quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

ÚLTIMO CULTO DE MOCIDADE

Nesse domingo foi realizado o ultimo culto de mocidade do ano de 2010
Foi um culto abençoado onde os dirigentes da mocidade puderam se despedir dos jovens deixando a disposição da igreja seus cargos...


Abiqueila, regente do conjunto vozes de júbilo durante três anos se despedindo do conjunto



Despedida do casal Isak e Paulinha da mocidade

No final do culto o Senhor coroou o evento com a decisão de uma alma...
Deus é maravilhoso...
Resta saber quem será a equipe que irá ficar a frente da mocidade no próximo ano!
Vamos orar!

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

POR QUE JESUS DOBROU O LENÇO?

O LENÇO DOBRADO  (João 20:7)

Por que Jesus dobrou o lenço que cobria sua cabeça no sepulcro depois de sua ressurreição?
Eu nunca havia detido minha atenção a esse detalhe.
Em João 20:7 -  nos conta que aquele lenço que foi colocado sobre a face de Jesus, não foi apenas deixado de lado como os lençóis no túmulo.  A Bíblia reserva um versículo inteiro para nos contar que o lenço fora dobrado cuidadosamente e colocado na cabeceira do túmulo de pedra.

Bem cedo pela manhã de domingo, Maria Madalena veio à tumba e descobriu que a pedra havia sido removida da entrada. Ela correu e encontrou Simão Pedro e outro discípulo, aquele que Jesus tanto amara {João Batista} e disse ela:  "Eles tiraram o corpo do Senhor e eu não sei para onde eles o levaram."

Pedro e o outro discípulo correram ao túmulo para ver. O outro discípulo passou à frente de Pedro e lá primeiro chegou. Ele parou e observou os lençóis, mas ele não entrou. Então Simão Pedro chegou e entrou. Ele também notou os lençóis ali deixados, enquanto o lenço que cobrira a face de Jesus estava dobrado e colocado em um lado.
Isto é importante? Definitivamente.
Isto é significante? Sim.
Para poder entender a significância do lenço dobrado, você tem que entender um pouco a respeito da tradição Hebraica daquela época.
O lenço dobrado tem que a ver com o Amo e o Servo;  e todo menino Judeu conhecia a tradição.
Quando o Servo colocava a mesa de jantar para o seu Amo, ele buscava ter certeza em fazê-lo exatamente da maneira que seu Amo queria.
A mesa era colocada perfeitamente e o Servo esperaria fora da visão do Amo até que o mesmo terminasse a refeição. O Servo não se atreveria nunca tocar a mesa antes que o Amo tivesse terminado a refeição.

Se o Amo tivesse terminado a refeição, ele se levantaria, limparia seus dedos, sua boca e limparia sua barba e embolaria seu lenço e o jogaria sobre a mesa. Naquele tempo o lenço embolado queria dizer: "Eu terminei".
Eu não sabia a respeito.
Se o Amo se levantasse e deixasse o lenço dobrado ao lado do prato, o Servo não ousaria em tocar a mesa porque o lenço dobrado queria dizer:
"Eu voltarei!"
Ele está voltando! O recado nos foi dado claramente!
Oro para que você seja abençoado com a paz e a alegria em saber que Ele está voltando e isso pode ser muito breve.
Esteja pronto, preparado!
Deus abençoe a todos vocês que crêem!
Abraços.

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Ludmila Ferber e Padre Fábio Melo no Faustão

Veja a matéria que foi postada no Blog Púlpito Cristão a respeito da presença da cantora "Ludimila Feber" ao lado do Padre "Marcelo Rosse" e tire suas conclusões a respeito. Para mim isso nada mais é do que uma forma de nos enfiar "goela a baixo" o ecumenismo. Veja a matéria na integra.

Por Yago Martins

Domingo à tarde, dia 12 de dezembro, tivemos um momento épico no conhecido programa do Faustão. Tivemos a cantora Ludmila Ferber e o padre Fábio de Melo, juntos, em um encontro ecumênico, representando a tolerância religiosa que deve existir entre o Catolicismo Romano e as comunidades evangélicas do Brasil.

O que para muitos é uma vitória, para o Cristianismo Bíblico é um momento de vergonha. Não que eu defenda violência ou desamor entre pessoas de diferentes religiões, mas o que eu vi foi além disto. O que foi pregado e proposto foi um relativismo teológico sem fronteiras. Claro, eu entendo que o apresentador Fausto Silva, como não-Cristão, defenda que teologia e questões doutrinárias sejam desimportantes, como ele bem disse:
Vocês têm aqui diferentes visões. O importante é que os dois estão aqui [...] mostrando que não importa a igreja, [...] você tem é que respeitar a opção de cada um. [...] Cada um tem que entender as peculiaridades de cada igreja e de cada mandamento.


Agora, o que eu não entendo é como a Ludmila, que se professa pastora e Cristã, pode concordar com as opiniões de tal apresentador, balançando a cabeça em cada palavra expressa por ele.

Faustão: Não é melhor nem pior, cada igreja tem as suas características, seus detalhes.
Ludmila:
Cada um anda na luz que tem.


Perceba a força desta frase! “Cada um anda na luz que tem”. Será que Cristo diria isto se, em rede nacional, fosse questionado sobre as divergências doutrinárias nas religiões de seu país? Será que Jesus, o qual foi tão polêmico, incisivo, duro e radical em suas críticas às outras religiões, defenderia que devemos andar cada um em seu próprio entendimento da verdade? Leia sua Bíblia e você verá que não.

Não é difícil perceber que a religião que pretensamente intitula-se de Cristã, a mesma que foi representada no Programa do Faustão, está totalmente distante do Cristianismo que Jesus veio pregar. Quer saber por quê? Isso é culpa de uma humildade manifesta no lugar errado. Deixe-me explicar: o homem foi chamado para ser modesto e, com isso, duvidar sempre de si mesmo. A humildade Cristã deve sempre ser posta em nossa própria capacidade e forças. Com isso, seremos pessoas que transmitem Cristo com o próprio viver. O problema de hoje é que as pessoas põem sua humildade numa área que não deviam: na área do conhecimento de Deus. O homem deve sempre mostrar-se duvidoso a respeito de si mesmo, mas não a respeito da Verdade; e isto foi invertido completamente nos dias atuais.

O que vimos neste domingo foi um verdadeiro show de humildade manifesta no lugar errado. Cada vez que um tema polêmico era posto em pauta, todos se apressavam m dizer que cada um tinha sua visão, cada um tinha sua doutrina, cada um tinha seu cada um. Não era difícil ver o esforço mútuo de não querer parecer “dono da verdade”.

Acho que G. K. Chesterton escreveu uma verdadeira profecia quando, em 1908, disse que estamos em vias de produzir uma raça de homens mentalmente modestos demais para acreditar na tabuada. Do modo com as coisas vão indo, o relativismo será a nova lei nas igrejas de nosso país, se já não o for.


***
Yago Martins
, para o Cante as Escrituras e Púlpito Cristão
 
FONTE: www.pulpitocristao.com/

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Lição 12

Lição 12 - Quando o crente não ora

O pecado pode ocorrer basicamente de duas formas. A mais...

Texto Bíblico: Jonas 1.1-5,11,12,15

O pecado de não orar
“Quanto a mim, longe de mim que eu peque contra o Senhor, deixando de orar por vós; antes vos ensinarei o caminho bom e direito”
(1 Sm12.23)
   
O pecado pode ocorrer basicamente de duas formas. A mais comum a de quem pratica o mal, e por isso, evidentemente, está pecando, sem nenhuma sombra de dúvida. Mas também é possível pecar deixando de praticar o bem que se pode realizar. É o que expressa Tiago, o irmão do Senhor: “Aquele que sabe que deve fazer o bem e não o faz, nisso está pecando” (Tg 4.17).

Há muitos cristãos, que de cristãos só têm o nome. Mas todos sabem que devem orar e precisam orar; que a oração é o poderoso fator de equilíbrio e vitória espiritual; que a oração é o assunto que permeia toda a Bíblia e que foi a poderosa arma usada por todos os servos de Deus, no decorrer da história; todos sabem que os profetas foram homens de oração e que Jesus, o Mestre, era o maior exemplo de oração em todos os tempos; que também os apóstolos  reconheciam o valor da oração e o evidenciavam orando com regularidade. Todos os que atentam para a história do povo de Deus, sabem que os avivamentos  que o mundo já viu, que o povo desfrutou, foram precedidos e sustentados pelas orações daqueles que tiveram coragem de enfrentar as forças diabólicas, orando a Deus com persistência  e com fervor.

Você está observando atentamente nesta mensagem deixada para nós pela história? Você reconhece e admite a veracidade bíblica e histórica do que estamos dizendo aqui? Acha que a oração é tudo isto que estamos ensinando? Mais algumas perguntas, e estas exigem muita sinceridade na resposta. Você está orando? Como está sendo a sua oração? Está orando com regularidade? Está orando continuamente? As suas orações, qual incenso de aroma agradável, estão subindo ao céu? O anjo de Deus poderá dizer da sua oração o que disse a oração de Cornélio, que ainda não era um membro da igreja: “As tuas orações... subiram para memória diante de Deus”?

Por que não orar é pecado? Primeiro, porque é mandamento de Jesus. O Senhor disse: “Vigiai e orai”. Paulo ensina: “Orai sem cessar”, e também: “Perseverai em oração, velando nelas com ações de graças”. Segundo, porque orar por nós mesmos, e uns pelos outros, é o meio mais seguro para vencermos todo o mal e alcançarmos o céu. Porque orar e interceder, como diz a Bíblia, “ por todos os homens”, é o meio divino de ajudá-los e de expressar o nosso amor por aqueles a quem Deus ama e quer salvar.

Não orar é pecado, porque não orar é o caminho certo para uma vida espiritual raquítica, falida e infrutífera. Não orar é o caminho seguido por muitos que fracassaram e deixaram de si uma história triste e um exemplo demolidor. Não orar tem sido o caminho pelo qual muitos se distanciaram da Igreja de Deus, e morreram no pecado e estão perdidos para sempre. Não siga tal caminho. Desperte enquanto é tempo. Se você peca deixando de orar, poderá pecar de muitas outras maneiras. Não peque deixando de orar. Desperte. Como está escrito: “Desperta, ó tu que dormes, levanta-te de entre os mortos, e Cristo te iluminará” (Ef 5.14).  Ore. Ore mais. Quem mais ora, mais poder tem para enfrentar as adversidades da vida! (SOUZA, Estevam Ângelo. Guia Básico de Oração. pp.231-35,CPAD).

Lição 12 - O lar e os meios de comunicação

Na Bíblia, lemos: “Coroa dos velhos são os filhos dos filhos; e a...

Texto Bíblicos Salmos 127.1-3; Salmos 128.1-4

A PROTEÇÃO NO LAR DEPENDE DE TODOS

Certo sábio disse:
Filhos de meus filhos, sereis a coroa de vossos pais na velhice.

Na Bíblia, lemos: “Coroa dos velhos são os filhos dos filhos; e a glória dos filhos são seus pais” (Pv 17.6). Ninguém mais apropriado que os pais para promover o intercâmbio, auxílio e respeito mútuo entre os membros da família. Agir desse modo é investir em favor do bem comum. Significa também meio seguro de proteção do lar, o qual pode sobrepor-se às grandes dificuldades e sobreviver às maiores adversidades, quando todos se ajudam por amor. É assim que se cumpre a benção de Deus: “Verás os filhos dos teus filhos e a paz sobre Israel” (Sl 128.6), isto é, sobre a família, por muitas gerações. Isso exige de nós:

1. A Vigilância individual como proteção do lar. Os filhos menores são dependentes dos pais, mas em alguns casos são dependentes exclusivamente de si mesmos. O adolescente e o jovem também têm a sua parcela de responsabilidade na proteção do lar. É necessária a compreensão de que a sua segurança moral e espiritual depende mais de sua própria vigilância e firmeza de propósitos do que de seus pais, especialmente na ausência destes. Até os irracionais possuem instintos de defesa. Deus dotou a todos os seres viventes com algumas condições para se defenderem. Paulo escreveu ao jovem Timóteo: “Tem cuidado de ti mesmo” (1Tm 4.16). Observe que a proteção dos pais e a de Deus não isentam os filhos de velar pela sua própria segurança moral e espiritual... A Bíblia nos ensina: “Sabemos que todo aquele que é nascido de Deus não peca; mas o que de Deus é gerado conserva-se a si mesmo, e o maligno não lhe toca” (1 Jo 5.18).

Qualquer pessoa que deixa de ir aos cultos, onde pela pregação da Palavra e pela oração aprende, é despertado e edificado, a fim de se pôr à frente da televisão assistindo a programas pornográficos e às novelas obscenas e corruptoras, está contribuindo mais para a destruição do seu lar do que para protegê-lo. Também, nesse sentido, a Bíblia requer “a justa operação de cada parte” (Ef 4.16).

(Texto Extraído da obra “... e fez Deus a Família: O padrão divino para um lar feliz.” Rio de Janeiro: CPAD.)

Lição 12 - Fale o que convem!

Paulo escreveu primeiramente para instruir Tito na sua...

Texto Bíblico: Tito 2.1-10

ESBOÇO DA ESPÍSTOLA DE PAULO A TITO

INTRODUÇÃO (1.1-4)

I.Instruções Sobre o Estabelecimento de Presbíteros (1.5-9)

1 Presbíteros em Cada Cidade.
 
2 Qualificações para Presbíteros.
 
2.1 Pessoais

a.Irrepreensíveis.
b.Despenseiro Fidedigno.
c.Não soberbo.
d.Não iracundo.
e.Não dado ao vinho.
f.Não Espancador.
g.Não cobiçoso.
h.Hospitaleiro.
i.Amigo do Bem.
j.Sensato.
k.Justo.
l.Santo e Moderado.
m.Retendo Firme a Fiel Palavra.
n.Capaz de Exortar com a Palavra.
o.Capaz de Refutar os Contradizentes da Palavra.
 
2.2 Familiares
a.Marido de Uma só Mulher.
b.Filhos Crentes.
c.Que Seus Filhos Não sejam Dissolutos Nem Rebeldes.
 
II. Instruções a Respeito dos Falsos Mestres (1.10-16)
 
1.Seu caráter.
2.Sua Conduta.
3.Sua Repreensão.

III. Instruções a Respeito dos Grupos de Crentes na Igreja (2.1-5)
1.O Alcance de Instrução.
2.O Fundamento da Instrução.
3.A Responsabilidade de Tito.

IV. Exortação às Boas Obras (3.1-11)
 
1.Nossa Conduta Ante o Próximo.
2.A Misericórdia de Deus para Conosco.
3.Discernindo Entre o Bem e o Mal.

CONCLUSÃO (3.12-15).

Propósito: Paulo escreveu primeiramente para instruir Tito na sua tarefa de (1) pôr em ordem o que ele (Paulo) deixara inacabado nas igrejas de Creta, inclusive a instituição de presbíteros nessas igrejas (1.5); (2) ajudar as igrejas a crescerem na fé, no conhecimento da verdade e em santidade (1.1); (3) silenciar falsos mestres (1.11); e (4) vir até Paulo, uma vez substituído por Ártemas ou Tíquico (3.12).

Texto Extraído da:Bíblia de Estudo Pentecostal” Rio de Janeiro: CPAD.

Lição 12 - A Igreja e a ação social

Os três mil novos crentes se agregaram aos outros crentes. Isto é...

Texto: Atos 2.42,44,45; 4.34,35

Os três mil novos crentes se agregaram aos outros crentes. Isto é se reuniram com outros como eles, pessoas de pensamento e fé semelhantes.
A comunhão (do grego, Koinonia) significa associação e relacionamento íntimos. Isto era mais do que simplesmente uma reunião religiosa. Isto envolvia compartilhar bens, fazer refeições juntos, e orar juntos.

Os versículos finais do capítulo 4 dão uma ideia do trabalho interno da Igreja Primitiva. Os cristãos do século I desfrutavam de um sentimento de proximidade e união que fazia com que o mundo se surpreendesse e observasse. Uma coisa é falar de amar aos outros; outra coisa muito diferente é vender os seus bens valiosos e distribuir estes recursos entre os menos afortunados. Mas esse tipo de generosidade era comum na Igreja Primitiva. E este tipo de generosidade é a essência da verdadeira comunhão.

A generosidade dos crentes de Jerusalém era tão grande, que não havia entre eles necessitado algum. Abundantes doações resultantes da venda de terras ou casas eram trazidas aos apóstolos para serem distribuídas entre aqueles que estavam em necessidade. Tais doações eram expressões excepcionais de preocupação social pelos necessitados (Texto extraído do: Comentário do Novo Testamento Aplicação Pessoal. vl 1, pp.633,35CPAD).
Professor aproveite e solicite a ajuda dos alunos para montarem cestas básicas, para os irmãos necessitado.

Lição 12 - Na reta Final

 Nós os discípulos de Jesus, somos o sal de um mundo...

Texto Bíblico: Atos 21.17-40_ 26.1-32

Nós os discípulos de Jesus, somos o sal de um mundo sombrio, e a luz de um mundo escuro e pecador. Mas fazermos isso apenas por causa daquele que veio como a “Luz do mundo”.  Da mesma maneira que a luz brilha a partir de um pedestal, nós os servos de Jesus devemos deixar a nossa luz brilhar perante os outros. Jesus deixou bem claro que não haveria nenhum erro quanto à fonte das boas obras de um crente. A luz do crente não brilha para ele mesmo; essa luz deve ser refletida em direção ao Pai, levando as pessoas a Ele.

“Vós sois a luz do mundo” (Mt 5.14). Assim como o sal faz diferença no alimento das pessoas, a luz faz a diferença no seu ambiente. Mais tarde Jesus explicou: “Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida” (Jo 8.12). Os discípulos de Cristo devem viver para Cristo, brilhando como “uma cidade edificada sobre um monte” (Mt 5.14), de forma que todos possam vê-los. Deverão ser como luzes em um mundo escuro, mostrando claramente como Cristo é. Como Jesus Cristo é a luz do mundo, os seus seguidores devem refletir a Sua luz.

Boa ideia!

Convide o responsável pelo evangelismo em sua igreja, para conversar com os juniores sobre a melhor forma de abordar os colegas, os parentes para evangelizá-los. Lembre a eles que o apóstolo Paulo pregava sempre que tinha uma oportunidade.


Lição 12 - Sirvo a um Deus de amor

Saulo de Tarso era um homem que recebeu rígida formação religiosa, cultural e...

Texto Bíblico: Atos 9.1-19

Saulo de Tarso era um homem que recebeu rígida formação religiosa, cultural e intelectual. De temperamento “forte”, com inúmeras habilidades e com forte influência. Ele perseguia covardemente os cristãos. Saulo agia desta maneira porque era um fariseu, conhecedor dos ensinos do Antigo Testamento e defensor das Leis. Como um religioso dedicado lutava ferozmente contra os cristãos. Por isso, cometeu muitas atrocidades como apoiar a morte de Estevão, acorrentar e levar para a prisão homens e mulheres e perseguir os seguidores de Jesus a ponto de fazê-los fugir de suas maldades se mudando para outras cidades.

Mas, um dia quando fazia uma viagem, Saulo teve um encontro com Deus que transformou sua vida porque ele pôde conhecer a Verdade.
Passou a se chamar Paulo e se tornou um cristão muito dedicado. Logo aprendeu o que Jesus queria dele e começou a pregar o evangelho. Dedicou sua vida para falar de Jesus. Realizou várias viagens missionárias ganhando muitas almas e implantando igrejas por onde passava.
Seu trabalho para o Senhor foi tão grandioso que até hoje ele é o missionário por excelência entre todos os cristãos.

Saulo pensava que estava agindo corretamente ao perseguir os cristãos. Por isso, foi ficando cada vez mais irritado porque embora lutasse tanto o cristianismo estava crescendo. Queria arrumar uma maneira oficial para acabar com o evangelho e para isso teve que fazer uma viagem. Sua pressa foi tanta que viajou por volta do meio-dia, horário evitado para viagens devido ao forte calor. Mas, quando Saulo perseguia os cristãos ele estava perseguindo o próprio Cristo e foi no caminho de Damasco quando ele pensava que ia “acabar” com essa história que Deus marcou um encontro com ele.


Então, Saulo foi cercado por um resplendor de luz, caiu por terra e ouvir uma voz que lhe disse: “Saulo, Saulo, por que você me persegue?”. Perguntou àquela voz: “Quem é o Senhor?”, e teve a confirmação de que era Jesus “- Eu sou Jesus aquele que você persegue”. Mesmo espantado Saulo creu em Jesus ( Niedja de Melo ).

Professor explique aos seus alunos que Deus demonstrou seu grande amor por Saulo indo ao seu encontro para lhe mostrar que Jesus está vivo e que é o Salvador.

Após três dias Deus enviou apóstolo Ananias para lhe instruir acerca dos propósitos que Deus tinha para sua vida.
Sabe o que aconteceu? Saulo começou pregar o evangelho.

Ás vezes parece impossível que aquele seu amigo, vizinho, professor ou parente se converta? Não perca a esperança, insista, pois até a pessoa que mais odeia o cristianismo pode se converter de seu mau caminho.

Boa ideia!

Providencie um grande evangelismo com as crianças. Saiam pelas ruas próximas da igreja louvando e falando do amor de Deus.

Aprendemos com o texto bíblico que Paulo e Silas, ao “invés de murmurarem e se...

Texto Bíblico Atos 16.11-40

De professor para professor

Prezado professor, neste domingo o objetivo da lição é que a criança aprenda que podemos louvar a Deus em todo o tempo.

• É importante fazer uma recapitulação da aula anterior. Pergunte qual foi a palavra-chave estudada e qual o versículo aprendido.

• A palavra-chave da aula de hoje é “CADEIA”. Explique que cadeia representa as coisas ruins que nos acontecem, e que mesmo passando por elas devemos louva ao Papai do céu.

Para refletir

• Você louva a Deus independente das circunstâncias? Então, não terá dificuldades em ensinar seus alunos que devemos louvar ao Pai em todo o tempo.

Aprendemos com o texto bíblico que Paulo e Silas, ao “invés de murmurarem e se queixarem por causa das dores, perto da meia-noite, eles oravam e cantavam hinos a Deus. Orando louvavam ao Todo-Poderoso. Ao orarem, com certeza, eles sentiam a alegria crescer dentro deles e isto os levava a cantar. A oração sincera sempre leva à glorificação, e a glorificação dispersa a tristeza. Naquele calabouço, uma luz brilhava no coração dos dois missionários. Deixe que a luz de Cristo brilhe em seu coração, mesmo que esteja atravessando uma fase difícil.”
(Comentário Bíblico Beacon).

Regras Práticas para os Professores

Certo e Errado

[...] Durante a fase do pensamento concreto, as crianças precisam de ajuda para reconhecer o que é certo e o que é errado, vivenciando isto através de cada incidente em casa, na aula ou nas histórias. Ainda não são capazes de caracterizar os acontecimentos dentro de uma grande categoria rotulada de “certo” ou “errado”. Ou seja, não conseguem generalizar, precisam pensar em atos específicos.

Aprender o que é certo é muito difícil. Ensinar o que é certo também é uma tarefa árdua. Pergunte em qualquer classe, o que não devemos fazer e observe quantas respostas surgirão. Então, pergunte o que devemos fazer de bom e veja o que acontece. A lista pode começar com as seguintes declarações: “Não bater”, “Não mentir”... Estas coisas não contam com ações a fazer. Se insistirmos em respostas positivas, a lista será relativamente pequena, se conseguimos formar uma. Este é um desafio para nós. Ensinar o que podemos fazer de bom, além das coisas “espirituais”, tais como, freqüentar a escola dominical, orar e ler a Bíblia. Podemos ensinar nossos alunos a ser gentil, a pensar em coisas boas para fazer pelos outros. Ensiná-lo a obedecer a seus pais em situações específicas. Quando a mamãe disser: “Vamos nos aprontar para dormir”, como devem agir?
Por meio das histórias bíblicas, podem aprender a ver o que as pessoas fazem de certo e de errado. São capazes de começar a aprender a palavra pecado. Pecado é fazer aquilo que Deus não quer que façamos, ou, é não fazer o que Deus quer que façamos.

As crianças, primeiramente, aprendem o conceito de certo e errado em relação às conseqüências que isto lhes traz. Se forem punidas, o que fizeram é errado. Se receberem recompensa, o que fizeram é certo.

Continua na próxima semana

Como Ensinar Crianças do Jardim de Infância. Rio de Janeiro, CPAD.

Sugestões de Atividade

Peça que os alunos façam um desenho sobre alguma coisa ruim que lhes tenha acontecido. Converse sobre o que seriam situações difíceis (ficar doente, ser castigado sem merecer, quebrar alguma coisa da mamãe, perder ou quebrar algum brinquedo de que gosta, perder um animal de estimação, etc).

Examine cada desenho e pergunte o que representa. Indague da criança se ela louvou a Deus naquela circunstância. Se louvou, sentiu-se melhor ou pior? De que modo Deus a ajudou? Se não louvou, o que acha que deveria ter feito? Se houvesse louvado a Deus teria se sentido melhor? Por que?


Lição 12 - Louve a Deus em todo tempo!

A palavra-chave da aula de hoje é “CADEIA”. Não fique assustada com...

Texto Bíblico Atos 16.16-36

De professor para professor

Prezado professor, neste domingo as crianças terão a oportunidade singular de aprenderem que devemos louvar a Deus em todo o tempo.

• Faça uma recapitulação da aula anterior. Pergunte qual foi a palavra-chave estudada e qual o versículo aprendido.


•  A palavra-chave da aula de hoje é “CADEIA”. Não fique assustada com a palavra. Explique para as crianças que “cadeia” representa as coisas ruins que nos acontecem, e que mesmo passando por elas devemos louvar ao Papai do céu.
Você poderá dizer: “O Papai do céu quer que você o louve mesmo se acontecer alguma coisa muito ruim, que deixe você triste. Se você ficar doente e não puder passear, ou se o papai não puder comprar aquele brinquedo que você queria, ou se a mamãe o puser de castigo por algum motivo... mesmo assim, triste e chateado, você deve louvar ao Papai do céu”.

Para refletir

• Aprendemos, através do texto bíblico desta semana, que Paulo e Silas foram despidos, chicoteados e presos em cárcere da mais alta segurança. Apesar desta deplorável situação, eles louvaram a Deus, oraram e cantaram durante esta provação e os outros prisioneiros ouviram. Não importa qual seja a nossa situação, devemos louvar a Deus. Outros podem ir a Cristo por meio de nosso exemplo.

Regras Práticas para os Professores

Organização e Administração
Como organizar de maneira a tornar eficiente nosso ministério com crianças?

A organização e administração freqüentemente são áreas esquecidas do ministério com crianças. Sem administração adequada, nossos recursos, equipamentos, currículos e instalações podem ficar sem a atenção apropriada e ser obstáculos ao ministério de ensino.

Certas áreas específicas da organização têm de receber a atenção da liderança para que o ministério com criança seja eficiente:

1. Recrutamento e treinamento de professores e pais. Recrutar e treinar são processos contínuos. Os programas sempre precisam de liderança e professores. Ter pessoal adequado para cada faixa etária exige uma perspectiva própria sobre a importância do recrutamento. Nove passos podem ajudar no processo de recrutamento.

a) Todos ficam envolvidos no recrutamento.

b) Dê publicidade ao ministério educacional. Em épocas específicas do ano, a congregação deve ser informada sobre o ministério com crianças — o que este ministério está fazendo e como as pessoas podem ajudar.

c) Forneça as descrições de trabalho para cada cargo. Informar as pessoas sobre o que se espera delas, ajuda a aliviar o medo do desconhecido. Descrições de cargo servem para os obreiros identificar exigências, linhas de autoridade e a extensão de suas responsabilidades.

d) Encontrando os possíveis interessados. Compilar listas de classes de adultos e crianças pode ser o início do recrutamento. Investigações fornecem informações sobre experiências ministeriais passadas e disponibilidade e interesse atuais.

e) Aprovando os possíveis interessados. Assim que os nomes forem escolhidos, eles devem ser levados ao corpo ministerial ou comissão da educação cristã. Primeiro aprove os nomes antes de pedir que as pessoas participem.

[...] Continua na próxima semana.

Trecho extraído de: Manual de Ensino Para o Educador Cristão. Rio de Janeiro: CPAD, 1999.

Atividade

Para reforçar o ensino da lição, sugerimos a seguinte atividade: Sente-se com as crianças em círculo no chão da classe. Mostre os visuais da lição. Depois faça a seguinte pergunta: “O que Paulo fez à moça (bruxa) que o seguia?”
Depois que as crianças responderem, explique que tem gente que gosta de bruxa e até faz festa de halloween, que é a festa das bruxas. Você não vai a festas de halloween, vai? (Deixe que falem, e esclareça que é pecado e perigoso participar de tais coisas. Algumas crianças ficam endemoninhadas nestas festas.) O Papai do céu não gosta dessas coisas. Ele fica triste quando uma criança vai à festa de halloween, porque as bruxas e os bruxos têm espíritos maus, demônios.

Fonte: www.cpad.com.br/escoladominical/

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Neste Natal dê esperança para a Igreja Perseguida!‏




"Que o Deus da esperança os encha de toda alegria e paz, por sua confiança nele, para que vocês transbordem de esperança, pelo poder do Espírito Santo."
Romanos 15.13



É incrível pensar que a rotina de preparações para o Natal que nós vivenciamos é desconhecida de muitos cristãos perseguidos. Viver em países hostis ao evangelho não proporciona aos nossos irmãos a oportunidade de comemorar uma das datas mais significativas do cristianismo na companhia de familiares e irmãos da igreja

É para confortá-los e para lhes mostrar que não estão sozinhos que a Portas Abertas criou a campanha internacional Presentes de esperança. 

Há cinco opções de projetos com os quais contribuir neste Natal. Todos eles são realizados pela Portas Abertas Internacional em favor da Igreja Perseguida.

Não deixe a Igreja Perseguida de fora de suas comemorações neste fim de ano. 

domingo, 12 de dezembro de 2010

DIA DA BÍBLIA "Conheça o livro Sagrado, a palavra de Deus!"


A Origem da Bíblia

A História


Quando falamos da Bíblia, falamos de uma coleção de livros. A Bíblia é um conjunto de Escritos Sagrados, que chegou até nós atravessando séculos por meio do povo judeu e pelos cristãos zelosos.

A Bíblia é a revelação de Deus à humanidade, é a vontade de Deus escrita, que contém o que o Senhor requer do homem, o que o homem precisa ser e fazer para chegar até o Criador.

Está tudo revelado na Bíblia; o que o ser humano precisa é conhecê-la pela fé, pois seu tema central é a salvação mediante a fé em Jesus Cristo. Alguém disse certa vez: “A Bíblia é Deus falando ao homem. Deus falando através do homem, Deus falando como homem e Deus falando a favor do homem; mas é sempre Deus falando”.

A palavra Bíblia passou por grandes mudanças ”Bíblos” era o nome de uma antiga cidade Fenícia, famosa pela exportação de papiros. Deste nome se originou a palavra “Biblíon” (livro) e mais tarde “TÁ BIBLÍA” (os livros). O plural grego que determinava o nome “Bíblia” transformou-se, no latim posterior, em nome feminino, singular, “Bíblia”, o livro. E com este sentido foi transmitido para todas as línguas modernas. Mas o conceito vem do hebraico “SeFARAIM”, empregado pela primeira vez em Dn 9.2 “...Eu Daniel, entendi pelos livros...”.

Os judeus que falavam grego traduziram “TÁ BIBLÍA”, designando, com este termo, os livros canonizados como escritos sagrados do povo judeu. Depois foi a vez da Igreja, a qual chama, tanto o Novo quanto o Antigo Testamento, de “TÁ BIBLÍA”. O nome Bíblia foi aplicado às Escrituras, originalmente por João Crisóstomo, grande pregador e patriarca de Constantinopla (398-404 d.C).

Em que material foram escritas?

Tábuas de pedra: Inscrições ou textos eram entalhados em pedras ou rochas. Sua superfície mais lisa ou tosca poderia ser coberta com uma camada de emboço, antes de ser feita a inscrição, como acontecia no Egito e sobre altares de pedra. Tabletes de pedra eram utilizados para textos reais, comemorativos ou religiosos, ou ainda para cópias públicas de editos legais como, por exemplo, o Código de Hamurabi. Aparentemente mediam por volt de 45 cm de comprimento por 30 cm de largura e eram utilizados para registrar, por exemplo, os Dez Mandamentos (Êxodo 24.12). A palavra “tábua” provavelmente descreve a forma retangular e não o tipo de material utilizado.

Papiro: É uma espécie de papel rudimentar, feito de folhas extraídas de uma planta originária do Rio Nilo, que tem o mesmo nome, e uma vez prensada servia como um tipo de papel. Mais tarde, esta técnica aprimorou-se e apareceram os rolos de papiro. Sua utilização não é mencionada diretamente no Antigo Testamento, embora seja comprovada sua utilização, desde o século XI a.C, na Fenícia, na Assíria e Babilônia desde o século VII a.C., e no Egito em todos os períodos. Entre os achados de 1947 nas cavernas de Qumram foram encontrados papiros pertencentes ao século II a.C.

Pergaminho: É empregado na forma de rolo desde o século XVII a.C. Era feito de couro de animal curtido até ficar bem macio e era deixado numa espécie de cal para que ficasse branco, servindo como papel. Media uns 7 metros de comprimento. Quando colados ou costurados, chegavam a medir até 20 metros. Peles de cabras e ovelhas podiam ser facilmente obtidas pelos israelitas e o uso que faziam desse material, para cópias posteriores de textos bíblicos, comprova que já o usavam desde tempos remotos.

O “livro”, no Antigo Testamento, tinha forma usual de rolo, feito de papiro ou pergaminho e o texto era escrito por dentro, podendo continuar no verso. Por volta do século II d.C., o rolo começou a ser substituído pelo códice, uma coleção de folhas de material de escrita dobradas e costuradas em uma extremidade, freqüentemente protegidas por capas. Este “caderno” de papiros ou pergaminhos era largamente usado nas comunidades cristãs para registrar textos do Antigo e Novo Testamentos.

A Bíblia como escritura, aparece mais tarde na História, porém, como mensagem oral, é muito antiga. A oralidade é a forma de narrar ou contar algum feito, muito usada pelos israelitas nos primeiros séculos de sua existência como nação; a palavra era muito significativa e se tornara, posteriormente, o que hoje chamamos de livro.

Os manuscritos

Os manuscritos existentes podem ser divididos da seguinte maneira:

1 – Manuscritos hebraicos do Antigo Testamento

Os mais antigos têm data de 100-150 a.C e foram encontrados nas cavernas de Qumram no ano de 1947, os quais trouxeram valiosos testemunhos para os escritos bíblicos.

2 – Manuscritos Gregos do Novo Testamento

Os mais antigos têm data do terceiro século d.C.

3 – Manuscritos Gregos do Antigo Testamento

Conhecidos como a Septuaginta, ou a versão dos LXX foram traduzidos do hebraico por volta de 277 a.C. Também são datados do quarto século.

4 – Antigas traduções da Bíblia – Em Siríaco, Latim, Alemão e outros idiomas de várias datas.

Não se pode negar a dívida de gratidão que temos para com os judeus pelo extremo cuidado na preparação e preservação dos manuscritos do Antigo Testamento e pelas regras que eles exigiam de cada escriba, algumas das quais são: o pergaminho tinha de ser feito da pele de animais limpos; não somente as palavras, mas cada letra deveria ser contada e destruída logo em seguida e caso, a folha contivesse erro.

Cada cópia deveria ser feita de um manuscrito autêntico e com tinta negra preparada de maneira especial. Pronunciavam cada palavra em voz alta antes de escrevê-la; em caso algum podiam escrever de memória. Os escribas precisavam limpar suas canetas antes de escrever o nome de Deus e banhar o corpo inteiro antes de escrever a palavra “Jeová”.

Em vista deste cuidado extremo da parte dos judeus para preservar perfeitas as Escrituras Sagradas, podemos ter plena confiança de que Deus tem guardado Sua palavra Durant os séculos, desde 1500 a.C., quando Moisés escreveu as primeiras leis (ex 24.4) – até o último escrito de João (cerca de 100 d.C). Os manuscritos do Novo Testamento também foram copiados, com muito cuidado pelos cristãos dos primeiros séculos.

A Bíblia possui quarenta escritores, entre os quais reis, príncipes, poetas, filósofos, profetas e estadistas. Oriundos de diversas classes sociais, alguns eram instruídos em todos os estudos da época, enquanto outros eram pescadores sem cultura. Apesar de possuir vários escritores de classes diferentes, instruções diferentes, de tempos diferentes ela não se contradiz em nenhum momento, pois havia um único cérebro comandando e inspirando seus escritores que foi Deus o único autor da Bíblia.

As Escrituras Sagradas, como um todo, são verbalmente inspiradas por Deus, portanto infalíveis e única regra de fé e conduta do cristão na face da terra.

Por maiores que sejam nossos conhecimentos intelectuais, científicos, filosóficos e históricos, a Bíblia está acima de todos, e nada a pode substituir.

A inspiração divina é o que faz a diferenciação da Bíblia em relação aos demais livros: é o mais vendido, o mais lido, o mais traduzido, o mais antigo e, entretanto, o mais atual.

A razão humana, a Igreja e a Palavra de Deus são os 3 tipos básicos de autoridade religiosa, nesses tempos modernos.

Atualmente, a razão humana, talvez, tem se destacado como a principal forma de autoridade. Precisamos agir com razão e intelecto, mas quando isso digladia a autoridade da Palavra, torna-se racionalismo, e não podemos querer que nossa vida seja regida por autoridade racionalista humana, mas sim pelo próprio Deus.

É claro que neste artigo não temos a pretensão de nos aprofundar na História da Bíblia nem em sua divisão dos seus 66 Livros. Sendo 39 do antigo testamento e 27 do Novo Testamento; sem contarmos é claro com os Livros Apócrifos (não canônicos), como por exemplo: Tobias, Judite, Livros de Macabeus. Nosso desejo é dar uma tênue idéia da sua Origem.

Leitor, nunca esqueça! Se o texto bíblico foi escrito mediante a inspiração de Deus, a leitura de sua Palavra não pode ser um exercício mecânico e desinteressado.

Fontes:
Instituto Betel de Ensino superior
Instituto Teológico Carisma
Ao usar este artigo, mantenha os links e faça referência ao autor:
A Origem da Bíblia publicado 14/03/2009 por João Placoná em http://www.webartigos.com
Fonte: http://www.webartigos.com/articles/15559/1/A-Origem-da-Biblia/pagina1.html#ixzz17rfvdDeK

sábado, 11 de dezembro de 2010

Lição 11

Lição 11 - A Oração que Conduz ao Perdão

Perdão. A doutrina do perdão, proeminente tanto no AT quanto no NT, refere-se...

Leitura bíblica: Salmos 51.1-13

Introdução:

I. O pecado nos afasta de Deus

II. Confissão e Perdão

III. A restauração do pecador

Conclusão

PERDÃO E CONFISSÃO

Perdão. A doutrina do perdão, proeminente tanto no AT quanto no NT, refere-se ao estado ou ao ato de perdão, remissão de pecados, ou à restauração de um relacionamento amigável. Central à doutrina do AT está o conceito de cobrir o pecado da vista de Deus, representado pela palavra heb. Kapar (Salmos 78.38; cf. Dt 21.8; Jr 18.23). Isto é indicado pelas várias traduções da palavra tais como “apaziguar”, “ser misericordioso”, “fazer reconciliação”, e o uso mais proeminente na expressão “fazer expiação”.

Em Levítico 4.20 está declarado: “o sacerdote por eles fará propiciação [de kapar], e lhes será perdoado [de salah] o pecado”. Uma terceira palavra heb., na’as, ocorre frequentemente com ideia de “levantar” ou “dispersar” o pecado (Gn 50.17; Êx 10.17).

Destas passagens fica claro que o perdão depende de um pagamento justo, de uma penalidade pelo pecado. Os sacrifícios do AT proporcionaram tipicamente e profeticamente uma expectativa do sacrifício final de Cristo (cf. At 17.30; Rm 3.25). O perdão como um relacionamento entre Deus e o homem depende dos atributos divinos de justiça, amor e misericórdia, e é baseado na obra de Deus ao providenciar um sacrifício apropriado.

A doutrina do perdão antecipada no AT tem sua plena revelação em o NT. Aqui, três palavras principais se destacam: (1) “despedir” e “remissão” (Mt 6.12,14,15; 9.2,5,6 etc.); (2) “ser misericoridioso” (Lc 7.43; Ef 4.32; Cl 2.13; 3.13); (3) “soltar” (Lc 6.37). Em o Novo Testamento o perdão faz parte do programa total da salvação, proporcionado para aqueles que creem em Cristo. No perdão, a culpa pelo pecado é perdoada e substituída pela justificação, através da qual o pecador é declarado justo. O perdão está sempre incluído em toda a obra de Deus pelo pecador; ele é basicamente judicial, e provê a remissão ao pecador.

Um outro aspecto grande e importante da revelação do NT diz respeito aos cristãos que pecam. Embora judicialmente todos os pecados sejam perdoados quando o pecador é salvo através da fé (Jo 3.18; Cl 2.13), se o pecado entrar na vida de um cristão, ele afetará o relacionamento deste com o Pai Celestial. O perdão e a restauração da comunhão que se fazem necessários são efetuados mediante a confissão dos pecados (1 Jo 1.9) e o arrependimento (Lc 17.3,4; 24.47; At 5.31). O lado divino é zelado pela eficiência e pela eficácia da morte e intercessão de Cristo (1 Jo 2.1); Cristo roga ao Pai a favor do pecador com base em seu próprio sacrifício.

Portanto, todo pecado se torna imperdoável se o indivíduo passar desta vida para a eterna sem se beneficiar da graça divina, pois o perdão é concedido durante a nossa vida neste mundo.

O perdão também é uma obrigação no relacionamento entre os homens, e os crentes são exortados a perdoarem-se uns aos outros (Ef 4.32; cf. Mt 16.13,14).

Confissão. A palavra significa fazer uma admissão (geralmente com voz fraca) de uma mudança de posição. Quase todas as passagens bíblicas podem ser classificadas sob dois aspectos: uma confissão de pecado ou uma confissão de fé. A confissão de pecado é feita a Deus (Sl 32.3-6; 1 Jo 1.9), àquele que sofreu o dano (Lc 17.4), a um conselheiro espiritual (2 Sm 12.13; Tg 5.17), ou à congregação de crentes (1 Co 5.3ss; cf. 2 Co 2.6ss). A confissão de fé deve ser feita abertamente diante dos homens (Mt 10.32; Rm 10.9; 1 Tm 6.12,13; Hb 3.1; 4.14; 10.23). No final, todos os homens serão obrigados a confessar o senhorio de Cristo (Fp 2.11).

Lição 11 - As facilidades e os riscos da internet

A vida moderna está vinculada à informação e à imagem. A cultura...

Texto Bíblico: Efésios 5.6-13; 2 Coríntios 15.33,34.

A INTERNET E SUAS AMEÇAS À FAMÍLIA CRISTÃ

Presente em toda parte

A vida moderna está vinculada à informação e à imagem. A cultura secular tornou-se mais visual do que dialógica, e a internet é uma das grandes representantes dessa nova cultura que une a comunicação, tecnologia e representação gráfica. A tecnologia da informação, por exemplo, tomou conta de todas as áreas da vida moderna. Em certo sentido, trata-se de cumprimento do cumprimento da profecia de Daniel 12.4: “... e a ciência se multiplicará”. Portanto, é um grande desafio para a família saber usar e controlar os meios de comunicação, a partir do lar, nesses tempos difícieis e trabalhosos.

Ameaça para a família

O FBI (polícia federal norte-americana) elaborou, recentemente, um “Guia de Proteção para as Crianças ante a Rede Mundial de computadores”. Este documento visa alertar os pais para o perigo de deixarem seus filhos à mercê do conteúdo da internet sem o indispensável acompanhamento. O texto diz que muitas crianças, adolescentes e jovens são induzidas à prostituição e ao relacionamento sexual promíscuo, sem que os pais o percebam. Além disso, muitos casamentos estão sendo destruídos pelo uso pecaminoso e pornográfico da internet. É a tecnologia a serviço do diabo.

Texto extraído de “Lições Bíblicas: Tempos Trabalhosos: Como enfrentar os desafios deste século” Rio de Janeiro: CPAD.

Lição 11 - Preparado para o combate?
Sabendo Paulo que Timóteo era tímido e enfrentava adversidades no...

Texto Bíblico: 2 Timóteo 2.1-6,15

VISÃO PANORÂMICA DE 2 TIMÓTEO

Esboço de 2 Timóteo:

Introdução (1.1-4)

I. Paulo Exorta Timóteo (1.5-18)

•Despertando o dom de Deus.

•Disposto a Sofrer pelo Evangelho.

•O Exemplo de Paulo.

•Obedecendo e defendendo a Verdade.

•Amigos desleais e leais, de Paulo, em Roma.

II. Requisitos do Obreiro Fiel (2.1-26)

•Ser Forte na Graça de Deus.

•Confiar o Evangelho a Homens Fiéis.

•Suportando os Sofrimentos.

1.Como Bom Soldado.

2.Como Atleta Disciplinado.

3.Como Agricultor Laborioso.

•Morrer por Jesus Cristo e Sofrer por Ele.

•Evitar Discussões Inúteis e Defender o Evangelho.

III. A Iminência do Surto Final da Maldade (3.1-19)

IV.Perseverança na Verdade (3.10-17)

•Aprendida de Paulo.

•Aprendida das Escrituras.

V. Pregar a Palavra (4.1-5)

VI. Testemunho e Instruções de Paulo (4.6-18)

•Testemunho de despedida de Paulo.

•Instrução Pessoal a Timóteo.

•Advertência a Timóteo.

•A certeza da Fidelidade de Deus.

Conclusão (4.19-22)

Sabendo Paulo que Timóteo era tímido e enfrentava adversidades no ministério, e divisando a sombria perspectiva de forte perseguição vinda de fora, contra a Igreja, e da atividade nociva dos falsos mestres dentro dela, ele exorta Timóteo a defender o evangelho, a pregar a Palavra, a perseverar na tribulação e a cumprir a sua missão.

Texto extraído da obra “Bíblia de Estudo Pentecostal” Rio de Janeiro: CPAD.

Lição 11 - O Louvor e a Adoração na Igreja
 
O livro de Salmos é uma coletânea de poesia hebraica inspirada pelo...

Texto Bíblico: Salmos 149.1-9

“O livro de Salmos é uma coletânea de poesia hebraica inspirada pelo Espírito Santo; descreve a adoração e as experiências espirituais do povo de Deus no Antigo Testamento. É a parte mais intima e pessoal deste testamento, pois nos mostra como era o coração dos fiéis naquele tempo, e a sua comunhão com Deus.

Nos livros históricos da Bíblia, Deus fala ao homem, e nos Salmos, o homem fala a Deus.

A alma do crente pode ser comparada a um órgão cujo executor é Deus. Nos salmos, percebe-se como Deus toca todas as emoções da alma piedosa, produzindo cânticos de louvor, confissão, adoração, ações de graças, esperança e instrução” ( Salmos, Adorando a Deus com os Filhos de Israel. p.5, CPAD).

“A música já foi descrita como um som bonito, mas para qualquer pessoa que tenha sido profundamente comovida pelo som, não é nada menos do que uma dádiva da graça. Combinada com palavras e verdades das Escrituras, a música pode tocar o coração com a cura, elevar o espírito com promessas, exaltar a alma com o amor. O fruto da criatividade de um compositor temente a Deus abre-nos um espaço de grande intimidade com o nosso Criador.

As palavras e as verdades da Bíblia são poderosas por si mesmas, embora pareçam assumir uma nova dimensão quando talentosamente combinadas com a música, tornando-se ainda mais vivas e ativas. Pense nos grandes hinos e nas grandes composições clássicas do passado, lembretes esplêndidos e potentes da santidade, majestade e maravilhosa graça de Deus. Como é doce o som! Nem mesmo um rei conseguiu ficar sentado quando magníficos acordes do coro de “Aleluia” alcançaram uma platéia pela primeira vez.” (Graça Diária. p.88, CPAD).

Lição 11 - Missão Cumprida
A terceira viagem de Paulo durou de 53 a 57 d.C. Deixando a igreja de Antioquia,...

Texto Bíblico: Atos 18.23-28 _ 21.1-16

A terceira viagem de Paulo durou de 53 a 57 d.C. Deixando a igreja de Antioquia, Paulo seguiu em direção a Éfeso, mas durante o caminho ele visitou as igrejas da Galácia e da Frígia. A parte mais importante desta viagem seria uma longa permanência (de dois a três anos) em Éfeso. Antes de retornar a Jerusalém, Paulo também visitou crentes na Macedônia e na Grécia. Quando Paulo partiu, uma das suas prioridades era ajudar os crentes a crescer. Esta era a atividade regular de Paulo – a de ajudar a confirmar aqueles que ele tinha conduzido a Cristo, e as igrejas que ele tinha fundado (Comentário do Novo Testamento, Aplicação Pessoal, Vl I, CPAD).

Professor, explique aos alunos que é um privilégio glorioso pregar a Palavra, pois fomos escolhidos por Deus para este trabalho (Jo 15.19).

O Senhor nos salvou para anunciarmos as suas virtudes (1 Pe 2.9), isto é, para pregarmos “o Evangelho a toda a criatura” (Mc 16.15), dando, assim, de graça o que de graça recebemos (Mt 10.8).

Se hoje somos salvos, é porque alguém sentiu o peso da responsabilidade de nos falar do amor de Deus, e nos anunciou o evangelho.

Os anjos queriam pregar o Evangelho (1 Pe 1.12), porém Deus reservou esta tarefa para os seus servos. Ganhar almas é privilégio de todo o crente (Mt 10.32). O fato de podermos cooperar com Deus (Mc 16.20) é um privilégio. Que exultação é saber que alguém hoje é crente ou que alguém já partiu para a glória e está salvo porque nós o ganhamos para Cristo. (Texto adaptado do livro Estudo Sobre Razões e Métodos de Evangelização, CPAD).

Lição 11 - Sirvo a um Deus que me salva

Ele tem enviado seus anjos para cuidar de você, seu Santo Espírito para...

Texto Bíblico: João 6.1-13

As Boas Dádivas de Deus

Você já se sentiu como se não tivesse nada?

Simplesmente olhe para as dádivas que Deus lhe tem dado:

Ele tem enviado seus anjos para cuidar de você, seu Santo Espírito para habitar em você, sua igreja pra encorajar você, e a sua Palavra pra guiar você...

Sempre que você fala, Ele houve; faça um pedido, e Ele responde.

Ele nunca o deixará ser demasiadamente tentado, ou tropeçar tão gravemente.

Deixe uma lágrima aparecer em sua face, e Ele estará lá para enxugá-la.

Deixe um soneto de amor aparecer em seus lábios, e Ele estará lá para ouvi-lo.

Quanto mais você deseja vê-lo, mais Ele quer ver você...

Você foi escolhido por Cristo...Ele o reivindicou como um filho amado seu (Graça para o Momento, CPAD).

Sugestão

Distribua folhas, canetas hidrográficas, giz de cera e lápis de cor para as crianças.

Peça para elas desenharem ou escreverem como podem servir ao Senhor e a igreja.

Lição 11 - Aprendendo a ficar longe do mal!

É importante fazer uma recapitulação da aula anterior. Pergunte...

Texto Bíblico 1 João 5.18; Luas 22.31,32

De professor para professor

Prezado professor, neste domingo o objetivo da lição é que a criança aprenda que, por ser filha de Deus, o diabo não lhe pode fazer mal.

• É importante fazer uma recapitulação da aula anterior. Pergunte qual foi a palavra-chave estudada e qual o versículo aprendido.

• A palavra-chave da aula de hoje é “MAL”. Então, durante o decorrer da aula, repita a frase: “Deus nos protege do mal”.

Para refletir

• Através da lição, aprendemos que a implantação da natureza divina em nós é obra do Espírito Santo, mas o cultivo desta natureza é trabalho nosso. Cabe a nós exercitar a santidade, sujeitando-nos a Deus e resistindo ao diabo.

• Regras Práticas para os Professores

Aprendizagem Bíblica

(Continuação...)

A Bíblia é de fato totalmente concreta em vários dos seus ensinamentos. É como se Deus soubesse que, não somente as crianças, mas muitos de nós precisaríamos pensar a seu respeito concretamente. Deus, Jesus e o Espírito Santo são pessoas. Isto é concreto. Eles falam e fazem coisas. Isto é concreto. Às vezes, vemos na Bíblia descrições de como um deles apareceu. Isto é concreto. Quando as crianças aprendem satisfatoriamente sobre Deus, através da Bíblia, com facilidade poderão aprender sobre a Trindade, utilizando o conhecimento adquirido — se o professor julgar importante ensiná-los sobre a Trindade nesta idade. Deus diz que Ele é único. Ensine isto. Jesus não é outro Deus. Ele é Deus. Nossa mente não consegue alcançar plenamente o significado deste conceito, mas Deus diz que Ele é o único Deus.

A dificuldade na compreensão da Trindade está na mente dos adultos e não na mente das crianças. Uma professora pediu a seus alunos que levantassem três dedinhos de uma mão e depois os segurassem bem juntinhos com a outra mão. Eles aprenderam que 1+1+1=1. Que satisfação! “As crianças — conta a professora — acreditaram tão facilmente. Que fé pura!” Não é uma tarefa agradável, mas alguém tem que extinguir tamanha excitação, explicando que, obviamente, as crianças acreditariam no que lhes foi dito, pois ainda não têm idade suficiente para saber que 1+1+1 deveria ser igual a 3. É claro, quando um matemático diz que o modo correto de se explicar a Trindade é 1x1x1=1, então, todos desistem de utilizar o sistema numérico com as crianças do jardim.

A Bíblia é o melhor meio para ensinarmos às nossas crianças quem são as pessoas da Trindade — Deus, Jesus e o Espírito Santo.

Como Ensinar Crianças do Jardim de Infância. Rio de Janeiro, CPAD.

Sugestões de Atividade

Para reforçar o ensino da lição, sugerimos a seguinte atividade: Revisão com desenhos. Prepare diversas questões que possam ser respondidas com um simples desenho. Faça uma pergunta de cada vez, dando tempo suficiente para que desenhem suas respostas. Veja um exemplo:

O diabo queria fazer mal para João ou Pedro? (Pedro).
Lição 11 - Louve a Deus porque Ele cura!

Prezado professor, neste domingo as crianças terão a oportunidade...

Texto Bíblico Atos 3.1-16

De professor para professor

Prezado professor, neste domingo as crianças terão a oportunidade singular de compreenderem o significado da palavra “CURA”. O objetivo é que as crianças louvem a Deus por tudo que Ele nos cura.

• Faça uma recapitulação da aula anterior. Pergunte qual foi a palavra-chave estudada e qual o versículo aprendido.

• A palavra-chave da aula de hoje é “CURA”. Então, durante o decorrer da aula repita a frase: “Vamos louvar a Deus porque Ele nos cura.”

Para refletir

• O texto bíblico que vamos estudar esta semana, além de mostrar o poder curador de Deus, nos ensina que nem sempre o Senhor nos dá o que pedimos, mas certamente Ele nos dá o que precisamos.

Ao pedirmos a ajuda de Deus para determinada situação, Ele poderá não nos dar aquilo que pedimos, mas surpreender-nos com algo infinitamente melhor. Pense nisso!

• Professor, Jesus é aquEle que cura o corpo, a alma, o espírito, a personalidade e os relacionamentos. Lembre-se: “Ele foi ferido pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e, pelas suas pisaduras, fomos sarados” (Is 53.5).

Regras Práticas para os Professores

Métodos e Materiais

No mínimo sete categorias ou métodos podem ser empregados com crianças de todas as idades.

1. Artes manuais. Estas atividades fornecem um modo emocionante e agradável para as crianças aprenderem a Palavra de Deus. Com este tipo de tarefa, os processos de pensamento pelo que a criança passa são mais importantes do que o produto final. Elogio e incentivo específicos são necessários ao longo destas atividades.

2. Teatro. Uma a imaginação, sentimentos e ações da criança produzir uma experiência de aprendizagem coroada de pleno êxito. As atividades teatrais pode pôr a criança na pele de Daniel quando este estava diante da escritura na parede. Pode até levar as crianças à travessia do mar Vermelho. Tais representações tornam a Bíblia viva!

3. Comunicação oral. A maioria das crianças gosta de falar e dividir idéias e experiências. Isto ajuda as crianças a desenvolver suas habilidades de memorizar a Bíblia, ouvir, resolver problemas e compartilhar necessidades e pedidos.

4. Música. O Salmo 150 diz: Louvai-o com o som de trombeta; [...] com o saltério e a harpa; [...] com o adufe e a flauta” (Sl 150.3,4). As crianças podem adorar e louvar ao Senhor com suas vozes e com instrumentos musicais simples. A música pode ser usada durante os momentos de adoração, de forma que as crianças sejam encorajadas a responder a Deus pela Palavra e Seus atos poderosos.

5. Jogos bíblicos. As crianças adoram jogar e aprender. Jogos bíblicos ajudam as crianças a aprender o assunto e a se lembrar de verdades específicas.

Métodos e materiais criativos são ferramentas valiosas para auxiliar as crianças a conhecer, entender e aplicar a Palavra de Deus. É crucial que professores e pais sejam treinados no uso eficaz dos diversos métodos e materiais disponíveis.

Trecho extraído de: Manual de Ensino Para o Educador Cristão. Rio de Janeiro: CPAD, 1999.

Atividade Manual

Para reforçar o ensino da lição, sugerimos a seguinte atividade: Sente-se com as crianças em círculo no chão da classe. Mostre os visuais da lição. Depois peça que as crianças desenhem a parte da história que mais gostaram. Enquanto elas desenhem faça algumas perguntas referentes a lição:

a.O que o homem pediu a Pedro e João?

b.Em vez disso, o que lhe deram?

Diga que Deus opera milagres. Ele curou o homem. Pedro ajudou orando em nome de Jesus. Deus continua curando. Vamos louvar ao Papai do céu que nos cura. Louve a Deus juntamente com as crianças.