sábado, 29 de janeiro de 2011

Alice Maciel e Míria Mical agora são da Patmos Music

É com imensa alegria que a Patmos Music anuncia que Alice Maciel e Míria Mical agora integram o casting da gravadora. Os contratos foram assinados nos dias 25 e 26 de janeiro, na sede da Casa Publicadora das Assembleias de Deus (CPAD), Zona Oeste do Rio de Janeiro, onde também funciona o escritório da Patmos. 



Míria



Míria Mical

Já com estilo pop e voz suave, Míria Mical, que louva ao Senhor, desde pequena, tem em suadiscografia sete CDs e um DVD - coletânea de seus melhores trabalhos.

Escolhida “desde o ventre de sua mãe”, a cantora, que é filha do atual pastor da Assembleia de Deus, em Matriz do Camaragibe (Alagoas), já fez aberturas em shows de grandes nomes da música gospel, como Cassiane, Aline Barros, Toque no Altar, Fernanda Brum, Alex Gonzaga, entre outros.

Para Míria, a parceria com a gravadora contribuirá para que a Palavra de Deus cantada alcance um número muito maior de pessoas: “Veio para acrescentar meu ministério, abençoar ainda mais e, através desta maior divulgação, creio que mais vidas poderão ser alcançadas. São os 
sonhos de Deus se cumprindo”.

O gerente da Patmos Music, Geziel Damasceno, fala sobre as novas contratações: “Elas vêm para ratificar nosso compromisso em difundir a Palavra de Deus. Com a expansão do 
casting ampliamos também o estilo musical da gravadora. São duas cantoras assembleianas, com perfis diferentes, mas que representam, com muita propriedade, a nossa Igreja. A Míria Mical é uma jovem que canta pop, dona de uma voz doce e melodiosa. Alice Maciel cumpre com muita personalidade o seu chamado, e seu estilo nos remete as raízes pentecostais. Ambas cumprem, com autoridade e firmeza, o papel de levar a mensagem do Evangelho e glorificam o nome do Senhor com suas vozes”,

Visite os sites de 
Alice Maciel e de Míria Mical.





Multiinstrumentista, cantora e compositora, “a nossa Alice Maciel’ - como é carinhosamente chamada – atualmente congrega na Assembleia de Deus em Arcoverde, Pernambuco. Seguindo o estilo pentecostal, ao longo de sua carreira já gravou oito CDs e um DVD (ao vivo). 

“Foi tudo planejado pelo Senhor. Ele fez tudo isso na minha vida. Eu nem esperava. Quando me converti, queria servir ao Senhor, adorá-lo, não passava pela minha cabeça gravar CDs cristãos e muito menos um DVD”, diz Alice.

Testemunhos de milagres operados por Deus por meio deste ministério é o que não falta na vida da cantora: “Vi muitas pessoas se converterem ao Evangelho, afastados retornarem para o Senhor, muitas pessoas curadas e batizadas com o Espírito Santo. Por meio do hino “A Vitória de Ana”, ouvi diversos testemunhos de mulheres estéreis que passaram a acreditar que aquilo que o Senhor fez na vida desta personagem bíblica também poderia fazer nas delas também.

Para Alice Maciel estar na Patmos Music é o cumprimento das promessas de Deus em sua vida. “O Senhor está cumprindo suas promessas como Ele disse que faria, usando diversas pessoas para nos ajudar nesta grande missão de servi-lo através do Louvor”. 

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Lição 5

Lição 05 - Sinais e Maravilhas na Igreja
Texto Bíblico: Atos 3.1-11.



INTRODUÇÃO

I. Sinais e Maravilhas, a ação sobrenatural da Igreja

II. O milagre na Porta Formosa

III. O milagre abre a porta da Palavra

MILAGRE: UM SINAL ATUAL

Professor, o sobrenatural é um dos pilares da doutrina cristã. A vida ministerial de Jesus Cristo foi permeada pelos eventos sobrenaturais: o seu nascimento virginal; seu ministério com variedades de milagres; sua ressurreição física dentre os mortos; e sua ascensão corpórea ao céu. Estes são alguns dos numerosos eventos sobrenaturais do verdadeiro cristianismo bíblico.

O Cristianismo histórico, sem o elemento sobrenatural, não passaria de uma religião vã. Sobre esta questão o apóstolo Paulo assevera: E, se Cristo não ressuscitou, logo é vã a nossa pregação, e também é vã a vossa fé. [...] E, se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé, e ainda permaneceis nos vossos pecados. E também os que dormiram em Cristo estão perdidos (1 Co 15.14,17,18).

A nossa denominação é considerada hoje a maior Igreja Evangélica do Brasil porque os seus pineiros creram no sobrenatural de Deus e, com autoridade, pregaram ousadamente a atualidade dos milagres divinos.

Por isso, prezado professor, desenvolva o conceito bíblico de MILAGRE na introdução da lição.

O que é Milagre

No Antigo e em o Novo Testamento, há três termos que descrevem um “milagre”. São eles: Sinal, Maravilha e Poder. Nessa oportunidade nos deteremos ao termo Sinal.

No Antigo Testamento, esse termo apresenta algo ordenado por Deus com uma significação especial, como por exemplo: a libertação de Israel através de Moisés (Ex 3.12). Deus prometeu que libertaria o povo israelita das mãos dos egípcios através de seu servo Moisés. Este O serviria no Monte Horebe.

Em o Novo Testamento o termo “sinal” se refere aos milagres de Jesus, tais como uma cura (Jo 6.2), a transformação da água em vinho (Jo 2.11) e especialmente o milagre mais significativo do Novo Testamento: a Ressurreição de Jesus Cristo.1

Estudando meticulosamente os termos que descrevem o evento do milagre, saberemos que cada um deles revela um aspecto do milagre. Ainda, veremos que o milagre é um evento incomum. Ele comunica a confirmação da mensagem divina, através, de uma habilidade poderosa concedida pelo Espírito Santo.

Portanto, professor, você pode definir milagre dizendo que se trata de “uma intervenção divina no curso regular do mundo, que produz um evento objetivo que não ocorreria de outra forma”, Ou seja, é a ação poderosa de Deus intervindo no mundo natural.

Para enriquecer as suas aulas você pode consultar a Teologia Sistemática Vol. 1 de Normam Geisler e a “Teologia Sistemática: Uma perspectiva Pentecostal”; ambas editadas pela CPAD.

Desejamos uma aula edificante a você e aos seus alunos!

Lição 05 - A Paganização do Cristianismo
Texto Bíblico: 2 Timóteo 3.1-5


Comece a lição dessa semana definindo o termo PAGANISMO. Diga ao seu aluno que o significado do referido termo remete a um “sistema religioso que desconhece a supremacia de Deus, aceitando como real a existência e interferência de outros deuses nos negócios humanos” conforme define o Pr. Claudionor de Andrade em seu Dicionário Teológico editado pela CPAD.

Conforme vimos na lição passada, a Igreja Cristã foi vitoriosa na luta contra a perseguição romana e contras as heresias. Porém, parte dela se rendeu aos “encantos” do poder imperial romano. A Igreja, agora romanizada, passou a forçar a conversão das pessoas para uma religião estatal. Isso resultou no surgimento dos chamados crentes nominais. Estes eram pessoas que frequentavam a Igreja obrigadas, não importando ter uma fé genuína em Cristo Jesus. Era comum, por exemplo, uma pessoa crer servir um outro deus, e frequentar a Igreja romana ao mesmo tempo.

Através da romanização da Igreja Antiga, o prezado professor, pode imaginar as consequências graves à verdadeira Igreja de Cristo. A igreja romana confundiu totalmente o reino de Deus com o reino dos homens.

Conclua a lição dessa semana dizendo aos seus alunos que o Senhor Jesus Cristo ordenou-nos a sermos Sal e Luz do mundo. Portanto, nós os servos do Deus Altíssimo, devemos influenciar a nossa cultura testemunhando os verdadeiros valores de Cristo e não deixando que as influências dos valores pagãos nos corrompam.

Boa aula e Deus te abençoe!

Lição 05 - Drogas: um mal na família brasileira
Texto Bíblico: Romanos 7.14-25; Gálatas 5.19-21


Prezado professor, ao iniciar o tópico que trata sobre os ESTIMULANTES DO SNC (Sistema Nervoso Central), fale aos seus alunos que as drogas (não importa o tipo) prejudicam o espírito, a alma e o corpo humano. Se ele é um cristão, deve saber que o nosso corpo pertence a Deus. É uma propriedade do Altíssimo, e o Senhor ordena que cuidemos bem dele. Esta é uma razão suficiente para que o seu aluno resista à tentação de sentir algum tipo de prazer temporário. Leia com ele 1 Coríntios 6.19,20!

Professor, as drogas têm dizimado muitos adolescentes de nossa nação. Uma das drogas que mais tem arruinado as famílias brasileiras é o CRACK. Este foi o tema frequente nas últimas eleições para a presidência da república. Os efeitos dessa droga são variados, como por exemplo: o aumento da temperatura do corpo, Acidente Vascular Cerebral (AVC), destruição de neurônios, degeneração dos músculos do corpo (o indivíduo fica com uma aparência esquelética), excesso de horas sem dormir, dentre outros sintomas que devastam o corpo humano. Por isso, o CRACK é hoje prioridade nas ações de combate as drogas do Ministério da Saúde.

Sugerimos ao prezado professor, uma mobilização, junto à direção de sua igreja local, das famílias de sua comunidade para uma campanha contra o CRACK. Procure apoio dos postos de saúde, segurança e escolas públicas. Estas instituições têm projetos importantes, materiais de marketing e até profissionais que podem auxiliá-lo com maior eficácia num projeto de prevenção às drogas.

Fazendo isso a sua comunidade irá agradecer e a igreja local mostrará que se preocupa tanto do bem estar espiritual, quanto do bem estar físico dos adolescentes que vivem na região onde ela está fixada.

Boa aula!

Lição 05 - Adão - a imagem de Deus
Texto Bíblico: Gênesis 1.26,27;2.18; Romanos 8.29



Caro professor da classe de pré-adolescente, a paz do Senhor! Nesta semana estudaremos a lição que tem como o título: “Adão — a imagem de Deus.

“Deus criou tudo o que existe: o céu, a terra, as plantas e os animais foram todos feitos por Ele. Quando Deus terminou de criar a terra, Ele decidiu fazer o homem à sua imagem e semelhança. No versículo 26, a frase “Façamos o homem à nossa imagem” não significa que Deus nos tenha criado exatamente como Ele, especialmente no aspecto físico. Na verdade, somos o reflexo da sua glória. Nunca seremos iguais a Deus, porque Ele é nosso supremo Criador. O máximo que podemos esperar é sermos capazes de refletir o seus caráter com amor, paciência, misericórdia, bondade e fé.

Caro mestre, nesta oportunidade estamos trazendo uma palavra de encorajamento para você continuar firme neste ministério que o Senhor lhe confiou extraída do livro “Graça diária para professores”:

“Sem dúvida, você se alegra sabendo que Deus tem um plano para a sua vida. Que consolo, basear o objetivo e o significado da sua vida nos cuidados, nas provisões e na bondade do Criador do universo! Por que você ensina? Muito provavelmente, não é pelo dinheiro que ganha. No entanto, os benefícios estão em progresso, como trabalhar com jovens que procuram a sua identidade, os desafios que cada dia traz para melhorar a sua capacidade de ensinar, e a recompensa de ver os seus alunos sendo bem-sucedidos na vida. Isso não tem preço.

A beleza profunda e impenetrável do plano de Deus é que Ele abrange tudo. Cada vida que você influencia ou é influenciado faz parte do desígnio em grande escala que Deus tem para a sua criação favorita — as pessoas — e o seu grande projeto é trazer todos a um relacionamento íntimo com o seu Pai afetuoso” (pág. 163).

Lição 05 - Sonho ou pesadelo?
Texto Bíblico: Gênesis 37.25-35



CRESCENDO NA GRAÇA E NO CONHECIMENTO

“Os irmãos de José não mataram, mas também não se esperavam que ele sobrevivesse muito tempo como escravo. Na verdade, estavam dispostos a permitir que cruéis mercadores de escravos fizessem o trabalho sujo por eles. José enfrentou uma jornada de 30 dias pelo deserto, provavelmente acorrentado pelos pés, e no Egito seria vendido como uma mercadoria. Seus irmãos pensaram que nunca mais o veriam. Porém, Deus estava no controle da vida e de José.

Rúben retornou à cova para achar José, mas seu pequeno irmão se fora. Em seguida, seu primeiro pensamento foi: “O que acontecerá a mim?”, e não “O que acontecerá a José?” Em situação difícil, você costuma preocupar-se primeiro consigo mesmo? Considere a pessoa mais afetada pelo problema, e é provável que assim você conseguirá encontrar uma solução para o caso.

Para encobrir sua ação maligna, os filhos de Jacó enganaram o pai, fazendo-o pensar que José estava morto. O próprio Jacó havia enganado outras pessoas (inclusive seu pai; 27.35). Agora, mesmo após ter sido abençoado por Deus, ele ainda precisava enfrentar as conseqüências do seu pecado. Deus pode não ter punido Jacó imediatamente, mas as conseqüências do seu erro permaneceram com ele para o resto da vida.”

(Bíblia de Aplicação Pessoal. CPAD. p.64).

SAIBA MAIS...

“Como nosso Senhor Jesus, observemos com cuidado uma criança, a fim de aprender dela o que vem a ser a educação. Sim, porque a educação, em seu sentido mais amplo, abarca todos os passos e processos pelos quais o infante se transforma gradativamente em um adulto inteligente e bem desenvolvido.

Consideremos a criança. Ela tem um corpo humano completo, com olhos, mãos e pés — todos os órgãos de sentido, ação e locomoção —, e, não obstante, está ali sem nada poder fazer. Ri, chora, sente. Tem os atributos de um adulto, mas não os seus poderes.”

(As Sete Leis do Ensino. CPAD. p.11).

ATIVIDADES

Vivemos um período de grande insegurança por parte de toda a população brasileira. As crianças têm sido vítimas de toda sorte de violência, portanto, é bastante comum observarmos algumas com diversos tipos de medo, inseguras... Aproveite a lição do próximo domingo, que oferece uma excelente oportunidade para você apresentar a questão do medo.

Enfatize às crianças que o Senhor Jesus está conosco em todos os momentos nos guardando, protegendo e livrando de todo mal. Leia com eles Mateus 28.20 e explique que Deus está conosco todos os dias, por isso, não precisamos ter medo de absolutamente nada. Lembre-as de que Deus nos prometeu que o seu anjo estaria ao lado de todo aquele que temesse a Ele.

Ore com as crianças para que Deus repreenda todo medo!



Lição 05 - Uma missão especial
Texto Bíblico: Gênesis 24.1-67



CRESCENDO NA GRAÇA E NO CONHECIMENTO

Aqui vai um esboço do capítulo para ajudá-lo na preparação da história:

1. Abraão dá instruções a Eliezer para buscar uma esposa para Isaque (vv. 1-6);

2. Abraão garante ao seu servo que ele terá a orientação divina para cumprir a missão (vv. 7,8);

3. Eliezer pede orientação a Deus no meio do caminho em favor da escolha certa (vv.11-14);

4. Rebeca encontra Eliezer no poço e faz exatamente o que ele havia pedido a Deus como sinal (vv.15-20);

5. Eliezer conversa com Rebeca e lhe dá os presentes (vv.21-25);

6. Eliezer agradece a Deus (vv.26-28);

7. Rebeca é convidada a se casar com Isaque (vv.34-49);

8. Rebeca e sua família concordam com seu casamento, e eles voltam para casa (vv.50-61);

9. Isaque e Rebeca se encontram e se casam (vv. 62-67).

SAIBA MAIS...

“Como nosso Senhor Jesus, observemos com cuidado uma criança, a fim de aprender dela o que vem a ser a educação. Sim, porque a educação, em seu sentido mais amplo, abarca todos os passos e processos pelos quais o infante se transforma gradativamente em um adulto inteligente e bem desenvolvido.

Consideremos a criança. Ela tem um corpo humano completo, com olhos, mãos e pés — todos os órgãos de sentido, ação e locomoção —, e, não obstante, está ali sem nada poder fazer. Ri, chora, sente. Tem os atributos de um adulto, mas não os seus poderes.” (As Sete Leis do Ensino, CPAD, p.11).

Lição 05 - Deus, meu maior Amigo
Leitura Bíblica Gênesis 21.1-7



I. De professor para professor

Prezado professor, neste domingo o objetivo da lição é que a criança compreenda que Deus é o nosso maior e melhor amigo.

• É importante fazer uma recapitulação da aula anterior. Pergunte qual foi a palavra-chave estudada e qual o versículo aprendido.

• A palavra-chave da aula de hoje é “AMIGO”. Durante o decorrer da aula diga: “Deus ama e deseja ser o melhor amigo do .... (nome do aluno).”

II. Saiba Mais

Uma das mais importantes práticas que uma criança aprende a fim de obter uma boa saúde emocional por toda a sua vida é a habilidade de desenvolver e manter relacionamentos. Fazer amigos é claramente uma prática a ser aprendida, e não um processo automático. As crianças precisam ser ensinadas a como brincar e partilhar com outros; como desenvolver empatia aprendendo o que as outras crianças sentem; e como resolver conflitos quando há uma opinião diferente.

O número de amigos que a criança tem é menos importante do que a qualidade dos amigos. Sinceramente, amizades duradouras com uma ou duas crianças são adequadas para cultivar a alma da criança. Mesmo quando elas são bem novas, a presença de bons amigos pode confortá-las do estresse por meios que relacionamentos adultos não conseguem. As crianças precisam de relacionamentos calorosos, e precisam ser valorizadas e aceitas por outras crianças.

Amigos são espelhos, e ajudam as crianças a estabilizarem suas identidades. Eles são feedback — “Eu sou como as outras crianças da minha idade”.

O que os pais e professores podem fazer para ajudar a criança a fazer amigos

• Comece observando o comportamento específico da criança e o que a separa das outras. Por que ela não tem amigos?

• Diga imediatamente à criança quando seu comportamento impedir o desenvolvimento de uma amizade. Explique o que ela pode fazer para corrigir o problema.

SANFORD. Doris. Criança pergunta cada coisa... . Rio de Janeiro, CPAD, 2008.

III. Conversando com o professor

Por falar em amigo, que tipo de amigo você é? Existe uma grande diferença entre conhecer bem alguém e ser um verdadeiro amigo. A maior evidência da amizade genuína é a lealdade; estar disponível para ajudar nos momentos de angústia e dificuldade. Muitas pessoas são amigas de ocasião. Ficam por perto quando a amizade as beneficia e afastam-se quando não conseguem tirar proveito do relacionamento. Pense sobre seus amigos e avalie sua lealdade para com eles. Seja o tipo de amigo verdadeiro que a Bíblia nos encoraja a ser!

(Bíblia do Adolescente Aplicação Pessoal, CPAD.)

IV. Sugestão

Professor, certifique-se de que seus alunos saibam que Deus anseia por ter um relacionamento com eles. Deus quer uma amizade especial com eles, uma amizade que não poderá ter com mais ninguém porque cada criança é única.

Lição 05 - Deus criou as frutas
I. Leitura Bíblica Gênesis 1.11, 12



II. De professor para professor

Prezado professor, o objetivo da lição deste domingo é ensinar que Deus criou as frutas.

• Faça uma recapitulação da aula anterior. Pergunte qual foi a palavra-chave estudada e qual o versículo aprendido.

• A palavra-chave da aula de hoje é “FRUTA”. Durante o decorrer da aula, diga às crianças que o Papai do Céu criou as frutas. Elas são saborosas e nos ajudam a crescerem fortes e saudáveis.

III. Para refletir

O conceito “Deus fez todas as coisas” é difícil para as crianças mais jovens dessa faixa etária entenderem já que “todas as coisas” é um termo muito amplo. Portanto, seja objetiva e aponte itens específicos que Ele fez — as árvores, as flores, as frutas, as montanhas, outras pessoas, o bicho de estimação da criança. Escolha elementos que seus alunos gostem ou sobre os quais estejam curiosos”.

(TRENT, John. Ensine sobre Deus às Crianças. Rio de Janeiro, CPAD.)

IV. Sugestões

Durante esta semana, prepare uma variedade de gravuras de frutas. Se quiser que essas gravuras fiquem mais duráveis, reforce-as com cartolina ou papel cartão.

Receba as crianças com alegria e deixe que elas manuseiem essas figuras. Lembre-as sempre de que foi Deus quem nos deu todas as frutas. As frutas têm vitaminas que nos ajuda a crescer fortes e saudáveis

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

PRIMEIRO CULTO DE SENHORES

 Foi realizado nesse domingo o primeiro culto de senhores no templo central...
 Os responsáveis pela organização dos trabalhos de senhores é o Presbítero Salatiel e o Auxiliar de trabalhos Apolinário.
No evento foi reestabelecido o conjunto Vozes de Sião. Conjunto instituído por senhores sobre a direção do Diácono Francinaldo Pereira.

sábado, 22 de janeiro de 2011

LIÇÃO 4

Lição 04 - O Poder irresistível da comunhão da igreja
Texto Bíblico: Atos 2.40-47


Introdução

I. A Comunhão dos Santos
II. A Comunhão Cristã Caracteriza-se Pela Unidade
III. Os Frutos da Comunhão Cristã

KOINONIA: A COMUNHÃO CRISTÃ NUMA DIMENSÃO TERRENA

Prezado professor, uma igreja local dividida não terá êxito em sua jornada terrena e jamais alcançará o objetivo de evangelização mundial. Você tem a oportunidade de desenvolver, nesse domingo, um assunto que foi determinante para o crescimento da Igreja Primitiva em Atos dos Apóstolos: A COMUNHÃO CRISTÃ.

A palavra Comunhão, de acordo com o texto bíblico no original, tem um sentido bem amplo. Proveniente do grego koinê, o termo remetente a essa palavra é KOINONIA. Este expressa os seguintes significados: “participação, quinhão; comunicação, auxílio, contribuição; sociedade, comunhão, intimidade, ‘cooperação’; (nos papiros, da relação conjugal)”1 . A ideia da palavra é expressar o vínculo perfeito de unidade fraternal dentro de uma comunidade específica cujas características essenciais são a cooperação e o relacionamento mútuo.

A Igreja de Cristo é a reunião de diversas pessoas (diferentes classes sociais, sexos e etnias). Estas formam numa determinada localidade ou espaço público - seja no bairro, no município, no Estado ou até mesmo no país - a “assembleia” visível [a comunidade do Altíssimo] e convocada por Deus para proclamar o Evangelho da salvação a toda criatura. Para atingir este alvo, a comunhão cristã tem um papel preponderante na divulgação das Boas Novas.

Através da koinonia, a Igreja Cristã denotará a relevância do Evangelho de Jesus Cristo a uma sociedade, cuja paz e a verdadeira dignidade humana são seu objeto de busca frequente.

A igreja local está estabelecida nessa sociedade. Aquela precisa ser relevante e autêntica no desenvolvimento de suas ações. Por isso a comunhão do Corpo de Cristo deve transparecer uma realidade visível de amor ao próximo entre os irmãos. Só assim que a sociedade sem Deus reconhecerá a graça acolhedora da igreja local e atentará para a proclamação do Evangelho de Cristo Jesus (At 2.46,47).

Lição 04 - Defensores da Fé
Texto Bíblico: 2 Timóteo 4.1-5



Quem são os Apologetas?

No início da Igreja cristã, houve um tipo de pressão que atingiu frontalmente a Igreja Antiga: a perseguição intelectual.

Quando a Igreja Primitiva (neotestamentária) perdeu seus primeiros líderes, tornou-se alvo de violentos, e sucessivos, ataques intelectuais. A perseguição agora, não era mais realizada por generais ou soldados do império romano, conforme vimos na aula passada. Porém, a nova perseguição apresentava ataques na esfera intelectual. Eles eram oriundos da nobreza, dos filósofos, dos políticos e outros contemporâneos da cultura greco-romana.

Para responder a esses ataques Deus levanta homens com habilidades filosóficas para defender o Evangelho. Eles são classificados por historiares eclesiásticos de “Apologistas”.1

O historiador James L. Garlow, aborda como surgiu os “Apologistas” e o objetivo destes ao refutar as formulações caluniosas contra o Evangelho:

[...] Deus levantou defensores da fé, um grupo de escritores prolíficos que ficaram conhecidos como “Apologistas”. [...] Embora todos os cristãos devessem ter capacidade para defender a sua fé ou responder aqueles que a questionassem ou desafiassem, usamos o termo “apologistas” para designar um grupo de escritores cristãos (originalmente gregos) que escreveram importantes defesas da fé nos primeiros séculos da Igreja. Algumas vezes, eles escreveram para os imperadores. Em geral, seu objetivo era influenciar a opinião pública em relação a Jesus e abrir a mente das pessoas, para que estas considerassem a possibilidade de se tornarem cristãs.2

Os principais apologistas da Igreja Antiga são Justino Mártir, Aristides, Tertuliano e Origenes. Estes foram, dentre muitos, os homens levantados por Deus para formularem uma Apologética (defesa da fé) coerente, relevante e com objetivo bem estabelecido: tornar a fé cristã compreensível para uma sociedade inundada de contradições religiosas.

Lição 04 - Quem manda em você?
Texto Bíblico: Romanos 6.1-14; Provérbios 19.8


PAIS RELACIONAIS

Prezado professor, o termo adolescência significa “meio criança” e “meio adulto”. Ela caracteriza-se por mudanças corporais e psicológicas na vida do jovem. Nessa faixa-etária o adolescente ainda não consolidou opiniões próprias e ainda precisa de auto-afirmação e de limites em suas atitudes e ações. Ele depende da orientação e afeto dos pais, pois precisam ter pessoas que lhes sirvam de referenciais.

A obra literária “Os dez mandamentos da criação dos filhos” do autor Ed Young, editado pela CPAD, deixa claro que os adolescentes estão em fase de adquirir sua própria identidade. Por isso através dessa busca de afirmação da sua identidade os adolescentes, frequentemente, parecem se afastar de seus pais.

Em Primeiro Lugar, ao buscar a identidade própria eles entendem que a sua identidade foi completamente definida pela família. Agora eles querem ser uma “pessoa com identidade própria”. Visto que os pais representam a família e o adolescente quer se afastar de uma identidade determinada pela unidade familiar. O filho se afastará de seus pais! Isso faz parte de seu crescimento. A boa notícia é que se os pais se aproximarem desse estágio com entendimento e habilidade, seu filho retornará para a família, considerando-a como seu ponto fundamental de identificação e origem.

Em segundo lugar, os adolescentes às vezes se afastam de seus pais porque a mãe e o pai representam a infância para o jovem. Quando procuram mudar para a sua própria identidade, os adolescentes também estão tentando avançar para a vida adulta.

Ed Young, ainda ressalta em sua obra, a importância de os pais serem do tipo “pais relacionais”: Pais relacionais cuidam o suficiente para disciplinar os filhos. Esses pais entendem a verdade disciplinar vital de que as regras sem relacionamento produzem rebelião. O amor verbalmente expresso sem dar tempo leva à raiva. Muitos filhos são rebeldes e raivosos porque são criados por pais que não são relacionais. (...) Os pais relacionais fazem exigências aos filhos, mas explicam os motivos por que as exigências estão sendo feitas. Esses pais levam em conta o diálogo, para que o filho seja capaz de expressar a sua opinião. Boa aula!

Lição 04 - O homem, máquina perfeita
Texto Bíblico: Gênesis 1.26; 2.7,21,22; Salmos 103.14-15


Caro professor da classe de pré-adolescente, a paz do Senhor! Nesta semana estudaremos a lição que tem como o título: “O homem, máquina perfeita.”

O nosso Pai é um Deus criador e criativo. No sexto dia da Criação ele fez os animais e criou o homem e a mulher (para cuidar da terra e andar com Deus). Quando o Eterno fez o ser humano, assegurou que ambos (homem e mulher) seriam conforme a imagem e semelhança do Criador. É óbvio que Deus não nos criou exatamente como Ele, porque Deus não possui corpo físico. Em vez disso, somos reflexos da sua glória. Fomos criados para refletir o seu caráter, amor, bondade, perdão e fidelidade. Além disso, o homem foi criado com um propósito bem definido: governar a terra, já que é dotado de grande inteligência.

Vejamos o que o Comentário Beacon fala a respeito do homem: 1)“ Um ser espiritual apto para a imortalidade; 2) Um ser moral que tem a semelhança de Deus; 3) Um ser intelectual com a capacidade da razão e de governo (G. B. Williamson).

Uma das marcas da imagem de Deus foi Ele ter dado ao homem o status e o poder de governante. O direito do homem dominar ressalta o fato de que Deus o equipou para agir como governante. A aptidão para governar implica em capacidade intelectual adequada para argumentar, organizar, planejar e avaliar. A aptidão para governar implica em capacidade emocional adequada para desejar o mais alto bem-estar dos súditos, apreciar e honrar o que é bom, verdadeiro e bonito, repugnar e repudiar o que é cruel, falso e feio, ter profunda preocupação pelo bem-estar de toda a natureza e amar a Deus que o criou. A aptidão para governar implica em capacidade volitiva adequada para escolher fazer a toda a hora o que é certo, obedecer ao mandamento de Deus indiscutivelmente e sem demora, entregar alegremente todos os poderes a Deus em adoração jovial e participar em uma comunhão saudável com a natureza e Deus.

Deus criou o homem para ser uma pessoa que tivesse autoconsciência, autodeterminação e santidade interior (Ec 7.29; Ef 4.24; Cl 3.10). A imagem foi distribuída sem distinção de macho e fêmea, tornando-se iguais diante Deus.

Lição 04 - Destruíram meus sonhos
Texto Bíblico: Gênesis 37.20-24


CRESCENDO NA GRAÇA E NO CONHECIMENTO

“Nos planaltos da Palestina central, os rebanhos se espalhavam em vasta extensão territorial para encontrar pastagem. Já fazia certo tempo que os filhos de Jacó tinham ido apascentar os rebanhos perto de Siquém, e ele desejava informações sobre o bem-estar dos filhos. Lembrou-se indubitavelmente do perigo de vingança devido ao ataque dos filhos ao povo da terra. Jacó enviou José em viagem a Siquém, que distava aproximadamente 96 quilômetros de Hebrom. De um homem amigável em Siquém, José descobriu que os rebanhos tinham ido a Dotã, cerca de 32 quilômetros mais ao noroeste.

Quando José apareceu no horizonte, os irmãos logo conspiraram contra ele. Tiveram intenção assassina, mas tramaram de forma que ninguém descobrisse o envolvimento deles. O álibi seria uma besta-fera o comeu. Esperavam anular a força preditiva dos sonhos de José. Mas um dos irmãos discordou. Rúben não apaoiaria plano para derramar sangue, e os persuadiu a prender o menino numa cova, ou cisterna, ali perto. Sua intenção era libertar José secretamente, para então voltar para o pai.” (Comentário Bíblico Beacon. CPAD. vol.1.p.107-108).

SAIBA MAIS

Práticas de Leitura / Escrita

1. Contra a imposição de livros, pelo gosto de ler!

Em nome de criar o hábito da leitura, as escolas têm gerado aversão pelos livros. No lugar do hábito de ler, então, propomos que se busque criar o gosto de ler. Por que a obrigatoriedade do livro único, com dia marcado para ler? Ler é um prazer e não se pode obrigar ao prazer.

2. Livro certo para a idade certa? Livros adequados às séries escolares? Dia certo para terminar a leitura? Livro único para toda a turma? Por quê?

Contra o afã de normatizar, escolarizar e didatizar a leitura, pensamos: livros são objetos de cultura e como tais merecem ser descobertos, conhecidos, apreciados (ou não), discutidos, lidos. Por que aprisioná-los em classes, grades curriculares, idades, fases? Por que homogeneizar quando a pluralidade é o que caracteriza o ser humano e os processos humanos?

3. exercícios de interpretação — ou práticas de leitura?

Textos literários, poesias, letras de música submetidos a exercícios repetitivos onde crianças, adolescentes e adultos — todos submetidos a alunos — mais do que praticar a leitura, que é sempre e necessariamente interpretação, buscam um suposto sentido único que teria o texto! E quem define que sentido único é o correto? Com freqüência nem o professor, também este submetido a manuais que ditam o ler, como entender, preencher lacunas, completar frases, numerar colunas, sublinhar, marcar, blábláblá e blá.

4. Textos escritos para serem lidos ou para serem corrigidos?

Os professores têm sido leitores dos textos de seus alunos? E os outros parceiros da turma: lêem os textos dos colegas? Ou os textos são objeto de uma sádica busca de erros de ortografia, concordância ou regência, ficando a tarefa do professor resumida a assinalar-apontar-marcar erros? Se se quer ensinar regras, que se proponha atividades específicas para essa finalidade! Por que invadir a produção textual tornando-a lugar de martírio? Não será a procura do eros da leitura e da escrita bem melhor que a caça aos erros?

(Sonia Kramer, 1995, p.156-157)

Lição 04 - É tempo de sorrir!
Texto Bíblico: Gênesis 21.1-8


CRESCENDO NA GRAÇA E NO CONHECIMENTO

“A mensagem que Sara teria um filho foi cumprida no tempo certo. Sob todos os aspectos, entendia-se como ato incomum de poder criativo divino, porque ambos os pais já tinham passado da idade de gerar filhos. A criança nasceu e foi chamada Isaque, de acordo com a ordem do Senhor em reconhecimento que ambos os pais tinham rido do que parecia impossível. A primeira risada brotou a incredulidade, mas agora Sara riu por causa da alegria de uma impossibilidade realizada. Deus cumpriu sua palavra. Ele tinha o poder de produzir vida sempre que quisesse, a despeito das circunstâncias naturais.

Nada é dito com respeito ao desmame de Isaque, mas às vezes este acontecimento era adiado até a criança ter três anos. A ocasião era comemorada com um banquete, costume que ainda é comumente observado no Oriente Próximo.” (Comentário Bíblico Beacon. CPAD. vol.1.p.70).

SAIBA MAIS...

Práticas de Leitura / Escrita

1. Contra a imposição de livros, pelo gosto de ler!

Em nome de criar o hábito da leitura, as escolas têm gerado aversão pelos livros. No lugar do hábito de ler, então, propomos que se busque criar o gosto de ler. Por que a obrigatoriedade do livro único, com dia marcado para ler? Ler é um prazer e não se pode obrigar ao prazer.

2. Livro certo para a idade certa? Livros adequados às séries escolares? Dia certo para terminar a leitura? Livro único para toda a turma? Por quê?

Contra o afã de normatizar, escolarizar e didatizar a leitura, pensamos: livros são objetos de cultura e como tais merecem ser descobertos, conhecidos, apreciados (ou não), discutidos, lidos. Por que aprisioná-los em classes, grades curriculares, idades, fases? Por que homogeneizar quando a pluralidade é o que caracteriza o ser humano e os processos humanos?

3. exercícios de interpretação — ou práticas de leitura?

Textos literários, poesias, letras de música submetidos a exercícios repetitivos onde crianças, adolescentes e adultos — todos submetidos a alunos — mais do que praticar a leitura, que é sempre e necessariamente interpretação, buscam um suposto sentido único que teria o texto! E quem define que sentido único é o correto? Com freqüência nem o professor, também este submetido a manuais que ditam o ler, como entender, preencher lacunas, completar frases, numerar colunas, sublinhar, marcar, blábláblá e blá.

4. Textos escritos para serem lidos ou para serem corrigidos?

Os professores têm sido leitores dos textos de seus alunos? E os outros parceiros da turma: lêem os textos dos colegas? Ou os textos são objeto de uma sádica busca de erros de ortografia, concordância ou regência, ficando a tarefa do professor resumida a assinalar-apontar-marcar erros? Se se quer ensinar regras, que se proponha atividades específicas para essa finalidade! Por que invadir a produção textual tornando-a lugar de martírio? Não será a procura do eros da leitura e da escrita bem melhor que a caça aos erros?

Lição 04 - Deus me protege
Leitura Bíblica Daniel 6.1- 23


I. De professor para professor

Prezado professor, neste domingo o objetivo da lição é que a criança compreenda que Deus nos protege.

• É importante fazer uma recapitulação da aula anterior. Pergunte qual foi a palavra-chave estudada e qual o versículo aprendido.

• A palavra-chave da aula de hoje é “PROTEÇÃO”. Durante o decorrer da aula diga: “Deus ama e protege o.... (nome do aluno).”

II. Saiba Mais

• Professor, aprendemos por intermédio do texto bíblico que Deus nos protege. Se experimentamos dificuldades, não devemos concluir que perdemos a proteção de Deus. Ela tem propósitos mais amplos que evitar a dor; serve, por exemplo, para nos tornar servos melhores para o Senhor. Deus também nos protege quando nos guia em circunstâncias dolorosas, não somente quando nos ajuda a escapar delas.

• Um exemplo da sabedoria de Daniel é o modo como sustentava as suas convicções. Ele não cedia à pressão. Seus hábitos e suas convicções vinham da Palavra de Deus, e agradar ao Eterno era mais importante para Daniel do que agradar a qualquer outra pessoa. De onde se originam os seus hábitos? O que acontece às suas convicções quando você está sob pressão?

As convicções de Daniel não eram apenas crenças; elas se refletiam em todas as áreas de sua vida. Por exemplo, ele se alimentava de forma moderada e vivia uma vida de oração. Sua posição lhe dava todos os privilégios para comer o que desejasse na mesa do rei, mas Daniel optou por um cardápio mais simples e provou que esta era uma escolha saudável. Nossos hábitos alimentares são uma boa indicação do modo como estamos controlando os nossos apetites. Além disso, Daniel não se contaminou com uma comida sacrificada a ídolos.

Daniel diminuiu a quantidade de comida e, ao mesmo tempo, passou a orar mais. Ele se sentia bem e confortável ao falar com Deus, porque o fazia constantemente. Nem mesmo os leões puderam intervir em seu hábito de orar. Note, entretanto, que nem sempre a oração nos afasta da “cova dos leões”. A oração nos aproxima de Deus, mesmo que estejamos dentro da “cova dos leões”! Faça da oração uma parte integrante de sua vida cotidiana. Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal. Rio de Janeiro: CPAD, 2004.

III. Conversando com o professor

Professor, é importante que você conte algum testemunho de livramento que o Senhor lhe deu.

Destaque a proteção do Senhor, mas deixe claro que podemos sofrer situações difíceis e até piores do que as pessoas que não temem a Deus, no entanto, não podemos deixar de confiar nEle.

Explique que demonstrar confiança no Senhor não é cometer coisas que coloquem em risco nossa vida, pois isto não é correto. Daniel foi para a cova, mas, com certeza, não passou a noite insultando os leões.

IV. Os Estágios do Desenvolvimento Arte

É de extrema importância para os professores conhecer os estágios pelo qual a criança passa, durante o desenvolvimento de sua habilidade artística. É essencial ter este conhecimento, se quisermos guiá-las, fazendo o melhor uso das atividades artísticas no ensino da Bíblia. De nada adiante dizer: “Faça um desenho sobre a história hoje”, se a criança, no seu desenvolvimento, não estiver no estágio da representação, da figura. Temos a seguir uma descrição dos principais estágios.

Estágio da Manipulação. Este estágio se inicia nos primeiros contatos com quaisquer materiais artísticos. A criança experimenta a arte através da manipulação de gizes de cera, pintura, argila ou outros materiais. No início, esta manipulação é ao acaso. Faz rabiscos com o giz de cera apenas para testá-lo. Mais tarde, seus riscos são mais controlados e passam a ter um propósito. Desenha com um certo ritmo e tenta fazer diferentes riscos – contínuo, mais forte, circular e assim por diante.

Neste estágio, a criança sente-se feliz ao trabalhar. Desde que já tenha se acostumado à classe do jardim de infância, normalmente é muito social. Ri e conversa com os outros. Manipula a argila e risca as folhas dos colegas, sem ressentimentos quando fazem o mesmo com seus trabalhos.

Na primeira vez que usa um pincel, tende a utilizá-lo como se fosse um lápis, desenhando linhas, em vez de colorir áreas. Com o tempo, suas experimentações o levam a produzir áreas coloridas, por vezes contornadas por uma outra cor. Algumas crianças descobrem rapidamente os efeitos que se pode obter com os pincéis, como pontilhar e salpicar. Começam a repetir e praticar as diversas formas que já conseguiram desenhar.

Durante os primeiros estágios, seus trabalhos não têm um tema ou título, mas um dia, percebe um rosto no círculo que desenhou. Adiciona dois olhos e diz: “É um homem” ou “Sou eu”. As maiorias das formas desenhadas se parecem com quadrados, então, pode dizer: “É uma janela”. Às vezes, o título do trabalho se baseia mais no movimento do que na forma. A criança arrasta o giz de cera, fazendo um desenho em espiral diz: “Zoom, zoom”. É um avião girando no ar. Ou, encosta o pincel no papel ligeiramente, várias vezes, e diz que é um menino andando. Se não estivéssemos presente, poderíamos ficar curiosos para saber a relação entre o desenho e seu título.

Com materiais tridimensionais, o progresso é o mesmo. Por exemplo, com a argila, inicialmente, a criança apenas a esmaga entre seus dedos. Mais tarde, adquire maior controle dos seus movimentos, formando bolas e rolinhos. Com os blocos, a princípio, os empilha sem nenhuma ordem, para derrubá-los em seguida. Depois, aprende a colocar os blocos maiores na base, e faz outros tipos de arrumação ordenadamente.

Qualquer que seja o material, o estágio inicial será sempre o da manipulação, que se subdivide em três fases:

1.Manipulação ao acaso.

2.Manipulação controlada.

3.Manipulação planejada ou nomeada.

BEECHICK, Ruth. Como Ensinar Crianças do Jardim. Rio de Janeiro: CPAD, 2003.

V. Sugestão

Como alguém que não vemos pode nos proteger? Talvez seus alunos tenham dificuldade com isso, ajude-os a entender como isso é possível ficando perto deles e fazendo-os fechar os olhos. Fique quieta por um momento. Depois, pergunte: “Eu ainda estava aqui quando seus olhos estavam fechados? Como você sabe disso?” Em seguida, explique: “É a mesma coisa com Deus. Mesmo que você não o veja, sabe em seu coração que Ele está aqui. Sabe que Ele nunca o abandona, porque a Bíblia diz que Ele está sempre com você o protegendo”.

Lição 04 - Deus criou as flores
I. Leitura Bíblica Gênesis 1.9-13


II. De professor para professor

Prezado professor, o objetivo da lição deste domingo é ensinar que Deus criou as flores.

• Faça uma recapitulação da aula anterior. Pergunte qual foi a palavra-chave estudada e qual o versículo aprendido.

• A palavra-chave da aula de hoje é “FLOR”. Durante o decorrer da aula, diga às crianças que o Papai do Céu criou as flores para perfumar e enfeitar o mundo.

II. Texto bíblico

O Maravilhoso Mundo de Deus

História bíblica extraída de Gênesis 1.6-13

Deus criou o mundo inteiro. Criou a luz e nos deu o dia e a noite. Deus fez o céu que está acima de nós e a água que está embaixo.

Deus disse:

— Que a água esteja concentrada num só lugar, e que haja terra seca.

E assim se fez.

E Deus gostou do que havia feito.

Mas ainda não tinha terminado. Deus criou a grama, as plantas e as árvores. Tudo começou a crescer. A grama, as plantas e as árvores produziram sementes. As sementes brotaram, fazendo nascer mais grama, mais plantas e mais árvores.

Deus olhou para o mundo e gostou dele!

As Crianças Descobrem a Bíblia. Rio de Janeiro: CPAD, 1998.

III. Para Refletir

Devemos questionar por que incluímos trabalhos manuais nos programas para o maternal das igrejas e refletir sobre a resposta para esta pergunta. Muitas vezes, os trabalhos manuais são justificados pela máxima que diz que “as crianças aprendem fazendo”. Ou por outra que afirma que “depois de ouvirem a lição, as crianças precisam aplicá-la”. Tais afirmações contêm um pouco de verdade, porém, não justificam adequadamente o uso dos trabalhos manuais – trabalhos de arte.

Numa lição sobre Samuel, existem diversas formas de fazer com que a criança “faça” a lição. Podem dramatizar como Samuel ajudava, e também como ajudar em suas casas ou na sala de aula. Cantar corinhos, conversar ou observar gravuras sobre como ajudar. Realizar jogos que reforcem esta idéia ou fazer planos de como ajudar numa situação específica. Em comparação a algumas das atividades descritas acima, colorir um desenho de Samuel ajudando no templo deixa de ser a melhor opção. Não se aproxima de “fazer” a lição e está muito distante de “aplicar” a lição.

Não obstante, existem outros meios de se justificar o colorir um desenho sobre Samuel. Alguns dos valores das próprias figuras, como discutido no capítulo dois, se aplicam aqui. Não importa se a figura foi pintada com giz de cera ou com tinta, ou montada com tecido colado na sua roupa. Os resultados não virão somente durante a aula, enquanto professor e alunos trabalham ou conversam sobre o desenho. Ao chegar em casa, a criança e os pais podem falar sobre o desenho novamente. Esta característica de levar o trabalho realizado para casa é o maior valor dos trabalhos manuais relacionados à lição para muitos professores.

Além do desenho ou de outro produto dos trabalhos manuais, ainda existem outros valores que advêm do processo de realização da tarefa. Provavelmente, tais valores têm um efeito maior nas crianças, alcançando resultados maiores. As experiências artísticas fornecem à criança oportunidades de explorar, experimentar e expressar idéias sobre si mesma e sobre o mundo ao seu redor. Expressar sentimentos e aprender a lidar com eles – sentimentos que freqüentemente não é capaz de manejar com palavras, em virtude do seu vocabulário limitado. A arte fortalece a habilidade infantil de observar e imaginar as pessoas e o mundo que a cerca. Aumenta sua sensibilidade em relação aos outros. A arte envolve assumir a responsabilidade de escolher, mesmo que seja somente a cor a ser usada. Melhor ainda se forem os materiais que vai utilizar. Então, deve fazer algo com suas escolhas, exercitando julgamento e controle. A criança vivencia experiências de sucesso que a auxiliam na construção de um bom conceito de si mesma.

Quando as crianças trabalham juntas, manifesta-se também o crescimento social. A criança percebe melhor os outros ao trabalhar em conjunto, tornando-se mais sensíveis às opiniões, necessidades e propriedades do seu próximo. Ao inventar novas maneiras de usar os materiais e tentar novas formas e métodos, a criança cresce intelectualmente. Quando quer conversar sobre seus trabalhos, encontra a necessidade de aprender novas palavras. Há desenvolvimento físico no desenvolvimento do controle muscular, da coordenação motora, da coordenação motora fina (mãos e dedos) e da neurológica. E também existe crescimento nas próprias habilidades artísticas, que, por sua vez, contribuem individualmente para a auto-estima da criança.

Muitos são os valores dos trabalhos manuais, que não se limitam aos projetos com folhas de papel geralmente identificados como trabalhos manuais para as classes de maternal. O mesmo pode ser dito a respeito da brincadeira na caixa de areia, dos blocos e de outras atividades. Possivelmente, o uso mais freqüente dos trabalhos manuais com papel se deve ao fato de facilmente serem planejados numa correlação com a lição. Este valor tem recebido uma prioridade maior nos programas das igrejas do que os outros.

Uma outra razão que justifica os trabalhos manuais nas turmas de maternal é a dificuldade de manter um programa de aprendizagem verbal por mais de uma hora. Em grupos de idade mais avançada, o professor pode utilizar mais e mais palavras e também idéias que se relacionam a elas. Contudo, com crianças mais novas, isto não é fácil. Uma das tarefas desta faixa etária é a aquisição de palavras. Depois que as histórias, jogos e versinhos cumprem seu papel, o professor retorna ao trabalho manual para encerrar a atividade com um outro tipo de aprendizagem.

Embora os trabalhos manuais não sejam essenciais em todas as aulas, existem muitos motivos para que assumam um lugar de destaque nos nossos programas de educação cristã.

BEECHICK, Ruth. Como Ensinar Crianças do Maternal. Rio de Janeiro: CPAD, 2003.

IV. Sugestões

As crianças do maternal podem aprender a utilizar o giz de cera com moldes. Para reforçar o ensino da lição, prenda silhuetas de flores com cartolina na mesa. A criança aprende a colocar a folha sobre o molde, esfregando nela o giz de cera. Como esta não é uma atividade comumente realizada em casa, talvez seja necessário repetir o projeto três ou quatro vezes, para que a criança adquira habilidade suficiente para realizar a tarefa sozinha.

Durante a atividade diga que Deus é bom. Ele criou as flores para enfeitar e perfumar o mundo, tornando-o mais bonito.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Bíblia Sagrada

LEITURA BÍBLICA DURANTE UM ANO



Antes gostaria de me desculpar com os visitantes pelo fato de está demorando para atualizar o blog,mas hoje trago para vocês um plano de leitura da bíblia,que cada dia do mês corresponde a um versículo na bíblia,se você gostaria de baixar esse Plano anual basta entrar em contato conosco através do e-mail : nathan_sq@hotmail.com,que será enviado para seu e-mail.Vejam abaixo :































Fonte: vivas.com.br

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

PARABÉNS

Nosso Blog no dia 01 de janeiro de 2011 completou (01) um Ano no AR 

E para comemorar essa data quem ganha o presente é você com essas dicas.

COMO SER UM VENCEDOR EM 2011!




Veja abaixo algumas dicas dada pelo Pr.Ciro Zibordi para ser um vencedor em 2011 :




Para vencer em 2011, leia a Bíblia e bons livros. O segredo do cristão vencedor está no tempo que ele dedica à Palavra de Deus e ao Deus da Palavra. Dedique à leitura bíblica com meditação o mesmo tempo que você dedica ao Twitter, ao Facebook, ao Orkut, ao seu blog... Duro é esse discurso, não? Mas leia também bons livros. Eu, por exemplo, ganhei do meu irmão, o pastor Renato Zibordi, a motivadora obra Pão Diário, da RTN. Esse ótimo livro devocional será objeto de minha leitura cotidiana.



Para vencer em 2011, tenha uma vida de oração. Jesus Cristo, o nosso modelo, sempre viveu em oração. Orar é mais que dizer a Deus o que precisamos. Afinal, Ele já conhece todas as nossas necessidades! Quem ora demonstra que possui um bom relacionamento com o Pai celestial. E Ele se alegra quando abrimos o nosso coração para Ele. Mas lembre-se: oração deve envolver adoração e louvor, ações de graça, intercessão e súplica pessoal. Não significa cobrar, decretar, exigir, determinar... Medite em Mateus 6 (todo o capítulo).



Para vencer em 2011, frequente a Escola Dominical. Eu nem sempre posso estar nessa maravilhosa escola, em razão das viagens que faço ao longo do ano, que não são poucas. Contudo, pretendo envidar todos os esforços para aprender mais da Palavra e apreendê-la em meu coração juntamente com a minha família na Escola Bíblica Dominical. Por isso, através deste blog, lancei a campanha: “Para ter um 2011 especial, participe da Escola Dominical”.



Para vencer em 2011, “seja amigo” e “siga” na Internet pessoas que possuem (ou pelo menos aparentam ter) motivações nobres. Seguir e ser amigo, em blogs e redes sociais, como Twitter, Facebook e Orkut, significa apenas acompanhar o que alguém publica. É bom explicar isso, pois há internautas que levam tudo ao pé letra. Amigos virtuais são muitos. Amigos verdadeiros, pouquíssimos. É claro que, em nossa caminhada, precisamos ter amigos de verdade e seguir ao maior de todos os amigos, o Senhor Jesus (Lc 9.23; Jo 15.13).



Para vencer em 2011, “Não respondas ao tolo segundo a sua estultícia, para que também te não faças semelhante a ele” (Pv 26.4). Depois de algumas experiências desagradáveis na grande rede, descobri que não vale a pena debater com pessoas tolas, iracundas, invejosas, mal-intencionadas, soberbas, ainda que se considerem muito sábias. A melhor coisa a fazer é ignorá-las, deixando que escrevam no livro de Deus as suas palavras torpes, caluniosas e maldosas. Como dizem as Escrituras, “todos devemos comparecer ante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o que tiver feito por meio do corpo, ou bem, ou mal” (2 Co 5.10).



Fonte : Blog do Ciro

Promessas de Deus

“ORA o Senhor disse a Abrão: Sai-te da tua terra, e da tua parentela, e da casa de teu pai, para a terra que eu te mostrarei. E far-te-ei uma grande nação, e abençoar-te-ei, e engrandecerei o teu nome; e tu serás uma bênção. E abençoarei os que te abençoarem, e amaldiçoarei os que te amaldiçoaram; e em ti serão benditas todas as famílias da terra. Assim partiu Abrão, como o Senhor lhe tinha dito, e foi Ló com ele; e era Abrão da idade de setenta e cinco anos, quando saiu de Haran”. Gn 12.1-4

As promessas de Deus são para todos nós. Não importa a sua idade, sexo ou posição social. A bíblia está repleta de histórias de promessas feitas e realizadas na vida de seus servos. Vamos tomar como exemplo a vida de Abraão. Ele tinha 75 anos quando recebeu a promessa e saiu de sua terra em busca de seu cumprimento.

Para que essas promessas se cumpram em nossas vidas, é preciso que venhamos a tomar certas atitudes em relação a nossa postura que movimente nossas ações fazendo-nos mover-se como Abraão em direção a vitória. Irei elencar alguns pontos abordados na bíblia para nos fazer entender melhor. São eles:

 Fé – A fé é o firme fundamento das coisas que se esperam e a prova das coisas que se não vêem. Hebreus 11.1. Há um ditado muito propagado entre os populares que dizem ser como Tomé que precisou ver as marcas das feridas de Cristo para acreditar que ele era realmente o filho de Deus. Se você não tiver fé, será impossível alcançar as promessas até porque você nem irá acreditar nelas. A bíblia nos diz que Abraão creu contra a esperança e isso foi lhe imputado por justiça e também salienta que “sem fé, é impossível agradar a Deus!”

 Coragem – a bíblia está repleta de exemplos de pessoas que precisaram ter muita coragem para tomar posse de suas promessas, pois, o inimigo investe com tudo o que tem para que elas não venham a se cumprirem na sua vida. Para cumprir com seus intentos ele usa diversos instrumentos como por exemplo: a sua família como foi o caso de José que foi vendido por seus irmãos ou Jacó que, para deixar de ser enganador teve que lutar com um anjo tornando-se Israel de Deus. O Senhor quer que o busquemos com zelo afim de receber suas bênçãos.

 Renuncia – Temos que renunciar a tudo aquilo que possa desagradar a Deus como o pecado, a glória desse mundo. Ninguém poderá ser perfeito diante do Senhor sem renunciar o “eu”. SENDO, pois, Abrão da idade de noventa e nove anos, apareceu o SENHOR a Abrão, e disse-lhe: Eu sou o Deus Todo-Poderoso; anda em minha presença e sê perfeito. Não tem idade para seguir a Jesus, mas é preciso disposição para renunciar. O segredo da vitória está em andar na presença de Deus.

Quando o Senhor nos faz uma promessa, Ele está nos dando uma direção. Ele espera que andemos nessa direção. Esse caminho é sempre longo e um pouco difícil de ser trilhado. O medo pode nos fazer desistir (ver Gn 15.13) e a falta de confiança em nossas capacidades. Se eu fosse olhar para mim mesmo e as condições nas quais me encontrava jamais teria ânimo para prosseguir, pois emergi de uma família muito pobre, residia numa favela e quando o senhor me resgatou estava pedindo esmolas para comer.

De todos esses obstáculos citados, o maior deles é o tempo, e toda promessa passa por esse teste. Em Josué 14.7-11 nos: Da idade de quarenta anos era eu, quando Moisés, servo do Senhor, me enviou de Cades-bárnea a espiar a terra: e eu lhe trouxe resposta, como sentia no meu coração: Mas os meus irmãos, que subiram comigo, fizeram derreter o coração do povo: eu, porém, perseverei em seguir ao Senhor, meu Deus. Então Moisés, naquele dia, jurou, dizendo: Certamente, a terra que pisou o teu pé será tua, e dos teus filhos, em herança, perpetuamente; pois perseveraste em seguir ao Senhor, meu Deus. E agora eis que o Senhor me conservou em vida, como disse; quarenta e cinco anos há agora, desde que o Senhor falou esta palavra a Moisés, andando Israel ainda no deserto; e agora, eis que já hoje sou da idade de oitenta e cinco anos. E ainda hoje estou tão forte como no dia em que Moisés me enviou; qual a minha força então era, tal é agora a minha força para a guerra, e para sair e para entrar. Essa passagem nos mostra três princípios importantes: I) o tempo serve para nos fortalecer, II) o tempo serve para nos deixar mais experientes, e em III) é para que saibamos valorizar aquilo que o Senhor venha nos dar.

Se você tem promessas de Deus espere, confie e, acima de tudo, fique na posição que ele lhe deixou, pois quem prometeu não é um homem para mentir e nem tão pouco um filho de homens para se arrepender. Não se esqueça de que o cumprimento de cada promessa sempre dependerá de como estamos nos portando diante de Deus.



Dc. Claudio Rosa