sábado, 30 de abril de 2011

LIÇÃO 5

Lição 05 - A Importância dos Dons Espirituais

Texto Bíblico: 1 Coríntios 12.1-11

Introdução

I. Os Dons Espirituais
II. Os Dons do Espírito Santos e a Espiritualidade
III. Os propósitos dos Dons Espirituais

Conclusão

A IGREJA MEDIANTE A EXPRESSÃO DOS DONS

Por David Lim

Os pensamentos mais profundos de Paulo estão registrados nas suas epístolas às igrejas em Roma, Corinto e Éfeso. Estas igrejas eram instrumentos da estratégia missionária de Paulo. Romanos 12, 1 Coríntios 12 e 13 e Efésios 4 foram escritas a partir do mesmo esboço básico. Embora fossem igrejas diferentes, são enfatizados os mesmos princípios. Cada texto serve para lançar luz sobre os demais. Paulo fala do nosso papel no exercício dos dons, do exemplo da unidade e diversidade que a Trindade oferece, da unidade e diversidade no corpo de Cristo, do relacionamento ético – tudo à luz do último juízo de Cristo. 

O contexto dessas passagens paralelas é a adoração. Depois de uma exposição das grandes doutrinas da fé (Rm 1 – 11), Paulo ensina que o modo apropriado de corresponder a elas é mediante uma vida de adoração (Rm 12 – 16). Os capítulos 11 a 14 de 1 Coríntios também se referem à adoração. 

Os capítulos 1 a 3 de Efésios apresentam uma adoração em êxtase. Efésios 4 revela a Igreja como uma escola de adoração, onde aprendemos a refletir o Mestre supremo. Paulo considera os seus convertidos apresentados em adoração viva diante de Deus (Rm 12.1,2; 2 Co 4.14; Ef 5.27; Cl 1.22,28). Conhecer a doutrina ou corrigir as mentiras não basta. A totalidade da nossa vida deve louvar a Deus. A adoração está no âmago do crescimento e reavivamento da igreja. 
Natureza Encarnacional dos Dons

Os crentes desempenham um papel vital no ministério dos dons. Romanos 12.1-3 nos diz para apresentarmos nosso corpo e mente como adoração espiritual e que testemos e aprovemos o que for a boa, agradável e perfeita vontade de Deus. 
Semelhantemente, 1 Coríntios 12.1-3 nos adverte a não perdermos o controle do corpo e a não sermos enganados pela falsa doutrina, mas deixar Jesus ser senhor (grifo nosso). E Efésios 4.1-3 nos recomenda um viver digno da vocação divina, tomar a atitude correta e manter a unidade do Espírito. 

Nosso corpo é o templo do Espírito Santo e, portanto, deve estar envolvido na adoração. Muitas religiões pagãs ensinam um dualismo entre o corpo e o espírito. Para elas, o corpo é mau, uma prisão, ao passo que o espírito é bom e precisa ser liberto. Essa opinião era comum no pensamento grego. 

Paulo conclama os coríntios a não se deixarem influenciar pelo passado pagão. Antes, perdiam o controle; como consequencia, podiam dizer qualquer coisa e alegar que ela provinha do Espírito de Deus. O contexto bíblico dos dons não indica nenhuma perda de controle. Pelo contrário, à medida que o Espírito opera através de nós, temos mais controle do que nunca. Entregamos nosso corpo e mente a Deus como instrumentos a seu serviço. Oferecemos-lhe a mente transformada e a colocamos debaixo do senhorio de Cristo, num espírito meigo e disciplinado, para deixar Deus operar através de nós (grifo nosso). Efésios 4.1-3 diz-nos que as atitudes certas levam o ministério eficaz. Por isso, o corpo, a mente e as atitudes ficam sendo instrumentos para a glória de Deus.  

[...] Os dons são encarnacionais. Isto é, Deus opera através dos seres humanos. Os crentes submetem a Deus sua mente, coração, alma e forças. Consciente e deliberadamente, entregam tudo a Ele. O Espírito, então, os capacita de modo sobrenatural a ministrar acima das suas capacidades humanas e, ao mesmo tempo, a expressar cada dom através de sua experiência de vida, caráter, personalidade e vocabulário. Os dons manifestos precisam ser avaliados. Isto não diminui em nada a sua eficácia, pelo contrário, dá à congregação a oportunidade de testar, pela Bíblia, sua veracidade e valor para edificação. 

O princípio encarnacional é visto na revelação de Deus à raça humana. Jesus é Emanuel, Deus conosco (plenamente Deus e plenamente humano). A Bíblia é ao mesmo tempo um livro divino e um livro humano. É divina, inspirada por Deus, autorizadora e inerrante. É humana, pois reflete os antecedentes, situações vivenciais, personalidades e ministérios dos escritores. A Igreja é uma instituição tanto divina quanto humana. Deus estabeleceu a Igreja, pois de outra forma ela nem existiria. Apesar disso, sabemos que a Igreja é bastante humana. Deus opera através de vaso de barro (2 Co 4.7). O mistério que permaneceu oculto através das gerações e agora foi revelado aos gentios é “Cristo em vós, esperança da glória” (Cl 1.27). 

Não precisamos ter medo. O que Deus ministra através de sua vida, ministério e personalidade talvez seja diferente do que Ele ministra através dos outros. Não devemos pensar que estamos garantindo a perfeição quando temos um dom espiritual. Isto pode ser avaliado por outras pessoas, com amor cristão (grifo nosso). Basta sermos vasos submissos, buscando edificar o corpo de Cristo. Ao invés de focalizarmos a nossa atenção na dúvida – se um dom é totalmente de Deus – façamos a pergunta mais vital: Como posso melhor atender as necessidades do próximo e alcançar os pecadores para Cristo? Somente a compreensão desse princípio deixará a Igreja livre para manifestar os dons.  

Texto extraído da obra: “Teologia Sistemática: Uma Perspectiva Pentecostal”, editada pela CPAD. 

Lição 05 - Males deste tempo?

Texto Bíblico: 1 Reis 19.1-21; Mateus 14.22-23


ORIGEM DA ENFERMIDADE

Onde o sofrimento humano teve sua origem? Já fazia parte do plano de Deus, ou foi resultado de alguma coisa que contradizia a intenção divina para com a criação? A Bíblia, no sentido global, ensina a segunda opção. Não se quer dizer com isto que Deus não antevia a possibilidade do sofrimento. Muito pelo contrário. A Bíblia expressa claramente que o Ele o levara em conta: Jesus Cristo é o Cordeiro “que foi morto desde a fundação do mundo” (Ap 13.8). Deus não foi tomado de surpresa. 

A questão que se nos apresenta, de máxima importância, é se foi o próprio Deus quem determinou que houvesse o sofrimento humano. A Bíblia deixa claro que não. O sofrimento humano é consequencia da queda de Adão, não da vontade de Deus. Deus condena a maldade humana. Adão, nosso representante no Jardim, trouxe a condenação a todos nós, ato que não surgiu da volição de Deus, mas da vontade do homem. O desejo de Deus é certamente abençoar a sua criação, e não prejudicá-la. 

Texto extraído da obra: “Teologia Sistemática: Uma Perspectiva Pentecostal”, editada pela CPAD.


Lição 05 - A tentação de Jesus

Texto Bíblico: Mateus 4.1-11

DISCERNINDO A NATUREZA DA TENTAÇÃO

Disse um antigo estudioso: “Nada existe nada mais fraco que o diabo desnudado”. Noutras palavras, a vitória sobre a tentação já é quase certa quando percebemos a sua verdadeira natureza. Se pudéssemos ver Satanás como realmente é, a malignidade da sua natureza materializada, a ele não seria possível tentar-nos, pois fugiríamos com medo e nojo. Por isso disfarça-se em “anjo de luz”. Se os homens pudessem perceber a verdadeira natureza do pecado e o fim que o encerra, fugiriam; razão pela qual costuma ele apresentar-se revestido com atrações e brilho. O pecado, descobrem tarde demais, pode se doce no início, mas acaba em amargura.

Jesus repetidas vezes arrancou a máscara das tentações de Satanás. O Espírito do Senhor o enchera de conhecimentos e de temor do Senhor (Is 11.2,3). Ele foi rápido em sentir o cheiro de enxofre nas vestes de luz do tentador. 
Também nós, com a sensibilidade adquirida pela oração e leitura da Palavra, seremos capazes de identificar Satanás rapidamente, sob qualquer disfarce, e perceber os seus truques. 

Texto extraído da obra “Mateus: O Evangelho do Grande Rei”, editada pela CPAD. 

Lição 05 - Tô sem vontade!

Texto Bíblico: Romanos 8.31-33,35,37-39

Geralmente, somos tentados a fraquejar e a desistir, não é verdade? Mas o nosso Deus sempre nos incentiva a continuar. Indicamos para reflexão o seguinte relato:

“E se algum de vós tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente [...]” Tiago 1.5
Davi não sabia o que dizer aos filhos quando estes perguntaram se a sua mãe morreria. A esposa de Davi, Stephanie, havia começado a ter ataques. No início, eram leves e somente ocorriam poucas vezes no mês, mas com o passar do tempo, os sintomas pioraram em uma velocidade rapidamente crescente. Embora centenas de amigos, parentes e membros da igreja realizassem inúmeras vigílias de oração por ela, o seu peso diminuiu para 40 quilos e a sua condição piorou. Em 1996, os ataques aconteciam diariamente, às vezes de hora em hora.

Davi raramente deixava Stephanie, e começou a se perguntar se ela conseguiria sobreviver até o dia do seu aniversário, quando faria trinta anos. Certa noite, nas primeiras horas da madrugada, Davi chegou ao limite. A situação parecia desesperadora, e ele mesmo estava exausto. Ele foi até o quintal iluminado somente pela luz das estrelas, e caiu de joelhos. “Deus!” Suplicou. “Não posso aguentar mais! Por favor, mostra-me o que fazer!”
Foi uma oração desesperada. Naquele momento, contudo, um sentimento de tranquilidade encheu o coração de Davi, e imediatamente veio-lhe à mente o nome de um médico. No mesmo dia aquele médico examinou Stephanie e diagnosticou uma rara deficiência química – algo que os outros médicos tinham ignorado.

Dentro de uma semana, os ataques de Stephanie haviam desaparecido. Seus olhos brilhavam, e sua mente estava lúcida. A oração de Davi a Deus foi sincera: “Obrigado, Senhor, por devolver-me a minha esposa!”
Deus ainda atende a orações hoje, e ama quando seus filhos vêm até Ele com suas necessidades. Quando você não souber o que fazer, quando precisar de sabedoria divina acima de tudo, simplesmente peça-a – Ele a oferece gratuitamente! (Extraído do livro: Graça Diária, CPAD).

Prezado professor, se achar conveniente leia para os alunos (de forma resumida) a relato acima, aproveitando para incentivá-los a não desanimarem jamais.

Lição 05 - Aprovado ou reprovado?

Texto bíblico Juízes 7

“O contingente dos dez mil soldados restantes ainda era demais para que recebessem a vitória. Gideão recebeu a seguir a ordem de levar sua companhia para junto da água e o Senhor disse: Ali tos provarei (4) ou ‘vou testá-los ali para você.’ A mesma palavra hebraica é usada para descrever o processo de derreter o metal visando a separá-lo das impurezas. Quando Gideão obedeceu, o Senhor ordenou: ‘Divida-os em dois grupos: aqueles que lamberem a água com sua língua como cães e aqueles que se ajoelharem para beber.’ A idéia precisa do teste não está clara aqui, mas é comumente aceito que este teste revelaria quais homens manteriam sua atenção no inimigo, ao pegar apenas a água que caberia na palma da mão para satisfazer a necessidade da sede.

O resultado foi que 300 soldados beberam a água da mão e 9.700 ajoelharam-se para beber, num esquecimento descuidado da batalha iminente. O Senhor deixou clara a sua decisão. Era aos 300 que o Senhor daria a vitória. Eles receberam provisões e foram mantidos, enquanto que o resto foi dispensado para voltar às suas casas. Existe aqui a indicação da importância dos remanescentes fiéis aos propósitos de Deus. Minorias criativas sempre serviram à causa da justiça de maneira muito mais eficiente do que as massas descuidadas.” 
(Comentário Bíblico Beacon, CPAD, vol.2, p.118).


ATIVIDADE

Neste domingo, você poderá entregar a seguinte tarefa:

As crianças deverão recolher o maior número possível de novelos de lã. Após contar os novelos de lã, você poderá encaminhá-los ao Departamento Social ou das senhoras, a fim de que as irmãs da igreja possam confeccionar agasalhos para dar as pessoas carentes ou vendê-los no bazar da igreja.

Lição 05 - Seja forte e corajoso!

Texto bíblico: Êxodo 2.21 — 4.17

CRESCENDO NA GRAÇA E NO CONHECIMENTO

“Em função desses acontecimentos e antes do comissionamento de Moisés, ocorre o episódio da sarça ardente (3.1-6). O termo hebraico para ‘sarça’ (seneh) só aparece no Antigo Testamento aqui e em Deuteronômio 33.16, quando Moisés canta que Deus era ‘[aquele] que habitava na sarça (ardente)”. Quão oportuno que as últimas palavras de Moisés registradas nas Escrituras sejam, entre outras coisas, sobre seu primeiro encontro com Deus na sarça ardente! Essa palavra hebraica soa e faz lembrar a palavra ‘Sinai’ (sny e snh). Por duas vezes, Deus apareceu a Moisés de forma incandescente. Primeiro em uma snh (capítulo 3), depois no sny (capítulo 19). Deus costuma aparecer nos locais mais inesperados, como em uma sarça. Foi próximo a um arbusto que Ele apareceu para Agar (Gn 21.15, com uma outra palavra hebraica para ‘arbusto’, siah) e foi em um arbusto, ou sarça, que apareceu pela primeira vez a Moisés. Falando em lugares inesperados, talvez seja possível estabelecer uma analogia entre o anjo de Deus que apareceu no meio do nada para o pastor Moisés, fazendo um importante anúncio; e os anjos que apareceram diante de um grupo de pastores, no meio do nada, a fim de fazer um importante anúncio (Lc 2.8-20).” (Manual do Pentateuco, CPAD, p.160).

ATIVIDADES

Para fixar o versículo bíblico, realize a seguinte atividade:

Confeccione sandálias de papel cartão ou cartolina de cores diferentes; espalhe-as pelo chão da sala. Toque uma música e peça que as crianças caminhem pela sala. Quando a música parar, deverão pisar num pé de sandália. Aquele que ficar sem sandália deverá recitar o versículo-chave. 

Lição 05 - Falando do amor de Deus

Leitura Bíblica Atos 10.23-27

I. De professor para professor

Prezado professor, neste domingo o objetivo da lição é que a criança compreenda que devemos evangelizar.

• É importante fazer uma recapitulação da aula anterior. Pergunte qual foi a palavra-chave estudada e qual o versículo aprendido. 

• A palavra-chave da aula de hoje é “FALAR”. Durante o decorrer da aula diga: “Precisamos falar do amor do Papai do céu para todas as pessoas.”

II. Saiba Mais 

Jesus disse aos seus discípulos que contassem ao mundo que Ele pagou o preço pelos pecados de todos, e aqueles que crerem nEle serão perdoados e viverão eternamente com Deus. Atualmente, em todas as partes do mundo, há cristãos anunciando as Boas Novas a pessoas que nunca ouviram falar de Cristo. O poder que motiva os missionários a irem a todas as partes do mundo e coloca a Igreja de Cristo em movimento é a fé fundamentada na ressurreição de Jesus.

Alguma vez você já sentiu que não possuía a habilidade ou a determinação necessária para ser uma testemunha de Cristo? É necessário entender que Jesus ressuscitou e vive hoje em você. À medida que seu relacionamento com Cristo se aprofunda, Ele lhe dá as oportunidades e o poder necessário para transmitir o evangelho. 

Extraído da: Bíblia de Aplicação Pessoal, CPAD.

III. Conversando com a professora 

A educação cristã é um processo cooperativo, uma aventura que envolve o humano e o divino. Os professores comunicam e exemplificam a verdade; o Espírito Santo procura dar direção, poder, iluminação e discernimento aos professores.

Os professores têm de depender do Espírito Santo para que Ele atue por meio deles, usá-los para alcançar seus alunos com a verdade, e o Espírito Santo deseja encher e controlar os instrumentos humanos. Ao expor a verdade, os professores devem ajudar os alunos a ver como a verdade pode ser aplicada em suas vidas, e o Espírito Santo busca motivar e capacitar os alunos a se apropriar da verdade.

IV. Sugestão 

Para reforçar o ensino da lição sugerimos que seja preparado um Livro sem Palavras. 
 Pergunte aos alunos se eles já viram algum livro que não tinha palavras. Depois, pergunte se eles já ouviram falar no Livro sem Palavras? Então, convide-os a elaborar um. É muito fácil fazê-lo. Basta você ter folhas de cartolina do tamanho de um livro pequeno em algumas cores básicas. Vejamos:

Folha dourada: Representa o céu. Um lugar especial feito por Deus para todo aquele que aceita Jesus no coração.

Folha preta: Representa a escuridão, as trevas, o pecado, que deixa o coração sujo.

Folha vermelha: Representa o sangue de Jesus derramado na cruz do Calvário por nós.

Folha branca: Representa a paz que só o coração limpo de todo o peado sente.

Folha verde: Representa a nova vida em Cristo. Uma semente que vai brotar e tornar-se uma árvore com muitos frutos.

Faça o livro e conte a história. Se for possível, faça um livro para cada aluno. Se não, confeccione um para a turma. Sendo assim, cada semana um leva o livro para casa, a fim de evangelizar um colega ou familiar.

Extraído de Estudando a Bíblia Juniores Mestre 1/2, CPAD.

Lição 05 - Deus me protege de dia

I. Leitura Bíblica Êxodo 13.17-22

II. De professor para professor 

Prezado professor, o objetivo da lição deste domingo é que a criança aprenda que Deus nos protege de qualquer perigo que nos ameace durante o dia. 

• Faça uma recapitulação da aula anterior. Pergunte qual foi a palavra-chave estudada e qual o versículo aprendido. 

• A palavra-chave é  “DIA”. Durante o decorrer da aula diga às crianças que o Papai do céu nos protege durante o dia.

III. Para refletir

O Senhor ia adiante do seu povo em uma coluna, como presença da majestade divina. Aqueles a quem Deus leva a um deserto não serão por Ele abandonado, nem deixará que se percam ali, mais cuidará de guiá-los na travessia. Foi uma grande satisfação para os israelitas terem a segurança de estarem sob a direção divina. Aqueles que têm como objetivo glorificar a Deus, como determina a sua Palavra, e confiar no Espírito Santo como guia de seus afetos, e à providência de Deus como guia de seus assuntos, podem estar seguros de que o Senhor irá adiante deles, ainda que não possam ver com os olhos: devemos agora viver por fé. Extraído de: Comentário Bíblico Mattew Henry, CPAD.

IV. Conversando com o professor

Com a maturidade, a criança, em geral, lida melhor com as situações difíceis. Tem medo do abandono, mas lida bem com a idéia de morte e faz perguntas diretas a esse respeito, especialmente se perde um amigo, parente ou animal de estimação, o melhor a fazer é ser honesto, mostrar que entende a sua dor, e deixá-la viver o luto. Com relação ao medo, ela mostra-se mais corajosa, mas ainda é perfeitamente razoável que ela procure o conforto da luz, a cama dos pais, e certificar-se de que há adultos por perto.

Como já tem idade para entender as conseqüências das brigas, a criança também pode ficar com medo de que o conflito entre seus pais termine em separação e divórcio. Muitas vezes ela pode se responsabilizar pelo conflito, culpando-se pelos problemas. Pode vir a achar que está em seu poder solucionar o conflito, que seu papel é manter a família unida, no que deve ser refutada pelos pais, já que esta tarefa é deles!” 


V. Sugestões 

Sente-se com as crianças em círculo no tapete da classe. Providencie o visual 5.1. Mostre o mesmo e faça algumas perguntas às crianças:
“Como é que Deus protege à noite seu povo?” 
(R: Isto mesmo! Durante a noite, Deus vai adiante deles numa coluna de fogo.)

“Como Deus protege o seu povo durante o dia?”
(R: Deus os protege com uma nuvem.)

“O que você tem medo durante o dia?”
(R: A resposta é pessoal.  Depois de ouvir as crianças repita, juntamente com elas o versículo que foi memorizado. Utilize o visual do guarda-chuva.)

Recorde como Deus protegeu o povo de Israel no deserto durante o dia: Deus ia adiante deles numa nuvem. A nuvem não os deixava sentir calor. Ficava bem fresquinho. Repita: Durante o dia, enquanto você brinca, Deus o protege. 

FONTE: Site da CPAD



 

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Sociólogo afirma que o crescimento do protestantismo tende a se estabilizar

Paul Charles

Nas próximas décadas, o crescimento do protestantismo na América Latina vai se estabilizar, alcançando um patamar de 20% a 35% da população. Dificilmente o protestantismo vai chegar a ser maioria em algum país da região. “As relações entre católicos e protestantes serão bem diferentes e, além disso, teremos um setor razoavelmente grande de pessoas adeptas a outras religiões ou “sem religião”. Essa situação pluralista vai ser mais difusa e não vai haver uma protestantização”, acrescentou Paul.

Esta análise do sociólogo Paul Charles Freston foi dada em uma entrevista ao Instituto Humanistas (IHU). Durante a conversa o sociólogo previu um quadro evangélico totalmente transformado no Brasil. “Não vai haver o mesmo triunfalismo e o mesmo jeito aguerrido. Vão ser produzidos outros tipos de líderes, outras relações entre as diferentes religiões e com a política”, prognosticou.

Ainda segundo Paul, a Igreja Católica também vai se estabilizar, isso porque terá que se adaptar a um novo quadro político social, marcado pela democracia e o pluralismo religioso. “É difícil manter a hegemonia na sociedade civil porque ela é cada vez mais independente, autônoma e plural. Assim, as ditaduras, mesmo aquelas que perseguiram a igreja (Católica), eram situações mais favoráveis para a manutenção da posição social da Igreja”, que serviu, muitas vezes, de guarda-chuva a grupos da oposição ao regime militar, analisou o professor da Universidade Federal de São Carlos, São Paulo.

A cada ano, de acordo com que mostram os censos brasileiros, a Igreja Católica perde cerca de 1% de seus fiéis. Mas essa perda da adesão nominal também tem seus aspectos positivos. Cada vez mais, a religião torna-se uma escolha no Brasil e não é mais simplesmente uma religião de herança cultural, de pai para filho. Quando a Igreja Católica estabilizar, seus fiéis serão, certamente mais praticantes, identificados e compromissados, não mais nominais apenas. “O catolicismo, então, vai se tornando, cada vez mais, uma religião de escolha no Brasil e não mais uma religião simplesmente herdada culturalmente. O sentido de ser católico, portanto, vai mudando”, afirma.

Além do declínio numérico, o peso histórico da Igreja Católica em cada país da América Latina também sofrerá mudanças, relacionadas ao quadro de fiéis. Quando cai a representatividade numérica em relação ao todo da população, torna-se mais difícil justificar certos privilégios. “A ideia de igreja é de algo que se confunde com a nacionalidade e reivindica um certo status preferencial dentro da sociedade. É isso que está cada vez mais ameaçado”, concluiu Freston.

Paul Charles Freston nasceu na Inglaterra e é brasileiro naturalizado. Graduou-se em História e Antropologia Social pela University of Cambridge (Inglaterra) e fez mestrado em Latin American Studies pela University of Liverpool. Também é mestre em Christian Studies pela Regent College. Já no Brasil, fez doutorado em Ciências Sociais pela Universidade Estadual de Campinas. Recebeu o título de pós-doutor pela University of Oxford. Atualmente, é pesquisador sênior da Baylor University (EUA) e professor na Universidade Federal de São Carlos (SP).

terça-feira, 26 de abril de 2011

FELIZ ANIVERSÁRIO

QUEM ESTÁ DE PARABÉNS HOJE É A NOSSA QUERIDA IRMÃ CARMEM JOSSAURA DA IGREJA AVIVAMENTO BÍBLICO. QUE DEUS CONTINUE ABENÇOANDO A SUA VIDA É O QUE DESEJA SEUS IRMÃOS DA ASSEMBLÉIA DE DEUS.

domingo, 24 de abril de 2011

AVISO


POR MOTÍVOS TÉCNICOS A ESCALA DE TRABALHO SÓ ESTARÁ DISPONÍVEL PARA CONSULTA A PARTIR DE SEGUNDA A NOITE. AGRADECEMOS PELA COMPREENSÃO!
 
A SECRETARIA  


sexta-feira, 22 de abril de 2011

UM BELO DISCURSO!

CAJIM - UERN - PATU -RN





Discurso de Cláudio Rosa - Orador das Turmas Concluíntes 2010.2



Senhoras e Senhores presentes

 


A responsabilidade a mim confiada pelos meus colegas de redigir essa oração, confesso que me deixou um pouco apreensivo, porém muito emocionado em saber que um cara simples como eu oriundo de uma família pobre de uma favela de Maceió – AL, conseguiu com a ajuda de Deus chegar até essa cidade, conquistar amigos, o respeito de um povo, a realização de um sonho e ainda por cima o direito de representá-los nessa solenidade de colação de grau. É muita felicidade para uma pessoa cujo sonho era apenas um dia saber ler e escrever, por isso sinto-me honrado em ser o responsável por expressar aqui perante todos o consenso de suas opiniões e posições.


As primeiras palavras que chegam como músicas aos nossos ouvidos é a de que, “Amigos, nós conseguimos!” Nenhum de nós conseguiu chegar até aqui sem esforços, sem dedicação, sem ter tido que abdicar de algo importante. Ninguém que por ventura consiga concluir um curso superior hoje em dia poderá dizer: “Eu não passei por nenhuma dificuldade”. Todos nós tivemos que deixar um pouco para traz, próximas ou distantes, maiores ou menores, sejam diretas ou indiretamente tivemos que deixar algo, para podermos superar esses desafios que outrora se apresentavam maiores que cada um de nós.

 

Colegas formandos, ao refletir sobre o panorama de nossas carreiras, digo que a nossa luta pela realização profissional será marcada pelo sacrifício, por tristezas e desilusões. Nesse processo teremos por base a confiança e a esperança que tudo vai dar certo assim como nossos trabalhos e seminários que outrora pareciam tão difíceis e complicados, mas que, ao passar víamos que éramos capazes de realizá-los com louvor. Venceremos porque saberemos enfrentar os empecilhos que o futuro nos trará, escudados na força de vontade, no estudo, na pesquisa, em fim, no trabalhar honesto e incansável. Apesar das nuvens escuras que pairam sobre a perspectiva do mercado profissional, eu asseguro que o momento é de regozijo. A vitória que hoje estamos consolidando nos permite, entre outras honrarias, a virtude de sermos profissionais, e essa vitória que alcançamos através dos estudos é a única riqueza intransferível que ladrão algum poderá roubar, é um tesouro que não se doa nem se vende apenas se compartilha.


 
Hoje somos homens e mulheres diferentes. Nossas vidas mudaram, nossas responsabilidades aumentaram junto com as nossas capacidades como também nosso prestígio, afinal de contas a sociedade passará a nos ver com outros olhos. Deixamos entre as paredes da Universidade anos de nossa vida que nunca voltarão não é verdade? Não os perdemos, apenas trocamos pelo conhecimento, pelas experiências, pelas amizades, pelos desafios que essa caminhada repleta de flores e espinhos nos proporciona, afinal de contas estamos apenas começando não é mesmo? Muitos sairão daqui com pesar no coração, receosos de perder algumas amizades conquistadas com afinco e mantidas com dedicação. Outros sairão esperançosos com o que aprenderam na faculdade e ansiosos para aplicarem esses novos conhecimentos no que preferirem. Há também aqueles que pleitearão novos trabalhos, darão continuidade aos estudos se especializando, adentrando em novos cursos... Mas ninguém, absolutamente ninguém irá poder dizer sem que seu coração se aperte que estará saído da universidade sem levar nada e sem deixar um pouco de si.


 
Não estamos aqui para nos engrandecer e sim para agradecer. Primeiramente a Deus, segundo nossos pais e mães, pois sem a sua luta e dedicação para nos criar e educar não estaríamos aqui. Agradecer a UERN por nos ter aceito de braços abertos nos tornando com isso pessoas melhores, pois uma instituição como essa tem mais que estrutura física de tijolo e pedra, tem história, e onde tem história tem vida! Vida que se estende através de nós, estudantes, alunos que um dia após o outro escreve mais uma página dessa belíssima história. Agradecemos aos funcionários pelo cuidado para que nada viesse nos faltar. Agradecemos aos mestres, nossos dedicados professores que, apesar de tudo que nos ensinou não conseguiram ensinar palavras que fossem capazes de expressar tão infinita gratidão, nunca os vemos como funcionários e sim como amigos de jornada que nos auxiliava durante a caminhada rumo ao conhecimento. Agradecer as pessoas de forma geral pelo apoio moral, material e porque não espiritual que nos tem dado. Enfim, agradecemos a todos que nos ajudaram a nos tronar pessoas melhores.


 
Não há conquista maior que a alegria que brota no coração de quem consegue algo com seu próprio esforço, e creio que nesse exato momento, como poucas vezes em nossa vida podemos sentir isso na pele, em todos os órgão do nosso corpo inclusive no coração. Fomos ajudados sim, afinal de contas todos precisam de ajuda, mas fizemos esforço, por isso merecemos estar aqui. Se no dia de hoje podemos dizer que somos maiores que ontem, semana passada, ou mês passado, foi por mérito nosso.


 
É bem verdade que não estaremos lado a lado para sempre. Alguns de nós irá partir para bem longe, talvez até para lugares onde não possamos alcançar. Com certeza terá dias em nossa vida que iremos precisar de alguém com as características daqueles colegas que sentavam ao nosso lado na hora da aula, mas infelizmente eles não estarão mais lá. O que vai importa é que saibamos que tivemos esses momentos juntos. É preciso que não venhamos a esquecer de que um dia fomos eternamente juntos, mesmo que esse eternamente tenha sido por um curto período de tempo, apenas um período quem sabe. É preciso que permaneça dentro de cada um de nós todos os momentos que passamos aqui.


 
Agora, meus diletos amigos. Encontramos-nos num momento crucial de nossas vidas. Iremos decidir aqui qual o melhor caminho a se tomar. Sabíamos que esse dia iria chegar, pois já trilhávamos por esse caminho e por vezes aguardávamos ansiosos por esse momento. Pois bem, esse dia chegou. Do caminho que vínhamos seguindo temos mil a escolher, escolha esta que só caberá a cada um de nós daqui para frente.

 
Muito obrigado a todos e mais uma vez eu digo, estamos de parabéns, pois conseguimos!


AUTOR: Claudio Rosa, orador das turmas 2010.2




Fonte: Blog de Cláudio Rosa

Via blog do cajim e Olhar Crítico
Editado no blog AD Patu: Isak Alves



LIÇÃO 4

Lição 04 - Espírito Santo - Agente Capacitador da Obra de Deus
Texto Bíblico: Lucas 24.46-49; Atos 1.4-8


Introdução:

I. O Relacionamento do Espírito Santo com a humanidade

II. O Espírito Santo na vida do crentre

III. O Batismo com o Espírito Santo capacita-nos a fazer a obra de Deus

Prezado professor,

A Paz do Senhor!

Nesta semana estudaremos a lição 4 cujo título é “Espírito Santo - Agente Capacitador da Obra de Deus”. Ela está baseada em Lucas 24.46-49 e Atos 1.4-8 e, também, está dividida em três tópicos: 1) O Relacionamento do Espírito Santo com a Humanidade; 2) O Espírito Santo na vida do crente; 3) O Batismo com o Espírito Santo capacita-nos a fazer a obra de Deus.

Professor, para introduzir o tópico II da lição é importante refletir que a renovação do Espírito Santo é necessária em nossas vidas. Às vezes, pela rotina da vida, não percebemos as implicações espirituais de se ter um relacionamento diário com o Espírito Santo. Conscientizemo-nos da necessidade de uma renovação diária em nossas vidas espirituais. No entanto, devemos saber que:

1. A renovação é diária. O nosso corpo precisa diariamente de um renovo. Este exemplo denota a necessidade da vida espiritual ser conservada periodicamente. O cristão é responsável pela saúde espiritual, assim como o indivíduo é com a sua saúde física (2 Co 4.16).

2. A renovação é consciente e desejada. Precisamos, diariamente, fazer o seguinte questionamento: “Como a minha vida espiritual está?” (1 Co 11.28a). Esse tipo de indagação reflete uma vida cheia do Espírito Santo.

3. A renovação denota a ação do Espírito Santo. A renovação do Espírito Santo mantém o crente afastado das práticas que não glorificam a Deus. Trás aprofundamento na Palavra, renovando-o com poder e tornando-o sensível à direção do Santo Espírito (Is 30.21; At 16.6,7; 10.19).

Que o Espírito Santo possa renovar a sua vida, as suas forças e o seu interior. Tenha uma boa aula e Deus o abençoe!


Lição 04 - Vamos filosofar?
Texto Bíblico: 2 Timóteo 3.14-17


Prezado professor, a Paz do Senhor! Os objetivos da lição desta semana são três:

Conscientizar de que o servo de Deus deve buscar sabedoria.

Reconhecer que a filosofia é útil neste tempo.

Aprender que a sabedoria é dádiva de Deus. Sem a sabedoria divina nos tornamos presas fáceis do Diabo.

Professor, ser sábio neste presente século não é fácil. Estamos vivendo a era do conhecimento. Quando Salomão era menino, seu pai, o rei Davi, o ensinou a buscar a sabedoria de Deus. Davi sabia que a instrução era o maior legado que poderia deixar para seu filho e futuro rei. Salomão aprendeu a lição. Quando Deus o visitou ele escolheu ser revestido da sabedoria divina. Assim como ele, incentive seus alunos a visarem a sabedoria divina (Pv 4.7). Mas, para incentivá-los é preciso que você também leve a sério seus estudos, bíblico ou secular. Portanto, dedique-se a ler e estudar. E a acima de tudo, conte com Deus para receber a benção em seus estudos. Nunca pare, sempre persista. Boa aula!

Lição 04 - Início de carreira
Texto Bíblico: Marcos 1.14-39



O MINISTÉRIO TERRENO DE JESUS


A Paz do Senhor professor!


O tema da lição desta semana é o “Início de Carreira” cuja o texto base é Marcos 1.14-39. [...] Após o seu batismo, Jesus inicia seu ministério. João Batista não via necessidade de que Ele fosse batizado: sentiu-se inferior e sabia que Jesus não tinha pecado - Ele não precisaria passar por um batismo de arrependimento nem tinha de que se arrepender. Mas Jesus fez questão de ser batizado, num ato de obediência e para cumprir toda a justiça, deixando-nos o exemplo (Mt 3.14,15). Seu ministério foi exercido na plenitude do Espírito (At 10.38).




[...] Após ter sido batizado por João, no rio Jordão, Jesus foi impelido pelo Espírito Santo, a fim de jejuar quarenta dias e quarenta noites no deserto. Nesta fase de jejum, oração e meditação num lugar solitário, preparado pelo Espírito Santo, Ele teve seu preparo espiritual. Para exercer o chamado que o Senhor nos deu, precisamos passar pelo processo de preparação e treinamento.


Deus o abençoe e tenha uma boa aula!

Lição 04 - Que preguiça!
Texto Bíblico: Mateus 25.14,15,19-21,24,26


Energia e Cansaço

Uma consequência importante do crescimento acelerado é a alternância de períodos de energia e cansaço. Às vezes, adolescentes estão explodindo de disposição e não conseguem ficar sentados por dois minutos. Outras vezes, estão tão cansados que não conseguem fazer nada, mesmo após uma noite de dez a doze horas de sono. Não é incomum que essas alternâncias entre energia e cansaço aconteçam dentro de uma ou duas horas.

Assim como os bebês, eles dormem e comem muito, pois tanto crescimento requer bastante energia e pode deixá-los esgotados. Apesar de serem mais velhos, necessitam de mais tempo de sono do que precisavam quando menores. Podem parecer preguiçosos, mas, na verdade, sua resistência está baixa.

Saiba diferenciar preguiça de cansaço.

Nessa faixa etária, gincanas e jogos competitivos são apreciados por eles. Eles são uma excelente mão-de-obra na Casa de Deus.

Professor, sempre respeite o limite deles e, lembre-se que eles alternam: energia/cansaço.

JOHNSON, Lin. Como Ensinar Adolescentes: Descubra a alegria de trabalhar Com eles. Rio de Janeiro: CPAD, 2003.

Lição 04 - Mas, logo eu?
ATIVIDADE


Aproveitando que o assunto do trimestre é sobre os líderes de Israel que se destacaram, organize uma gincana para este trimestre. Informe aos alunos que, assim como esses líderes realizavam missões difíceis, eles também receberão tarefas para serem executadas a cada domingo.

Em primeiro lugar, a gincana deve ter um objetivo específico:

Arrecadar fundos ou material para a Escola Dominical ou contribuir para o Departamento de Missões ou de Assistência Social ou auxiliar os ensinos do trimestre.

Em segundo lugar, alguns princípios devem nortear sua gincana:

1. A coletividade e a solidariedade são fundamentais. Uma gincana requer trabalho de equipe, de grupo. Por isso, é fundamental que todos se integrem e participem ativamente. Solidariedade pressupõe auxílio mútuo, cooperação, companheirismo, troca, irmandade.

2. Um espírito diferente. Quando for organizado o conjunto das “tarefas”, esclareça aos alunos quais são as atitudes que serão cultivadas. Ressignifique o pensamento que temos sobre gincanas como momentos de competição entre equipes, ganhadores e perdedores, pontuações, prêmios, vaias. Cultive o espírito de cooperação, colaboração, auxílio mútuo etc.

3. Envolva o maior número possível de pessoas. A ação coletiva e solidária de uma comunidade (crianças, adolescentes, jovens, adultos, idosos) em torno de uma busca comum, que será o objetivo traçado por você. Na verdade, o que torna uma gincana interessante, dinâmica e envolvente é justamente essa participação de uma grande quantidade de pessoas.

Sugestão para este domingo:

1. Divisão das equipes. Monte equipes de 8 a 10 alunos ou conforme a quantidade de crianças de sua turma.

2. Escolha do líder e do nome da equipe. Critério: algo ligado ao espírito da gincana (união, solidariedade, cooperação, respeito, fraternidade, amizade...) ou ao tema do trimestre ou ao nome de algum líder etc.

Que Deus o abençoe com uma semana maravilhosa em Sua presença!

Você pode:

Lição 04 - E agora?
Texto bíblico: Êxodo 2.11-16


CRESCENDO NA GRAÇA E NO CONHECIMENTO

“Embora agisse com boas intenções (como fez Abraão com Sara, também no Egito), Moisés fez justiça com as próprias mãos ao assassinar o egípcio que feria seu parente (2.11,12). O homem de Deus seguiu seus instintos naturais. Nesse episódio, interessa-nos observar Moisés no papel de defensor do oprimido. Ele colocou-se entre um egípcio e um hebreu; mais tarde, ambas as partes estariam em maior número. O verbo hebraico por trás do que o egípcio fez ao hebreu (“espancar”) no versículo 11 é o mesmo utilizado no versículo 12 para descrever o que Moisés fez ao egípcio (“assassinou”), nakâ (ou seja, matar por espancamento). Posteriormente, Moisés volta a desferir alguns poderosos golpes (mais uma vez, naka): observe 7.20, em que Moisés feriu o Nilo com sua vara, e 17.5,6, quando ele ‘feriu’ a rocha. O mais importante, contudo, é que aquilo que Moisés fez a um egípcio, Deus iria fazer a todos os egípcios (3.20; 12.12).

A rejeição de seu próprio povo (2.14), experimentada por Moisés no dia seguinte, ‘prenuncia a truculência e a ingratidão que Moisés enfrentaria com aquele que é maior que Moisés (At 7.35,52), como sugere Brevard Childs.” (Manual do Pentateuco, CPAD, p.159).

ATIVIDADES

Aproveite o assunto desta semana para utilizar o Livro sem Palavras e explicar o Plano da Salvação aos seus alunos. O ideal é que você confeccione um exemplar.

Página Dourada:

Significado: Deus como o Criador.

Versículo-chave: João 3.16

Verdade: Deus nos ama e criou o céu para morarmos com Ele. Para mudar de página, você pode mencionar: “Só existe uma coisa que pode nos impedir de morar neste lugar.”

Página Preta:

Significado: Pecado

Versículo-chave: Romanos 3.23

Verdade: O pecado é tudo que desagrada a Deus e nos afasta Dele. Para mudar de página, mencione que Deus providenciou uma solução para o problema do pecado.

Página Vermelha:

Significado: Jesus morreu por nós

Versículo-chave: Hebreus 9.22

Verdade: Cristo derramou o seu sangue para nos salvar. Para mudar de página, ressalte que o sangue de Jesus é maravilhoso porque torna nossos pecados brancos como a neve e nos permite ser filhos de Deus.

Página Branca:

Significado: Certeza da salvação, filiação divina

Versículo-chave: João1.12

Verdade: Aqueles que são salvos por Jesus possuem o coração limpo de todo o pecado, por isso, têm certeza de que nada poderá impedir-lhes de ir morar no céu. Para mudar de página, enfatize que o crente, depois de ser salvo, devemos cultivar o nosso relacionamento com Deus.

Página Verde:

Significado: Crescimento espiritual

Versículo-chave: Provérbios 4.18

Verdade: A fé daqueles que são salvos por Jesus deve crescer todos os dias um pouco. Para isso, é preciso orar, ler a Bíblia, ir à igreja e à Escola Dominical.

Tenha uma semana abençoada na presença de Deus!!!!!!!!!

Lição 04 - Ouvindo a Palavra de Deus
Leitura Bíblica Deuteronômio 6.1-9

I. De professor para professor

Prezado professor, neste domingo o objetivo da lição é que a criança compreenda que a Bíblia é a Palavra de Deus.

• É importante fazer uma recapitulação da aula anterior. Pergunte qual foi a palavra-chave estudada e qual o versículo aprendido.

• A palavra-chave da aula de hoje é “BÍBLIA”. Durante o decorrer da aula diga: “A Bíblia é o livro do Papai do céu”.

II. Saiba Mais

Você ama a Palavra de Deus? Então, não terá dificuldade de ensinar aos seus alunos a respeito do amor que precisamos ter pelas Escrituras Sagrada.

Segundo Charles Stanley, na obra “Em Contato com Deus”, o Todo-Poderoso é minucioso em suas instruções e promessas concedidas a nós através de sua Palavra. Meditar na Palavra de Deus é um dos modos mais maravilhosos de poder ouvir a sua voz e ser por ela dirigido.

Antes de aceitarmos, seja o que for em nossas vidas, devemos filtrar tudo através da Escritura e eliminar quaisquer coisas que a contradigam. Tudo o que for contrário à Palavra de Deus deve ser depurado. A luz da Palavra ilumina todas as coisas, permitindo-nos distinguir a verdade do engano.

III. Conversando com a professora

Nesta lição, você deverá convencer seus alunos de que a Palavra de Deus é um livro especial, incomparável. É claro que a melhor maneira de fazer isso é demonstrando através da prática, e não somente com palavras.

Jesus, nesse sentido, é o maior exemplo, pois fazia e ensinava (At 1.1).

Procure amar, a cada dia, a Bíblia Sagrada (Sl 119.97). Não se contente apenas em ensinar as verdades. Se você amá-la de fato e provar isso guardando os seus ensinamentos (Jo 14.23), tudo se tornará mais fácil. O teu poder de convencimento diante da classe será indiscutível. Os alunos terão desejo de conhecer profundamente as Escrituras, seguindo o teu exemplo. Afinal, é esse o propósito para tua vida (2 Tm 2.1,2).

Extraído de Juvenis Lições Bíblicas, Mestre 1, CPAD.

IV. Sugestão

Confeccione, com a ajuda dos alunos, algumas “Bíblias” utilizando caixas vazias.


Lição 04 - Deus me protege de noite
I. Leitura Bíblica Êxodo 13.1-22


II. De professor para professor

Prezado professor, o objetivo da lição deste domingo é fazer com que a criança não tenha medo do escuro.

• Faça uma recapitulação da aula anterior. Pergunte qual foi a palavra-chave estudada e qual o versículo aprendido.

• A palavra-chave é “NOITE”. Durante o decorrer da aula diga às crianças que o Papai do céu nos protege durante a noite.

III. Para refletir

Para o nosso fortalecimento espiritual, vamos meditar no versículo desta semana? Na lição, passamos apenas aquilo que uma criança do maternal é capaz de digerir em uma aula. Entre nós, porém, o alimento pode ser mais sólido. O versículo completo diz: “Porém eu cantarei a respeito do teu poder; de manhã louvarei bem alto o teu amor, pos tu tens sido uma fortaleza para mim, um refúgio nos meus dias de aflição” (Sl 59.16). Vejamos o que a Bíblia de Aplicação Pessoal diz sobre este texto: “Esse cântico expressa a segurança na proteção continua de Deus. Mesmo sendo o Todo-Poderoso Deus cuida de nós. Nada o intimida. Nos braços do Pai Celeste estamos seguros. Nunca seremos grandes a ponto de não precisarmos do incansável cuidado e a proteção de Deus para com a nossa vida.

Deus é a nossa proteção! Ele tem cuidado de nós. Lembre-se: “É melhor confiar no Senhor do que confiar no homem” (Sl 118.8).

IV. Conversando com o professor

• Deus colocou as colunas de nuvem e de fogo como evidência da sua presença, do seu amor e do seu cuidado por Israel. A presença da nuvem e do fogo permaneceu entre eles até chegarem à terra prometida, quarenta anos mais tarde.

• Os israelitas tinham a proteção de Deus durante sua caminhada no deserto. Professor, como povo de Deus também podemos contar com a mesma proteção. É preciso ter fé. A fé é a maior arma que existe na Terra. Mediante ela, todos os inimigos são derrotados. Mas, às vezes, o nível de fé vai diminuindo, passando a ser uma confissão vazia e aparente. Esse momento crítico é muito sério, pois passamos a ouvir as vozes falando para desistirmos. Nessa hora, precisamos tomar uma decisão — buscar mais a Deus. É hora de oração. É falando com Deus que as promessas são avivadas e o nível da fé é aumentado.

Extraído da: Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal, CPAD.

V. Sugestões

Sente-se com as crianças em círculo no tapete da classe. Providencie o visual 4.1. Mostre o mesmo e faça algumas perguntas às crianças:

“Quem estava viajando a noite?”

(R: O povo de Deus.)

“O que Deus enviou para guardar o povo durante a noite?”

(R: Ele enviou uma coluna de fogo.)

“Do que você tem medo?”

(R: A resposta é pessoal. Ouça com muita atenção as respostas para que você possa fazer a aplicação do ensino.)

“Quem nos protege?” (Repita com a turma o versículo que foi memorizado. Utilize o visual do guarda-chuva.)

Recorde como Deus protegeu o povo de Israel no deserto, à noite: Deus ia adiante deles numa coluna de fogo, alumiando o caminho e afastando os perigos. Repita: À noite, enquanto você dorme Deus o protege.

Leve a classe a agradecer ao Papai do céu por sua proteção à noite. Faça a seguinte oração:

“Papai do céu, a noite é tão escura! Mas eu não tenho medo, porque foi o Senhor quem fez o escuro. Muito obrigado por me proteger enquanto eu durmo. Em nome de Jesus, amém!”