sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Lição 12

Lição 12 - Quando o crente não ora

O pecado pode ocorrer basicamente de duas formas. A mais...

Texto Bíblico: Jonas 1.1-5,11,12,15

O pecado de não orar
“Quanto a mim, longe de mim que eu peque contra o Senhor, deixando de orar por vós; antes vos ensinarei o caminho bom e direito”
(1 Sm12.23)
   
O pecado pode ocorrer basicamente de duas formas. A mais comum a de quem pratica o mal, e por isso, evidentemente, está pecando, sem nenhuma sombra de dúvida. Mas também é possível pecar deixando de praticar o bem que se pode realizar. É o que expressa Tiago, o irmão do Senhor: “Aquele que sabe que deve fazer o bem e não o faz, nisso está pecando” (Tg 4.17).

Há muitos cristãos, que de cristãos só têm o nome. Mas todos sabem que devem orar e precisam orar; que a oração é o poderoso fator de equilíbrio e vitória espiritual; que a oração é o assunto que permeia toda a Bíblia e que foi a poderosa arma usada por todos os servos de Deus, no decorrer da história; todos sabem que os profetas foram homens de oração e que Jesus, o Mestre, era o maior exemplo de oração em todos os tempos; que também os apóstolos  reconheciam o valor da oração e o evidenciavam orando com regularidade. Todos os que atentam para a história do povo de Deus, sabem que os avivamentos  que o mundo já viu, que o povo desfrutou, foram precedidos e sustentados pelas orações daqueles que tiveram coragem de enfrentar as forças diabólicas, orando a Deus com persistência  e com fervor.

Você está observando atentamente nesta mensagem deixada para nós pela história? Você reconhece e admite a veracidade bíblica e histórica do que estamos dizendo aqui? Acha que a oração é tudo isto que estamos ensinando? Mais algumas perguntas, e estas exigem muita sinceridade na resposta. Você está orando? Como está sendo a sua oração? Está orando com regularidade? Está orando continuamente? As suas orações, qual incenso de aroma agradável, estão subindo ao céu? O anjo de Deus poderá dizer da sua oração o que disse a oração de Cornélio, que ainda não era um membro da igreja: “As tuas orações... subiram para memória diante de Deus”?

Por que não orar é pecado? Primeiro, porque é mandamento de Jesus. O Senhor disse: “Vigiai e orai”. Paulo ensina: “Orai sem cessar”, e também: “Perseverai em oração, velando nelas com ações de graças”. Segundo, porque orar por nós mesmos, e uns pelos outros, é o meio mais seguro para vencermos todo o mal e alcançarmos o céu. Porque orar e interceder, como diz a Bíblia, “ por todos os homens”, é o meio divino de ajudá-los e de expressar o nosso amor por aqueles a quem Deus ama e quer salvar.

Não orar é pecado, porque não orar é o caminho certo para uma vida espiritual raquítica, falida e infrutífera. Não orar é o caminho seguido por muitos que fracassaram e deixaram de si uma história triste e um exemplo demolidor. Não orar tem sido o caminho pelo qual muitos se distanciaram da Igreja de Deus, e morreram no pecado e estão perdidos para sempre. Não siga tal caminho. Desperte enquanto é tempo. Se você peca deixando de orar, poderá pecar de muitas outras maneiras. Não peque deixando de orar. Desperte. Como está escrito: “Desperta, ó tu que dormes, levanta-te de entre os mortos, e Cristo te iluminará” (Ef 5.14).  Ore. Ore mais. Quem mais ora, mais poder tem para enfrentar as adversidades da vida! (SOUZA, Estevam Ângelo. Guia Básico de Oração. pp.231-35,CPAD).

Lição 12 - O lar e os meios de comunicação

Na Bíblia, lemos: “Coroa dos velhos são os filhos dos filhos; e a...

Texto Bíblicos Salmos 127.1-3; Salmos 128.1-4

A PROTEÇÃO NO LAR DEPENDE DE TODOS

Certo sábio disse:
Filhos de meus filhos, sereis a coroa de vossos pais na velhice.

Na Bíblia, lemos: “Coroa dos velhos são os filhos dos filhos; e a glória dos filhos são seus pais” (Pv 17.6). Ninguém mais apropriado que os pais para promover o intercâmbio, auxílio e respeito mútuo entre os membros da família. Agir desse modo é investir em favor do bem comum. Significa também meio seguro de proteção do lar, o qual pode sobrepor-se às grandes dificuldades e sobreviver às maiores adversidades, quando todos se ajudam por amor. É assim que se cumpre a benção de Deus: “Verás os filhos dos teus filhos e a paz sobre Israel” (Sl 128.6), isto é, sobre a família, por muitas gerações. Isso exige de nós:

1. A Vigilância individual como proteção do lar. Os filhos menores são dependentes dos pais, mas em alguns casos são dependentes exclusivamente de si mesmos. O adolescente e o jovem também têm a sua parcela de responsabilidade na proteção do lar. É necessária a compreensão de que a sua segurança moral e espiritual depende mais de sua própria vigilância e firmeza de propósitos do que de seus pais, especialmente na ausência destes. Até os irracionais possuem instintos de defesa. Deus dotou a todos os seres viventes com algumas condições para se defenderem. Paulo escreveu ao jovem Timóteo: “Tem cuidado de ti mesmo” (1Tm 4.16). Observe que a proteção dos pais e a de Deus não isentam os filhos de velar pela sua própria segurança moral e espiritual... A Bíblia nos ensina: “Sabemos que todo aquele que é nascido de Deus não peca; mas o que de Deus é gerado conserva-se a si mesmo, e o maligno não lhe toca” (1 Jo 5.18).

Qualquer pessoa que deixa de ir aos cultos, onde pela pregação da Palavra e pela oração aprende, é despertado e edificado, a fim de se pôr à frente da televisão assistindo a programas pornográficos e às novelas obscenas e corruptoras, está contribuindo mais para a destruição do seu lar do que para protegê-lo. Também, nesse sentido, a Bíblia requer “a justa operação de cada parte” (Ef 4.16).

(Texto Extraído da obra “... e fez Deus a Família: O padrão divino para um lar feliz.” Rio de Janeiro: CPAD.)

Lição 12 - Fale o que convem!

Paulo escreveu primeiramente para instruir Tito na sua...

Texto Bíblico: Tito 2.1-10

ESBOÇO DA ESPÍSTOLA DE PAULO A TITO

INTRODUÇÃO (1.1-4)

I.Instruções Sobre o Estabelecimento de Presbíteros (1.5-9)

1 Presbíteros em Cada Cidade.
 
2 Qualificações para Presbíteros.
 
2.1 Pessoais

a.Irrepreensíveis.
b.Despenseiro Fidedigno.
c.Não soberbo.
d.Não iracundo.
e.Não dado ao vinho.
f.Não Espancador.
g.Não cobiçoso.
h.Hospitaleiro.
i.Amigo do Bem.
j.Sensato.
k.Justo.
l.Santo e Moderado.
m.Retendo Firme a Fiel Palavra.
n.Capaz de Exortar com a Palavra.
o.Capaz de Refutar os Contradizentes da Palavra.
 
2.2 Familiares
a.Marido de Uma só Mulher.
b.Filhos Crentes.
c.Que Seus Filhos Não sejam Dissolutos Nem Rebeldes.
 
II. Instruções a Respeito dos Falsos Mestres (1.10-16)
 
1.Seu caráter.
2.Sua Conduta.
3.Sua Repreensão.

III. Instruções a Respeito dos Grupos de Crentes na Igreja (2.1-5)
1.O Alcance de Instrução.
2.O Fundamento da Instrução.
3.A Responsabilidade de Tito.

IV. Exortação às Boas Obras (3.1-11)
 
1.Nossa Conduta Ante o Próximo.
2.A Misericórdia de Deus para Conosco.
3.Discernindo Entre o Bem e o Mal.

CONCLUSÃO (3.12-15).

Propósito: Paulo escreveu primeiramente para instruir Tito na sua tarefa de (1) pôr em ordem o que ele (Paulo) deixara inacabado nas igrejas de Creta, inclusive a instituição de presbíteros nessas igrejas (1.5); (2) ajudar as igrejas a crescerem na fé, no conhecimento da verdade e em santidade (1.1); (3) silenciar falsos mestres (1.11); e (4) vir até Paulo, uma vez substituído por Ártemas ou Tíquico (3.12).

Texto Extraído da:Bíblia de Estudo Pentecostal” Rio de Janeiro: CPAD.

Lição 12 - A Igreja e a ação social

Os três mil novos crentes se agregaram aos outros crentes. Isto é...

Texto: Atos 2.42,44,45; 4.34,35

Os três mil novos crentes se agregaram aos outros crentes. Isto é se reuniram com outros como eles, pessoas de pensamento e fé semelhantes.
A comunhão (do grego, Koinonia) significa associação e relacionamento íntimos. Isto era mais do que simplesmente uma reunião religiosa. Isto envolvia compartilhar bens, fazer refeições juntos, e orar juntos.

Os versículos finais do capítulo 4 dão uma ideia do trabalho interno da Igreja Primitiva. Os cristãos do século I desfrutavam de um sentimento de proximidade e união que fazia com que o mundo se surpreendesse e observasse. Uma coisa é falar de amar aos outros; outra coisa muito diferente é vender os seus bens valiosos e distribuir estes recursos entre os menos afortunados. Mas esse tipo de generosidade era comum na Igreja Primitiva. E este tipo de generosidade é a essência da verdadeira comunhão.

A generosidade dos crentes de Jerusalém era tão grande, que não havia entre eles necessitado algum. Abundantes doações resultantes da venda de terras ou casas eram trazidas aos apóstolos para serem distribuídas entre aqueles que estavam em necessidade. Tais doações eram expressões excepcionais de preocupação social pelos necessitados (Texto extraído do: Comentário do Novo Testamento Aplicação Pessoal. vl 1, pp.633,35CPAD).
Professor aproveite e solicite a ajuda dos alunos para montarem cestas básicas, para os irmãos necessitado.

Lição 12 - Na reta Final

 Nós os discípulos de Jesus, somos o sal de um mundo...

Texto Bíblico: Atos 21.17-40_ 26.1-32

Nós os discípulos de Jesus, somos o sal de um mundo sombrio, e a luz de um mundo escuro e pecador. Mas fazermos isso apenas por causa daquele que veio como a “Luz do mundo”.  Da mesma maneira que a luz brilha a partir de um pedestal, nós os servos de Jesus devemos deixar a nossa luz brilhar perante os outros. Jesus deixou bem claro que não haveria nenhum erro quanto à fonte das boas obras de um crente. A luz do crente não brilha para ele mesmo; essa luz deve ser refletida em direção ao Pai, levando as pessoas a Ele.

“Vós sois a luz do mundo” (Mt 5.14). Assim como o sal faz diferença no alimento das pessoas, a luz faz a diferença no seu ambiente. Mais tarde Jesus explicou: “Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida” (Jo 8.12). Os discípulos de Cristo devem viver para Cristo, brilhando como “uma cidade edificada sobre um monte” (Mt 5.14), de forma que todos possam vê-los. Deverão ser como luzes em um mundo escuro, mostrando claramente como Cristo é. Como Jesus Cristo é a luz do mundo, os seus seguidores devem refletir a Sua luz.

Boa ideia!

Convide o responsável pelo evangelismo em sua igreja, para conversar com os juniores sobre a melhor forma de abordar os colegas, os parentes para evangelizá-los. Lembre a eles que o apóstolo Paulo pregava sempre que tinha uma oportunidade.


Lição 12 - Sirvo a um Deus de amor

Saulo de Tarso era um homem que recebeu rígida formação religiosa, cultural e...

Texto Bíblico: Atos 9.1-19

Saulo de Tarso era um homem que recebeu rígida formação religiosa, cultural e intelectual. De temperamento “forte”, com inúmeras habilidades e com forte influência. Ele perseguia covardemente os cristãos. Saulo agia desta maneira porque era um fariseu, conhecedor dos ensinos do Antigo Testamento e defensor das Leis. Como um religioso dedicado lutava ferozmente contra os cristãos. Por isso, cometeu muitas atrocidades como apoiar a morte de Estevão, acorrentar e levar para a prisão homens e mulheres e perseguir os seguidores de Jesus a ponto de fazê-los fugir de suas maldades se mudando para outras cidades.

Mas, um dia quando fazia uma viagem, Saulo teve um encontro com Deus que transformou sua vida porque ele pôde conhecer a Verdade.
Passou a se chamar Paulo e se tornou um cristão muito dedicado. Logo aprendeu o que Jesus queria dele e começou a pregar o evangelho. Dedicou sua vida para falar de Jesus. Realizou várias viagens missionárias ganhando muitas almas e implantando igrejas por onde passava.
Seu trabalho para o Senhor foi tão grandioso que até hoje ele é o missionário por excelência entre todos os cristãos.

Saulo pensava que estava agindo corretamente ao perseguir os cristãos. Por isso, foi ficando cada vez mais irritado porque embora lutasse tanto o cristianismo estava crescendo. Queria arrumar uma maneira oficial para acabar com o evangelho e para isso teve que fazer uma viagem. Sua pressa foi tanta que viajou por volta do meio-dia, horário evitado para viagens devido ao forte calor. Mas, quando Saulo perseguia os cristãos ele estava perseguindo o próprio Cristo e foi no caminho de Damasco quando ele pensava que ia “acabar” com essa história que Deus marcou um encontro com ele.


Então, Saulo foi cercado por um resplendor de luz, caiu por terra e ouvir uma voz que lhe disse: “Saulo, Saulo, por que você me persegue?”. Perguntou àquela voz: “Quem é o Senhor?”, e teve a confirmação de que era Jesus “- Eu sou Jesus aquele que você persegue”. Mesmo espantado Saulo creu em Jesus ( Niedja de Melo ).

Professor explique aos seus alunos que Deus demonstrou seu grande amor por Saulo indo ao seu encontro para lhe mostrar que Jesus está vivo e que é o Salvador.

Após três dias Deus enviou apóstolo Ananias para lhe instruir acerca dos propósitos que Deus tinha para sua vida.
Sabe o que aconteceu? Saulo começou pregar o evangelho.

Ás vezes parece impossível que aquele seu amigo, vizinho, professor ou parente se converta? Não perca a esperança, insista, pois até a pessoa que mais odeia o cristianismo pode se converter de seu mau caminho.

Boa ideia!

Providencie um grande evangelismo com as crianças. Saiam pelas ruas próximas da igreja louvando e falando do amor de Deus.

Aprendemos com o texto bíblico que Paulo e Silas, ao “invés de murmurarem e se...

Texto Bíblico Atos 16.11-40

De professor para professor

Prezado professor, neste domingo o objetivo da lição é que a criança aprenda que podemos louvar a Deus em todo o tempo.

• É importante fazer uma recapitulação da aula anterior. Pergunte qual foi a palavra-chave estudada e qual o versículo aprendido.

• A palavra-chave da aula de hoje é “CADEIA”. Explique que cadeia representa as coisas ruins que nos acontecem, e que mesmo passando por elas devemos louva ao Papai do céu.

Para refletir

• Você louva a Deus independente das circunstâncias? Então, não terá dificuldades em ensinar seus alunos que devemos louvar ao Pai em todo o tempo.

Aprendemos com o texto bíblico que Paulo e Silas, ao “invés de murmurarem e se queixarem por causa das dores, perto da meia-noite, eles oravam e cantavam hinos a Deus. Orando louvavam ao Todo-Poderoso. Ao orarem, com certeza, eles sentiam a alegria crescer dentro deles e isto os levava a cantar. A oração sincera sempre leva à glorificação, e a glorificação dispersa a tristeza. Naquele calabouço, uma luz brilhava no coração dos dois missionários. Deixe que a luz de Cristo brilhe em seu coração, mesmo que esteja atravessando uma fase difícil.”
(Comentário Bíblico Beacon).

Regras Práticas para os Professores

Certo e Errado

[...] Durante a fase do pensamento concreto, as crianças precisam de ajuda para reconhecer o que é certo e o que é errado, vivenciando isto através de cada incidente em casa, na aula ou nas histórias. Ainda não são capazes de caracterizar os acontecimentos dentro de uma grande categoria rotulada de “certo” ou “errado”. Ou seja, não conseguem generalizar, precisam pensar em atos específicos.

Aprender o que é certo é muito difícil. Ensinar o que é certo também é uma tarefa árdua. Pergunte em qualquer classe, o que não devemos fazer e observe quantas respostas surgirão. Então, pergunte o que devemos fazer de bom e veja o que acontece. A lista pode começar com as seguintes declarações: “Não bater”, “Não mentir”... Estas coisas não contam com ações a fazer. Se insistirmos em respostas positivas, a lista será relativamente pequena, se conseguimos formar uma. Este é um desafio para nós. Ensinar o que podemos fazer de bom, além das coisas “espirituais”, tais como, freqüentar a escola dominical, orar e ler a Bíblia. Podemos ensinar nossos alunos a ser gentil, a pensar em coisas boas para fazer pelos outros. Ensiná-lo a obedecer a seus pais em situações específicas. Quando a mamãe disser: “Vamos nos aprontar para dormir”, como devem agir?
Por meio das histórias bíblicas, podem aprender a ver o que as pessoas fazem de certo e de errado. São capazes de começar a aprender a palavra pecado. Pecado é fazer aquilo que Deus não quer que façamos, ou, é não fazer o que Deus quer que façamos.

As crianças, primeiramente, aprendem o conceito de certo e errado em relação às conseqüências que isto lhes traz. Se forem punidas, o que fizeram é errado. Se receberem recompensa, o que fizeram é certo.

Continua na próxima semana

Como Ensinar Crianças do Jardim de Infância. Rio de Janeiro, CPAD.

Sugestões de Atividade

Peça que os alunos façam um desenho sobre alguma coisa ruim que lhes tenha acontecido. Converse sobre o que seriam situações difíceis (ficar doente, ser castigado sem merecer, quebrar alguma coisa da mamãe, perder ou quebrar algum brinquedo de que gosta, perder um animal de estimação, etc).

Examine cada desenho e pergunte o que representa. Indague da criança se ela louvou a Deus naquela circunstância. Se louvou, sentiu-se melhor ou pior? De que modo Deus a ajudou? Se não louvou, o que acha que deveria ter feito? Se houvesse louvado a Deus teria se sentido melhor? Por que?


Lição 12 - Louve a Deus em todo tempo!

A palavra-chave da aula de hoje é “CADEIA”. Não fique assustada com...

Texto Bíblico Atos 16.16-36

De professor para professor

Prezado professor, neste domingo as crianças terão a oportunidade singular de aprenderem que devemos louvar a Deus em todo o tempo.

• Faça uma recapitulação da aula anterior. Pergunte qual foi a palavra-chave estudada e qual o versículo aprendido.


•  A palavra-chave da aula de hoje é “CADEIA”. Não fique assustada com a palavra. Explique para as crianças que “cadeia” representa as coisas ruins que nos acontecem, e que mesmo passando por elas devemos louvar ao Papai do céu.
Você poderá dizer: “O Papai do céu quer que você o louve mesmo se acontecer alguma coisa muito ruim, que deixe você triste. Se você ficar doente e não puder passear, ou se o papai não puder comprar aquele brinquedo que você queria, ou se a mamãe o puser de castigo por algum motivo... mesmo assim, triste e chateado, você deve louvar ao Papai do céu”.

Para refletir

• Aprendemos, através do texto bíblico desta semana, que Paulo e Silas foram despidos, chicoteados e presos em cárcere da mais alta segurança. Apesar desta deplorável situação, eles louvaram a Deus, oraram e cantaram durante esta provação e os outros prisioneiros ouviram. Não importa qual seja a nossa situação, devemos louvar a Deus. Outros podem ir a Cristo por meio de nosso exemplo.

Regras Práticas para os Professores

Organização e Administração
Como organizar de maneira a tornar eficiente nosso ministério com crianças?

A organização e administração freqüentemente são áreas esquecidas do ministério com crianças. Sem administração adequada, nossos recursos, equipamentos, currículos e instalações podem ficar sem a atenção apropriada e ser obstáculos ao ministério de ensino.

Certas áreas específicas da organização têm de receber a atenção da liderança para que o ministério com criança seja eficiente:

1. Recrutamento e treinamento de professores e pais. Recrutar e treinar são processos contínuos. Os programas sempre precisam de liderança e professores. Ter pessoal adequado para cada faixa etária exige uma perspectiva própria sobre a importância do recrutamento. Nove passos podem ajudar no processo de recrutamento.

a) Todos ficam envolvidos no recrutamento.

b) Dê publicidade ao ministério educacional. Em épocas específicas do ano, a congregação deve ser informada sobre o ministério com crianças — o que este ministério está fazendo e como as pessoas podem ajudar.

c) Forneça as descrições de trabalho para cada cargo. Informar as pessoas sobre o que se espera delas, ajuda a aliviar o medo do desconhecido. Descrições de cargo servem para os obreiros identificar exigências, linhas de autoridade e a extensão de suas responsabilidades.

d) Encontrando os possíveis interessados. Compilar listas de classes de adultos e crianças pode ser o início do recrutamento. Investigações fornecem informações sobre experiências ministeriais passadas e disponibilidade e interesse atuais.

e) Aprovando os possíveis interessados. Assim que os nomes forem escolhidos, eles devem ser levados ao corpo ministerial ou comissão da educação cristã. Primeiro aprove os nomes antes de pedir que as pessoas participem.

[...] Continua na próxima semana.

Trecho extraído de: Manual de Ensino Para o Educador Cristão. Rio de Janeiro: CPAD, 1999.

Atividade

Para reforçar o ensino da lição, sugerimos a seguinte atividade: Sente-se com as crianças em círculo no chão da classe. Mostre os visuais da lição. Depois faça a seguinte pergunta: “O que Paulo fez à moça (bruxa) que o seguia?”
Depois que as crianças responderem, explique que tem gente que gosta de bruxa e até faz festa de halloween, que é a festa das bruxas. Você não vai a festas de halloween, vai? (Deixe que falem, e esclareça que é pecado e perigoso participar de tais coisas. Algumas crianças ficam endemoninhadas nestas festas.) O Papai do céu não gosta dessas coisas. Ele fica triste quando uma criança vai à festa de halloween, porque as bruxas e os bruxos têm espíritos maus, demônios.

Fonte: www.cpad.com.br/escoladominical/

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