. Distinguem o certo e o errado. Têm desejo de fazer o que é certo. Sua fé é genuína.

RECOMENDAÇÃO AO PROFESSOR

Ensinar o relacionamento com Deus através da oração. Propiciar oportunidade para louvor e adoração. Salientar as atitudes corretas e enfatizar a aprovação de Deus por elas. Manifestar sentimentos de reconhecimento pelas suas boas ações.

(Extraído do livro Como Tornar o Ensino Eficaz, Antonio Tadeu Alves, CPAD.)

IV. Sugestão

Converse com as crianças fazendo perguntas pertinentes ao tema estudado. Por exemplo: “Se você fizer algo de ruim a alguém, o que deve dizer a essa pessoa?” “Você deve pôr a culpa em outra pessoa?” “Você deve se esconder?” “Ou deve pedir perdão?” “O que você deve fazer da próxima vez que fizer algo ruim?”

Para o enriquecimento da aula, leia a história sobre perdão número 35 do livro “As aventuras dos ursos de Bramlee” editado pela CPAD e relacione a situação vivida pelos ursos com as circunstâncias que os pequeninos vivem.
 
Lição 8 - Deus protege a minha família
I. Leitura Bíblica Gênesis 6.13 — 8.22

II. De professor para professor

Prezado professor, o objetivo da lição deste domingo é fazer com que a criança compreenda que Deus protege as nossas famílias.

• Faça uma recapitulação da aula anterior. Pergunte qual foi a palavra-chave estudada e qual o versículo aprendido.

• A palavra-chave é “FAMÍLIA”. Durante o decorrer da aula diga às crianças: “Papai do céu protege o papai, a mamãe, o irmão, a irmã, e protege você também”.

III. Para refletir

Na Bíblia podemos citar diversos exemplos do cuidado de Deus com as famílias. Um deles, que desejamos partilhar com você, está narrado no livro de Gênesis a partir do capítulo 41 em que José desvenda os sonhos de Faraó e o alerta que após sete anos de fartura, haverá grande fome que consumirá a terra. Diante desta situação, o líder do Egito decide acatar a sugestão de José e o coloca como responsável em comandar todo o povo para estocar alimento nos sete anos de bonança. Quando chegou o período da grande fome, toda a nação egípcia estava salva da terrível fome. Deus, na sua soberania, havia usado José através do dom de interpretação de sonhos para salvar famílias do Egito e de outras nações e nisto também estava incluso a sua própria família, como está relatado em Gênesis 42. Seus irmãos descem ao Egito para comprar alimento. No desenrolar dos acontecimentos sua família vai mais tarde para o Egito. Deus usa as situações mais difíceis para mostrar o quanto Ele zela por aqueles a quem ama.

Não acontece conosco também? Quantas vezes você já ouvi falar na sua igreja, de casos e testemunhos em que famílias não tinham alimento algum em suas dispensas? Que estavam passando por situação de privação de moradia e Deus usou, despertou e compungiu pessoas e enviou-as para ajudar dando-lhes a provisão necessária. Deus faz isto e muito mais.

As famílias estão no coração de Deus. Afinal, foi projeto de Deus a criação da família que se iniciou lá no jardim do Éden com o casal Adão e Eva. Deus cria e também cuida da sua criação. O seu cuidado está além do que pedimos ou imaginamos.

No livro “...e fez Deus a família”, o autor Estevam Ângelo declara que: ”A proteção de Deus impede que a ação do inimigo destrua a vida em família”. Devemos sempre reconhecer as nossas limitações e nos colocarmos na dependência total do Senhor, entendo que Ele é quem resguarda o nosso lar.

IV. Conversando com o professor

Como já é do seu conhecimento, o professor precisa conhecer as peculiaridades da faixa etária com a qual trabalha. Então, vamos continuar observando algumas características da criança do maternal.

CARACTERÍSTICAS SOCIAIS

Período narcisista. A criança é egoísta e o centro de seu próprio mundo (quer tudo para si). Brincam sozinhas ou em grupo de 2 componentes. São afetuosas e carentes de amor. Apresentam sentimentos de raiva e de frustração. Gostam de música e aprendem a imitar.

RECOMENDAÇÃO AO PROFESSOR

Estimula a formação de hábitos, como a oração, obediência e compartilhamento. Ensinar a prática do amor cristão. Demonstrar esse amor nas atitudes, perante as crianças.

(Extraído do livro Como Tornar o Ensino Eficaz, Antonio Tadeu Alves, CPAD)

V. Sugestões

Os cânticos facilitam a aprendizagem e reforçam o ensino da lição. Selecione cânticos que falem sobre Noé e sua família. Cante com sua classe. Sugerimos para a aula de hoje o livro de cânticos “Cantando as histórias da Bíblia com a garotada feliz”, volume 1 editado pela CPAD.