Na tarde dessa quarta feira, o pastor Coriolano, a pedido da diretora da Escola João Godeiro, esteve presente numa mesa redonda sobre as drogas. No evento o pastor trouxe uma palavra a respeito do poder de Deus para libertar os oprimidos do pecado e dos vícios. Também estiveram presentes o Auxiliar Apolinário e o Diácono Claudio que falaram sobre os perigos do uso de drogas e como conviver no meio e se manter puro.
domingo, 30 de outubro de 2011
terça-feira, 25 de outubro de 2011
sábado, 22 de outubro de 2011
terça-feira, 18 de outubro de 2011
domingo, 16 de outubro de 2011
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Lição 03 - Aprendendo com as portas de Jerusálem

Texto Bíblico: Neemias: 3.1,2,3,6,13-15
INTRODUÇÃO
I. A PORTA DO GADO E A PORTA DO PEIXE
II. A PORTA VELHA E A PORTA DO VALE
III. A PORTA DO MONTURO, DA FONTE E DA GUARDA
OS MUROS DE JERUSALÉM
Os muros [de Jerusalém] originalmente incluíam a pequena e prolongada “cidade de Davi” na colina sudeste. Posteriormente, eles foram estendidos para incluir a cidade expandida e a área do Templo. As principais fontes do conhecimento atual dos muros antigos são Neemias e Josefo. No tempo do Senhor Jesus, o muro sul atravessava o vale Tiropeano e abrangia tanto a cidade de Davi quanto a cidade alta, onde agora existe uma igreja. O primeiro muro norte se estendia diretamente para o oeste a partir da área do Templo. O disputado “segundo muro” de Josefo se estendia a partir das redondezas da Porta de Jope ao norte, e então a leste para unir-se à fortaleza de Antônia a norte do Templo. O “terceiro muro”, que começou, de acordo com Josefo, em 42 d.C., está situado sob o muro norte existente, ou pode ser a série de pedras maciças afastadas para o norte do muro atual, entre o consulado americano e Escola Americana de Pesquisa Oriental. Os muros atuais são os de Suleiman, construídos em 1542 d.C. e provalvelmente seguem os muros romanos de Aelia Capitolina.
As portas e as torres do muro da cidade, na época da reedificação, durante o governo de Neemias, são citadas em ordem, começando coma a Porta das Ovelhas, perto da esquina nordeste da área do Templo, e prosseguindo no sentido anti-horário em torno das fortificações (Ne 3). Quer ligadas à inspeção preliminar de Neemias, à noite, ou à dedicação do muro de Jerusalém, a maioria das portas é mencionada novamente (Ne 2.12-15; 12.27-39).
Texto extraído do: “Dicionário Bíblico Wycliffe”, editado pela CPAD.
INTRODUÇÃO
I. A PORTA DO GADO E A PORTA DO PEIXE
II. A PORTA VELHA E A PORTA DO VALE
III. A PORTA DO MONTURO, DA FONTE E DA GUARDA
OS MUROS DE JERUSALÉM
Os muros [de Jerusalém] originalmente incluíam a pequena e prolongada “cidade de Davi” na colina sudeste. Posteriormente, eles foram estendidos para incluir a cidade expandida e a área do Templo. As principais fontes do conhecimento atual dos muros antigos são Neemias e Josefo. No tempo do Senhor Jesus, o muro sul atravessava o vale Tiropeano e abrangia tanto a cidade de Davi quanto a cidade alta, onde agora existe uma igreja. O primeiro muro norte se estendia diretamente para o oeste a partir da área do Templo. O disputado “segundo muro” de Josefo se estendia a partir das redondezas da Porta de Jope ao norte, e então a leste para unir-se à fortaleza de Antônia a norte do Templo. O “terceiro muro”, que começou, de acordo com Josefo, em 42 d.C., está situado sob o muro norte existente, ou pode ser a série de pedras maciças afastadas para o norte do muro atual, entre o consulado americano e Escola Americana de Pesquisa Oriental. Os muros atuais são os de Suleiman, construídos em 1542 d.C. e provalvelmente seguem os muros romanos de Aelia Capitolina.
As portas e as torres do muro da cidade, na época da reedificação, durante o governo de Neemias, são citadas em ordem, começando coma a Porta das Ovelhas, perto da esquina nordeste da área do Templo, e prosseguindo no sentido anti-horário em torno das fortificações (Ne 3). Quer ligadas à inspeção preliminar de Neemias, à noite, ou à dedicação do muro de Jerusalém, a maioria das portas é mencionada novamente (Ne 2.12-15; 12.27-39).
Texto extraído do: “Dicionário Bíblico Wycliffe”, editado pela CPAD.
Lição 03 - Criação e Evolução

Texto Bíblico: Gênesis 1.1-3,20-28
CRIAÇÃO (1-2)
A primeira coisa que chama a atenção do leitor da Bíblia é o laconismo (apenas dois capítulos) com a história da Criação do mundo e da humanidade é contada. A aritmética de Gênesis é impressionante. Somente dois capítulos são dedicados à história da Criação e um à entrada do pecado na raça humana. Por outro lado, treze capítulos são dedicados a Abraão, dez a Jacó e doze a José (que nem era um patriarca, nem um filho por meio do qual as promessas da aliança seriam perpetuadas). Ora, presenciamos o fenômeno de doze capítulos para José e apenas dois para a Criação. Seria possível alguém ser, por assim dizer, seis vezes mais importante que o mundo?
Não obstante, nossa compreensão da Bíblia seria certamente empobrecida – ou melhor, comprometida – sem esses dois primeiros capítulos. Do que eles tratam? Será útil dispormos de um resumo dos conteúdos de 1.1 a 2.3, conforme vemos na figura 1.
Dia
1. Luz
2. Céus
3. Terra, vegetação comestível
4. Luminares (sol, lua, estrelas)
5. Peixes e pássaros
6. Animais terrestre e o homem
7. O Sábado
É óbvio que os primeiros seis dias se dividem em dois grupos de três. Cada dia da segunda coluna é uma extensão da contraparte presente na primeira coluna. Os dias da primeira coluna dizem respeito à criação (ou preparação) do ambiente ou habitat. Os dias da segunda coluna referem-se à criação de seres extraordinários que habitam aquele ambiente. Assim, no primeiro dia, Deus criou a luz em geral e tudo o que a produz; no quarto dia, aparecem tipos específicos de luz. No segundo dia, Deus fez o firmamento, separando as águas de cima das águas de baixo; no quinto dia, Deus fez criaturas que habitassem o céu e a água. No terceiro dia, Deus criou primeiro a terra e, então, a vegetação; no sexto dia, as criaturas da terra, e depois, a humanidade. O clímax da criação é o sétimo dia, o dia de descanso de Deus. Aos primeiros dias Ele chamou bons. Apenas o sétimo, Ele “santificou” [...].
Além dessa organização horizontal, pode-se observar um padrão literário básico ao longo de Gênesis 1. Tomando emprestadas as expressões de Claus Westermann, observamos o seguinte padrão:
1. Anúncio: “e Deus disse”.
2. Comando: “Haja/Ajuntem-se/Produza”.
3. Relato: “e assim foi”.
4. Avaliação: “E viu Deus que era bom”.
5. Estrutura temporal: “E foi a tarde e a manhã”.
Uma estrutura alternativa seria:
1. Introdução: “e Deus disse”.
2. Palavra criadora: “Haja”.
3. Cumprimento da palavra: “E houve/e assim foi”.
4. Descrição do ato em questão: “e fez Deus separação/E fez Deus/E Deus os pôs/E Deus criou”.
5. Designação ou bênção: “E chamou Deus/E Deus os abençoou”.
6. O elogio divino: “E viu Deus que era bom”.
7. Expressão de encerramento: “e foi a tarde e a manhã”.
Texto extraído da obra: “Manual do Pentateuco”, editada pela CPAD.
CRIAÇÃO (1-2)
A primeira coisa que chama a atenção do leitor da Bíblia é o laconismo (apenas dois capítulos) com a história da Criação do mundo e da humanidade é contada. A aritmética de Gênesis é impressionante. Somente dois capítulos são dedicados à história da Criação e um à entrada do pecado na raça humana. Por outro lado, treze capítulos são dedicados a Abraão, dez a Jacó e doze a José (que nem era um patriarca, nem um filho por meio do qual as promessas da aliança seriam perpetuadas). Ora, presenciamos o fenômeno de doze capítulos para José e apenas dois para a Criação. Seria possível alguém ser, por assim dizer, seis vezes mais importante que o mundo?
Não obstante, nossa compreensão da Bíblia seria certamente empobrecida – ou melhor, comprometida – sem esses dois primeiros capítulos. Do que eles tratam? Será útil dispormos de um resumo dos conteúdos de 1.1 a 2.3, conforme vemos na figura 1.
Dia
1. Luz
2. Céus
3. Terra, vegetação comestível
4. Luminares (sol, lua, estrelas)
5. Peixes e pássaros
6. Animais terrestre e o homem
7. O Sábado
É óbvio que os primeiros seis dias se dividem em dois grupos de três. Cada dia da segunda coluna é uma extensão da contraparte presente na primeira coluna. Os dias da primeira coluna dizem respeito à criação (ou preparação) do ambiente ou habitat. Os dias da segunda coluna referem-se à criação de seres extraordinários que habitam aquele ambiente. Assim, no primeiro dia, Deus criou a luz em geral e tudo o que a produz; no quarto dia, aparecem tipos específicos de luz. No segundo dia, Deus fez o firmamento, separando as águas de cima das águas de baixo; no quinto dia, Deus fez criaturas que habitassem o céu e a água. No terceiro dia, Deus criou primeiro a terra e, então, a vegetação; no sexto dia, as criaturas da terra, e depois, a humanidade. O clímax da criação é o sétimo dia, o dia de descanso de Deus. Aos primeiros dias Ele chamou bons. Apenas o sétimo, Ele “santificou” [...].
Além dessa organização horizontal, pode-se observar um padrão literário básico ao longo de Gênesis 1. Tomando emprestadas as expressões de Claus Westermann, observamos o seguinte padrão:
1. Anúncio: “e Deus disse”.
2. Comando: “Haja/Ajuntem-se/Produza”.
3. Relato: “e assim foi”.
4. Avaliação: “E viu Deus que era bom”.
5. Estrutura temporal: “E foi a tarde e a manhã”.
Uma estrutura alternativa seria:
1. Introdução: “e Deus disse”.
2. Palavra criadora: “Haja”.
3. Cumprimento da palavra: “E houve/e assim foi”.
4. Descrição do ato em questão: “e fez Deus separação/E fez Deus/E Deus os pôs/E Deus criou”.
5. Designação ou bênção: “E chamou Deus/E Deus os abençoou”.
6. O elogio divino: “E viu Deus que era bom”.
7. Expressão de encerramento: “e foi a tarde e a manhã”.
Texto extraído da obra: “Manual do Pentateuco”, editada pela CPAD.
Lição 03 - Conheça o treinador da equipe de Cristo

Texto Bíblico: João 14.16,17,26
O Espírito Santo
O Espírito Santo não é simplesmente uma influencia benéfica ou um poder impessoal. É uma pessoa, assim como Deus e Jesus o são.
As obras do Espírito Santo provam a sua divindade, assim como as obras que Jesus realizou como homem, comprovam que Ele é o Filho de Deus (Jo 5.36; 10.25,38; 14.11). O Espírito Santo sempre opera em conjunto com a Trindade, pois é o ativador de todas as coisas.
Toda a Trindade operou e opera na salvação do homem. Deus Pai deu seu Filho Unigênito (Jo 3.16), e “estava em Cristo, reconciliando o mundo consigo” (2 Co 5.19). O Filho deu-se a si em sacrifício (Ef 5.2), sendo a causa eterna salvação (Hb 5.9). O Espírito Santo aplica essa salvação na vida dos homens. Jesus disse: “Há de receber do que é meu e vo-lo há de anunciar” (Jo 16.15). Assim, o Espírito Santo opera no sentido de que, por meio da salvação, haja uma total restauração de todo o estrago que o pecado causou na vida do homem, seja no seu espírito, na sua alma ou no seu corpo.
O Espírito Santo chama o pecador (Ap 22.1) despertando o seu espírito (Ed 1.1), dando-lhe a certeza da salvação (Rm 8.16), a qual faz com que ele agora clame “Aba, Pai” (Rm 8.15; Gl 4.6). O espírito do homem, agora iluminado, pode ver a glória de Deus (2 Co 4.6; Mt 5.8) e experimentar a santificação ( 2 Co 3.18).
O Espírito Santo
O Espírito Santo não é simplesmente uma influencia benéfica ou um poder impessoal. É uma pessoa, assim como Deus e Jesus o são.
As obras do Espírito Santo provam a sua divindade, assim como as obras que Jesus realizou como homem, comprovam que Ele é o Filho de Deus (Jo 5.36; 10.25,38; 14.11). O Espírito Santo sempre opera em conjunto com a Trindade, pois é o ativador de todas as coisas.
Toda a Trindade operou e opera na salvação do homem. Deus Pai deu seu Filho Unigênito (Jo 3.16), e “estava em Cristo, reconciliando o mundo consigo” (2 Co 5.19). O Filho deu-se a si em sacrifício (Ef 5.2), sendo a causa eterna salvação (Hb 5.9). O Espírito Santo aplica essa salvação na vida dos homens. Jesus disse: “Há de receber do que é meu e vo-lo há de anunciar” (Jo 16.15). Assim, o Espírito Santo opera no sentido de que, por meio da salvação, haja uma total restauração de todo o estrago que o pecado causou na vida do homem, seja no seu espírito, na sua alma ou no seu corpo.
O Espírito Santo chama o pecador (Ap 22.1) despertando o seu espírito (Ed 1.1), dando-lhe a certeza da salvação (Rm 8.16), a qual faz com que ele agora clame “Aba, Pai” (Rm 8.15; Gl 4.6). O espírito do homem, agora iluminado, pode ver a glória de Deus (2 Co 4.6; Mt 5.8) e experimentar a santificação ( 2 Co 3.18).
Lição 03 - Perdão sem limites

Texto Bíblico: 2 Reis 5.1-3,9,10,14
A vida pode dar voltas inesperadas e dolorosas. Uma garotinha de Israel descobriu-se um prêmio de guerra. Ela tornou-se uma escrava, propriedade da família de Naamã. Mas ainda que a história se desenrole de forma contrária ao que poderíamos esperar, e ao invés de autopiedade, encontramo-la compadecendo-se de seu mestre; ao invés de desejar o mal àqueles que a tinham capturado, ela espera o seu bem-estar. Ela não estava arrasada por sua desventura e ergueu-se acima de tudo isso.
Naamã, o mestre dessa garotinha, era um comandante sírio bem-sucedido. Mas também era leproso. Em Israel, uma pessoa com lepra era excluída. Os sofredores eram forçados a anunciar sua imundície a todos que estivessem próximos.
Com uma fé simples, a garotinha sugeriu à esposa de Naamã que ele fosse ver o profeta de Deus em Samaria pois tinha certeza que Eliseu seria capaz de realizar a sua cura. Deve ter havido uma nota de convicção em sua sugestão, porque Naamã a levou a sério. Finalmente ele foi curado por Deus. Essa garotinha deu um exemplo de fé e perdão.
Texto adaptado do livro: 365 Lições de Vida Extraídas de Personagens da Bíblia
A vida pode dar voltas inesperadas e dolorosas. Uma garotinha de Israel descobriu-se um prêmio de guerra. Ela tornou-se uma escrava, propriedade da família de Naamã. Mas ainda que a história se desenrole de forma contrária ao que poderíamos esperar, e ao invés de autopiedade, encontramo-la compadecendo-se de seu mestre; ao invés de desejar o mal àqueles que a tinham capturado, ela espera o seu bem-estar. Ela não estava arrasada por sua desventura e ergueu-se acima de tudo isso.
Naamã, o mestre dessa garotinha, era um comandante sírio bem-sucedido. Mas também era leproso. Em Israel, uma pessoa com lepra era excluída. Os sofredores eram forçados a anunciar sua imundície a todos que estivessem próximos.
Com uma fé simples, a garotinha sugeriu à esposa de Naamã que ele fosse ver o profeta de Deus em Samaria pois tinha certeza que Eliseu seria capaz de realizar a sua cura. Deve ter havido uma nota de convicção em sua sugestão, porque Naamã a levou a sério. Finalmente ele foi curado por Deus. Essa garotinha deu um exemplo de fé e perdão.
Texto adaptado do livro: 365 Lições de Vida Extraídas de Personagens da Bíblia
Lição 03 - Elias, o Profeta do fogo

Leitura Bíblica: 1 Rs 18.1-45
“Os milagres maravilhosos que Deus realizou através de Elias podem nos deixar estupefatos, mas nós faríamos bem em focalizar sobre o relacionamento que Ele e Deus compartilhavam. Tudo que aconteceu na vida de Elias começou com o mesmo milagre que está disponível para nós – foi convidado a conhecer a Deus. De que outra maneira ele poderia se colocar numa postura de vida que ameaçava os profetas de Baal se não tivesse descoberto que Deus é confiável? Como poderia ser mensageiro de Deus sem gastar tempo ouvindo de Deus a mensagem?
Realizar milagres maravilhosos para Deus é admirável, mas devíamos nos concentrar muito mais em desenvolver um relacionamento com Ele. O tempo que dedicamos a Deus é muito mais precioso do que as coisas que fazemos para Ele. O verdadeiro milagre na vida de Elias foi exatamente seu relacionamento pessoal com Deus. E o milagre está disponível a nós. Deus nos convida a conhecê-lo antes de qualquer outra coisa”.
Texto extraído do livro: 365 Lições Extraídas de Personagens da Bíblia, CPAD.
Professor, explique aos alunos que o Deus que Elias servia é o mesmo Deus que nós servimos. Desperte nas crianças o desejo de buscar uma vida íntima com Deus.
Boa ideia!
Material necessário: Cartolina branca, tesoura, caneta hidrográfica e lápis de cor cinza.
Procedimento:
1. Desenhe na cartolina um altar e escreva o versículo do dia.
2. Recorte o altar em vários pedaços formando um quebra-cabeça.
3. Entregue-o às crianças e peça para montá-lo. Depois de montado elas devem ler juntos o versículo.
“Os milagres maravilhosos que Deus realizou através de Elias podem nos deixar estupefatos, mas nós faríamos bem em focalizar sobre o relacionamento que Ele e Deus compartilhavam. Tudo que aconteceu na vida de Elias começou com o mesmo milagre que está disponível para nós – foi convidado a conhecer a Deus. De que outra maneira ele poderia se colocar numa postura de vida que ameaçava os profetas de Baal se não tivesse descoberto que Deus é confiável? Como poderia ser mensageiro de Deus sem gastar tempo ouvindo de Deus a mensagem?
Realizar milagres maravilhosos para Deus é admirável, mas devíamos nos concentrar muito mais em desenvolver um relacionamento com Ele. O tempo que dedicamos a Deus é muito mais precioso do que as coisas que fazemos para Ele. O verdadeiro milagre na vida de Elias foi exatamente seu relacionamento pessoal com Deus. E o milagre está disponível a nós. Deus nos convida a conhecê-lo antes de qualquer outra coisa”.
Texto extraído do livro: 365 Lições Extraídas de Personagens da Bíblia, CPAD.
Professor, explique aos alunos que o Deus que Elias servia é o mesmo Deus que nós servimos. Desperte nas crianças o desejo de buscar uma vida íntima com Deus.
Boa ideia!
Material necessário: Cartolina branca, tesoura, caneta hidrográfica e lápis de cor cinza.
Procedimento:
1. Desenhe na cartolina um altar e escreva o versículo do dia.
2. Recorte o altar em vários pedaços formando um quebra-cabeça.
3. Entregue-o às crianças e peça para montá-lo. Depois de montado elas devem ler juntos o versículo.
Lição 03 - Um segredo mal guardado

Texto Bíblico: Juízes 13-16
Você já teve aqueles dias em que se perguntou por que estava lecionando? Já dedicou todo o seu coração aos seus alunos e se perguntou se isso valia a pena? Você é apenas humano. Por investir tanto tempo nos seus alunos, pode parecer uma derrota pessoal quando eles reclamam, não reagem ou têm um mau comportamento constante. Você é um vaso que Deus usa como Ele quiser. Siga a orientação do Espírito Santo. E não desista de lecionar. Permaneça se dedicando a sua classe e à obra de Deus. Sansão foi separado para Deus, e deveria se dedicar ao Senhor, mas ele escolheu desobedecer, e isso acarretou em desgraças para sua vida. Não faça como Sansão. Não desista!
Texto adaptado do Livro: Graça Diária para Professores, CPAD
Boa ideia!
Você vai precisar dos seguintes materiais: Tubo de papel higiênico, lã, cola branca e cola colorida, para confeccionar um boneco que lembre Sansão.
Primeiro passo - Oriente as crianças a fazerem os olhinhos, a boca e o nariz no tubo de papel, utilizando a cola colorida.
Segundo passo – Com auxílio da tesoura corte vários fios de lã.
Terceiro passo – Peça para as crianças passarem cola na parte de cima do tubo e colarem a lã fazendo uma cabeleira.
Professor relembre às crianças que devemos sempre obedecer a Deus e fugir do pecado e da imoralidade.
Você já teve aqueles dias em que se perguntou por que estava lecionando? Já dedicou todo o seu coração aos seus alunos e se perguntou se isso valia a pena? Você é apenas humano. Por investir tanto tempo nos seus alunos, pode parecer uma derrota pessoal quando eles reclamam, não reagem ou têm um mau comportamento constante. Você é um vaso que Deus usa como Ele quiser. Siga a orientação do Espírito Santo. E não desista de lecionar. Permaneça se dedicando a sua classe e à obra de Deus. Sansão foi separado para Deus, e deveria se dedicar ao Senhor, mas ele escolheu desobedecer, e isso acarretou em desgraças para sua vida. Não faça como Sansão. Não desista!
Texto adaptado do Livro: Graça Diária para Professores, CPAD
Boa ideia!
Você vai precisar dos seguintes materiais: Tubo de papel higiênico, lã, cola branca e cola colorida, para confeccionar um boneco que lembre Sansão.
Primeiro passo - Oriente as crianças a fazerem os olhinhos, a boca e o nariz no tubo de papel, utilizando a cola colorida.
Segundo passo – Com auxílio da tesoura corte vários fios de lã.
Terceiro passo – Peça para as crianças passarem cola na parte de cima do tubo e colarem a lã fazendo uma cabeleira.
Professor relembre às crianças que devemos sempre obedecer a Deus e fugir do pecado e da imoralidade.
Lição 03 - A água que virou vinho

Texto Bíblico: João 2.1-11
I De professor para professor
Prezado professor, neste domingo o objetivo da lição é que a criança aprenda que Jesus realiza milagres.
• A palavra-chave deste domingo é “Confiar”. No decorrer da aula diga: “Devemos confiar em Jesus”.
• Ensine aos pequenos a confiarem em Jesus.
II Saiba Mais
Os professores precisam se colocar no lugar dos seus alunos e tentar sentir o que eles sentem, pensar como eles pensam e vivenciar o que eles vivenciam. Deixar de lado o fato de já conhecerem a lição, sempre lembrando de que os alunos não conhecem. Não podem permanecer em seu próprio mundo, tentando lhes falar através de um grande abismo, como se eles estivessem distantes. Tentem tocar o mundo em que eles vivem. O processo de ensino se tornará uma grande aventura.
Texto adaptado do livro: Educação que é Cristã, CPAD.
III Conversando com o professor
“Um exemplo de fé foi achado na parede de um campo de concentração. Nela, um prisioneiro havia entalhado as seguintes palavras:
Acredito no sol, mesmo se ele não brilhar.
Acredito no amor, mesmo quando ele não é demonstrado.
Acredito em Deus, mesmo quando Ele não fala.
Tento imaginar a pessoa que gravou ali estas palavras. Tento visualizar sua mão esquálida segurando o caco de vidro ou de pedra que riscou a parede. Tento imaginar seus olhos apertados, numa tentativa de enxergar através da escuridão, enquanto ela entalhava cada letra. Que mão poderia ter talhado tal convicção? Que olhos poderiam ter visto o bem em meio a tal horror?
Existe apenas uma resposta: Olhos que escolheram ver o invisível”.
Caro professor enxergue a mão do Senhor estendida sobre a sua vida e de seus alunos.
Creia, confie e acredite nEle.
Texto Adaptado do livro: Graça para o Momento, CPAD.
IV Sugestão
Você vai precisar de uma jarra de suco transparente, suco em pó de uva, água, copos descartáveis e açúcar.
Apresente a jarra com água para as crianças e pergunte que líquido é esse. Comente que Jesus, utilizou uma água igual a que está na jarra para transformar em vinho. Coloque o pó dentro da jarra e mexa. Peça para as crianças comentarem como ficou a água.
Explique que você colocou suco em pó, mas Jesus não, Ele apenas deu ordem e a água se transformou em vinho.
A nossa água virou suco de uva. Adoce o suco e ofereça as crianças.
I De professor para professor
Prezado professor, neste domingo o objetivo da lição é que a criança aprenda que Jesus realiza milagres.
• A palavra-chave deste domingo é “Confiar”. No decorrer da aula diga: “Devemos confiar em Jesus”.
• Ensine aos pequenos a confiarem em Jesus.
II Saiba Mais
Os professores precisam se colocar no lugar dos seus alunos e tentar sentir o que eles sentem, pensar como eles pensam e vivenciar o que eles vivenciam. Deixar de lado o fato de já conhecerem a lição, sempre lembrando de que os alunos não conhecem. Não podem permanecer em seu próprio mundo, tentando lhes falar através de um grande abismo, como se eles estivessem distantes. Tentem tocar o mundo em que eles vivem. O processo de ensino se tornará uma grande aventura.
Texto adaptado do livro: Educação que é Cristã, CPAD.
III Conversando com o professor
“Um exemplo de fé foi achado na parede de um campo de concentração. Nela, um prisioneiro havia entalhado as seguintes palavras:
Acredito no sol, mesmo se ele não brilhar.
Acredito no amor, mesmo quando ele não é demonstrado.
Acredito em Deus, mesmo quando Ele não fala.
Tento imaginar a pessoa que gravou ali estas palavras. Tento visualizar sua mão esquálida segurando o caco de vidro ou de pedra que riscou a parede. Tento imaginar seus olhos apertados, numa tentativa de enxergar através da escuridão, enquanto ela entalhava cada letra. Que mão poderia ter talhado tal convicção? Que olhos poderiam ter visto o bem em meio a tal horror?
Existe apenas uma resposta: Olhos que escolheram ver o invisível”.
Caro professor enxergue a mão do Senhor estendida sobre a sua vida e de seus alunos.
Creia, confie e acredite nEle.
Texto Adaptado do livro: Graça para o Momento, CPAD.
IV Sugestão
Você vai precisar de uma jarra de suco transparente, suco em pó de uva, água, copos descartáveis e açúcar.
Apresente a jarra com água para as crianças e pergunte que líquido é esse. Comente que Jesus, utilizou uma água igual a que está na jarra para transformar em vinho. Coloque o pó dentro da jarra e mexa. Peça para as crianças comentarem como ficou a água.
Explique que você colocou suco em pó, mas Jesus não, Ele apenas deu ordem e a água se transformou em vinho.
A nossa água virou suco de uva. Adoce o suco e ofereça as crianças.
Lição 03 - Eu amo a Vovó

Texto Bíblico: 2ª Tm 1.1-5; 3.14-17
I - De professor para professor
• Prezado professor, neste domingo as crianças aprenderão que devem amar a vovó.
• Recapitule a lição anterior. Pergunte o que elas aprenderam.
• A palavra-chave que trabalharemos neste domingo é “Vovó”. No decorrer da aula, repita a frase: “Eu amo a vovó”.
II – Para refletir
Faça bem feito. Copie do modelo que Deus lhe pôs no coração. Pinte com amor. Recorte sem preguiça. Estude com boa vontade. Memorize com afinco. Treine com empenho. Prepare-se com disciplina. Ore com sacrifício. Jejue com renúncia. Ensine com humildade. Elogie com sinceridade. Corrija com o coração. Faça com força e a sabedoria que vem do Dono da obra. E um dia você o ouvirá dizer: “Bem está, servo bom e fiel, sobre o pouco foste fiel, sobre o muito te colocarei; entra no gozo do teu Senhor”, (Mt 25.21)
III – Regras prática para professores
No método audiovisual, a mensagem que se quer transmitir é ouvida e vista, combinando assim os poderosos canais de comunicação na aprendizagem. Ela atrai e domina a atenção, aumentando, portanto a retenção. Os psicólogos ensinam que as impressões que entram pelos olhos são as mais permanentes.
Texto extraído do livro: Manual da Escola Dominical.
IV – Sugestão
Você vai precisar de cartolina vermelha, cola colorida com glitter e palitos de picolé.
Recorte dois corações de cartolina e cole o palito de picolé entre eles.
Pergunte às crianças o nome das avós e escreva a frase: Eu amo a vovó (nome da avó). Um nome de cada lado.
Depois os ajude a passar a cola colorida com glitter no nome das avós.
I - De professor para professor
• Prezado professor, neste domingo as crianças aprenderão que devem amar a vovó.
• Recapitule a lição anterior. Pergunte o que elas aprenderam.
• A palavra-chave que trabalharemos neste domingo é “Vovó”. No decorrer da aula, repita a frase: “Eu amo a vovó”.
II – Para refletir
Faça bem feito. Copie do modelo que Deus lhe pôs no coração. Pinte com amor. Recorte sem preguiça. Estude com boa vontade. Memorize com afinco. Treine com empenho. Prepare-se com disciplina. Ore com sacrifício. Jejue com renúncia. Ensine com humildade. Elogie com sinceridade. Corrija com o coração. Faça com força e a sabedoria que vem do Dono da obra. E um dia você o ouvirá dizer: “Bem está, servo bom e fiel, sobre o pouco foste fiel, sobre o muito te colocarei; entra no gozo do teu Senhor”, (Mt 25.21)
III – Regras prática para professores
No método audiovisual, a mensagem que se quer transmitir é ouvida e vista, combinando assim os poderosos canais de comunicação na aprendizagem. Ela atrai e domina a atenção, aumentando, portanto a retenção. Os psicólogos ensinam que as impressões que entram pelos olhos são as mais permanentes.
Texto extraído do livro: Manual da Escola Dominical.
IV – Sugestão
Você vai precisar de cartolina vermelha, cola colorida com glitter e palitos de picolé.
Recorte dois corações de cartolina e cole o palito de picolé entre eles.
Pergunte às crianças o nome das avós e escreva a frase: Eu amo a vovó (nome da avó). Um nome de cada lado.
Depois os ajude a passar a cola colorida com glitter no nome das avós.
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
Culto Infantil
Vejam as imagens do grande culto infantil realizado pela igreja na noite dessa quarta feira. A Equipe de professoras vinda da cidade de Upanema deram um show na organização do evento e o Departamento Infantil de nossa igreja está de parabéns pelo belíssimo trabalho que, sem dúvida ficara na história e na memoria das crianças de nossa cidade.
Mesa das lembrancinhas...
Ornamentação da igreja...
Realização do culto pelas professoras convidadas...
Breve, vídeos do evento!
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ESCOLA DOMINICAL,
INFORMATIVO
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
Treinamento para os professores do Departamento Infantil
Nessa tarde está sendo realizado um treinamento com os professores do Departamento Infantil da Escola Bíblica Dominical. Quem está ministrando é uma equipe vinda da cidade de Upanema - RN. Confira algumas imagens desse estudo, lembrando que logo mais, as 19:00hs haverá um grande culto dedicado ao público infantil.
sábado, 8 de outubro de 2011
Lição 02 - Liderança em tempos de crise

Texto Bíblico: Neemias: 2.11-18
INTRODUÇÃO
I. AS CARACTERÍSTICAS DO LÍDER NEEMIAS
II. ASPECTOS DA LIDERANÇA DE NEEMIAS
III. É HORA DE RECONSTRUIR
CONHEÇA NEEMIAS
Por J. I. Packer
“Eu gosto dele. Ele era um homem de construção”, confidenciou-me o velho construtor texano. Alegrei-me ao ouvi-lo porque, francamente, também gosto de Neemias. Espero que, quando chegar ao céu, possa reconhecê-lo e confessar-lhe isso. O que desejo que ele saiba é que, durante o meio século em que tenho servido a Cristo, ele me tem ajudado muito, talvez mais que qualquer outro personagem bíblico, que não o próprio Senhor Jesus. Quando, aos dezenove anos, comecei a imaginar se Deus me quereria no ministério, foi a experiência de Neemias que me mostrou como se dá a orientação vocacional, e pôs-me no caminho. Quando me encarreguei de um centro de estudo comprometido a neutralizar a teologia liberal, foi Neemias quem me forneceu as ideias de que eu necessitava para comandar um empreendimento de Deus e lidar com a oposição fortificada.
Quando, depois disso, tornei-me o diretor de uma faculdade teológica, que se achava em apuros financeiros, novamente foi o exemplo de liderança de Neemias que me ensinou como fazer o meu trabalho. Uma vez que podemos falar daquilo que vimos, quando sou convidado a palestrar sobre vocação e/ou liderança, frequentemente levo os meus ouvintes a uma viagem pela história de Neemias. É natural que nos afeiçoemos a alguém a quem tanto devemos, sinto-me profundamente endividado com Neemias. Ninguém deve admirar-se, então, de que eu o considere agora um amigo particular. Tampouco sou eu o único a considerá-lo como tal. Um livro publicado em 1986 começa assim:
Os detalhes de meu primeiro encontro com ele acham-se nublados em minha mente. Deus enviou-o a mim em meus primeiros anos na universidade, a fim de ajudar-me a superar alguns desafios formidáveis. Desde então, ele tem sido uma companhia sempre presente...
Neemias pôs todo o seu ser em seu diário, que foi incorporado ao livro que agora chamamos pelo seu nome. Lendo-o, posso sentir-lhe as batidas do coração, o tremor dos dedos e a aflição de seus gemidos... Que sabedoria a dele! E como ele incutiu em mim as lições básicas de liderança! Não esqueci nenhuma delas, e tenho volvido a ele de tempos em tempos, em busca de reafirmação.
Como estudante de medicina, eu necessitava dele de modo especial. Ele era um líder. E... bem, quer eu o desejasse quer não, tornei-me, em um tempo relativamente curto, o presidente nacional da Bristish Inter-Varsity... Durante esse período, Neemias confortou-me e instruiu-me... Eu escolhi explanar o livro de Neemias na primeira Latin American Fellowship of Evangelical Students... Neemias tornou-se uma espécie de patrono do novo movimento – ou ao menos uma luz orientadora aos jovens alunos de liderança, que enfrentavam a impressionante tarefa de evangelizar um continente...
À medida que as responsabilidades se sucediam, continuei fascinado e instruído pela vida e pelas palavras desse homem de ação. E conforme eu envelhecia, mais dele eu respigava. Era o homem, não o livro, que me prendia... Ele tornou-se o meu modelo de liderança.
Quando li pela primeira vez essas palavras de John White, ri sonoramente, daquele jeito que às vezes não podemos evitar, face às coisas deleitáveis que Deus faz. John White e eu somos quase contemporâneos e temos muita coisa em comum: uma formação Bristish Inter-Varsity; genes britânicos unidos pela cidadania canadense; uma teologia evangélica, uma compulsão pastoral e uma vocação literária; e um lar na Lower Mainland of Bristish Columbia. Não obstante, até 1986, eu não sabia que partilhávamos um relacionamento paralelo a Neemias. Contudo, os parágrafos citados contêm palavras que parecem extraídas do meu coração. Fico imaginando quantos mais têm sido mentoreados por Neemias.
Texto extraído da obra: “Neemias: Paixão Pela Fidelidade”, editada pela CPAD.
INTRODUÇÃO
I. AS CARACTERÍSTICAS DO LÍDER NEEMIAS
II. ASPECTOS DA LIDERANÇA DE NEEMIAS
III. É HORA DE RECONSTRUIR
CONHEÇA NEEMIAS
Por J. I. Packer
“Eu gosto dele. Ele era um homem de construção”, confidenciou-me o velho construtor texano. Alegrei-me ao ouvi-lo porque, francamente, também gosto de Neemias. Espero que, quando chegar ao céu, possa reconhecê-lo e confessar-lhe isso. O que desejo que ele saiba é que, durante o meio século em que tenho servido a Cristo, ele me tem ajudado muito, talvez mais que qualquer outro personagem bíblico, que não o próprio Senhor Jesus. Quando, aos dezenove anos, comecei a imaginar se Deus me quereria no ministério, foi a experiência de Neemias que me mostrou como se dá a orientação vocacional, e pôs-me no caminho. Quando me encarreguei de um centro de estudo comprometido a neutralizar a teologia liberal, foi Neemias quem me forneceu as ideias de que eu necessitava para comandar um empreendimento de Deus e lidar com a oposição fortificada.
Quando, depois disso, tornei-me o diretor de uma faculdade teológica, que se achava em apuros financeiros, novamente foi o exemplo de liderança de Neemias que me ensinou como fazer o meu trabalho. Uma vez que podemos falar daquilo que vimos, quando sou convidado a palestrar sobre vocação e/ou liderança, frequentemente levo os meus ouvintes a uma viagem pela história de Neemias. É natural que nos afeiçoemos a alguém a quem tanto devemos, sinto-me profundamente endividado com Neemias. Ninguém deve admirar-se, então, de que eu o considere agora um amigo particular. Tampouco sou eu o único a considerá-lo como tal. Um livro publicado em 1986 começa assim:
Os detalhes de meu primeiro encontro com ele acham-se nublados em minha mente. Deus enviou-o a mim em meus primeiros anos na universidade, a fim de ajudar-me a superar alguns desafios formidáveis. Desde então, ele tem sido uma companhia sempre presente...
Neemias pôs todo o seu ser em seu diário, que foi incorporado ao livro que agora chamamos pelo seu nome. Lendo-o, posso sentir-lhe as batidas do coração, o tremor dos dedos e a aflição de seus gemidos... Que sabedoria a dele! E como ele incutiu em mim as lições básicas de liderança! Não esqueci nenhuma delas, e tenho volvido a ele de tempos em tempos, em busca de reafirmação.
Como estudante de medicina, eu necessitava dele de modo especial. Ele era um líder. E... bem, quer eu o desejasse quer não, tornei-me, em um tempo relativamente curto, o presidente nacional da Bristish Inter-Varsity... Durante esse período, Neemias confortou-me e instruiu-me... Eu escolhi explanar o livro de Neemias na primeira Latin American Fellowship of Evangelical Students... Neemias tornou-se uma espécie de patrono do novo movimento – ou ao menos uma luz orientadora aos jovens alunos de liderança, que enfrentavam a impressionante tarefa de evangelizar um continente...
À medida que as responsabilidades se sucediam, continuei fascinado e instruído pela vida e pelas palavras desse homem de ação. E conforme eu envelhecia, mais dele eu respigava. Era o homem, não o livro, que me prendia... Ele tornou-se o meu modelo de liderança.
Quando li pela primeira vez essas palavras de John White, ri sonoramente, daquele jeito que às vezes não podemos evitar, face às coisas deleitáveis que Deus faz. John White e eu somos quase contemporâneos e temos muita coisa em comum: uma formação Bristish Inter-Varsity; genes britânicos unidos pela cidadania canadense; uma teologia evangélica, uma compulsão pastoral e uma vocação literária; e um lar na Lower Mainland of Bristish Columbia. Não obstante, até 1986, eu não sabia que partilhávamos um relacionamento paralelo a Neemias. Contudo, os parágrafos citados contêm palavras que parecem extraídas do meu coração. Fico imaginando quantos mais têm sido mentoreados por Neemias.
Texto extraído da obra: “Neemias: Paixão Pela Fidelidade”, editada pela CPAD.
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