quarta-feira, 29 de setembro de 2010

O voto é a principal arma dos evangélicos?

As armas da nossa milícia não são carnais, mas poderosas em Deus (2 Co 10.4)





Na minha adolescência, eu priorizava coisas efêmeras. Torcedor fanático do Palmeiras — torcedor mesmo, daquele tipo que ficava uma semana triste, cabisbaixo, caso o time do coração perdesse —, lembro-me de uma vitória épica do Alviverde Imponente sobre o seu arquirrival. Joguei o rádio de pilha longe e saí pulando pelo quintal... Acabei enroscando o pescoço em um varal onde minha mãe estendera roupa e quase morri...

Se eu ainda fosse fanático pelo verde-que-te-quero-verde, meu voto, sem dúvidas, seria do candidato palmeirense José Serra ou da candidata do Partido Verde Marina Silva. Eu jamais votaria em uma candidata apoiada pelo corintiano roxo Luiz Inácio Lula da Silva, que inclusive está apoiando a abertura da Copa de 2014 no novo estádio do seu time de coração, em São Paulo. Mas, hoje, penso de modo diferente, e a preferência clubística — que palavra horrível (!), porém muito usada pelos cronistas esportivos — me é irrelevante.

Por outro lado, minha esposa é funcionária pública, e o governo Lula tem sido generoso com os servidores. Caso eu pensasse de modo egoísta, sem dúvidas a minha candidata seria a senhora Dilma. Entretanto, como se sabe, os evangélicos estão unidos (?) para impedir que o dilmismo (ou o rousseffilismo) vença, principalmente em razão do seu liberalismo, uma das marcas do petismo e do lulismo.

Usando a linguagem futebolística, para os evangélicos a liberal Dilma Rousseff está “na marca do pênalti”, o sem graça José Serra está sendo “jogado para escanteio”, e a carismática — mas evangélica — Marina Silva “está subindo na tabela”, posto que sabe “fazer um bom meio de campo”. Ao que me parece, o marinismo (e não o pevismo) é mesmo o partido mais equilibrado, a despeito de ser também o que gera mais dúvidas, por causa da inexperiência.

Será que a pevista Marina Silva conseguirá fazer um bom governo estando em um partido de tão pouca representatividade? Estaria ela preparada para governar o Brasil? Daria ela continuidade aos bons projetos em andamento? Conseguiria ela montar uma boa equipe ministerial? Pelo que tudo indica, o dilmismo petista vencerá (não sei se em primeiro turno), seguido do serrismo peessedebista. Quanto ao marinismo, será bem votado, sobretudo pelos evangélicos.

NÃO VOTAREI EM DILMA ROUSSEFF.

NUNCA VOTEI NO PT, a despeito de reconhecer que o lulismo tem contribuído para o progresso do Brasil em algumas áreas. Considero a irmã Marina Silva uma pessoa íntegra, exemplar, bem intencionada, com um bom passado, etc. Mas não sou adepto do movimento “cristão vota em cristão”. Penso que precisamos escolher pessoas realmente habilitadas, capacitadas, para a função que desejam exercer. Nesse caso, estou mais propenso a votar no palmeirense...

Mas, será que a igreja deve mesmo se preocupar prioritariamente com o voto? Seria a eleição de um candidato mais decisiva do que a influência que a igreja pode exercer no mundo através da oração, da evangelização e do exemplo de uma vida santa? Sinceramente, estou incomodado ao ver inúmeros líderes evangélicos mais confiantes no voto do que nas verdadeiras armas à disposição da igreja.

É claro que, com o voto, podemos eleger pessoas do bem, compromissadas com a moralidade, a ética, a justiça, etc. Mas, o que a igreja tem de melhor para mudar o Brasil é o voto? Não! As nossas armas são a intercessão, a evangelização e o exemplo de uma vida santa.

Que tipo de exemplo têm dado os líderes evangélicos que acusam Dilma, Lula e o PT? Tem sido a igreja evangélica brasileira um referencial ético, moral e social? O Senhor Jesus disse que o seu Reino não é deste mundo (Jo 18.36). Como cidadãos, devemos votar. Mas a militância política não é a nossa tarefa prioritária.

Se todos os evangélicos votarem contra o PT, é possível que Dilma venha a perder a eleição presidencial. Por outro lado, se ela ganhar, mesmo com a oposição dos evangélicos, a situação poderá ficar pior para a igreja. Por quê? Porque teremos no governo brasileiro uma fera ferida.

Considero louváveis, até certo ponto, os movimentos para induzir os crentes a não votarem em candidatos contrários aos princípios bíblicos e favoráveis à imoralidade. Mas eu gostaria de ver líderes evangélicos estimulando o povo de Deus a orar mais pelas autoridades constituídas, obedecendo ao que está escrito em 1 Timóteo 2.1-3. Queria ver, também, líderes pregando o verdadeiro Evangelho, que confronta o pecado (aborto, homossexualismo, imoralidade, etc.), em vez de promoverem shows, que apenas agradam as multidões incautas.

Penso que a criticidade ácida contra o PT está sendo levada ao extremo por alguns líderes evangélicos, em detrimento da oração, da evangelização e do exemplo. Creio que é melhor orar mais, evangelizar mais, influenciar mais. E acusar menos. Não vejo no Novo Testamento uma igreja politizada. Vejo, antes, uma igreja cujos líderes afirmavam: “nós perseveraremos na oração e no ministério da palavra” (At 6.4).

Em Cristo,

Ciro Sanches Zibordi

Fonte: www.cpadnews.com.br

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

FELIZ ANIVERSÁRIO

A igreja parabeniza o aux. Isak Alves pela passagem do seu aniversário.
Que o Senhor  continue te abençoando.

sábado, 25 de setembro de 2010

LIÇÃO 13

 Lição 13 - A Missão Profética da Igreja

Leitura Bíblica: Atos 8.4-8, 12-17


Introdução

I. A perseguição
II. Os samaritanos
III. O Evangelho em Samaria

Conclusão

Prezado professor, chegamos ao final de mais um trimestre. Nesse período, é importante fazer uma autoavaliação dos métodos adotados, da receptividade dos alunos, do ambiente, em sala de aula, cuja lição é ministrada, etc.

O prezado professor tem a compreensão da dimensão de seu ministério? Por isso, aproveite esse período para a realização dessa autoanálise.

A lição de hoje tem o objetivo, ímpar, de elaborar a reflexão da missão profética da Igreja. Considerando o contexto vivencial da igreja em Jerusalém e a conscientização do significativo papel que o seu aluno tem na missão profética da Igreja, é importante você reunir materiais que elucidam o contexto histórico e cultural do primeiro século, nos primórdios, da Igreja Primitiva.

A IGREJA EM JERUSALÉM E SUA DIMENSÃO PROFÉTICA

Considerando o contexto de Atos 2.42-47, é possível descrever a sua vida comunitária, considerando, os seguintes fatores:

• A Igreja Primitiva vivia em comunidade. Isso quer dizer que os membros da comunidade de Jerusalém viviam juntos, moravam próximos e trabalhavam em regiões próximas. Por estarem localizados numa região pouco desenvolvida, o número de habitantes era baixo e a convivência destes era natural (At 1.12-14) ;

• A Igreja Primitiva perseverava na doutrina, na comunhão, no partir do pão e nas orações. A vida comunitária da igreja, exigia uma prática vivencial de Amor. Sobretudo, essa prática se confirmaria na unidade estabelecida nesse grupo reunido em Jerusalém. Por isso, a igreja fazia a manutenção dos ensinos de Jesus, através dos apóstolos . Esta perseverança doutrinária, de acordo com a relação vertical e horizontal (Amar a Deus e Amar o próximo) do relacionamento humano, iniciava na comunidade: a voluntariedade em comer o pão em comunhão (Ágape, a festa do amor) e a execução da ceia do Senhor . Nesse ambiente de ensino e comunhão, as almas se prostravam em oração antes, e depois, do revestimento de poder. Essa prostração denota a urgência, e a necessidade, do aprofundamento de a intimidade com Deus, a fim de refleti-la no contexto comunitário (At 2.42);

• Os membros da Igreja Primitiva vendiam o que tinham para suprir os necessitados. Essa era a forma de assistir o necessitado que estava inserido à nova comunidade. Por voluntariedade, vendiam suas propriedades e depositavam aos pés dos apóstolos, e estes, repartiam com os que tinham necessidades (At 2.45). Alguns (estudiosos ou não), para justificar a indisposição da partilha hoje, afirmam que os cristãos primitivos só faziam a partilha de seus bens, porque criam que Jesus voltaria a qualquer momento (não haveria nada mais egoísta e individualista do que esta intenção). E como consequencia desta “loucura”, os cristãos primitivos ficaram pobres (desconsiderando, totalmente, a perseguição histórica antes, e durante, os anos 70 d.C. que solapou os judeus e cristãos). Absolutamente não! Os cristãos primitivos sabiam muito bem a dimensão prática da doutrina dos apóstolos (os mandamentos de Jesus) e sua voluntariedade, em partilhar os seus bens, era o reflexo da ação espiritual que tomara conta da comunidade. Os bens eram recolhidos, não para o enriquecimento dos apóstolos, mas tão somente, para suprir a necessidade do próximo desprovido.

O contexto social da Igreja Primitiva denota a relevância dessa comunidade para a sociedade que a cercava. O temor ao Senhor, perseverança unânime de todos, o partir do pão em sua refeição, alegre e singela, denotava a dimensão da manutenção doutrinária e comunitária da igreja.

A proclamação salvífica e cristocêntrica da Igreja exige o arrependimento de todos os homens. Porém, o modelo dessa contrição era proposto na vivência prática desta comunidade do primeiro século .

Em Atos 2.46,47 é descrito a consequência natural da verdadeira Proclamação de Cristo, onde o proclamar é acompanhado do fazer:

E, perseverando unânimes todos os no templo e partindo o pão em casa, comiam juntos com alegria e singeleza de coração, louvando a Deus e caindo na graça do todo o povo. E todos os dias acrescentava o Senhor à igreja aqueles que se haviam de salvar.

O resultado de salvação era inquestionável. A consequencia de “todos os dias acrescentava o Senhor à igreja aqueles que se haviam de salvar”, estava claramente ligada à vida comunitária daquela igreja. Quando, esta, se levantava para Proclamar salvação, estava investida de legitimidade para propor àquela sociedade as “Boas Novas” de salvação.

Cada ação, feita pela igreja primitiva, denunciava profeticamente a incoerência que reinara sobre aquela sociedade. Se ela demonstrava comunhão, denunciava a separação; se demonstrava amor, denunciava o ódio; se demonstrava voluntariedade, denunciava o interesse mesquinho (vide Ananias e Safira cf. At 5.1-11); se supria a necessidade do necessitado, denunciava a omissão daqueles que tinham obrigação de fazê-lo.

A partir da comunidade primitiva, em Jerusalém, aprendemos que a Igreja de Cristo tem uma dimensão profética. Esta não tem a função de amalgamar-se com o poder temporal. Mas, tem a função de exercer um papel neutro em relação a este “poder”: elogiando-o quando é justo, mas denunciando quando ele exerce a injustiça.

A verdadeira Proclamação salvífica de Cristo tem sua dimensão celestial, quando diz que o homem tem que se arrepender para o perdão e remoção dos pecados, mas também tem sua dimensão terrena, quando diz que a este homem imerso no pecado, Cristo dá a verdadeira dignidade: “Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente, sereis livres” (Jo 8.36). Em 1 Coríntios 11.23ss, temos a prova de que a Igreja pode perder a dimensão profética! Boa Aula!

Lição 13 - Vivendo em Santificação

Texto Bíblico: 2 Coríntios 6.16-18; 7.1


IDEIAS ERRÔNEAS ACERCA DA SANTIFICAÇÃO


Muitos cristãos descobrem o fato de que seu maior impedimento em chegar à santidade é a “carne”, a qual frustra sua marcha para perfeição. Como se conseguirá libertação da carne? Três opiniões erradas têm sido expostas:

A) “A Erradicação” de pecado inato é uma dessas ideias. Assim escreve Lewis Sperry Chafer: “Se a erradicação da natureza pecaminosa se consumasse, não haveria a morte física, pois essa é o resultado dessa natureza (Rm 5.12-21)”. Pois que houvessem experimentado essa “extirpação”, necessariamente gerariam filhos sem a natureza pecaminosa. Mas, mesmo que fosse realidade essa “extirpação”, ainda haveria o conflito com o mundo, a carne (aparte da natureza pecaminosa) e o Diabo; pois a “extirpação” desses males é obviamente antibíblica e não está incluída na própria teoria.

B) O Legalismo, a observância de regras e regulamentos. Paulo ensina que a lei não pode santificar (Romanos cap. 6), assim como também não pode justificar (Romanos 3). Essa verdade é exposta, e desenvolvida, na carta aos Gálatas. Paulo não está de nenhuma maneira depreciando a lei. Ele está defendendo-a contra conceitos errôneos quanto a seu propósito. Se um homem será salvo do pecado terá que ser por um poder a parte de si mesmo. Vamos empregar a ilustração de um termômetro. O tubo e o fluído vermelho representam o indivíduo. O registro dos graus representará a lei. Imaginem o termômetro dizendo: “Hoje não estou exatamente à marca; devo chegar a 30 graus”. Será que o termômetro poderia elevar-se à temperatura exigida? Não, deveria depender duma condição fora de si mesmo. Da mesma maneira o homem que percebe que não está á altura do ideal divino não pode elevar-se em um esforço de alcançá-lo. Sobre ele deve operar uma força a parte dele mesmo; e essa força é o poder do Espírito Santo.

C) Ascetismo representa a tentativa de subjugar a carne e alcançar a santidade por meio de privações e sofrimentos – o método que seguem os católicos romanos e os hindus ascéticos. Esse método parece estar baseado na antiga crença pagã de que toda matéria, incluindo o corpo, é má. O corpo, por conseguinte, é uma trava ao espírito, e quanto mais for castigado e subjugado, mais depressa se libertará o espírito. Isso é contrário às Escrituras, que ensinam que Deus criou tudo muito bom. É a alma e não o corpo que peca; portanto, são os impulsos pecaminosos aos que devem ser subjugados, e não a carne material. Ascetismo é uma tentativa de matar o “eu”, mas o “eu” não pode vencer o “eu”. Essa é a obra do Espírito.

Texto extraído da obra: Conhecendo as Doutrinas da Bíblia. São Paulo, Editora Vida.

Lição 13 - Deus não tem Netos. Decida-se!

Texto Bíblico: Ezequiel 18.1-20

O AMOR DE DEUS

A Bíblia associa o desejo de Deus em nos salvar ao seu amor eterno. No Antigo Testamento, o enfoque primário recai sobre o amor segundo a aliança, como se vê em Deuteronômio 7:

O SENHOR não tomou prazer em vós, nem vos escolheu, porque a vossa multidão era mais do que a de todos os outros povos, pois vós éreis menos em número do que todos os povos, mas porque o SENHOR vos amava; e, para guardar o juramento que jurara a vossos pais... vos resgatou da casa da servidão... Será, pois, que, se, ouvindo estes juízos, os guardardes e fizerdes, o SENHOR, teu Deus, te guardará o concerto e a beneficência que jurou a teus pais; e amar-te-á, e abençoar-te-á (vv. 7,8,12,13).

Num capítulo a respeito da redenção segundo a aliança, diz o Senhor: “Com amor eterno te amei; também como amável benignidade te atraí” (Jr 31.3). A despeito da apostasia e idolatria de Israel, Deus amava com amor eterno.

Em o Novo Testamento, em 1 Jo 3.16, o apóstolo afirma que “Deus é amor” e por isso, “ele deu seu filho unigênito” para salvar a humanidade. Deus tem demonstrado seu amor imerecido para conosco “em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores” (Rm 5.8). O Novo Testamento dá amplo testemunho do fato de que o amor de Deus impeliu-o a salvar a humanidade perdida. Por isso quatro atributos de Deus – a paciência, a misericórdia, a graça e o amor – demonstram a sua bondade ao prover a nossa redenção.

Lição 13 - Boa Medida!

Texto Bíblico: 1 Samuel 30.11,13,15-17

O amor é sofredor (e paciente) para com as pessoas que nos provocam ou nos ferem. Não permite que surjam sentimento, mesmo quando os males assolam. Ele caminha a segunda milha, oferece a outra face, suporta o insulto, é paciente com os que discordam, ou escarnecem, ou zombam (Mt 5.39,41). Reflete a paciência de Deus para com os pecadores: não pode ser irritadiço para com aqueles por quem Cristo morreu.

O amor não pára com uma mera paciência que tolera aqueles que amontoam abuso sobre abuso. É ativamente gentil, vence o mal com o bem (Lc 6.27; Rm 12.21), procura o que pode fazer pelos outros, põe-se a serviço de outros, encoraja os outros a falar e ministrar (1 Co 14.30,31).

O amor não é invejoso, nunca tem ciúmes, nunca expressa má vontade, malícia ou mau humor. Ele não trata com leviandade, nunca é fanfarrão, mas é verdadeiramente humilde.

O amor não se ensoberbece, não é orgulhoso, inchado ou convencido, nem é ávido por honra.

O amor tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. Sempre defende, sempre confia, sempre tem esperança, sempre persevera, suporta a pressão com fé e esperança ousadas. Vê onde é preciso ajuda e se coloca sob a carga sem que lhe seja pedido ou implorado. Fornece coragem sincera aos outros.

Professor se estas características (presente nos que amam e servem a Deus) parecem difíceis de ter, lembremo-nos de que podemos buscar a Deus para que Ele derrame o seu amor em nosso coração pelo Espírito Santo (Rm 5.5). Aproveite e ore com os seus alunos, pedindo a Deus que os ensinem o verdadeiro amor.

Explique aos alunos que é muito fácil amar os amigos, as pessoas que nos fazem bem, mas amar aquele que nos persegue é algo quase que impossível. Os verdadeiros servos de Deus conseguem, amar aqueles que os perseguem que os destratam. Pois sabem que é uma ordenança de Cristo: “E o segundo mais importante é parecido com o primeiro: ‘Ame os outros como você ama a você mesmo’” (Mateus 22.39).

Texto adaptado do livro: Comentário Bíblico de 1 e 2 Coríntios, CPAD.

Lição 13 - Céu e inferno

Leitura Bíblica: Apocalipse 20.10,11,15; 22.1-5

CRESCENDO NO CONHECIMENTO

“A Cidade de Glória. Em Apocalipse 21, encontramos a descrição da cidade eterna de Deus. Essa é uma cidade de grande glória que, conforme creio, é aquela à qual Jesus se refere em seu ministério terreno quando diz a seus discípulos: ‘Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito, pois vou preparar-vos lugar. E, se eu for e vos preparar lugar, virei outra vez e vos levarei para mim mesmo, para que, onde eu estiver, estejais vós também” (Jo 14.2,3). Cristo preparou pessoalmente os lugares para essa morada gloriosa de seus seguidores. [...]

As Escrituras asseguram-nos que o inferno é um lugar real. Mas ele não fazia parte da criação primeira de Deus, quando Ele viu que ‘era muito bom’ (Gn 1.31). O inferno foi criado posteriormente para acomodar o banimento de Satanás e de seus anjos caídos que se rebelaram contra Deus (Mt 25.41). As pessoas que rejeitam a Cristo se juntam a Satanás e aos seus anjos caídos nesse lugar de sofrimento terrível.”

O cristianismo segundo a Bíblia. CPAD. p.256-264

SAIBA MAIS

“Como professor, você sabe que os conselhos que dá aos alunos são importantes, e às vezes mais importantes do que o conhecimento da matéria ou as habilidades que você compartilha. Visto que a sua esfera de influência inclui não só os alunos, mas também colegas, administradores, pais e o público em geral, você quer ter a certeza de que o conselho que está oferecendo é biblicamente perfeito.

A melhor maneira de se fazer isso, naturalmente, é certificar-se de que você sabe o que a Bíblia diz sobre os tópicos e questões relevantes para aqueles à sua volta. É importante que eles entendam que embora o seu conselho possa ser filtrado através das suas próprias experiências, ele vem do padrão de vida que é dado por Deus.

Se você já ouviu os seus alunos, mesmo aqueles que se denominam cristãos, ou conversou a respeito de suas crenças, você sabe que há uma mentalidade em ação — uma dose de cristianismo, uma pitada de budismo e uma quantidade liberal de pragmatismo. Quando eles perguntam o que você acha, você deve apresentar uma declaração clara, gentil e amorosa deixando a porta aberta para uma discussão posterior.

E, como sempre, o seu conselho terá mais peso se aqueles que estão à sua volta conhecerem tanto a sua pessoa como as suas palavras: honesto, animador e sempre acreditando no melhor sobre os outros.

Quando as pessoas souberem que você não fala apenas para ouvir a si próprio, mas porque leva a sério os seus princípios, e que as suas crenças alimentam a qualidade do seu trabalho e a sua conduta, você ficará surpreso pela quantidade de indagações que chegarão ao seu caminho. Quando isso acontecer, saiba que Deus está trabalhando, que a luz Dele está brilhando em você, confiando que o Senhor lhe ajudará a dizer as palavras certas no momento certo.”

Graça diária para professores. CPAD. p-303

ATIVIDADES

Bem, neste domingo você deve estar terminando o livro do plano de freqüência com as crianças. Portanto, gostaria de dar umas sugestões relacionadas a essa atividade.

1. Oriente as crianças a elaborarem um sumário. Demonstre através de um exemplar de livro como se faz.

2. Você também pode sugerir que elas produzam uma página com dedicatória e outra com agradecimentos.

Além disso, gostaria de sugerir que você programasse uma tarde de lançamento dos livros para que as crianças se sintam prestigiadas. Confeccione convites para que elas possam convidar a família e os amigos. Prepare um lanche. Tenho certeza de que será uma bênção!

Ah! Se possível envie um exemplar para nós aqui na CPAD. Veja o endereço em sua revista. Se você puder, envie-nos também algumas fotos para o e-mail: miriam.reich@cpad.com.br

Lição 13 - Meu coração é a Casa de Deus

Texto Bíblico: João 14.15-23

CRESCENDO NA GRAÇA E NO CONHECIMENTO

“O Paracleto é identificado como o Espírito da verdade (17), ‘que traz a verdade e a imprime na consciência do mundo.’ Mas este Dom não é para todos os homens. O mundo não pode recebê-lo, pela simples razão de que este não o vê, nem o conhece (17). ‘Aquilo que é espiritual não pode ser compreendido pelos homens ímpios, mas somente por aqueles cujas almas estão harmonizadas com o reino espiritual.’ Mas a promessa é íntima, pessoal e preciosa para aqueles que o conhecem: vós o conheceis, porque habita convosco e estará em vós (17; cf. At 2.4; Rm 8.9; 1 Jo 2.27; 2 Jo 2). Uma vez que habitava em Jesus, o Espírito estava com os discípulos. Mas quando Jesus ascendeu aos céus e o Espírito veio, no Pentecostes, Ele passou a estar dentro deles. Esta bênção é recebida através do batismo no Espírito.”

Comentário Bíblico Beacon. CPAD. p.124-125

SAIBA MAIS

“Como professor, você sabe que os conselhos que dá aos alunos são importantes, e às vezes mais importantes do que o conhecimento da matéria ou as habilidades que você compartilha. Visto que a sua esfera de influência inclui não só os alunos, mas também colegas, administradores, pais e o público em geral, você quer ter a certeza de que o conselho que está oferecendo é biblicamente perfeito.

A melhor maneira de se fazer isso, naturalmente, é certificar-se de que você sabe o que a Bíblia diz sobre os tópicos e questões relevantes para aqueles à sua volta. É importante que eles entendam que embora o seu conselho possa ser filtrado através das suas próprias experiências, ele vem do padrão de vida que é dado por Deus.

Se você já ouviu os seus alunos, mesmo aqueles que se denominam cristãos, ou conversou a respeito de suas crenças, você sabe que há uma mentalidade em ação — uma dose de cristianismo, uma pitada de budismo e uma quantidade liberal de pragmatismo. Quando eles perguntam o que você acha, você deve apresentar uma declaração clara, gentil e amorosa deixando a porta aberta para uma discussão posterior.

E, como sempre, o seu conselho terá mais peso se aqueles que estão à sua volta conhecerem tanto a sua pessoa como as suas palavras: honesto, animador e sempre acreditando no melhor sobre os outros.

Quando as pessoas souberem que você não fala apenas para ouvir a si próprio, mas porque leva a sério os seus princípios, e que as suas crenças alimentam a qualidade do seu trabalho e a sua conduta, você ficará surpreso pela quantidade de indagações que chegarão ao seu caminho. Quando isso acontecer, saiba que Deus está trabalhando, que a luz Dele está brilhando em você, confiando que o Senhor lhe ajudará a dizer as palavras certas no momento certo.”

Graça diária para professores. CPAD. p-303

ATIVIDADES

O mais importante nesta lição é que seus alunos tenham a convicção de que o próprio Deus deseja morar em nosso coração. E quando Ele começa a morar em nós, podemos sentir a sua paz, o seu amor e a sua alegria.

Peça para as crianças fecharem seus olhos. Em seguida, ligue um ventilador de modo que o vento possa soprar sobre todas as crianças. Ainda de olhos fechados, pergunte-lhes se podem ver o vento. Após responderem, pergunte novamente: “Mas vocês estão sentindo o vento, não estão?”

Assim como o vento, não podemos ver Deus, mas podemos senti-lo em nosso coração.

Lição 13 - Construir na rocha
Texto Bíblico: Mateus 7.24-27

I - De professor para professor

Prezado professor, neste domingo as crianças aprenderão que precisam ouvir e praticar a Palavra do Papai de Deus.

A palavra-chave que trabalharemos neste domingo é “praticar”. No decorrer da aula repita a frase: “Eu pratico a Palavra de Deus”.

II – Para refletir

Os verdadeiros seguidores de Jesus não irão apenas ouvir as Suas palavras, mas praticá-las, permitindo que a mensagem faça diferença em sua vida. Nesse ensino (Mateus 7.24-27), Jesus explicou que o verdadeiro seguidor, que pratica as Suas palavras, é como a pessoa que constrói a sua casa sobre a rocha. Aquele que “constrói sobre a rocha” é um discípulo que ouve e obedece, e não um impostor. Praticar a obediência é construir sobre o sólido alicerce das palavras de Jesus, a fim de enfrentar as tempestades da vida. Mesmo em meio à chuva, à inundação, e aos ventos, o alicerce que estiver sobre a rocha não será afetado.

Texto extraído do: Comentário do Novo Testamento Aplicação Pessoal, CPAD

III – Regras prática para professores

“Você já se perguntou sobre o que a administração está pensando quando designa mais alunos para uma sala de aula, que já está acima da capacidade recomendável? Que tal quando arte e música são os primeiros programas a terem o seu orçamento reduzido? E quem decidiu durante as férias que paredes verde-lagarto estimulavam o estudo?

Muitas das decisões que mais irritam e tornam difícil o ato de lecionar são tomadas com pequena ou nenhuma contribuição da sua parte. Com freqüência, você tem certeza de que aquelas decisões foram tomadas por pessoas que possivelmente não poderiam ter lecionado um dia sequer em suas vidas.

Não é interessante como o ácido da injustiça pode lhe provocar úlceras sem nenhum efeito notável nos tomadores de decisão? Brevemente, você estará convencido de que enquanto você sofre, eles planejam mais meios de tomar a vida difícil. Nada azeda o doce sabor de ensinar mais rápido do que dar importância às políticas de educação.

Seria melhor e mais produtivo para você agradecer pelos incalculáveis benefícios de ensinar. O sorriso na face de uma criança que entende. Uma tentativa de resposta que a capacidade de raciocinar que vai além daquela que os seus alunos tinham em seus anos iniciais de estudo. A mão entusiástica erguida pelo aluno que sabe que você ficará satisfeito com o conhecimento recém-adquirido — um presente seu.

O apóstolo Paulo advertiu os crentes romanos sobre as pessoas que conheciam A Deus, mas não o glorificaram como Deus nem foram gratas a Ele. Paulo fala sobre os corações tolos e os pensamentos fúteis que tinham. Elas desperdiçaram seu tempo e talentos para criar e adorar ídolos vãos de madeira, quando poderiam andar com o Deus onipotente.

Os professores mais capazes investem suas energias onde sabem que podem fazer diferença - na mente e no coração dos seus alunos.”

Graça diária para professores. CPAD. p.69

IV – Boa ideia

Você vai precisar de pedaços de cartolinas, canetinhas hidrográficas, palitos de picolé, fita adesiva e tesoura.

Professor desenhe uma casa (uma para casa aluno) na cartolina e escreva o versículo do dia. Solicite às crianças que pintem a casa. Depois com o auxilio da fita adesiva, fixe o palito de picolé no verso da casa.

 
Lição 13 - A oração que abriu as portas da prisão

Texto Bíblico Salmos 121.7

De professor para professor

Prezado professor, neste domingo o objetivo da lição é fazer com que as crianças aprendam que situações podem ser mudadas mediante a oração.

• Faça uma recapitulação da aula anterior. Pergunte qual foi a palavra-chave estudada e qual o versículo aprendido.

• A palavra-chave da aula de hoje é “CUIDAR”. Então, durante o decorrer da aula repita a frase: “Deus cuida de você”.

Para refletir

• “As orações daquele grupo de cristãos foram atendidas como haviam pedido. Mas quando a resposta chegou, eles não creram. Devemos ter pessoas de fé, que crêem que Deus responde às orações daqueles que procuram fazer a vontade dEle. Quando você orar, creia que receberá uma resposta. E quando esta vier, não fique surpreso; seja grato!”.

Adaptado da: Bíblia do Estudante Aplicação Pessoal, CPAD

• Professor, “aprender requer o envolvimento ativo na lição. As crianças envolvidas em fazer suas próprias descobertas experimentam maior retenção. A participação conduz a mudanças de atitude que, por sua vez, motivam os alunos a aplicar a Bíblia em suas vidas” (Kenneth O. Gangel).

Regras Práticas para os Professores

“Perguntas planejadas ajudam as crianças a refletir sobre o que estão fazendo. Não é suficiente que as crianças saibam e entendam um conceito. Elas também devem saber pô-lo em prática. Perguntas habilmente feitas auxiliam as crianças a chegar às suas próprias conclusões” .

Extraído do livro: Manual de Ensino para o Educador Cristão, CPAD

Atividade Manual

Realize as atividades sugeridas na revista do Mestre.

• Planeje o encerramento do trimestre com festa. Decore a sala de aula com ilustrações referentes ao tema. Espalhe cartazes com os versículos-chave. Prepare um lanche bem gostoso para celebrar o estudo sobre a oração. Aliás, faça uma faixa bem grande com o título do trimestre e algumas figuras.


quinta-feira, 23 de setembro de 2010

O CRISTÃO E A POLÍTICA 3


Política, do grego politikas, é a ciência e arte de governar povos. Politicagem, entretanto, é a habilidade de fazer política mesquinha e de interesse pessoal. A Bíblia não usa o termo, mas fala de política do começo ao fim. Na época de Abraão, Isaque e Jacó, o sistema de governo era Patriarcal. Os grandes clãs eram governados pelos respectivos patriarcas. Circunstâncias adversas, permitidas e dirigidas por Deus, levaram José à posição de Governador do Egito (Gn 45.4-8). No Êxodo e por toda a peregrinação de Israel no deserto, esse povo foi conduzido por Moisés; depois, durante a conquista da Palestina e por mais alguns anos, Josué foi o líder. Então, por mais trezentos e cinqüenta anos, Deus usou os Juízes, líderes carismáticos que faziam as guerras de Israel e julgavam as causas do povo. O sistema de governo era Teocrático — Deus governando o seu povo através dos seus líderes (Dt. 17.15). Samuel foi profeta e juiz. Ele conduziu Israel no período de transição entre a Teocracia (governo de Deus) e a Monarquia. Então vieram os reis Saul, Davi, Salomão, que determinaram à sorte política da nação e muitos outros. Pelo pecado do Israel, o Senhor usou a política imperialista da Assíria e da Babilônia para corrigi-los. No exílio, Daniel exerceu cargo de confiança na corte do rei Nabucodonosor, de Babilônia, e de Dario, da Pérsia. Depois do exílio, Neemias e Esdras fizeram política em Jerusalém, reconstruindo a cidade, combatendo os inimigos e empreendendo uma reforma religiosa.

Jesus nasceu no apogeu do império Romano, nos dias de Otávio Augusto. Deus usou a estabilidade política desse império, seu veículo de comunicação e a língua grega para depressa estabelecer a sua amada igreja e difundir o seu precioso Evangelho. Alguns judeus querendo colocar Jesus em dificuldade, lhe perguntaram se deviam ou não pagar tributos a César, o Imperador Romano. Jesus, mostrando-lhes a moeda romana, com a imagem de César, disse-lhes: “Daí a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus” (Mc 12.17). Ali, Jesus ratifica, em forma definitiva, a separação da igreja e o Estado! Em outras palavras: reconheçam as circunstâncias políticas em que vocês estão inseridos e as obrigações que lhes são impostas. Cumpram seus deveres para com o Estado, e também os seus deveres para com Deus. Uma coisa não exclui outra”. Paulo pregou acatamento e obediência às autoridades constituídas. Disse que estas são “ministros de Deus” (Rm 13.1-6). Pedro ainda recomendou sujeição às instituições políticas: “quer seja ao rei, como soberano, quer às autoridades como enviadas por ele, tanto para castigo dos malfeitores, como para louvor dos que praticam o bem” (1 Pe 2.13-14).

Tudo isto é política, a vida é política, por isso precisamos orar e escolher bem!

Fonte: www.cacp.org.br

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Escola Bíblica Dominical


Domingo foi o dia Nacional da Escola Bíblica

 Dominical


3° DOMINGO DE SETEMBRO FOI O DIA DA ESCOLA

DOMINICAL

 
Com o objetivo de fortalecer a Escola Dominical e estimular que maior número de pessoas participe da mais importante agência de educação cristã na igreja evangélica, no domingo que passou comemorou, no Brasil, o Dia Nacional da Escola Dominical.

 
Objetivos:

 
- Promover nas igrejas ações que valorizem e revitalizem a escola dominical;

- Fomentar em nível nacional uma identidade temática e doutrinária para a Escola Dominical;

 
- Cativar mais pessoas a se tornarem participantes da escola dominical, quer como alunos ou alunas ou como parte da equipe de trabalho da mesma;

 
- Reforçar no ministério pastoral a responsabilidade de promoção e assistência à Escola Dominical.
 
 
Fonte: Blog a força da esperança.

domingo, 19 de setembro de 2010

1ª REUNIÃO DE OBREIROS E CULTO DE SANTA CEIA DA GESTÃO DO PASTOR CORIOLANO EM PATU 

No dia 13 de Setembro (segunda feira) do corrente ano, às 15:00hs o pastor Coriolano realizou a primeira reunião de obreiros na cidade de Patu.
A reunião contou com a presença maciça dos obreiros do campo e o ministério local.


Estiveram presentes boa parte das esposas dos obreiros que receberam valiosos ensinamentos da palavra de Deus...

com uma missionária da cidade do Rio de Janeiro.
A noite, boa parte dos pastores do campo ficaram para o culto de santa ceia...

onde o Senhor se fez presente derramando seu poder!

sábado, 18 de setembro de 2010

LIÇÃO 12

Lição 12 - O tríplice propósito da Profecia

Leitura Bíblica:1 Coríntios 12.4-10; 14.1-5


Introdução


I. Os dons espirituais
II. A importância do Amor
III. O dom de Profecia

Conclusão

DONS ESPIRITUAIS: INSTRUÇÃO, EDIFICAÇÃO E CONSOLAÇÃO

Prezado (a) Professor (a), nessa lição é importante você considerar o contexto histórico e religioso da cidade de Corinto. A religião na Grécia antiga era bastante diversificada. Qualquer articulação de linguagem, como impostação de voz, apontando para um suposto “êxtase” era tida como manifestação sobrenatural dos deuses. Sobre este contexto religioso o teólogo americano, Lawrence O. Richards, escreve:

No mundo antigo, palavras articuladas em êxtase eram vistas como sinal de possessão pelos deuses. A epilepsia era uma “doença divina” e o resmungar de sacerdotisas drogadas, em determinados oráculos, como o de Delfos, era considerado transmissão de mensagens dos deuses. Paulo se refere a isso ao observar que, quanto aos pagãos e ignorantes, “deixáveis conduzir-vos aos ídolos, mudos, segundo éreis guiados”.

O problema era que essa atitude em relação ao dom persistiu nos convertidos ao cristianismo. Em decorrência, dons espirituais como os de língua eram considerados por muitos em Corinto como evidência do contato íntimo com Deus. Os portadores desse dom eram mais espirituais. Até mesmo quando seus dons contradiziam as verdades fundamentais do cristianismo, alguns estavam suficientemente espantados para acreditarem neles. É contra esse contexto cultural que Paulo desenvolveu ensinamentos sobre a verdadeira espiritualidade, dons espirituais e o exercício adequado dos dons de línguas.[1]

O texto de 1 Coríntios 12.1-3 denota uma escandalosa influência das religiões pagãs na liturgia de culto da igreja grega. O livre exercício dos dons espirituais em detrimento do “Fundamento dos apóstolos”[2] deixava claro que aquela igreja estava fadada a cair em um exibicionismo egoísta, ilógico e tolo.

Pode uma igreja cristã desenvolver práticas por influências de outras manifestações religiosas? Quando uma comunidade perde o foco do “Fundamento”, da “Comunhão”, da “Oração” e do “Serviço”, tudo contribui, como consequencia natural, Para o distanciamento dos princípios mais básicos e simples do evangelho.

Não há coincidência em o capítulo 13 de 1 Coríntios está inserido entre os capítulos 12 e 14 da mesma epístola. O apóstolo Paulo tem o objetivo de alertar a igreja de Corinto para o fato de a prática espiritual, desprovida do verdadeiro amor, ser caracterizada de pagã e egoísta. O uso dos dons espirituais, com os destaques das línguas e profecias, não tem outro objetivo que a Edificação, Exortação e Consolação do outro. Aquele irmão e/ou irmã, que em sua coletividade formam o “corpo místico de Cristo”, é a razão e o fim para qualquer manifestação do dom espiritual (Ef 4.11-14 cf. 1 Co 14.3).

O corpo é uma das figuras mais importantes na conceituação de Igreja. “... A necessidade de aproximação, relacionamentos interpessoais e fraternais são condições necessárias para o funcionamento dos dons espirituais”[3]. Como o corpo precisa do pleno funcionamento dos órgãos para a vitalidade de sua vida, a igreja precisa daquelas caracteríscas, descritas acima, no exercício de seus dons espirituais, para de fato, ser o “Corpo de Cristo”.

O uso das Línguas (com intérprete) e da Profecia participa de um contexto onde a instrução, o encorajamento e a consolação, são os objetivos centrais na construção de uma vida cristã sadia.

Prezado professor (a), explique ao aluno que onde há desordem, a importância do amor se distancia. Onde há desordem, o desejo egoísta fica patente. Onde, a importância do amor é rechaçada, o uso dos dons não cumpre o seu dever coletivo. A utilização dos dons, na igreja, deve ser exercida no contexto do Amor, visando sempre, a construção de uma vida cristã autêntica através da instrução e encorajamento, a fim de consolarmos uns aos outros.
Referências:

[1] RICHARDS, Lawrence O. Guia do Leitor da Bíblia: Uma análise de Gênesis a Apocalipse Capítulo por Capítulo. 1. ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2005, p. 768.
[2] Atos 2.42.
[3] RICHARDS, Lawrence O. Guia do Leitor da Bíblia: Uma análise de Gênesis a Apocalipse Capítulo por Capítulo. 1. ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2005, p. 768.

Lição 12 - O Fim Vem

Texto bíblico: 1 Tessalonicensses 5.2-6; Mateus 24.21,22

A segunda besta, o falso profeta, opera muitos sinais e milagres (“sinais” no versículo 13 é a tradução da mesma palavra grega (semeia) usada no Evangelho de João para descrever os milagres de Jesus). Na presença dos povos, o falso profeta faz até com que fogo, aparentemente vindo do céu, caia na terra. Trata-se de uma imitação clara do milagre realizado por Elias ao desafiar os israelitas a decidirem entre o Senhor e Baal. Apesar dos sacerdotes de Baal não puderem realizar o prodígio (1 Rs 18.22-34), o Falso Profeta, através do poder de Satanás, o fará. Todos ficarão impressionados. Até mesmo nessa era tão científica, há pessoas ingênuas dispostas a seguir os falsos profetas; são enganadas pelos milagres que não têm por objetivo glorificar a Deus. Os pretensos milagres do Falso Profeta têm por objetivo enganar a humanidade (1 Ts 2.9-12). Mas Israel é advertido em Deuteronômio 13.1-3 a precaver-se contra os falsos profetas que, apesar dos sinais e milagres que operam, leva o povo a desvirar-se da Palavra de Deus. Os tais devem ser considerados impostores. Pois os verdadeiros profetas falam por Deus, e encorajam a servi-lo e a adorar CRISTO.

Texto extraído da obra: A Vitória Final: Uma investigação exegética do Apocalipse. 1. ed., Rio de Janeiro: CAPAD, P. 1995.

Lição 12 - Você é importante para sua fampilia

Texto Bíblico: Lucas 15.11-32


O VALOR DA FAMÍLIA E SUA RENOVAÇÃO ESPIRITUAL

Há famílias que não conhecem a pobreza, pois são tão unidas que prontamente compartilham de qualquer necessidade ou problema financeiro. Do ponto de vista espiritual, a condição deve ser a mesma, mas precisa haver no seio da família os elementos que, embora pobres, tenham condições de enriquecer a muitos (2 Co 6.10).

Tudo no mundo é suscetível de desgastar-se e envelhecer, e a vida espiritual também está sujeita a sofrer esse desgaste. Mas o plano de Deus é que “o nosso homem interior, contudo, se renove de dia em dia” (2 Co 4.16). consideremos pelo menos quatro meios possíveis de renovação espiritual:

Arrependimento e Contrição: Se queremos evitar retrocesso em nossa vida espiritual, temos que reconhecer o nosso erro, arrependermos-nos e nos humilharmos diante de Deus.

Gratidão demonstrada para com Deus no reconhecimento dos benefícios recebidos: Salmos 103.1-5.

Esperança Paciente no Senhor: Isaías 40.29-31.

Poder renovador do Espírito Santo: Renovação das forças físicas (Is 40.31); Renovação do Espírito (Ef 4.23); Renovação da mente (Rm 12.2).

Texto extraído da obra: ...E fez Deus a Família: O Padrão Divino Para um Lar Feliz. Rio de Janeiro: CPAD.

Lição 12 - Um projeto de Deus para mim
 
Texto Bíblico: Atos 2.38,39, 42-44, 47


A paz do Senhor, querido professor!

Jesus dedicou-se a ensinar sobre o Reino dos Céus. E a mesma dedicação Ele espera de nós. Jesus deu uma missão para seus discípulos: “Vão e anunciem isto: “o Reino dos Céus está perto”. Curem os leprosos e outros doentes, ressuscitem os mortos e expulsem os demônios. Vocês receberam sem pagar; portanto deem sem cobrar” (Mateus 10. 7-9).

Essa missão também foi dada a nós e não podemos relaxar na anunciação das Boas Novas de Salvação. A Igreja Primitiva teve seu crescimento acelerado, porque os discípulos não relaxaram na propagação das Boas Novas.

Os adolescentes costumam ter dificuldades na hora de evangelizar e muitas vezes se perguntam: Como posso trazer outros a Jesus? Explique da seguinte forma: Ter amigos é ótimo. Há tantas coisas a compartilhar – livros, músicas, esportes, queixas sobre pais (Apesar de que na maioria das vezes eles estão corretos), e até roupas. Quanto de sua fé você compartilha com seus amigos? Eles sabem o quanto você se importa com Deus? Quando Jesus chamou seus primeiros seguidores, não colocou um anúncio no jornal local, nem contratou uma agencia de empregos. Ele simplesmente pediu às pessoas que ficassem com Ele. Então elas contaram a outras, e a curiosidade cresceu. André encontrou Jesus, e imediatamente contou tudo sobre Ele a seu irmão, Simão Pedro. Depois que Filipe tornou-se um seguidor de Jesus, insistiu com seu amigo Natanael para “vir e ver” o Senhor. Eis aqui três métodos que os primeiros crentes usaram para contar de Jesus aos seus amigos e familiares.

Passo 1 – Ache outros

Os primeiros discípulos não se retiraram para uma caverna depois de conhecerem ao Senhor. Eles deixaram o entusiasmo de sua descoberta movê-los a achar outras pessoas a quem contar de Jesus. Peça para Deus lhe mostrar quem está pronto para ouvir de Jesus; então se aproxime e faça a amizade.

Passo 2 – Conte aos outros

André não esperou por um momento perfeito, ou por um script do céu, para falar de Jesus ao irmão. Ele apenas contou-lhe. Se você se importa com seus amigos e parentes, as palavras virão. Seja você mesmo.

Passo 3 – Mostre aos outros

Filipe encorajou Natanael a conhecer Jesus por si mesmo. Você pode fazer igual. Apresente um amigo a outro Amigo (Bíblia de Aplicação Pessoal para Adolescentes – página 1299, CPAD).

Professor, explique esses métodos aos seus alunos e ajude-os a colocá-los em prática. Você pode organizar um evangelismo após a Escola Dominical, visitas a lares, hospitais e orfanatos. Será uma ótima oportunidade de colocarem em prática os três passos básicos para levar uma vida a Cristo.

Lição 12 - Jesus vai voltar
 
Leitura Bíblica: Mateus 25.1-13


CRESCENDO NO CONHECIMENTO

“Jesus continua a instruir seus discípulos sobre a sua segunda vinda. Seu retorno pode parecer demorado aos ansiosos em participar da festa das bodas, mas os sábios estarão prontos para uma longa espera (25.1-13). Enquanto o Mestre está fora, os servos devem usar ativamente do que quer que lhes tenha sido confiado para seu interesse (vv. 14-30). Quando Cristo vier, haverá um julgamento final no qual irá separar os justos dos injustos, os benditos dos malditos e apontar a cada um sua condição na eternidade (vv.31-46) [...]

Os costumes matrimonias da época pediam que o noivo e seus amigos mais chegados fossem à casa da noiva. Ao anoitecer, decorridas várias cerimônias, a recém-casada era acompanhada até sua casa. Todos os participantes das núpcias deveriam conduzir tochas. Os que não dispunham de luminárias eram considerados intrusos, não convidados para os vários dias de festividades que marcavam o casamento.”

Guia do Leitor da Bíblia. CPAD. p.627

SAIBA MAIS

“A esperança é algo lindo. Você entre em sua sala de aula transbordando positivamente com esperança desde o primeiro dia. Você entra em sua sala de aula transbordando positivamente com esperança desde o primeiro dia. Você espera por crescimento em seus alunos. Você espera que a luz venha para aqueles que se esforçam para compreender conceitos difíceis. Você espera descobrir novos mundos, novas idéias, nova compreensão. Claro que existem aqueles dias, também, quando tudo o que você pode fazer é agarrar-se à esperança de alguém “que sabe das coisas”, durante uma conversa tomando um café na lanchonete da faculdade.

Crianças são o resultado das esperanças apaixonadas. Concebidas em esperança, elas vêm cercadas de todos os tipos de expectativas familiares — ou da falta delas. Revestidas com as esperanças que você tem em relação a elas, as crianças chegam à escola todos os dias, moldadas, sobrecarregadas e desafiadas pelas esperanças e decepções dos outros. A esperança de que seus próprios sonhos individuais floresçam depende em grande medida de quão ávida e esperançosamente você cultiva seus incipientes brotos.

Jesus sabe como restaurar a esperança nos corações pecaminosos. Algumas vezes a linguagem que Ele usa é firme e inflexível: “Pare de duvidar e creia.” Em outras ocasiões, Ele se vale livremente de termos carinhosos ao chamar seus seguidores de seus “filhos”, “cordeiros” ou “pequeninos”. E com que freqüência Ele encorajou os seus a antever o futuro através de palavras cobertas de esperança: “Vou preparar-vos lugar” (Jo 14.2).

Nossa tarefa como professor é ser fornecedor de esperança, assim como o Senhor Jesus Cristo. Tais professores incutem uma ansiosa expectativa do que aquele dia de aprendizado contém. E logo seus alunos estarão ansiosos por conhecimento e sabedoria tão ardentemente como você. Eles podem ou não estar preparados para aprender em casa, mas no tempo que passam com você, eles se elevarão acima de suas condições acima de suas condições e viajarão em um mundo repleto de possibilidades.

Graça diária para professores. CPAD. p-55

ATIVIDADES

Explique a seus alunos que Jesus não mencionou o dia que Ele voltaria, mas afirmou que, quando estivesse próximo disso ocorrer, algumas coisas aconteceriam aqui na terra. Peça-lhes para abrir a Bíblia em Lucas 21.7-12 e leia com os alunos os versículos.

Em seguida, pergunte-lhes se acham que esses sinais estão acontecendo hoje. Depois, entregue-lhes exemplares de jornais e revistas, separados por você previamente durante a semana.

Informe às crianças que a tarefa delas é procurar esses sinais nos periódicos e recortá-los.

Depois, convide-as a confeccionarem um mural temático a respeito dos “Sinais da Volta de Jesus”. Para facilitar o trabalho, divida a turma em pequenos grupos conforme o tipo de sinal. Por exemplo: terremotos, guerras, fomes, doenças, perseguição aos crentes etc.

Dê liberdade aos alunos para trabalharem os textos e imagens de acordo com a criatividade deles. Ajude, quando for solicitado. Se achar conveniente, faça sugestões. Por exemplo: Seria interessante escrever na parte superior do mural o versículo de Apocalipse 1.3.

Quando o mural estiver pronto, faça uma rápida exposição a respeito da importância de estarmos preparados para quando Jesus voltar, pois como os alunos puderam constatar na pesquisa, “O TEMPO ESTÁ PRÓXIMO”.

Lição 12 - A igreja deve pregar o evangelho
 
Texto Bíblico: Atos 13.1-5


A paz do Senhor Jesus, queridos professores da Classe de Primários!

CRESCENDO NA GRAÇA E NO CONHECIMENTO

“As ordens que o Espírito Santo deu para separar Barnabé e Saulo, no meio de um culto em que os ministros das várias congregações na cidade se uniram em um jejum solene ou dia de oração: Disse o Espírito Santo (v.2) ou por uma voz do céu ou por um forte impulso na mente dos profetas: Apartai-me a Barnabé e a Saulo para a obra a que os tenho chamado. Ele não indica a espécie da obra, mas alude a um chamado já feito anteriormente, sobre o qual os dois sabiam o significado, enquanto os demais poderiam ou não saber. Quanto a Saulo, fora-lhe dito especificamente que tinha de levar o nome de Cristo diante dos gentios (cap. 9.15), que ele seria enviado aos gentios (cap. 22.21). A questão fora resolvida entre eles em Jerusalém antes deste dia. Ficou resolvido que Pedro, Tiago e João se disporiam entre os da circuncisão, para que Saulo e Barnabé fossem para os gentios (Gl 2.7-9).”

Comentário Bíblico Novo Testamento — Atos a Apocalipse. CPAD. p.134

SAIBA MAIS

“Era um novo ano escolar, e Rachelle tinha uma nova visão do ensino. Ela tinha passado o verão numa viagem missionária, e aprendera uma valiosa lição de vida. A pobreza e a miséria nas montanhas do Equador a deixaram face a face com crianças tão famintas que apanhavam restos de comida do lixo que estava sendo queimado. Pela primeira vez na vida, Rachelle entendeu o que significava ver gente realmente faminta — tanto de comida quanto da Palavra de Deus.

Enquanto Rachelle ajudava numa clínica médica, uma jovem chamada Shani entrou, obviamente com dores. À espera era longa, e Rachelle tentou diminuir a sua dor, contando-lhe sobre quando Jesus curou um homem cego de nascença. Em seguida, Shani perguntou: — Você conhece mais histórias?

— Oh, isso não é uma história – disse Rachelle. — Isso é verdade — realmente aconteceu.

— Como é possível? – perguntou Shani, bastante empolgada. — Quem é este Jesus?

Alegremente, Rachelle transmitiu o amor de Deus e explicou como Shani poderia receber a Cristo como seu Salvador. Shani respondeu instantaneamente, e Rachelle sentiu, com confiança, que Deus estava curando a menina. Quando ela deixou a clínica, toda a sua dor tinha sido removida. Ao parar junto à mesa para despedir-se de Rachelle, Shani perguntou: “Rasell, você sabia sobre Jesus a sua vida inteira; por que não veio contar para Shani antes?”

Aquele verão transformou Rachelle. Ela percebeu que Deus tinha definido o padrão ao enviar o seu Filho para transmitir o seu amor de uma maneira tangível, e descobriu que Ele não queria que ela parasse de fazer isso somente porque estava de volta à escola. Esta professora aprendeu que Deus ainda deseja transmitir o seu amor às outras pessoas, por meio dos seus filhos obedientes, trabalhando na vida de uma pessoa de cada vez.

Como Rachelle, você é as mãos da benignidade de Deus, os seus braços de compaixão, a sua voz de verdade. Esteja aberto para que Deus possa usá-lo, a fim de transmitir o evangelho da sua graça às pessoas em sua escola.”

Graça diária para professores. CPAD.p-188

ATIVIDADES

Explique a seus alunos que esta missão da igreja foi dada pelo próprio Jesus, por isso, não podemos deixar de cumpri-la. Além disso, enfatize que somos extremamente privilegiados por conhecer e experimentar o amor de Deus, no entanto, muitas pessoas no mundo inteiro nunca ouviram falar que existe alguém tão maravilhoso como o nosso Jesus, muito menos viram um exemplar da Bíblia Sagrada.

Informe às crianças que os países cujos habitantes nunca ouviram falar de Jesus são chamados de não evangelizados. A partir da explicação acima, convide seus alunos para a confecção de um mural temático a respeito desses países. Para isso:

• Ao longo da semana, realize uma ampla pesquisa a respeito da cultura e de estatísticas referentes à situação do evangelho nesses países.

• Selecione informações e imagens e leve-as para a sala de aula.

• Reúna seus alunos, a fim de que juntos possam confeccionar o mural.

• Se for possível, coloque no mural o versículo de Marcos 16.15.

• Quando o mural estiver pronto, faça uma rápida exposição a respeito da situação do evangelho e da obra missionária nesses países.

• Por fim, convide seus alunos a intercederem pelos países, missionários que lá estão, e pela Igreja, a fim de que ela prossiga realizando a sua missão fielmente.

Lição 12 - Cartas que viraram livros

Texto Bíblico Atos 28.16-31


De professor para professor

Prezado professor, neste domingo o objetivo da lição é que as crianças aprendam a importância de levar outros a conhecerem a Deus e a Sua Palavra.

• Faça uma recapitulação da aula anterior. Pergunte qual foi a palavra-chave estudada e qual o versículo aprendido.

• A palavra-chave da aula de hoje é “CARTA”. Então, durante o decorrer da aula, repita a frase: “As pessoas precisam conhecer a Palavra de Deus.”

Para refletir

“O livro de Atos aborda a história da Igreja e sua crescente expansão por Jerusalém, Antioquia, Éfeso e Roma, as cidades mais influentes do mundo ocidental. No livro de Atos também são relatados os poderosos milagres e testemunhos dos heróis e mártires da Igreja Primitiva: Pedro, Estevão, Tiago e Paulo.

Todo o ministério cristão foi iniciado e mantido pelo Espírito Santo que trabalhou na vida de pessoas comuns (comerciantes, viajantes, escravos, carcereiros, líderes da igreja, homens, mulheres, gentios, judeus, ricos e pobres). Muitos ‘heróis não glorificados’ da fé continuaram a pregar o evangelho, pelo poder do Espírito Santos, por gerações sucessivas, transformando o mundo com uma mensagem invariável: Jesus Cristo é o Salvador e o Senhor de todos os que o invocam.

Hoje, nós podemos ser os heróis não glorificados na contínua história da divulgação do evangelho. Nós, cristãos, devemos levar a mesma mensagem ao mundo de nossos dias, de forma que muitos mais possam ouvir e crer!”

Trecho extraído de:

Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal. Rio de Janeiro, CPAD, 2004.

Regras Práticas para os Professores

“Como nosso Senhor Jesus, observemos com cuidado uma criança, a fim de aprender dela o que vem a ser a educação. Sim, porque a educação, em seu sentido mais amplo, abarca todos os passos e processos pelos quais o infante se transforma gradativamente em um adulto inteligente e bem desenvolvido.

Consideremos a criança. Ela tem um corpo humano completo, com olhos, mãos e pés — todos os órgãos de sentido, ação e locomoção —, e, não obstante, está ali sem nada poder fazer. Ri, chora, sente. Tem os atributos de um adulto, mas não os seus poderes.”

Extraído dos livro: As Sete Leis do Ensino. CPAD. p.11

Sugestões de Atividade

Convide as crianças a escreverem uma carta coletiva com desenhos e/ou palavras para uma criança que esteja no campo missionário com seus pais. Depois, envie-a pelo correio.

Lição 12 - Orando pelos doentes
Texto Bíblico: Atos 9.10-31


De professor para professor

• Prezado professor, neste domingo as crianças terão a oportunidade singular de aprenderem que Deus nos dá coragem.

• Faça uma recapitulação da aula anterior. Pergunte qual foi a palavra-chave estudada e qual o versículo aprendido.

• A palavra-chave da aula é “Coragem”. Então, durante o decorrer da aula repita a frase: “Papai do céu me dá coragem.”

Para refletir

Paulo era muito zeloso. Ele era um homem apaixonado que mergulhava em tudo o que fazia. Antes de encontrar a Cristo no caminho de Damasco, Paulo (então conhecido como Saulo) perseguiu zelosamente os Cristãos. Depois de sua conversão, vislumbramos em Filipenses 3 o desejo ardente de Paulo para conhecer Cristo mais intimamente. Por todo o livro de Atos, vemos o compromisso intenso de Paulo para levar o Evangelho ao mundo. Nas cartas de Paulo testemunhamos o esforço dele para ver os crentes crescendo em “toda plenitude de Deus”.

O que capacitou Paulo a manter tal fervor espiritual? Ele havia sido capturado pelo amor de Cristo. Jesus era real para ele. Cristo não era apenas uma ideia teológica ou um conceito religioso. Cristo salvou-o e deu-lhe uma missão. A vida de Paulo estava consumida pelo amor de Jesus. Professor, o apóstolo Paulo, mergulhava em tudo o que fazia, quando perseguiu os cristãos ele esmerou-se em fazer, quando se tornou proclamador do evangelho de Cristo nada o fazia desistir. Paulo é um exemplo a ser seguido de dedicação.

Regras Práticas para os Professores

Ter certeza do chamado divino é um detalhe para vencer as dificuldades no serviço a Deus. Por ter essa convicção, Moisés sofreu, no entanto, obteve vitórias extraordinárias. No capítulo 18 do livro de Êxodo, Deus responde às suas orações de um modo maravilhoso.

Não existe melhor Senhor do que o nosso. Com certeza, trabalhar para o Mestre é extremamente recompensador. Aliás, não somente trabalhar para Ele, mas com Ele, pois o Senhor da seara nunca abandona. Deus sempre está conosco.

É comum sentir-se incapaz quando se trata de realizar a obra de Deus. Contudo, tenha certeza de que, apesar de conhecer suas limitações, fraquezas e imperfeições, Deus conta contigo. Portanto, siga em frente! (Texto extraído da Revista Primários – Mestre 3/4, CPAD).

Boa Ideia!

Você vai precisar de cartolina branca, lápis de cor, caneta hidrográfica, palitos de churrasco, fita adesiva e tesoura.

Desenhe e recorte “os olhos”. Escreva o versículo do dia na parte de trás. Entregue às crianças e peça para colorirem. Depois fixe com auxílio da fita adesiva o palito.