terça-feira, 30 de novembro de 2010

Especial "XV Congreço de Mocidade" Pregadora Isabel Falcão

A pregadora Isabel Falcão estará aqui na nossa cidade para ministrar a palavra no sábado e no domingo.
Conheça um pouco de sua história e de seu ministério!

Biografia da Missª Izabel Cristina Falcão.



Missionária Izabel Cristina Falcão.

Nascida na cidade do sol Natal/RN em 7 de Setembro de 1966 e criada emBelo Horizonte/MG.

Filha de Raimundo Joaquim(In Memória) e Gercina Martins. Casada com o Presbítero Diógenes Araújo Falcão

e membros da Igreja Evangélica Assembléia de Deus em JõaoPessoa/PB, e Pastor Presidente José Carlos de Lima.

Aceitou a Jesus aos 14 anos de idade e congregava na Assembléia de Deus em Belo-Horizonte cujo Pastor Presidente era Anselmo Silvestre.

Foi corretora de imóveis na cidade Mineira por alguna anos e devido a sua chamada missionária, Deus fechou as portas sécular em sua vida e aos 25 anos de idade passou a trabalhar integralmente na obra do Senhor iniciando assim, o seu chamado nas cidades de Alvinopólis, Paula Cândido e Viçosa/MG, anunciando e pregando a palavra. Com a permissão de Deus as portas da nação brasileira foram abertas para que pudesse levar o evangelho que tem poder para transformar, salvar e enaltecer o reino do todo poderoso que não é de comida enem de bebida, mas de paz, justiça e alegria no mover do Espírito Santode Deus. Em 1997 chega a Natal-RN para mais uma obra designada por Deus, de anunciar as boas novas do reino celestial e Deus têm honrado e abençoado o seu ministério de pregação. Missionária ao longo de 20 anos e há 12 no Nordeste ministrando em Conferências Missionárias, Congresso de Adolescentes, jovense Senhoras, Seminários e Cruzadas Evangelísticas. Conheça um pouco mais sobre a vida e história da Missionária em seu DVD detestemunho de vida, Minha Vida, Minha História...Conheça também outros trabalhos dessa Missionária, que podem ser adquiridos em CD ou DVD.

Saiba da grandeza de Deus em sua vida, mesmo sabendo que o melhorde DEUS para a sua vida ainda estar por vim...

Eu de muito boa vontade gastarei, e me deixarei gastar pelas vossasalmas, ainda que, amando-vos cada vez mais,seja menos amado.
2 Coríntios 12:15
 
 














segunda-feira, 29 de novembro de 2010

XV CONGRESSO DE MOCIDADE

Amanda Melo

A cantora Amanda Melo estará na abertura do congresso, na sexta feira.
Ela reside em Parnamirim e já está lançando mais um CD para a glória do nosso Deus.
Confira um de seus clips!



sábado, 27 de novembro de 2010

LIÇÃO

Lição 09 - A oração e a vontade de Deus

Elementos de uma oração eficaz

LEITURA EM CLASSE

João 14.13-17; 15.7; 1 João 5.14,15

INTRODUÇÃO

I. A ORAÇÃO E A VONTADE DE DEUS

II. ORAÇÕES NÃO RESPONDIDAS POR DEUS

III. ORAÇÕES ATENDIDAS POR DEUS

CONCLUSÃO

Orações não respondidas é, de fato, uma frustração para o crente. Como entender o que faz que uma oração não seja respondida?

O apóstolo João descreve que a resposta à oração está ligada ao relacionamento da “confiança que temos para com ele [Deus]” com a vontade soberana dEle: “E esta é a confiança que temos nele: que se pedirmos alguma coisa, segundo a sua vontade, ele nos ouve” (1 Jo 5.15).

O Pastor Estevam Ângelo de Souza ensina, pelo menos, quatro elementos importantes para uma oração eficaz. São eles:

1. Orar com o coração limpo do pecado. [...] “Se eu no coração contemplara a vaidade, o Senhor não me teria ouvido” (Sl 66.18). A Bíblia fala da oração como sendo uma conversa do filho com o Pai celestial e, enfaticamente, fala da oração dos santos, o que é uma referência às pessoas que se relacionam com Deus de modo digno da sua onisciência. Se, ao contrário, a pessoa ora a Deus com o coração cheio de pecados, sem arrependimentos e sem temor, faz simplesmente o papel de hipócrita; e, para o hipócrita, não há promessa na Bíblia. Pode ser ainda o comportamento de quem abusa da misericórdia de Deus e escarnece da sua santidade. É bom orar como filho obediente.

2. Orar com fé. É o apostolo Tiago que ensina. Ele diz que devemos pedir com fé e em nada duvidando, pois, conforme acrescenta, “o que duvida é semelhante à onda do mar, impelida e agitada pelo vento. Não suponha esse homem que alcançará do Senhor alguma coisa” (Tg 1.6,7). Tudo o que recebemos de Deus é tão-somente pela fé. Está escrito: “Sem fé é impossível agradar a Deus, porquanto é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe e que se torna galardoador dos que o buscam” (Hb 11.6). A Bíblia tanto fala da fidelidade e da infalibilidade de Deus, como relata em numerosos detalhes as muitíssimas vezes em que Deus tem atendido aos que o buscam com fé. É para confiarmos inteiramente em Deus. Duvidar das suas promessas, tanto nos prejudica como o ofende, pois Ele a tantos tem feito tanto, que merece ser invocado com segura fé.

3. Orar segundo a vontade de Deus. Diz o apóstolo Paulo que “a vontade de Deus é boa, agradável e perfeita” (Rm 12.2). Também está escrito: “Esta é a vontade de Deus, a vossa santificação” (1 Ts 4.3). E ainda: “Isto é bom e aceitável diante de Deus, nosso Salvador, o qual deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade” (1 Tm 2.3,4). O apóstolo João afirma: “Se pedirmos alguma coisa segundo a sua vontade, ele nos ouve” (1 Jo 5.14). O que estamos estudando são declarações dos santos apóstolos. Veja agora o que o próprio Senhor Jesus diz acerca da vontade de Deus: “Porque eu desci do céu não para fazer a minha vontade; e, sim, a vontade daquele que me enviou. E a vontade de quem me enviou é esta: Que nenhum eu perca de todos os que me deu; pelo contrário, eu o ressuscitarei no último dia. De fato a vontade de meu Pai é que todo homem que vir o Filho e nele crer, tenha a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia” (Jo 6.38-40). É muito boa a vontade de Deus!

4. Orar com perseverança. O inconstante nada alcança, qualquer que seja a atividade na vida. Enquanto isso, a perseverança, tudo alcança. A oração eficaz deve ter o caráter de uma batalha ordenada como propósito seguro de vencer; e quem luta ao lado do Senhor de tudo e de todos deve orar, com certeza de ser mais do que vencedor. E esta é a divisa de todos os que têm perseverado diante de Deus em oração, não aceitando nenhuma derrota, nenhum fracasso. Conserve limpo o seu coração, ore com fé, peça segundo a vontade de Deus; persevere e vença, pois a sua perseverança e vitória com certeza glorificarão a Deus!

Prezado professor, é importante ressaltar ao aluno a importância de termos uma vida de Santidade, Fé, Perseverança e no centro de Sua vontade. Deus é soberano e dotou o ser humano de livre arbítrio. Para uma manutenção da vida com o Eterno é fundamental seguir o conselho do apóstolo Paulo: “Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai” (Fp 4.8). Fazei tudo o que glorifica a Deus e o nome do Senhor será exaltado em sua vida!



Lição 09 - Uma fábrica de sonhos e ilusões
A ambição no mundo secular



São três os principais elementos que desencadeiam a ambição humana:

Poder. O poder é o direito de agir, mandar, deliberar e exercer autoridade sobre coisas, pessoas, instituições e nações (Ec 8.2-4). [...] Muitos líderes políticos que ambicionaram incontrolavelmente o poder, como Hitler, cometeram as maiores atrocidades contra a humanidade (Mq 2.1). [...] A Bíblia afirma categoricamente “que o poder pertence a Deus” (Sl 62.11; 66.7; 147.5; Mt 6.13; 1Tm 6.16).

Dinheiro. A cobiça pelo poder e o desejo irrefreável de adquirir riquezas são inseparáveis. Para os que possuem estas prentensões, o acúmulo de bens materiais nunca é suficiente; o ter é mais importante que o ser. Nas prateleiras das livrarias somam-se, a cada ano, livros que alimentam a ambição pelas posses, entretanto, tais obras nunca alertam que o “amor do dinheiro é a raiz de toda espécie de males” (1 Tm 6.10).

Sexo. A sexomania está intimamente atrelada à sede de poder. Devido a condenável liberação sexual na sociedade hoje, a prática do sexo ilícito tornou-se um dos pecados mais comuns e perniciosos de nosso tempo. Vivemos em um mundo erotizado, cujos padrões morais estão cada vez mais frouxos e degenerados (Sl 14; Rm 1.18-32; 3.23). O que se vê é o aumento assustador da pornografia, prostituição, homossexualidade e infidelidade conjugal (Rm 1.21-27). Todavia, as Sagradas Escrituras nos exortam à completa e perfeita santidade (1 Co 6.18-20; 1 Ts 4.3-7; 5.23).

Texto extraído de “Lições Bíblicas: Jovens e Adultos”, Rio de Janeiro, CPAD.



Lição 09 - O Fim está perto


O Anticristo

Texto Bíblico: 2Tessalonicenses 2.1-12

O apóstolo Paulo tinha de lidar com falsos mestres que diziam que o Dia do Senhor já tinha chegado (2 Ts 2. – NVI). Os tessalonicenses tornaram-se inquietos e alarmados porque esses mestres, segundo parece, negavam a volta literal do Senhor e “nossa reunião com ele” no arrebatamento (2.1). Obviamente, já não se encorajavam uns aos outros da maneira que Paulo lhes ordenara (1Ts 4.18; 5.11). Por isso, Paulo explicou que aquele dia não viria “sem que antes venha a apostasia e se manifeste o homem do pecado, o filho da perdição” (2Ts 2.3). Isto é: essa apostasia e a revelação do Anticristo seriam as primeiras coisas a acontecerem no Dia do Senhor. Assim não aconteceria enquanto “o mistério da injustiça” estivesse refreado (2 Ts 2.7). Posto que tais coisas ainda não tinham acontecido, o Dia do Senhor ainda não era chegado, e ainda podiam eles encorajar-se uns aos outros com a esperança certa de serem arrebatados para encontrar-se com o Senhor nos ares.

O nome Anticristo provém das epístolas de João, onde João dá a entender que este personagem virá futuramente. Os leitores, porém, precisavam tomar cuidado com os muitos anticristos (que falsamente alegavam ser “ungidos”) e também com o espírito do anticristo que já operava (1 Jo 2.18,19,22,; 4.2; 2 Jo 7). Por outro lado, o Anticristo final já está condenado à destruição, e seu tempo será comparativamente curto.

Texto Extraído da obra “Teologia Sistemática: Uma Perspectiva Pentecostal”, Rio de Janeiro, CPAD.


Lição 09 - A Igreja Perseguida

Devemos nos esforçar para levarmos o Evangelho a toda criatura...


Texto Bíblico: Mateus 5.11-12; Atos 8.1,3; Atos 9.1,2

Paulo era muito zeloso. Ele era um homem apaixonado pela obra de Deus, que mergulhava em tudo o que fazia. Antes de encontrar a Cristo no caminho para Damasco, Paulo (então conhecido como Saulo) perseguiu zelosamente os cristãos. Depois de sua conversão, vislumbramos em Filipenses 3 o desejo ardente de Paulo para conhecer a Cristo mais intimamente. Por todo o livro de Atos, vemos o compromisso intenso de Paulo para levar o Evangelho ao mundo. Nas cartas de Paulo testemunhamos o esforço dele para ver os crentes crescendo em “toda a plenitude de Deus”.

O que capacitou Paulo a manter tal fervor espiritual? Ele havia sido capturado pelo amor de Cristo. Jesus era real para ele. Cristo salvou-o e deu-lhe uma missão. A vida de Paulo estava consumida pelo amor de Jesus.

Nós também fomos capturados pelo amor de Cristo. Por este motivo devemos nos esforçar para levarmos o Evangelho a toda criatura.

Boa ideia

Realize, juntamente com os alunos, uma pequena “Feira ou Festa Missionária”. Se a sua classe tiver um bom número de alunos divida-a em três grupos e escolham três países para cada grupo pesquisar sobre a cultura e religião. Deverá haver nesta feira comidas típicas (aproximar-se o máximo possível), informações dos países (cartazes, vídeos) e um panorama da religião predominante no país. Enfoque o tema principl, a perseguição. Aproveite e leve os alunos a uma conscientização de orarmos mais pelos povos que não podem professar a sua fé em Cristo Jesus.


Lição 09 - O Compromisso com Deus

Peça às crianças que entrevistem alguns membros da igreja acerca do batismo nas águas...


Mateus 3.13-17;28.19

“No Antigo Testamento, muitos eram os rituais estabelecidos por Deus e observados por seus servos fiéis. Sabemos, no entanto, que todos aqueles ritos tinham a função de apontar para o que Cristo haveria de fazer pela humanidade: oferecer-se a si mesmo em sacrifício por nós. Ao morrer em nosso lugar, e ressuscitar ao terceiro dia, o Senhor Jesus aboliu todos aqueles rituais. Uma vez que o sacrifício perfeito – Cristo – fora oferecido, aqueles perderam a razão de ser. Entretanto, dois cerimoniais foram ordenados por Jesus à igreja, como símbolos daquilo que Ele efetuou por nós e de nosso relacionamento com Ele: o batismo em águas e a Santa Ceia.

O batismo nas águas é o cerimonial do ingresso no Corpo de Cristo, e simboliza o início da caminhada espiritual.

Pouco antes de subir ao céu, o Senhor entregou aos discípulos a Grande Comissão: evangelizar os povos, batizando-os, em nome do Pai, Filho e do Espírito Santo (Mt 28.19).

O batismo é como se fosse uma representação, através do qual a pessoa confessa publicamente que creu em Jesus e foi salva por Ele. O ato da pessoa sendo mergulhada na água significa que a sua velha natureza pecaminosa morreu juntamente com Cristo, e foi sepultada com Ele. Ao ser levantada da água, representa que uma nova pessoa ressuscitou juntamente com Cristo, para viver uma vida (Rm 6.3-6)” (Texto extraído do livro Manual de Integração do Novo Convertido).

Boa ideia

Peça às crianças que entrevistem alguns membros da igreja acerca do batismo nas águas, como eles se sentiram, qual foi o dia, os fatos que marcaram, quem estava presente, etc. Na próxima semana eles devem trazer as entrevistas e trocarem uns com os outros. É muito interessante que eles escutem as experiências dos outros, afinal não demorará muito para eles tomarem essa importante decisão.

Lição 09 - Sirvo a um Deus que me dá força

Professor talvez você ou seus alunos estejam passando por situações difíceis. Não desanimem! Orem!


Texto Bíblico: Neemias 2.1-20;6.15,16

Desde o começo, os esforços de Neemias para reconstruir os muros de Jerusalém encontraram oposição. Seus inimigos eram Sambalate, o horonita; Tobias, o amonita e Gesém, o árabe. Esses homens tentaram tudo para atrasar ou parar a obra. Eles debocharam de Neemias e seus construtores, acusaram de Neemias e seus construtores,acusaram os judeus de traição e até ameaçaram com violência física.

Neemias recebeu cada ataque verbal com paciência e oração. Então quando ouviu rumores de um iminente ataque militar, Neemias não apenas orou, mas preparou-se para a ação – colocando guardas e armando seus trabalhadores. Frequentemente os trabalhadores terminavam suas tarefas com uma mão, enquanto com outra seguravam a arma.

A reação de Neemias é um grande exemplo para nós. A oração deve ser a primeira coisa a fazer quando enfrentarmos problemas; todavia, não é a única ação requerida por nós. Deus espera que façamos o que pudermos.

Professor talvez você ou seus alunos estejam passando por situações difíceis. Não desanimem! Orem! A vida cristã é um empreendimento em dupla. Deus trabalha em nós; todavia, ao mesmo tempo, Ele espera que desenvolvamos um vida de confiança nEle (Texto adaptado do livro 365 Lições de Vida Extraídas de Personagens da Bíblia).

Lição 09 - Jesus ensina a Palavra de Deus

Prezado professor, neste domingo o objetivo da lição é fazer com que as crianças aprendam que na Bíblia encontramos Jesus...

Texto Bíblico: Mateus 4.14-30

De professor para professor

Prezado professor, neste domingo o objetivo da lição é fazer com que as crianças aprendam que na Bíblia encontramos Jesus, o Filho de Deus.

• Faça uma recapitulação da aula anterior. Pergunte qual foi a palavra-chave estudada e qual o versículo aprendido.

• A palavra-chave da aula de hoje é “ESCRITURA”. Então, durante o decorrer da aula repita a frase: “A Bíblia, a Palavra de Deus também recebe o nome de Escrituras.”

Para refletir

• “As sinagogas eram muito importantes na vida religiosa judaica. Durante o exílio, quando os judeus não tinham mais o Templo, elas foram estabelecidas como lugares de adoração no sábado e como escolas para meninos durante a semana. As sinagogas continuaram a existir mesmo depois de o Templo ser reconstruído após o exílio babilônico. Podiam ser instaladas em qualquer cidade onde existisse pelo menos dez famílias judaicas. Eram administradas por um líder e um assistente. Na sinagoga, o líder frequentemente convidava um mestre visitante, para ler e ensinar as Escrituras ” (extraído da Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal, CPAD).

• Professor, “procure durante a semana, estudar as formas de despertar o interesse da turma para a história que será estudada. Isso pode ser feito através de perguntas, de um cartaz, ou de dinâmicas de grupo inseridas no corpo da lição” (Extraído da Revista Primários/Mestre 5, CPAD).

Regras Práticas para os Professores

Os Estágios do Desenvolvimento Arte

É de extrema importância para os professores conhecer os estágios pelo qual a criança passa, durante o desenvolvimento de sua habilidade artística. É essencial ter este conhecimento, se quisermos guiá-las, fazendo o melhor uso das atividades artísticas no ensino da Bíblia. De nada adiante dizer: “Faça um desenho sobre a história hoje”, se a criança, no seu desenvolvimento, não estiver no estágio da representação, da figura. Temos a seguir uma descrição dos principais estágios.

Estágio da Manipulação. Este estágio se inicia nos primeiros contatos com quaisquer materiais artísticos. A criança experimenta a arte através da manipulação de gizes de cera, pintura, argila ou outros materiais. No início, esta manipulação é ao acaso. Faz rabiscos com o giz de cera apenas para testá-lo. Mais tarde, seus riscos são mais controlados e passam a ter um propósito. Desenha com um certo ritmo e tenta fazer diferentes riscos – contínuo, mais forte, circular e assim por diante.

Neste estágio, a criança sente-se feliz ao trabalhar. Desde que já tenha se acostumado à classe do jardim de infância, normalmente é muito social. Ri e conversa com os outros. Manipula a argila e risca as folhas dos colegas, sem ressentimentos quando fazem o mesmo com seus trabalhos.

Na primeira vez que usa um pincel, tende a utilizá-lo como se fosse um lápis, desenhando linhas, em vez de colorir áreas. Com o tempo, suas experimentações o levam a produzir áreas coloridas, por vezes contornadas por uma outra cor. Algumas crianças descobrem rapidamente os efeitos que se pode obter com os pincéis, como pontilhar e salpicar. Começam a repetir e praticar as diversas formas que já conseguiram desenhar.

Durante os primeiros estágios, seus trabalhos não têm um tema ou título, mas um dia, percebe um rosto no círculo que desenhou. Adiciona dois olhos e diz: “É um homem” ou “Sou eu”. As maiorias das formas desenhadas se parecem com quadrados, então, pode dizer: “É uma janela”. Às vezes, o título do trabalho se baseia mais no movimento do que na forma. A criança arrasta o giz de cera, fazendo um desenho em espiral diz: “Zoom, zoom”. É um avião girando no ar. Ou, encosta o pincel no papel ligeiramente, várias vezes, e diz que é um menino andando. Se não estivéssemos presente, poderíamos ficar curiosos para saber a relação entre o desenho e seu título.

Com materiais tridimensionais, o progresso é o mesmo. Por exemplo, com a argila, inicialmente, a criança apenas a esmaga entre seus dedos. Mais tarde, adquire maior controle dos seus movimentos, formando bolas e rolinhos. Com os blocos, a princípio, os empilha sem nenhuma ordem, para derrubá-los em seguida. Depois, aprende a colocar os blocos maiores na base, e faz outros tipos de arrumação ordenadamente.

Qualquer que seja o material, o estágio inicial será sempre o da manipulação, que se subdivide em três fases:

1. Manipulação ao acaso.

2. Manipulação controlada.

3. Manipulação planejada ou nomeada.

(Extraído do livro Como Ensinar Crianças do Jardim, CPAD.)

• Atividade

Realize as atividades sugeridas na revista do Mestre, página 31.

Caso sobre algum tempo para mais uma atividade, sugira que as crianças encenem a história bíblica.

Conteúdo adicional para as aulas do Jardim de Infância

Subsídios para as lições do 3º Trimestre de 2010 – Bíblia, livro maravilhoso

Lição 09 - Louve a Deus por seu poder!


Prezado professor, neste domingo as crianças terão a oportunidade singular de compreenderem o significado da palavra “PODER”.

Texto Bíblico: Lucas 7.11-17

De professor para professor

Prezado professor, neste domingo as crianças terão a oportunidade singular de compreenderem o significado da palavra “PODER”. O objetivo é que as crianças louvem a Deus por seu poder.

• Faça uma recapitulação da aula anterior. Pergunte qual foi a palavra-chave estudada e qual o versículo aprendido.

• A palavra-chave da aula de hoje é “PODER”. Então, durante o decorrer da aula repita a frase: “Vamos louvar a Deus por seu poder.”

Para refletir

• A história que as crianças vão aprender nesta semana ilustra a salvação. O filho da viúva representa o mundo inteiro no pecado. Estando mortos, nada poderíamos fazer para ajudar a nós mesmos, não poderíamos sequer pedir ajuda. Mas Deus teve compaixão de nós e enviou Jesus para nos vivificar e ressuscitar com Ele. Aquele rapaz morto não poderia dar a si mesmo uma segunda chance de vida; do mesmo modo, não podemos ganhar a nova vida em Cristo por meio de nossos supostos méritos, mas podemos aceitar o dom da vida que Deus nos oferece. Podemos louvá-Lo por isto e usar nossa existência para fazer a preciosa vontade dEle. Pense nisso!

• Regras Práticas para os Professores

Métodos e Materiais

Que métodos e materiais devemos usar?

As crianças aprendem ativamente, pensam concretamente, gostam de ficar envolvidas e fazem descobertas. Porque as crianças são assim, o ministério de ensino bíblico tem de proporcionar experiências de primeira mão — usando todos os cinco sentidos. Quanto mais envolvimento e interação a criança tiver com a Palavra de Deus e o professor, mais eficaz será a lição.

Usamos métodos de ensino como veículo. A atividade, unida com a conversa dirigida enfocando a Palavra de Deus, contribui para o entendimento da criança e a aplicação que ela faz do que aprendeu. Vários princípios aplicam-se quando se trata de escolher e usar métodos e materiais para crianças:

1. Todos os métodos, materiais, equipamentos, conversas e orientações devem estar de acordo com a faixa etária da criança.

2. Ofereça escolhas tão freqüentemente quanto possível. Quando permitimos que a criança escolha uma atividade ela se sentirá motivada a começar a treinar essa atividade. Enfoque em um único tema todas as atividades oferecidas durante a sessão de ensino.

3. A variedade é a chave para usar métodos e materiais. O pior método que um professor pode usar neste domingo é o mesmo método usado no domingo passado. Varie as atividades de aprendizagem. Utilize métodos diferentes ao contar a história bíblica. Mantenha vivo o elemento surpresa.

Continua na próxima semana.

(Trecho extraído de Manual de Ensino Para o Educador Cristão. Rio de Janeiro: CPAD, 1999.)

• Atividade Manual

Para reforçar o ensino da lição, sugerimos que você dramatize com as crianças a história bíblica. Você poderá, durante a atividade, repetir o versículo bíblico.

Para encerrar, faça um círculo com as crianças e cante os corinhos sugeridos no CD de cânticos.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

REFLEXÃO

A chamada de Mateus

E, passando, viu Levi, filho de Alfeu, sentado na alfândega, e disse-lhe: Segue-me. E, levantando-se, o seguiu. Mc 2.14

Mateus era um cobrador de impostos público. Esses cobradores eram pessoas extremamente trapaceiras e desonestas. As pessoas não gostavam deles. Todos os desprezavam, menos Jesus.

Duas mudanças ocorreram na vida de Mateus depois que ele conheceu a pessoa bendita e maravilhosa de Jesus.

1º) Jesus lhe deu perdão e vida eterna. “De um desprezado e odiado cobrador de impostos ele passou a ser um cidadão dos céus”.

2º) Jesus deu a ele um novo propósito para seus talentos. “A única coisa que ele levou quando foi seguir a Jesus foi uma (lápis) pena. Desde o princípio, o Senhor já tinha lhe dado o dom de escrever”.

Cada um de nós é uma obra de Deus em andamento. Ele nos presenteou com dons muito antes de o conhecermos. Ele nos torna capazes de sermos seus servos. Quando entregamos os nossos talentos nas mãos do senhor Ele começa a fazer coisas grandes através de nós. Entregue seus talentos nas mãos de Deus!

Se é louvar, louve!
Se é pregar, pregue!
Se é escrever, escreva!
Se é orar, ore!

Se você agir assim, o Senhor vai mudar o quadro da sua vida e das pessoas que o cercam.

Por: Dc. Claudio Rosa.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

15 ANOS DA JOVEM SARA RAYANE

Neste sábado os irmãos e amigos se alegraram com a jovem Sara Rayane em sua festa de 15 anos.
Acompanhe alguns momentos do aniversário dessa jovem abençoada que só tem trazido alegrias para seus familiares, amigos e a igreja do Senhor.

Mesa dos presentes...

O bolo que foi projetado pela jovem Solange, outro vaso de benção na casa do Senhor.


Doces, indispensáveis em qualquer festa..
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Parte da decoração...


Fotos com amigos e parentes...

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Homenagem das amigas...

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Recepção...


Raiane, Klédyna Isac Torres e Karydja...


Irmã Joceilma e seu filho Jhony


Irmãs Tábita e Edma

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Felicidades Sarinha!

sábado, 20 de novembro de 2010

Lição 8

Lição 08 - A oração sacerdotal de Jesus Cristo

A maior de todas as orações

LEITURA EM CLASSE

João 17.1-4; 15-17; 20-22.

INTRODUÇÃO

I. ORAÇÃO POR UMA VIDA DE COMUNHÃO COM O PAI

II. ORAÇÃO POR PERSEVERANÇA, ALEGRIA E LIVRAMENTO

III. ORAÇÃO POR SANTIDADE, UNIDADE E FRUTOS ESPIRITUAIS

CONCLUSÃO

A MAIOR DE TODAS AS ORAÇÕES

Alguns irmãos costumam fazer orações bem compridas; porém, a verdadeira oração é medida por seu peso, não por seu comprimento.

Assim se expressou o grande pregador brintânico Charles Haddon Spurgeon; e ele está certo! A maior oração já feita está registrada em João 17, e leva cerca de seis minutos para ser lida em voz alta, e em tom de reverência. Não há muito comprimento nela, mas certamente há muitíssima profundidade e peso.

De acordo com o que diz Herbert Lockyer, há 650 orações definidas registradas na Bíblia; porém, nenhuma delas pode igualar-se à “Oração Sacerdotal” de Jesus, registrada em João 17 – nem o poderá nenhuma outra, registrada fora da bíblia.

O que há nessa oração que a faz assim tão grande? Ela é grande por causa da pessoa que a proferiu. E essa pessoa é nada menos que o próprio Jesus Cristo, o Filho de Deus. Ele não é somente o Filho de Deus, mas Deus, o Filho, o Deus eterno que veio à terra em forma humana, porém sem pecado.

Cada um dos quatro evangelhos tem sua ênfase especial. Em seu evangelho, Mateus enfatiza Cristo, o Rei, o Messias prometido nas Escrituras do Antigo Testamento. O de Marcos é o Evangelho do Servo, e Lucas pinta no seu a simpatia do Filho do Homem. Porém, o propósito de João ao escrever o seu evangelho foi apresentar a divindade de Jesus Cristo.

“Em verdade, Jesus operou na presença de seus discípulos, ainda muito outros sinais que não estão escritos neste livro; estes, porém, estão escritos para que creiais que Jesus é o Cristo, o filho de Deus, e para que, crendo, tenhais vida em seu nome” (Jo 20.30,31).

Isso explica porque João incluiu esta oração em seu evangelho; ela destaca a impressionante verdade de que Jesus Cristo é o Deus eterno. Quase todos os versículos de João 17 expressam esse grande fato.

Somente Deus, o Filho, poderia pedir ao Pai para glorificá-lo (v.1). Moisés pediu para “ver” a glória de Deus (Ex 33.18). Jesus pediu para “receber” a glória de Deus, e a identificou como sendo a mesma glória na qual havia estado com o Pai “antes que o mundo existisse” (v.5). Somente alguém desequilibrado mentalmente ou então o Deus eterno poderia afirmar ter a glória ou qualquer outra coisa “antes que o mundo existisse”.

[...] Com esta simples declaração, Jesus afirmou ser Deus. Por quatro vezes, nesta oração, Jesus disse que Deus, o Pai, o enviou (vv. 3,18,21,25). Naturalmente que qualquer apóstolo ou profeta pode afirmar ter sido enviado por Deus; contudo, nenhum mero ser humano poderia afirmar que “saiu de Deus” (Jo 17.8; 16.28). Qualquer cristão poderia orar “Tudo que é meu, é teu”, mas somente o Filho de Deus poderia adicionar a isso “e tudo o que é teu, é meu” (v.10). Jesus afirmou que possuía tudo o que o Pai possuía! Ele afirmou também ser “um com o Pai” (vv. 11,21).

[...] Pense no que deve ter significado para o nosso Salvador o fato de comunicar-se com seu Pai! O cálice que Ele estava prestes a beber viria da mão de seu Pai (Jo 18.11). Haveria a vergonha, a dor e mesmo a morte e uma separação temporária de seu Pai; [porém], Ele veio ao mundo para esse propósito, e o Pai o veria através de sua gloriosa vitória.

É interessante contrastar esta ocasião de oração com algumas outras ocasiões de intercessão registradas nas Escrituras. Em Gênesis 18, lemos que Abraão intercedeu pela cidade de Sodoma. Mas Jesus estava encarregado “do mundo inteiro” e deveria morrer para salvar os pecadores perdidos. Moisés intercedeu por toda uma nação, o povo de Israel (Êx 32), e até ofereceu-se para morrer para que eles fossem perdoados. Porém Jesus morreu! E por causa de sua morte, todos aqueles que nEle creem são perdoados e salvos por toda eternidade. Salomão fez uma grande oração na dedicação do Templo ao Senhor; porém a oração de Jesus Cristo em João 17 significa a criação de um templo espiritual, a Igreja (1 Pe 2.5).

Aqui, Jesus nos deu um bom exemplo: a oração é essencial. Não somente nos fatos do dia-a-dia, mas especialmente nas crises que atravessamos ao longo da vida. “Não orem para terem vidas fáceis”, disse Phillips Brooks. “Orem para serem homens mais vigorosos. Não orem por tarefas que se igualem às suas forças. Orem por forças que se igualem às suas tarefas”.

Texto adaptado da obra “A Oração Intercessória de Jesus: Prioridades para uma Vida Cristã Dinâmica”, Rio de Janeiro: CPAD.

Lição 08 - A mídia e o culto ao corpo
Cuidar do corpo é questão de bom senso


Texto Bíblico: 1 Coríntios 3.16,17; 6.19,20; 1 Timóteo 4.8; 1Tessalonicenses 5.23

É obvio que devemos cuidar do corpo, todavia, a sociedade moderna, influenciada pela mídia, vem comentendo excessos nessa área. O que temos visto é um verdadeiro “culto à boa forma física”, onde os padrões estéticos ditados pelos meios de comunicação são cada vez mais altos e inatingíveis, levando milhares de pessoas às clínicas de cirurgias plásticas. Muitos, até mesmo crentes, na busca do corpo perfeito, deixam de comer ou se submetem ás dietas da moda, sem orientação médica, prejudicando a saúde.

[...] Fomos criados para a glória de Deus (Is 43.7). Portanto, toda nossa essência deve ser conservada pura, santa e agradável a Deus (Rm 12.1,2). Controlar o estresse, fazer uma caminhada, manter uma dieta equilibrada é essencial para a saúde física e mental de qualquer ser humano. Muitos pastores se descuidam da saúde física em razão de estarem sobrecarregados com diversas atividades, compromissos ministeriais, estudo, trabalho, família etc. O resultado disso é a incidência cada vez maior de obreiros com problemas cardiovasculares. De acordo com os especialistas, a melhor maneira de prevenir as doenças do coração é reduzir a exposição aos fatores de risco: obesidade, diabetes, hipertensão, níveis altos de colesterol a vida sedentária. Cuidar do corpo é questão de bom senso.

TEXTO EXTRAÍDO DE “As Doenças do Nosso Século: As curas que a Bíblia oferece”. 3° Trimestre, Lições Bíblicas Mestre, Rio de Janeiro: CPAD, 2008.

Lição 08 - "Ficar" ou se santificar?

O que significa santificação?

Texto Bíblico 1 Tessalonicenses 4.1-7

Santificação: [Do lat. Sanctificatio] Separação do mal e do pecado, e dedicação ao serviço do Reino de Deus (Dicionário Teológico. Rio de Janeiro CPAD).

Podemos estudar a santificação sob vários aspectos, que, juntos, nos dão uma compreensão mais ampla dessa doutrina que a Bíblia afirma ser a vontade de Deus: “Esta é a vontade de Deus, a vossa santificação” (1 Ts 4.3).

Santificação é, em primeiro lugar, a continuação da obra salvadora na vida do crente. A Bíblia afirma: “Aquele que em vós começou a boa obra a aperfeiçoará até o Dia de Jesus Cristo” (Fp 1.6). Essa “boa obra” começou pela salvação, quando recebemos a Jesus como nosso Salvador (cf. Jo 1.12). Ele entrou na nossa vida (cf. Ap 3.20; Gl 2.20) e nós morremos para o mundo (cf. Cl 3.1-3), ocasião em que nos tornamos participantes de uma nova natureza (cf. 2 Pe 1.14). Afinal, “tudo se fez novo” (2 Co 5.17).

A mesma obra é agora aperfeiçoada pela santificação, através da qual Deus faz com que a nova natureza recebida pela salvação domine a velha natureza, para que a carne não receba mais ocasião (cf. Gl 5.13). Dessa maneira Jesus fica formado em nós (cf. Gl 4.19) e nos tornamos um mesmo espírito com o Senhor (cf. 1 Co 6.17). João Batista se expressou sobre isso: “É necessário que ele cresça e que eu diminua” (Jô 3.30). Desta maneira, a vida de Jesus se manifestará em nossa carne mortal (cf. 2 Co 4.10,11; Gl 2.19) e isso terá influência santificadora em toda a nossa maneira de viver (cf. 1 Pe 1.15,16). A nossa vida tornou-se agora distinguidamente honesta (cf. 1 Ts 4.12) e com moral elevada (cf. 1 Ts 4.3,4).

Texto extraído da obra “Teologia Sistemática” de Eurico Bergsten, Rio de Janeiro: CPAD.

Lição 08 - As ordenanças da Igreja

No Antigo Testamento, muitos eram os rituais estabelecidos por Deus e observados por seus servos fiéis...

Texto Bíblico: Atos 2.37-39; 1 Coríntios 11.23-26

“No Antigo Testamento, muitos eram os rituais estabelecidos por Deus e observados por seus servos fiéis. Sabemos, no entanto, que todos aqueles ritos tinham a função de apontar para o que Cristo haveria de fazer pela humanidade: oferecer-se a si mesmo em sacrifício por nós. Ao morrer em nosso lugar, e ressuscitar ao terceiro dia, o Senhor Jesus aboliu todos aqueles rituais. Uma vez que o sacrifício perfeito – Cristo – fora oferecido, aqueles perderam a razão de ser. Entretanto, dois cerimoniais foram ordenados por Jesus à igreja, como símbolos daquilo que Ele efetuou por nós e de nosso relacionamento com Ele: o batismo em águas e a Santa Ceia.

O batismo nas águas é o cerimonial do ingresso no Corpo de Cristo, e simboliza o início da caminhada espiritual.

Pouco antes de subir ao céu, o Senhor entregou aos discípulos a Grande Comissão: evangelizar os povos, batizando-os, em nome do Pai, Filho e do Espírito Santo (Mt 28.19).

O batismo é como se fosse uma representação, através do qual a pessoa confessa publicamente que creu em Jesus e foi salva por Ele. O ato da pessoa sendo mergulhada na água significa que a sua velha natureza pecaminosa morreu juntamente com Cristo, e foi sepultada com Ele. Ao ser levantada da água, representa que uma nova pessoa ressuscitou juntamente com Cristo, para viver uma vida (Rm 6.3-6).

A Santa Ceia representa o banquete que Jesus oferecerá no céu. Ele convida-nos a sentar à sua mesa, e nós nos sentamos com a certeza de que somos filhos de Deus, com direito a todas as coisas boas que Jesus conquistou para nós, através da sua morte.

Os elementos da santa ceia: O Pão e o vinho. Esses elementos no seu sentido natural, são alimentos que nutrem o corpo. Mas na celebração da Santa Ceia, adquirem um significado espiritual: representam o alimento da nossa alma. Ao tomar a Santa Ceia, estamos indicando que o nosso espírito é alimentado por Jesus, o Pão Vivo que desceu do céu (Jo 6.51). significa que Ele vive em nós, e nós, Nele. Alimentados por Cristo, temos as nossas forças renovadas e achamo-nos preparados para as lutas da vida cristã. Participando juntos da Ceia do Senhor, indicamos que estamos unidos em comunhão; que somos um só corpo (1 Co 10.17).

Bibliografia DORETO, Marli. Manual de Integração do Novo Convertido, Rio de Janeiro:CPAD, pp168, 169,179).

Lição 08 - Diga não ao preconceito

Professor, explique aos alunos que o Senhor Jesus é o Salvador da humanidade...

Texto Bíblico: Atos 10.1-48

A maioria dos romanos eram, odiados pois eram os conquistadores, eles não tinham uma boa relação com os conquistados (judeus). Como um oficial romano, Cornélio estava em uma posição difícil. Ele representava Roma, mas vivia em Cesareia. Tendo uma reputação de piedoso, Cornélio era respeitado pelos judeus. A fé de Cornélio tinha mãos – ele estava regularmente envolvido em atividades que exibiam seu interesse em servir aos outros.

Deus via a fé sincera de Cornélio. As suas orações e esmolas generosas tinham subido para a memória diante de Deus, não tinham passado despercebidas. Deus responde às orações sinceras daqueles que o procuram enviando a pessoa certa ou a informação correta no momento exato.

Obedecendo a ordem de Deus, Cornélio manda buscar o apóstolo Pedro. E este também obedecendo à voz de Deus, vai ao encontro de Cornélio. Para Pedro que era judeu não era uma tarefa fácil falar para um gentio sobre o evangelho. Pedro se livrou de todo preconceito e anunciou o evangelho a Cornélio e a todos que estavam em sua casa. Os “novos crentes” receberam o batismo no Espírito Santo e falaram em línguas. Isso era a prova de que Deus não faz acepção de pessoas. Depois deste evento, Pedro mandou que fossem batizados com água (Texto adaptado no Comentário do Novo Testamento Aplicação Pessoal, CPAD).

Professor, explique aos alunos que o Senhor Jesus é o Salvador da humanidade e não apenas de alguns povos, pois ninguém é melhor do que o outro para ser salvo.

Boa ideia!

Você vai precisar de uma caixa de bombom

Procedimento: Previamente abra a caixa e retire alguns bombons.

No término da aula, diga aos alunos que trouxe um prêmio para eles, pelo esforço de estarem ali todos os domingos pela manhã. Dê a caixa nas mãos deles e deixe que cada um pegue o que quiser. Evidentemente que vão faltar bombons, e quem ficar sem , com certeza, irá reclamar.

Pergunte o porquê das reclamações. Óbvio que dirão que não foi justo, que o bombom deveria ser para todos, quem não quisesse tudo bem.

Comente que é assim que os Calvinistas pensam. Que a Salvação é somente para alguns eleitos. Se vocês ficaram chateados com um simples bombom, imagine com a Salvação?

Deus é justo e jamais procederia dessa forma escolhendo a quem quer salvar. Pegue os bombons que você retirou antes e entregue aos alunos. Vocês podem escolher se querem ou não o bombom, é o livre arbítrio . Da mesma forma é Cristo. Você escolhe servi-Lo ou não. Cornélio era romano e Deus deu a ele o direito de escolher se queria ou não fazer parte do Corpo de Cristo.


Lição 08 - Sirvo a Deus com alegria
As crianças podem adorar e louvar a Deus com suas vozes e com instrumentos musicais simples...

Texto Bíblico: 1 Samuel 16.14-23
“Convidamos você a ler o cântico de Moisés em Êxodo 15.1-19. Este belo hino, espontâneo e fervente, veio de um coração transbordante, que reconhecia o poder e a força de Jeová, o nosso Deus. Ele não somente é um hino de exaltação ao Todo-Poderoso, mas é também um cântico didático. Através das décadas e dos séculos, o povo de Isarael haveria de repeti-lo, lembrando assim todo episódio da perseguição do exército de Faraó, e de como ele foi derrotado pelo poder de Deus.

Note como Moisés descreve com minúcias até mesmo a intenção do inimigo, que pretendia aniquilar os israelitas e despojá-los de seus bens (v.9). E prossegue relatando como Deus fez soprar o seu vento, levando as águas a encobrir os cavaleiros e os seus carros de guerra. Repetidas vezes ele exalta a majestade do Senhor, o seu poderio na batalha, e a sua fidelidade ao seu povo.

A vitória de Deus sobre o poder de Faraó seria celebrada cada vez que um israelita cantarolasse esta canção; cada vez que uma criancinha hebreia a ouvisse de sua mãe, e a repetisse com voz doce e palavras mal articuladas. Pense nisto ao escolher os cânticos para as suas aulas. “Lembre-se que eles devem servir para as crianças expressar louvor ao Pai Celeste.” (Marta Doreto)

Adorando a Deus através dos louvores.

O salmo 150 diz: “Louvai-o com o som de trombeta;[...] com saltério e a harpa; [...] com adufe e a flauta”, (Sl 150.3,4). As crianças podem adorar e louvar a Deus com suas vozes e com instrumentos musicais simples. A música pode ser usada durante os momentos de adoração, de forma que as crianças sejam encorajadas responder a Deus pela Palavra e Seus atos poderosos. Extraído Manual de Ensino para o Educador, CPAD.

Sugestão

Você vai precisar de palitos de churrasco, copos descartáveis, fitas adesivas coloridas, grãos de arroz ou feijão, cola, cola colorida e tiras de papel com a frase “Sirvo a Deus com alegria”.

1 - Peças às crianças que enfeitem os copinhos de café com pintinhas feitas de cola colorida.

2- Após a secarem deposite alguns grãos dentro dos copinhos.

3- Una os copinhos com fita adesiva colorida.

4- Fure as bases dos copinhos (meio) transpassando o palito. Por segurança cole fita adesiva na ponta fina do palito.

5- No palito de churrasco cole a tira de papel com a frase “Sirvo a Deus com alegria”.

6- Junto com as crianças entoem cânticos alegres e utilize o chocalho.

Obs. Você pode utilizar também potinhos ou garrafinhas de iogurte, com grãos dentro e fechar a boca do pote com um pedaço de plástico.

Lição 08 - Aprendendo a repartir

Prezado professor, neste domingo o objetivo da lição é fazer com que as crianças aprendam que Deus não se agrada do egoísmo

Texto Bíblico: Atos 4.32-37

De professor para professor

Prezado professor, neste domingo o objetivo da lição é fazer com que as crianças aprendam que Deus não se agrada do egoísmo.

• Faça uma recapitulação da aula anterior. Pergunte qual foi a palavra-chave estudada e qual o versículo aprendido.

• A palavra-chave da aula de hoje é “REPARTIR”. Então, durante o decorrer da aula repita a frase: “Papai do céu deseja que você aprenda a repartir.”
 
Para refletir

• Professor, “procure durante a semana, estudar as formas de despertar o interesse da turma para a história que será estudada. Isso pode ser feito através de perguntas, de um cartaz, ou de dinâmicas de grupo inseridas no corpo da lição” (Extraído da Revista Primários/Mestre 5, CPAD).

Regras Práticas para os Professores
 
Os Estágios do Desenvolvimento Arte

É de extrema importância para os professores conhecer os estágios pelo qual a criança passa, durante o desenvolvimento de sua habilidade artística. É essencial ter este conhecimento, se quisermos guiá-las, fazendo o melhor uso das atividades artísticas no ensino da Bíblia. De nada adiante dizer: “Faça um desenho sobre a história hoje”, se a criança, no seu desenvolvimento, não estiver no estágio da representação, da figura. Temos a seguir uma descrição dos principais estágios.

Estágio da Manipulação. Este estágio se inicia nos primeiros contatos com quaisquer materiais artísticos. A criança experimenta a arte através da manipulação de gizes de cera, pintura, argila ou outros materiais. No início, esta manipulação é ao acaso. Faz rabiscos com o giz de cera apenas para testá-lo. Mais tarde, seus riscos são mais controlados e passam a ter um propósito. Desenha com um certo ritmo e tenta fazer diferentes riscos – contínuo, mais forte, circular e assim por diante.

Neste estágio, a criança sente-se feliz ao trabalhar. Desde que já tenha se acostumado à classe do jardim de infância, normalmente é muito social. Ri e conversa com os outros. Manipula a argila e risca as folhas dos colegas, sem ressentimentos quando fazem o mesmo com seus trabalhos.

Na primeira vez que usa um pincel, tende a utilizá-lo como se fosse um lápis, desenhando linhas, em vez de colorir áreas. Com o tempo, suas experimentações o levam a produzir áreas coloridas, por vezes contornadas por uma outra cor. Algumas crianças descobrem rapidamente os efeitos que se pode obter com os pincéis, como pontilhar e salpicar. Começam a repetir e praticar as diversas formas que já conseguiram desenhar.

Durante os primeiros estágios, seus trabalhos não têm um tema ou título, mas um dia, percebe um rosto no círculo que desenhou. Adiciona dois olhos e diz: “É um homem” ou “Sou eu”. As maiorias das formas desenhadas se parecem com quadrados, então, pode dizer: “É uma janela”. Às vezes, o título do trabalho se baseia mais no movimento do que na forma. A criança arrasta o giz de cera, fazendo um desenho em espiral diz: “Zoom, zoom”. É um avião girando no ar. Ou, encosta o pincel no papel ligeiramente, várias vezes, e diz que é um menino andando. Se não estivéssemos presente, poderíamos ficar curiosos para saber a relação entre o desenho e seu título.

Com materiais tridimensionais, o progresso é o mesmo. Por exemplo, com a argila, inicialmente, a criança apenas a esmaga entre seus dedos. Mais tarde, adquire maior controle dos seus movimentos, formando bolas e rolinhos. Com os blocos, a princípio, os empilha sem nenhuma ordem, para derrubá-los em seguida. Depois, aprende a colocar os blocos maiores na base, e faz outros tipos de arrumação ordenadamente.

Qualquer que seja o material, o estágio inicial será sempre o da manipulação, que se subdivide em três fases:

1.       Manipulação ao acaso.
2.       Manipulação controlada.
3.       Manipulação planejada ou nomeada. 

(Extraído do livro Como Ensinar Crianças do Jardim, CPAD.)

• Atividade

Realize as atividades sugeridas na revista do Mestre, página 80.

Conteúdo adicional para as aulas do Jardim de Infância
Subsídios para as lições do 4º Trimestre de 2010 – Valorizando os bons princípios

Lição 08 - Louve a Deus por nosso salvador!

Prezado professor, neste domingo as crianças terão a oportunidade singular de compreenderem o significado da palavra “SALVADOR”

Texto Bíblico: Lucas 1.26-55;2.1-20

De professor para professor

Prezado professor, neste domingo as crianças terão a oportunidade singular de compreenderem o significado da palavra “SALVADOR”. O objetivo é que as crianças louvem a Deus pelo Salvador Jesus.

• Faça uma recapitulação da aula anterior. Pergunte qual foi a palavra-chave estudada e qual o versículo aprendido.

• A palavra-chave da aula de hoje é “SALVADOR”. Então, durante o decorrer da aula, repita a frase: “Vamos louvar a Jesus, nosso Salvador.”

Para refletir

• Através do texto bíblico da lição, aprendemos a louvar e agradecer a Jesus pelo que Ele fez, está fazendo e fará. Que jamais deixemos de nos sentir surpreendidos e extasiados ao pensar na maravilhosa graça de Deus, não importa quantos anos tenhamos sido por ela alcançados.

• O professor que realmente leva a sério a responsabilidade de ensinar os preceitos bíblicos iniciará o seu planejamento de aula no começo da semana. Então:
Ore por seus alunos, pedindo ao Espírito Santo que esta aula, em que estaremos falando sobre o Salvador, seja especial para cada um. Que a presença de Deus seja algo mais do que notório.

•    Regras Práticas para os Professores

Como podemos ser eficientes em ensinar as crianças de um modo que agrade a Deus?

Vamos apresentar, a cada semana, um plano que pode auxiliá-lo a realizar esta tarefa. Vamos chamar este plano de “Ciclo Educacional Para Ensinar Crianças”. O ciclo educacional fornece orientações pelas quais um ministério de ensino eficaz pode ser planejado e programado.

Nossa programação para crianças tem de proporcionar variedade e equilíbrio. Apresentamos sugestões para um ministério com crianças para um ano inteiro:

(Continuação...)

6. O acampamento em que haja pernoite pode dar às crianças a experiência de uma semana inteira de construção de relacionamentos e a vivência num cenário comunitário — vendo os princípios cristãos postos em prática todos os dias por líderes e colegas. Fogueiras de acampamento, caças ao tesouro, histórias bíblicas contadas na mata, natação no lago e canoagem são alguns dos eventos excitantes que podem acontecer durante a semana em que a criança faz acampamento.
7. A Escola Bíblica de Férias pode ser eficiente ferramenta de evangelismo. Ela oferece talvez tanto tempo de ensino em uma semana quanto oferece a Escola Dominical em um trimestre inteiro.
8. As sessões de aconselhamento em grupo devem ser planejadas como parte regular do ministério com crianças. Conselheiros leigos podem falar e ouvir as crianças. Dar orientação cristã e direção é crucial.
9. O Dia da Criança concentra todas as atividades da igreja no ministério com crianças. Slides mostrados no culto, atividades de aprendizagem bíblica exibidas na nave do templo e testemunhos dados por professores e pais empolgados com seus ministérios podem ajudar a congregação a entender a visão do ministério com crianças.
10. Os programas musicais dão às crianças a oportunidade de usarem seus talentos ao nosso Senhor. Os corais de crianças, os grupos musicais, os teatros de fantoches podem ter um ministério na hora do culto dos adultos e das crianças.

A programação para crianças precisa ser elaborada segundo as características e necessidades delas. Líderes e professores devem estar envolvidos no planejamento, implementação e avaliação dos programas. O ministério educacional atinge as metas estabelecidas para cada programa?

Continua na próxima semana.

Trecho extraído de
Manual de Ensino Para o Educador Cristão. Rio de Janeiro: CPAD, 1999.

• Atividade Manual
Para reforçar o ensino da lição, sugerimos a confecção de um “livro” com caixas. Através desta atividade você poderá fazer uma recapitulação das lições anteriores.  Você vai precisar dos seguintes materiais: caixas médias (eletrodoméstico), papel colorido, figuras das lições (pasta de visuais) e cola.
Forre as caixas com o papel colorido. Em cada lado da caixa cole um visual.
As crianças vão jogar a caixa, e a figura que ficar em evidência, virada para cima, deve indicar uma história do trimestre. Por exemplo: Se a figura que ficou para cima for a visão de Isaías do trono de Deus, você deve contar de modo bem resumido a história de Isaías e dizer que os anjos também louvam a Deus.

Fonte: www.cpad.com.br/escoladominical/sala_professor.php

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

LANÇAMENTO

HOJE NA CIDADE DE FRUTUOSO GOMES ACONTECERÁ A GRANDE FESTA DE LANÇAMENTO DO 2º CD DO CANTOR MESSIAS TAVARES



O EVENTO ACONTECERÁ AS 19:00hs
NÃO PERCAM!

Grande culto de Ações de Graça

Nesse sábado foi realizado um grande culto em ações de graças na residência do irmão Arni. Os louvores foram iniciados pelo auxiliar Apolinário cantando os hinos da nossa arpa cristã. Dando continuidade tivemos a participação dos cantores:

Francisco Alves, Daliane, Francisco Diassis e Paloma
A Leitura foi feita no livro de Salmos 103.
Leitura: Aux. Arrilton Cândido
Na continuidade os familiares agradeceram a Deus pelas bênçãos recebidas...



...


A pregação ficou por conta do Evangelista Antônio Severino.
Imagens do culto

Obreiros da AD Patu
 Hino de gratidão
Vozes de júbilo
O apelo ficou por conta do Dc. Claudio Rosa